Dinamo
FMC Química do Brasil Ltda. - Campinas/SP
Inseticida
bifentrina (piretróide) (50 g/L) + imidacloprido (neonicotinóide) (250 g/L)

Informações

Número de Registro
03223
Marca Comercial
Dinamo
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
bifentrina (piretróide) (50 g/L) + imidacloprido (neonicotinóide) (250 g/L)
Titular de Registro
FMC Química do Brasil Ltda. - Campinas/SP
Classe
Inseticida
Modo de Ação
sistêmico de contato e ingestão
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cana-de-açúcar
Heterotermes tenuis
Cupins
Cana-de-açúcar
Migdolus fryanus
Broca-da-cana; Migdolus
Cana-de-açúcar
Procornitermes triacifer
Cupim; Cupim-de-monte; Cupim-de-montículo

Conteúdo da Bula

                                    FMC Química do Brasil Ltda.
                                                                                               Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                                               1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                                               13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                                               + 55 19 3115 4400
                                                                                               fmc.com
                                                                                               fmcagricola.com.br
                                                                     Dinamo®
                                                                    Inseticida

                          Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 03223

COMPOSIÇÃO:
2-methylbiphenyl-3-ylmethyl (Z)-(1RS,3RS) -3-(2-chloro-3,3,3-trifluoroprop-1-enyl) -2,2-
dimethylcyclopropanecarboxylate
(BIFENTRINA)....................................................................................................................50 g/L (5,0 % m/v)
1-(6-chloro-3-pyridylmethyl) -N-nitroimidazolidin-2-ylideneamine
(IMIDACLOPRIDO)...............................................................................................250 g/L (25,0% m/v)
Monoetilenoglicol.......................................................................................................56 g/L (5,6% m/v)
Outros Ingredientes .................................................................................................764 g/L (76,4% m/v)

                  GRUPO                                              3A                                        INSETICIDA
                  GRUPO                                              4A                                        INSETICIDA

CONTEÚDO: vide rótulo.
CLASSE: Inseticida de contato, ingestão e sistêmico
GRUPO QUÍMICO: Bifentrina: Piretróide
                  Imidacloprido: Neonicotinóide
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)

TITULAR DO REGISTRO (*):
FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150 - 1º andar - CEP: 13091-611 - Campinas/SP
CNPJ: 04.136.367/0001-98 - Fone/Fax: (19) 2042-4500
Registro no Estado nº 423 - CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Talstar Técnico FMC – Registro MAPA nº 18998
FMC Corporation
1701 East Patapsco Avenue, Baltimore, Maryland 21226 – Estados Unidos da América

Bifenthrin Técnico FMC – Registro MAPA nº 7506
Adama Huifeng (Jiangsu) Ltd.
Weier Road, South Area of Ocean Economic Development Zone Dafeng, Jiangsu 224145 - P.R. China
Jiangsu Lianhe Chemical Technology Co., Ltd.
Weisan RD – Chenjiagang, Xiangshui, Jiangsu – China
Viakem S.A. de C.V.
Unidad Químicos Finos - Av. Manuel L. Barragán y Lerdo de Tejada, Zona Industrial – 66450, San Nicolás de
los Garza - Nuevo León – México
Youjia Crop Protection Co., Ltd.
Fifth TongHai Road, Rudong Coastal Economic Development Zone, Nantong, Jiangsu, China 226407
Zhejiang Lianhe Chemical Technology Co., Ltd.
Sanjiang RD - Huangyan, Zhejiang – China

Bifentrin Técnico MEGA – Registro MAPA nº 29419
Meghmani Organics Limited
5001/B, 5027 a 5034, 5037, 4707/B, 4707/P, G.I.D.C. Industrial Estate, Ankleshwar, Dist. Bharuch, Gujarat
393002 – Índia

Appalus Técnico – Registro MAPA nº 12808
Jiangsu Suhua Group Co., Ltd.
1 Nanmen Road, Canglang District, Suzhou - Jiangsu 21500 – China
Hebei Yeti an Agrochemical Co., Ltd.




                                                                                                                                                Página 1 de 17
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                                                                     Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                     1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                     13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                     + 55 19 3115 4400
                                                                     fmc.com
                                                                     fmcagricola.com.br
Industrial Zone, South of Yuanshi County, Shijiazhuang, Hebei - China.

Imidacloprid Técnico Cheminova - Registro nº 06512.
Cheminova A/S
Thyboronvej 76-78 -Haboore-Dinamarca
Jiangsu Yangnong Chemical Co., Ltd
39 Wenfeng Road, Jiangsu Province 225009- Yangzhou City- China
Jiangsu Ruixiang Chemical Co., Ltd
No. 2 Dalian Road, Yizheng Economic Development Zone, Jiangsu- China

Imidacloprid Técnico Consagro – Registro nº 07410
Nanjing Suyan Kechuang Agrochemical Co., Ltd.
Tongshan town, Jiangning District, Nanjing - Jiangsu – China

Imidacloprido Técnico Hailir - Registro nº 40318.
Hailir Pesticides and Chemicals Group., Ltd
East Industry Zone Chengyang District, Qingdao, Shandong, China

FORMULADOR:
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III - CEP: 38.001-970 - Uberaba/MG
CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Registro no Estado nº 210 - IMA/MG

                       No do lote ou partida:
                       Data de fabricação:                 VIDE EMBALAGEM
                       Data de vencimento:


  ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU
                                     PODER.
     É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                 É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.


 Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no
                           Art. 4º do Decreto nº 7.212 de 15 de junho de 2010).


             CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - MUITO PERIGOSO
                                AO MEIO AMBIENTE




Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C




                                                                                                                 Página 2 de 17
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                                                                          Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                          1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                          13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                          + 55 19 3115 4400
                                                                          fmc.com
                                                                          fmcagricola.com.br
INSTRUÇÕES DE USO:

O inseticida Dinamo® possui modo de ação de contato, ingestão e sistêmico, recomendado para o controle de pragas na
cultura de cana-de-açúcar.:

CULTURAS, PRAGAS, DOSES, ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:


                                                                                                                      Nº Máximo
                    Pragas             Dose de
                                                     Volume de                                                        aplicação
    Cultura      Nome comum /          produto                       Época e Intervalo de aplicação
                                                      Calda (1)                                                        por ciclo
                   científico         comercial
                                                                                                                      da cultura

                      Cupins                                       Aplicação dirigida ao solo no sulco
                  (Heterotermes                                    de plantio.
                      tenuis,
                  Procornitermes                                   Plantios novos: aplicar o produto no
                     triacifer)                                    solo juntamente com a semeadura
                                    1,7 - 2,1 L/ha
                                                                   no sulco do plantio.
                      Cupins
  CANA-DE-
                 (Procornitermes                      200 L/ha     Renovação do Canavial: a aplicação                         1
  AÇÚCAR
                     triacifer)                                    deve ser realizada sobre os “toletes”
                                                                   colocados no sulco de plantio. Cobrir
                                                                   imediatamente o sulco após a
                    Migdolus                                       aplicação.
                    (Migdolus          2,1 L/ha
                     frianus)                               Não aplicar durante o período de
                                                            floração.
     (1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de
     aplicação.

     MODO DE APLICAÇÃO:
     O inseticida Dinamo® pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores manuais (costais) e
     tratorizados (pulverizadores terrestre).

     Realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter os bicos, barras, filtros e medidores
     de pressão em perfeito estado, visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre
     o alvo.

     Equipamentos terrestre específicos para aplicação no sulco de plantio:
     Bico: tipo leque 110.01 a 110.08. Todos os bicos de uma barra deverão ser mantidos à altura em relação ao
     topo da planta.
     Pressão: 30-45 lbs/pol2
     Diâmetro e densidade de gotas: 110 a 500 micras com um mínimo de 40 gotas/cm2.
     Volume de calda: 80 -120 L/ha
     Faixa de deposição no solo: 30 a 50 cm. Utilizar distância entre bicos na barra de aplicação que permita maior
     uniformidade de distribuição de gotas sem aéreas com falhas ou excesso.
     Pulverização tratorizada: velocidade do trator de 6 km/h. Pressão de trabalho entre 80 a 12- lb/pol².

     Preparo da calda:
     Aplicação Terrestre:
     Iniciar colocando água no tanque do pulverizador até a ½ (metade) de sua capacidade com o agitador em
     movimento e adicionar o conteúdo da (s) embalagem (ns) do inseticida Dinamo®. Em seguida, complete com
     água até a capacidade do tanque. Se houver necessidade de interromper a pulverização por algum tempo é
     aconselhável manter o agitador funcionando. Se esta interrupção for mais longa, é necessário re-agitar a calda
     antes de reutilizá-la.
     Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.




                                                                                                                      Página 3 de 17
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                                                                    Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                    1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                    13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                    + 55 19 3115 4400
                                                                    fmc.com
                                                                    fmcagricola.com.br
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo entre a última aplicação e a colheita):
Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual
(EPIs) recomendados para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não se espera fitotoxicidade para a cultura
tratada.
- Utilizar somente as doses recomendadas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA PARA INSETICIDAS:

             GRUPO                                3A                            INSETICIDA
             GRUPO                                4A                            INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar- se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida Dinamo® pertence aos Grupos 3A (moduladores de canais de sódio – piretróides) e 4A
(moduladores competitivos de receptores nicotínicos de acetilcolina) e o uso repetido deste inseticida ou de
outro produto dos mesmos grupos pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em
algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do inseticida Dinamo® como uma ferramenta útil de manejo de pragas
agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da
resistência. Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto dos Grupos 3A e 4A. Sempre rotacionar com produtos
de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar o inseticida Dinamo® ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de
aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de inseticida Dinamo® podem ser feitas desde que o período residual total do
“intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico
do inseticida Dinamo®, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas dos grupos químicos dos
piretróides e neonicotinóides não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações
recomendadas na bula.




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                                                                    Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                    1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                    13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                    + 55 19 3115 4400
                                                                    fmc.com
                                                                    fmcagricola.com.br
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do inseticida Dinamo® ou outros produtos dos Grupos
3A e 4A quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem
controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas,
controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para
o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o
IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(www.agricultura.gov.br).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis
e viáveis de controle. A integração dos métodos de controle cultural, mecânico ou físico, controle biológico e
controle químico, juntamente com a adoção das boas práticas agrícolas, visam o melhor equilíbrio do sistema.

                         DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) – recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de
limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
− Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas
de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção
lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
− Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
− Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
− Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:




                                                                                                                Página 5 de 17
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                                                                    Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                    1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                    13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                    + 55 19 3115 4400
                                                                    fmc.com
                                                                    fmcagricola.com.br
− Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita);
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado o produto;
− Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
− Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
− Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e
luvas de nitrila.
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
− Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos
até o final do período de reentrada;
− Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados
para o uso durante a aplicação;
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita);
− Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
− Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
− Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
− Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
− Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
− Não reutilizar a embalagem vazia;
− No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
− A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
− Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
  função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança




                                    Tóxico se ingerido
                       ATENÇÃO      Pode causar reações alérgicas na pele
                                    Pode provocar danos aos rins por exposição repetida ou prolongada




                                                                                                                Página 6 de 17
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                                                                      Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                      1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                      13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                      + 55 19 3115 4400
                                                                      fmc.com
                                                                      fmcagricola.com.br


PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
• Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito
ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
• Olhos: Em caso de contato, retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância
durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre
no outro olho.
• Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados
e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

                                            INTOXICAÇÕES POR
                                                - Dinamo® -
                                                 Inseticida

                                          INFORMAÇÕES MÉDICAS

  Grupo químico           BIFENTRINA:            piretroide;      IMIDACLOPRIDO:              neonicotinóide;
                          MONOETILENOGLICOL: álcool glicólico.
  Classe toxicológica     Categoria 4 – Produto pouco tóxico
  Vias de exposição       Dérmica e inalatória
                          Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas
                          considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
  Toxicocinética          Bifentrina: em ratos, a absorção pela via oral foi limitada, cerca de 50% da dose
                          administrada. O pico de concentração plasmática foi atingido de 4 a 6 horas após
                          a ingestão. A bifentrina foi amplamente distribuída pelo organismo de ratos,
                          principalmente pela pele e tecido adiposo. Esta substância pode atravessar a
                          barreira placentária e também ser transferida para o leite materno.
                          A biotrasnformação foi ampla e ocorreu principalmente através de reações de
                          hidrólise seguida de oxidação e conjugação.
                          A excreção em ratos foi rápida, predominantemente nas primeiras 48 horas e
                          ocorreu principalmente através das fezes (66-83%), com 20-30% da dose
                          excretada via bile, e 9-25% através da urina.
                          A bifentrina demonstrou potencial de bioacumulação no tecido adiposo e pele de
                          ratos, cerca de 3% da dose permaneceu retida no organismo, com meia vida de
                          depuração do tecido adiposo de cerca de 51 dias.
                          Como os demais piretroides, a bifentrina é apresentada como uma mistura de
                          estereoisômeros. Foi demonstrada uma biotransformação não seletiva dos
                          enantiômeros da bifentrina com uma biotransformação e eliminação simétrica de
                          ambos os enantiômeros (R e S), sem preferências enantioméricas. Não foi
                          observada diferença entre os sexos no perfil de distribuição e eliminação desta
                          substância em ratos.
                          Imidacloprido: a substância apresentou absorção rápida e quase completa (>92%)
                          em ratos por via oral, com pico de concentração plasmática dentro de
                          aproximadamente 2,5 horas após a administração. O imidacloprido foi
                          rapidamente distribuído aos tecidos e órgãos, mas a penetração na barreira
                          hematoencefálica foi limitada.
                          A substância foi amplamente biotransformada em ratos, apenas de 10 a 16% foi
                          excretada em sua forma inalterada. A biotransformação ocorreu principalmente no
                          fígado, através de reações de oxidação, conjugação e hidroxilação. Os principais
                          metabólitos foram o ácido 6-cloronicotínico e seu conjugado com a glicina, e dois
                          produtos de biotransformação contendo o anel imidazolidina. Também foram
                          detectados na urina os metabólitos monoidroxilados (4-OH-imidacloprido e 5-OH-
                          imidacloprido) e um composto insaturado.




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                                                                FMC Química do Brasil Ltda.
                                                                Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                + 55 19 3115 4400
                                                                fmc.com
                                                                fmcagricola.com.br
                    Em ratos, aproximadamente 75% da dose administrada de imidacloprido foi
                    excretada através da urina, com o restante (25%) sendo excretado através das
                    fezes, principalmente por excreção biliar. Esta substância foi rapidamente
                    eliminada e, após 48 horas, apenas baixas concentrações da substância ainda
                    puderam ser detectadas nos tecidos. Não há evidências de bioacumulação do
                    imidacloprido no organismo.
                    Monoetilenoglicol: a substância é rapidamente absorvida e distribuída após
                    administração pelas vias oral e inalatória. Em ratos, a absorção gastrointestinal foi
                    cerca de 90-100%, com pico de concentração plasmática entre 1-4 horas,
                    enquanto a absorção pela via inalatória foi cerca de 60%, com pico de
                    concentração plasmática dentro de 1 hora. A absorção pela via dérmica foi menos
                    extensa em ratos (20-30%), e ocorreu mais lentamente.
                    Em animais e em humanos, a biotransformação do monoetilenoglicol ocorre
                    através de uma série de reações de oxidação sucessivas gerando, primeiramente,
                    glicoaldeído (em uma reação catalisada pela enzima álcool-desidrogenase) e, em
                    seguida, o ácido glicólico, que é convertido em ácido glioxílico e é transformado
                    em ácido oxálico, o mais tóxico metabólito do 1,2-etanodiol. Além do ácido oxálico,
                    o ácido glioxílico também é metabolizado rapidamente em uma série de produtos
                    como malato, ácido fórmico e glicina. A quebra da glicina e do ácido fórmico gera
                    dióxido de carbono, que é o principal metabólito do monoetilenoglicol. Na urina
                    foram identificados o monoetilenoglicol, ácido glicólico, oxalato de cálcio e glicina
                    (e seus conjugados). O monoetilenoglicol é excretado principalmente como dióxido
                    de carbono (no ar exalado) e, na urina, como monoetilenoglicol inalterado, ácido
                    glicólico e ácido oxálico, este último em menor extensão. O tempo de meia vida de
                    eliminação, em humanos e animais, foi cerca de 1-4 horas, após administração
                    pela via oral.
Toxicodinâmica      Bifentrina: a bifentrina é um piretroide tipo I, ou seja, que não possui um grupo
                    ciano substituto na posição alfa. O mecanismo de ação proposto para este tipo de
                    piretroide envolve a interação com os canais de sódio das membranas de células
                    nervosas, causando descargas neuronais repetidas e um período maior para
                    repolarização. Isto prolonga a corrente de sódio durante o potencial de ação, e
                    resulta em uma hiperexcitação de células nervosas e musculares.
                    Imidacloprido: o mecanismo de toxicidade do imidacloprido, tanto em insetos
                    quanto em mamíferos, se dá pela atuação desta substância sobre os receptores
                    nicotínicos da acetilcolina (nAChRs), mimetizando a ação da acetilcolina. No
                    entanto, os inseticidas da classe dos neonicotinoides possuem uma afinidade
                    maior pelos receptores nicotínicos de acetilcolina dos insetos do que pelos dos
                    mamíferos devido às diferenças nas propriedades de ligação dos receptores dos
                    vertebrados assim como pela baixa penetração desses inseticidas na barreira
                    hematoencefálica. A toxicidade ocorre através da ativação prolongada, de forma
                    anormal, dos receptores de acetilcolina causando hiperexcitabilidade do sistema
                    nervoso central devido à transmissão contínua e descontrolada de impulsos
                    nervosos.
                    Monoetilenoglicol: os mecanismos de toxicidade são considerados multifatoriais,
                    e envolvem a formação de metabólitos tóxicos, a formação de cristais de oxalato
                    de cálcio, o aumento da acidose metabólica e/ou desregulação osmótica, e efeito
                    citotóxico direto.
Sintomas e sinais   Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
clínicos            Em estudos com animais de experimentação, o produto foi considerado nocivo se
                    ingerido ou se inalado. A aplicação do produto não causou irritação ou
                    sensibilização dérmica. Também não causou irritação ocular.

                    Bifentrina: a exposição aguda à bifentrina, pelas vias oral, dérmica e inalatória,
                    pode causar efeitos tóxicos característicos de intoxicação por piretroides como
                    efeitos no sistema nervoso central (dor de cabeça, tontura, convulsão e coma) e
                    no sistema nervoso periférico (parestesia). O contato com a pele pode causar




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                                           1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                           13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                           + 55 19 3115 4400
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sensibilização dérmica. Reações de hipersensibilidade respiratória são raras em
intoxicações por piretroides tipo I, mas, podem ocorrer em indivíduos susceptíveis.
Exposição cutânea: em contato com a pele pode causar parestesia (sensação
de coceira e queimação ou formigamento na pele), irritação com vermelhidão e
ressecamento além de dermatite de contato em indivíduos susceptíveis. Sintomas
sistêmicos conforme descritos em exposição oral também podem ocorrer em caso
de absorção da substância pela via dérmica.
Exposição respiratória: se inalada, a substância pode causar efeitos irritantes no
trato respiratório caracterizados por tosse, ardência no nariz e na garganta.
Pessoas sensíveis podem apresentar reações de hipersensibilidade manifestadas
por espirros, respiração ofegante, broncoespasmo, rinite, faringite, bronquite e
pneumonite. Sintomas sistêmicos conforme descritos em exposição oral também
podem ocorrer em caso de exposição a grandes quantidades da substância pela
via inalatória.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação com dor,
lacrimação, ardência e vermelhidão.
Exposição oral: se ingerida, pode causar irritação no trato gastrointestinal,
manifestada por sensação de queimação na boca, laringe e faringe, náusea,
vômito e diarreia. A exposição oral a grandes quantidades de bifentrina também
pode causar efeitos tóxicos sistêmicos manifestados por parestesia (sensação de
coceira e queimação ou formigamento na pele), dor de cabeça, tremores,
salivação, tontura e, em casos mais graves, podem ocorrer convulsão e coma.
Exposição crônica sistema nervoso foi identificado como o principal alvo de
toxicidade da bifentrina em estudos em animais de experimentação. O sintoma
mais frequentemente relatado nos estudos de exposição ocupacional é a
parestesia, caracterizada por dormência, coceira, queimação ou formigamento da
pele.
Imidacloprido: a exposição aguda oral e/ou inalatória ao imidacloprido, pode
causar efeitos nocivos decorrentes da estimulação nicotínica excessiva provocada
pelos inseticidas neonicotinoides.
Exposição cutânea: em contato com a pele pode causar irritação com ardência
e vermelhidão.
Exposição respiratória: se inalada, a substância pode causar irritação do trato
respiratório caracterizada por ardência no nariz e na garganta, respiração
ofegante, sensação de aperto no peito, dispneia e hipóxia. Em casos mais graves,
pode ocorrer insuficiência respiratória. A exposição inalatória a grandes
quantidades de imidacloprido pode causar efeitos no sistema nervoso central
como desorientação, confusão, agitação, dores de cabeça, tonturas, fraqueza,
tremores e, em alguns casos, perda da consciência.
Exposição ocular: em contato com os olhos, o produto pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia, em casos mais graves, pode ocorrer
ulceração da faringe, esôfago e estômago. Em caso de ingestão de grandes
quantidades, a substância pode provocar efeitos no sistema nervoso central como
confusão, agitação, dores de cabeça, tonturas, fraqueza, tremores e, em alguns
casos, perda da consciência. O imidacloprido pode, ainda, provocar alterações
cardiovasculares, que incluem taquicardia e/ou bradicardia, hipotensão e
palpitação.
Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição
crônica em humanos.
Monoetilenoglicol: a intoxicação sistêmica é esperada somente após exposição a
grandes quantidades desta substância.
Exposição cutânea: o monoetilenoglicol apresenta baixo potencial irritativo para
a pele, no entanto, a exposição repetida pode causar dermatite alérgica em
indivíduos susceptíveis.




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              Exposição respiratória: se inalado, pode ocorrer irritação do trato respiratório
              superior, com tosse, irritação na garganta e cefaleia. Nos casos de inalação de
              vapores com concentrações elevadas do produto podem ocorrer intoxicações com
              sintomas semelhantes aos observados por ingestão.
              Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência
              e vermelhidão.
              Exposição oral: inicialmente (período de 1-4 horas após exposição) podem
              ocorrer náuseas, vômitos, depressão do SNC (ataxia, fadiga, sonolência, vertigem,
              nistagmo, convulsões) e acidose metabólica leve a grave. Após 24 horas podem
              ocorrer sintomas cardio-pulmonares como dispneia, hiperventilação, taquicardia,
              elevação da pressão arterial e edema pulmonar. Após 24-36 horas podem ocorrer
              lesões importantes nos rins, com insuficiência renal (necrose tubular e depósito de
              cristais de oxalato de cálcio). Em casos mais graves, os sintomas podem levar a
              morte.
              Efeitos crônicos: o principal órgão-alvo é o rim.
Diagnóstico   O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
              quadro clínico compatível.
              Monoetilenoglicol: a dosagem sérica de monoetilenoglicol pode auxiliar na
              confirmação da exposição. Níveis séricos maiores que 25 mg/dL estão
              normalmente associados à toxicidade significativa.
Tratamento    CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar
              respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que
              presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas
              de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de
              forma a não se contaminar com o agente tóxico.

              Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar
              orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas
              sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e
              respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via
              endovenosa. Avaliar estado de consciência.

              Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções
              orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter
              adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessária
              ventilação pulmonar assistida.

              Medidas de Descontaminação e tratamento:
              O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
              impermeáveis.
              Exposição Oral:
              - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
              - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
              mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
              indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
              - Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada. Considerar
              a lavagem gástrica somente após ingestão de uma quantidade potencialmente
              perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro
              de 1 hora).
              - Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso de
              intoxicação por bifentrina ou imidacloprido. Avaliar a necessidade de
              administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de
              carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual -
              adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças: 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos
              de 1 ano de idade).

              Exposição Inalatória:




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                      Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
                      respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
                      avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou
                      pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.

                      Exposição Dérmica:
                      Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação
                      cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos.
                      Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor
                      persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

                      Exposição ocular:
                      Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente
                      por, pelo menos, 15 minutos. Evitar que a água de lavagem contamine o outro
                      olho. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente
                      deve ser encaminhado para tratamento específico.

                      ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático e
                      de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.

                      Medidas sintomáticas e de manutenção:
                      - Avalie a utilização de anti-histamínicos injetáveis como uma das opções para o
                      controle das reações alérgicas que podem ser causadas pela bifentrina.
                      - Considerar a administração de beta-agonistas ou corticoides sistêmicos para o
                      controle das reações asmáticas, principalmente em pacientes que tenham
                      predisposição ou histórico dessas.
                      - O tratamento de reações anafiláticas deve ser feito por meio de epinefrina
                      subcutânea, epinefrina intravenosa e suporte ventilatório.
                      - Tratar as dermatites de contato decorrentes da exposição cutânea aos piretroides
                      com corticoides tópicos.
                      - Em caso de sintomas de parestesia, avaliar a necessidade de aplicação de
                      vitamina E tópica (acetato de tocoferol) para amenizar os efeitos cutâneos.
                      - Considerar a administração de inibidores da enzima álcool desidrogenase (ADH)
                      como etanol e fomepizol em casos de intoxicação por monoetilenoglicol para inibir
                      a formação de metabólitos tóxicos. O regime de dose a ser aplicado deve ser
                      avaliado pelo médico de acordo com a gravidade do caso clínico.
                      - Em caso de desenvolvimento de acidose metabólica causado pela exposição oral
                      à bifentrina e redução significativa dos níveis séricos de bicarbonato, avaliar o
                      tratamento com infusão de bicarbonato de sódio.
                      - Em casos de acidose metabólica grave, considerar a realização de hemodiálise
                      após a administração de inibidores de ADH ou bicarbonato de sódio.
                      - Avaliar a necessidade de administração de benzodiazepínicos para o controle de
                      convulsões causadas pela bifentrina e por neonicotinoides.
                      - Avaliar a necessidade de administração de broncodilatadores para o tratamento
                      de broncoespasmos.
Contraindicações      A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
                      pneumonite química.
                      A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das
                      vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados;
                      pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de
                      quantidade não significativa.
Efeitos das           Não são conhecidos.
interações químicas
ATENÇÃO               Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
                      tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de
                      Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).




                                                                                                            Página 11 de 17
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                                                                    Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                    1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                    13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                    + 55 19 3115 4400
                                                                    fmc.com
                                                                    fmcagricola.com.br
                         As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
                         Agravos de Notificação Compulsória.
                         Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
                         Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
                         Telefone de Emergência da Empresa: 0800 3435450 e (34) 3319-3019 (24
                         horas)
                         Endereço eletrônico da empresa: www.fmcagricola.com.br

Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório:
Vide itens Mecanismos de toxicidade e Sintomas e sinais clínicos no quadro acima.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: >300-2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: >4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4 horas): não determinada nas condições do teste (>3,378 mg/L).
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos não produziu sinais de irritação
durante o período de avaliação. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante à pele.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos produziu hiperemia em 3/3 dos
olhos testados. Todos os sinais de irritação foram revertidos em 48 horas após a aplicação. Não foram
observados efeitos na íris ou na córnea dos animais. Nas condições do teste, o produto foi classificado como
não irritante para os olhos.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em
bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.

Efeitos crônicos:
Bifentrina: em estudos experimentais, a Bifentrina não causou efeitos na reprodução ou sobre o
desenvolvimento. Em altas doses, as ratas experimentaram tremores.
Não há evidências de efeitos teratogênicos. Efeitos mutagênicos são inconclusivos. Estudos com leucócitos de
camundongos foram positivos para mutação gênica. Entretanto, outros testes de mutagenicidade foram
negativos, incluindo o teste de Ames e estudos em células de medula óssea de ratos. Estudos crónicos em
camundongos demonstraram incremento na incidência de tumores na bexiga urinária (machos) e no pulmão
(fêmeas); não foram vistos efeitos carcinogênicos em ratos.

Imidacloprido: em estudos animais, moderadas a altas doses de imidacloprido pela via oral causaram
diminuição no ganho de peso, toxicidade hepática, alterações da coagulação e plaquetárias, lesões na tireóide
e hipercolesterolemia. Em estudos em três gerações de ratos, observaram-se abortos e diminuição no peso
dos filhotes. Anormalidades esqueléticas foram observadas em ratas e coelhas expostas ao imidacloprido
durante a gravidez, em doses moderadas. Imidacloprido tem se mostrado levemente mutagênico. Testes de
micronúcleo para genotoxicidade foram negativos, entretanto foi observada lesão de DNA no ensaio Cometa.
Um teste in vitro foi positivo para aberrações cromossômicas.

Monoetilenoglicol: em ratos, a exposição oral repetida a doses muito altas desta substância (doses superiores
a 950 mg/kg p.c./dia, em ratos machos, e 3100 mg/kg p.c./dia, em ratos fêmeas, em estudo de 90 dias)
promoveu efeitos nos rins (lesões microscópicas, hiperplasia, nefrite, necrose, hematúria, fibrose e deposição
de cristais em túbulos renais) e depressão do sistema nervoso central. O monoetilenoglicol não apresentou
potencial cancerígeno em estudos em ratos e camundongos. Em estudos conduzidos em ratos e camundongos,
o monoetilenoglicol causou aumento da mortalidade fetal e da incidência de alterações externas e esqueléticas.
No entanto, estes efeitos ocorreram apenas após a ingestão ou inalação de altas concentrações desta
substância [em ratos, NOAEL 250 mg/kg p.c./dia pela via oral; em camundongos, NOAEL de 150 mg/m³/6h/dia
(0,15 mg/L/6h/dia) por exposição inalatória (corpo total) e 1000 mg/m³/6h/dia (1,0 mg/L/6h/dia) após exposição
exclusivamente inalatória (nose only)]. Não foram observados efeitos adversos em coelhos. A formação do
metabólito ácido glicólico, pode estar envolvido no mecanismo de ação para estes efeitos. Doses seguras de
exposição foram estabelecidas.

EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:




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                                                                    Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                    1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                    13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                    + 55 19 3115 4400
                                                                    fmc.com
                                                                    fmcagricola.com.br
Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos.

SINTOMAS DE ALARME:
Parestesia (sensação de coceira e queimação ou formigamento na pele), náusea, vômito, salivação,
irritação/dificuldade respiratória (dispneia), depressão do sistema nervoso central com desorientação,
confusão, agitação, tontura, fraqueza, dor de cabeça, tremores e taquicardia.


                         DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
■ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
□ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir
principalmente águas subterrâneas;
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e
do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

1.1 INSTRUÇÕES DE MITIGAÇÃO PARA:
- Polinizadores
- Este produto é toxico para abelhas. A pulverização não dirigida em área total não é permitida. Não aplique
este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada
visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui crime ambiental, sujeito a
penalidades cabíveis e sem prejuízo de outras responsabilidades;
- Não é autorizado o uso combinado de imidacloprido em mais de um modo de aplicação no mesmo ciclo de
cultivo, quando esses eventos ocorrerem antes da floração da cultura;
- Não utilizar imidacloprido em cultura subsequente quando houver possibilidade de florescimento, em campo
aberto.

  1. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
  PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

      •   Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
      •   O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
          rações ou outros materiais.
      •   A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
      •   O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
      •   Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
      •   Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
      •   Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas
          ou para o recolhimento de produtos vazados.
      •   Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
          Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
      •   Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.




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                                                                Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                + 55 19 3115 4400
                                                                fmc.com
                                                                fmcagricola.com.br

2. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

   •   Isole e sinalize a área contaminada.
   •   Contate as autoridades locais competentes e a empresa FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA.
   •   Telefone de emergência da empresa: 0800-3435450 ou (34) 3319-3019.
   •   Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
       borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
   •   Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
       bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve
ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua
devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e
da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico, ficando a
favor do vento para evitar intoxicação.

3. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPI - Equipamentos
de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:

   •   Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a
       na posição vertical durante 30 segundos;
   •   Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
   •   Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
   •   Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
   •   Faça essa operação três vezes;
   •   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:

   •   Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
   •   Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
   •   Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
   •   A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;



                                                                                                          Página 14 de 17
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                                                                  Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                  1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                  13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                  + 55 19 3115 4400
                                                                  fmc.com
                                                                  fmcagricola.com.br
   •    Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:

   •    Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
        sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
   •    Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
        pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
        segundos;
   •    Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
   •    Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

   •    Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
        armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
        não lavadas.
   •    O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
        em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
        guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

   •    No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
        tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
        nota fiscal, emitida no ato da compra.
   •    Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
        prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
        prazo de validade.
   •    O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
        mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

   •    As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
        medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

    •   O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
        em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
        são guardadas as embalagens cheias.
    •   Use luvas no manuseio dessa embalagem.
    •   Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
        separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

    •   No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
        tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota




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                                                                  Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                  1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                  13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                  + 55 19 3115 4400
                                                                  fmc.com
                                                                  fmcagricola.com.br
        fiscal, emitida no ato da compra.
    •   Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
        de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
        de validade.
    •   O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
        de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

    •   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
        rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

   •    O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
        em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
        onde são guardadas as embalagens cheias.
   •    Use luvas no manuseio dessa embalagem
   •    Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em são plástico
        transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
        lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

    •   No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
        com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
        na nota fiscal, emitida no ato da compra.
    •   Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
        prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
        do prazo de validade.
    •   O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
        mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

    •   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
    •   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
        medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
        transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
        lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
   • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
      local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
      guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
   • É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi




                                                                                                            Página 16 de 17
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                                                                    FMC Química do Brasil Ltda.
                                                                    Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira,150
                                                                    1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
                                                                    13.091-611 Campinas - SP - Brasil
                                                                    + 55 19 3115 4400
                                                                    fmc.com
                                                                    fmcagricola.com.br
          adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

  TRANSPORTE
      • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
        rações, animais e pessoas.

  DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
     • A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
        realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
        competentes.
     • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
        OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
     • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
        EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
     • A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
        contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

  PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

      •   Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
          pelo do telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
      •   A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
          operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
          ambiental competente.

  5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

      •   O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
          bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
          rações, medicamentos ou outros materiais.

  6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
  OU MUNICIPAL:

 De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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