Diafentiurom 500 SC II
Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda - Foz do Iguaçu
Inseticida
diafentiurom (feniltiouréia) (500 g/L)
Informações
Número de Registro
03921
Marca Comercial
Diafentiurom 500 SC II
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
diafentiurom (feniltiouréia) (500 g/L)
Titular de Registro
Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda - Foz do Iguaçu
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Contato/Ingestão
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Alabama argillacea
Curuquerê; Curuquerê-do-algodoeiro
Algodão
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Algodão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Algodão
Polyphagotarsonemus latus
Ácaro-branco; Ácaro-tropical
Algodão
Tetranychus urticae
Ácaro-rajado
Café
Oligonychus ilicis
Aranha-vermelha-do-cafeeiro; Ácaro-vermelho
Feijão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Feijão
Polyphagotarsonemus latus
Ácaro-branco; Ácaro-tropical
Feijão
Tetranychus urticae
Ácaro-rajado
Rosa
Tetranychus urticae
Ácaro-rajado
Soja
Tetranychus urticae
Ácaro-rajado
Tomate
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Tomate
Tetranychus urticae
Ácaro-rajado
Conteúdo da Bula
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DIAFENTIUROM 500 SC II
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 03921
COMPOSIÇÃO:
1-tert-butyl-3-(2,6-di-isopropyl-4-phenoxyphenyl)thiourea (DIAFENTIUROM). ... 500 g/L (50% m/v)
1,2-Etanodiol. ........................................................................................................................ 50 g/L (5% m/v)
Outros ingredientes.............................................................................................. 503,7 g/L (50,37% m/v)
GRUPO 12A INSETICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Acaricida e inseticida de contato e ingestão
GRUPO QUÍMICO: Feniltiouréia.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA
Rua Santos Dumont, 1307 – sala 4A – 1° andar – Centro Foz do Iguaçu/PR CEP: 85851-040
Telefone: (45) 3572-6482 CNPJ: 05.280.269/0001-92
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 003046 ADAPAR/PR
(*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO)
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
DIAFENTIUROM TÉCNICO TECNOMYL - Registro MAPA sob nº 10916
YANCHENG SOUTH CHEMICALS CO., LTD
Chenjiagang Chemical Industry District, Xiangshui County 224631, Yancheng, Jiangsu, China
DIAFENTIUROM TÉCNICO PROVENTIS II – Registro MAPA sob n° TC14721
JIANGSU CHANGLONG AGROCHEMICAL CO., LTD.
No. 8 Tuanjiehe Road, Economic Development District of Taixing, 225400, Jiangsu, China
FORMULADOR:
TECNOMYL S.A
Parque Industrial Avay, Villeta/ Paraguai
SHANGYU NUTRICHEM CO., LTD.
No. 9 Weijiu Rd. Hangzhou Bay Shangyu Economic and Technological Development
Area, Zhejiang 312369, China
N° do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
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ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - PRODUTO
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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Matriz: Rua Santos Dumont, 1307 - Sala 4-A, 1° Andar
Centro - CEP 85851-040 - Foz do Iguaçu/PR.
Regulatório: Av. do Batel, n° 1550, andar 3, sala 308, ® 8 tecnomyl_brasil
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO: DIAFENTIUROM 500 SC II é um acaricida-inseticida de contato e
ingestão, recomendado para o controle de pragas, conforme indicado no quadro abaixo.
Dose Produto
Alvos Comercial Época, Intervalo e Número de aplicação
Culturas
(mL/ha)
Pulgão-do-algodoeiro: Para cultivares tolerante a
virose, aplicar quando constatar 20 pulgões/folha ou
Pulgão-do-algodoeiro 50% das plantas com pulgão.
(Aphis gossypii) 500 mL/ha Para cultivares suscetíveis, aplicar quando constatar 3
pulgões/folha ou 5 a 10% das plantas com pulgões.
Mosca-branca: Controlar assim que for constatada a
sua presença nas plantas.
Curuquerê
(Alabama argillacea) Ácaro-branco: Na época de maior ocorrência da praga
que vai de 60 a 100 dias da cultura.
Realizar a pulverização quando 40% das plantas
600 mL/ha apresentarem os sintomas de ataque da praga (folhas
encarquilhadas, ressecadas e bronzeadas).
Ácaro-branco
(Polyphagotarsonemus Normalmente os ácaros infestam mais intensamente as
folhas novas.
latus)
Ácaro-rajado: A época de maior ocorrência vai de 60 a
100 dias após a emergência da cultura.
Algodão Realizar a pulverização quando 10% das plantas
apresentarem os sintomas de ataque da praga (folhas
Mosca-branca com manchas necróticas ou avermelhadas, de pequena
(Bemisia tabaci raça B) extensão e preferencialmente localizadas entre as
nervuras principais).
Curuquerê: Na fase inicial de desenvolvimento da
cultura (até 30 dias da emergência), realizar a
pulverização se for observada a presença da praga de
800 mL/ha forma a apresentar riscos a cultura. Após este período,
a pulverização deve ser feita quando o nível de
infestação chegar a 1 a 2 lagartas por planta e/ou o
Ácaro-rajado
nível de desfolha chegar a 10% no terço superior das
(Tetranychus urticae)
plantas.
Número máximo de aplicações: 2
Volume de calda:
Aplicação Terrestre: 150 a 200 L/ha
Aplicação Aérea: 20 a 50 L/ha
Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha
Ácaro-vermelho: Pulverizar quando forem observados
a presença ou o sintoma de ataque da praga (folhas
bronzeadas). Seguir o nível de controle estabelecido
para a região. A maior dose deve ser utilizada em
condições de alta infestação ou clima favorável ao
desenvolvimento dos ácaros.
Número máximo de aplicações: 2
Reaplicar em caso de reinfestação, quando os níveis
Café Ácaro-vermelho de controle forem atingidos.
600 a 800 mL/ha
(Oligonychus ilicis)
Intervalo de aplicação: 14 dias
Volume de calda:
Aplicação Terrestre: 400 L/ha
Aplicação Aérea: 20 a 50 L/ha
Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha
Mosca-branca: Iniciar as aplicações assim que for
constatada sua presença nas plantas,
Ácaro-branco preferencialmente após o fechamento da cultura,
(Polyphagotarsonemus normalmente a partir de 3 semanas após a emergência.
600 a 800 mL/ha
latus)
Número máximo de aplicações: 3
Intervalo de aplicação: 7 dias.
Ácaro-rajado e ácaro-branco: Iniciar as aplicações
Mosca-branca quando forem notados os sintomas de seu ataque ou
(Bemisia tabaci raça B) forem observados ácaros vivos com uma lupa de bolso,
na face inferior das folhas que atinjam o nível de
controle.
Feijão A maior dose deve ser utilizada em caso de alta
pressão da praga e clima favorável ao seu ataque.
800 mL/ha Número máximo de aplicações: 3
Reaplicar somente em caso de reinfestação.
Ácaro-rajado
Intervalo de aplicação: 7 a 10 dias.
(Tetranychus urticae)
Volume de calda:
Aplicação Terrestre: 200 L/ha
Aplicação Aérea: 20 a 50 L/ha
Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha
Ácaro-rajado: Iniciar a aplicação quando forem
Ácaro-rajado (Tetranychus observados os primeiros ácaros vivos com auxílio de
Rosa urticae) 600 a 800 mL/ha
lupa de bolso, na face inferior das folhas. O número de
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pulverizações dependerá da frequência, intensidade e
condições favoráveis ao ataque das pragas listadas.
A maior dose deve ser utilizada em caso de alta
pressão da praga e clima favorável ao seu ataque.
Número máximo de aplicações: 2
Reaplicar toda vez que os níveis de controle forem
novamente atingidos.
Intervalo de aplicação: 7 dias
Volume de calda:
Aplicação Terrestre: 2000 a 2400 L/ha
Ácaro-rajado: Iniciar a aplicação quando forem
notados os sintomas de seu ataque ou forem
observados ácaros vivos com uma lupa de bolso, na
face inferior das folhas que atinjam o nível de controle,
nas reboleiras.
A maior dose deve ser utilizada em caso de alta
pressão da praga e clima favorável ao seu ataque.
Soja Ácaro-rajado (Tetranychus 600 a 800 mL/ha Número máximo de aplicações: 2
urticae) Reaplicar somente em caso de reinfestação.
Intervalo de aplicação: 14 dias.
Volume de calda:
Aplicação Terrestre: 200 L/ha
Aplicação Aérea: 20 a 50 L/ha
Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha
Mosca-branca: Fazer a pulverização assim que
observada a presença da praga nas plantas,
preferencialmente após o fechamento da cultura
Mosca-branca (aproximadamente 3 semanas da emergência).
(Bemisia tabaci raça B)
Ácaro-rajado: Fazer a pulverização quando 10% das
plantas apresentarem os sintomas de ataque
(amarelecimento e secamento das folhas) da praga.
Tomate 800 mL/ha
Número máximo de aplicações: 4
Reaplicar quando o nível de controle for atingido.
Ácaro-rajado Intervalo de aplicação: 7 dias
(Tetranychus urticae)
Volume de calda:
Aplicação Terrestre Estaqueado: 400 a 1000 L/ha
Aplicação Terrestre Industrial: 300 L/ha
MODO DE APLICAÇÃO:
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DIAFENTIUROM 500 SC II deve ser aplicado através de equipamentos terrestres (costal ou
tratorizado) ou aérea (avião ou ARP (Drones)), conforme indicado para cada cultura.
GERENCIAMENTO DE DERIVA
Condições Climáticas para as modalidades de aplicação:
As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a
melhor interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas, com a menor
evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo
biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de
inversão térmica (deslocamento vertical).
Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações:
- sob temperatura inferior a 30ºC,
- umidade relativa do ar acima de 55%,
- velocidade do vento entre 3 e 10 km/h,
- na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando período de chuva de até 6
horas após a aplicação.
- Ventos: muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento,
determinam, o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se
houver vento forte, acima de 10 km/h, ou em condições de vento inferiores a 3 km/h.
- Temperatura e umidade: Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento
de aplicação para produzir gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação.
Visando este objetivo, recomenda-se pulverização sob temperatura inferior a 30°C,
umidade relativa do ar acima de 55%. Não aplicar o produto em temperaturas muito
baixas ou com previsão de geadas.
- Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões
térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas
suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas
são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns
em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas
no pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser
indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões
térmicas podem ser identificadas pelo movimento de fumaça originária de uma fonte no
solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica
a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente
dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical
do ar.
Observações: Condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador
deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Prevenção de deriva:
- Para evitar efeitos indesejáveis, observar os limites meteorológicos definidos acima;
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Reguiator,o: Av. do Botei. n° 155-0. ondar 3. solo 308, © 6 tecnomyl _brasil
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- Efetuar levantamento prévio de espécies sensíveis ao produto nas áreas próximas;
- Controlar permanentemente o sentido do vento: a direção de vento deverá vir da cultura
sensível para a área da aplicação. Interromper a aplicação, assim que houver mudança na
direção do vento.
Recomendações para evitar deriva:
- Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas,
leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação Ambiental.
- Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao
equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a
pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e
ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos
estes fatores quando da decisão de aplicar.
- Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
- A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à
tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a
orientação de um engenheiro agrônomo.
- Utilize tecnologia (s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização
com baixa deriva.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo
e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou
tratorizado com barra ou autopropelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com
espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma
vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do
equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS E PARÂMETROS DE APLICAÇÃO:
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e
número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador,
entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo
fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Os parâmetros de aplicação através de equipamento costal, como tipo de pontas, pressão de
trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo
fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Utilizar os seguintes parâmetros:
Bicos: que produzam gotas de tamanho médio
Pressão de trabalho: 100 a 400 KPA (costal) e 100 a 800 KPA (equipamentos tratorizados);
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Diâmetro de gotas: 200 a 400 µm (micrômetro) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Algodão: Utilizar pulverizador costal ou tratorizado equipado com pontas adequadas, conforme
recomendação do fabricante. Ajustar o equipamento para um volume de calda de 150 a 200 L/ha.
Café: Utilizar atomizador costal ou tratorizado provido de pontas de jato cônico, com
espaçamento, vazão e pressão de trabalho corretamente calibrados. Ajustar a velocidade do
equipamento para um volume de calda de 400 L/ha.
Feijão e Soja: Utilizar pulverizador costal ou tratorizado equipado com pontas adequadas,
conforme recomendação do fabricante. Ajustar o equipamento para um volume de calda de 200
L/ha.
Rosa: Volume de calda de 2000 a 2400 L/ha.
Tomate estaqueado: o volume de água utilizado deve ser de 400 a 1000 L/ha, conforme o
desenvolvimento da cultura. Recomenda-se o uso de pulverizadores costais (manuais ou
motorizados) ou moto bombas estacionárias.
Tomate industrial: Volume de calda em torno de 300 L/ha, procurando obter boa cobertura das
plantas em toda a área tratada.
Importância do diâmetro da gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas para dar
uma boa cobertura e controle.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado,
condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, etc devem ser considerados como
fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as
aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Leia as
instruções sobre condições de vento, temperatura, e inversão térmica.
Controlando o diâmetro de gotas – Técnicas gerais:
- Volume: Use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda, considerando
necessidades práticas.
- Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro
de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores
volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
- Tipo de bico: A seleção correta da ponta de aplicação é um dos parâmetros mais
importantes para redução da deriva. Pontas que produzem gotas de diâmetro mediano
volumétrico (DMV) maior apresentam melhor efeito de controle sobre a deriva. Dentro deste
critério, para melhor cobertura do alvo use pontas que forneçam gotas, conforme norma
ASABE S572.1. Em caso de dúvida quanto a pressão de trabalho correta e o tamanho das
gotas consultar a recomendação do fabricante da ponta (Bico).
- Altura da barra: A altura da barra e o espaçamento entre as pontas de pulverização deve
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Reguiator,o: Av. do Botei. n° 155-0. ondar 3. solo 308, © 6 tecnomyl _brasil
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permitir uma sobreposição dos jatos e cobertura uniforme no alvo, conforme recomendação
do fabricante, não ultrapassando 50 cm tanto para o espaçamento entre as pontas de
pulverização, quanto para a altura da barra. O manuseio do produto deve ser realizado
apenas por trabalhador capacitado.
APLICAÇÃO AÉREA
Exclusivamente para aplicação aérea nas culturas de algodão, café, feijão e soja.
Evitar aplicações em condições de inversão térmica, nas quais as gotas permanecerão mais
tempo no ar, contaminando o avião durante a pulverização e o meio ambiente e reduzindo o
efeito do produto sobre o alvo desejado. Não aplicar em condições de temperaturas muito altas
e umidade baixa, pois ocorrerão correntes de convecção (térmicas) causando uma dissipação
vertical muito rápida das gotas, redução ou perda de seu efeito sobre o alvo desejado e
ocasionando efeitos danosos ao ambiente.
Controlando o diâmetro de gotas – Aplicação aérea:
Esse tratamento deve ser feito por avião quando as áreas forem extensas, aplicar o produto
molhando bem e uniformemente toda a folhagem da planta.
- Bicos: que proporcionam tamanho de gotas médias.
- Diâmetro de gotas: Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou
deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas. Empregar equipamentos que
produzam espectro de gotas estreito, de forma a minimizar a formação de muitas gotas
pequenas, afastadas do diâmetro médio.
NOTA: O fechamento dos bicos das pontas das asas, não diminui a largura da faixa de
deposição recomendada para a aeronave em uso, ao contrário reduz o arraste das gotas pelos
vórtices de ponta das asas e danos ao ambiente e áreas vizinhas. Avaliações práticas
confirmam uma perda mínima de 30% da pulverização quando as gotas são arrastadas pelos
vórtices de ponta das asas.
Volume de aplicação:
Aplicação Aérea: 20 a 50 L/ha
Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha
- Altura do voo: Sendo o voo da aeronave definido e efetuado em função da altura das
árvores, é recomendável para a segurança do voo, melhor uniformemente e geração das
gotas e distribuição das gotas sobre o alvo desejado que a aeronave mantenha um nível de
voo de 2 metros acima do topo das plantas mais altas, qualquer que seja o tipo ou modelo
de aeronaves utilizados. A altura de voo recomenda, deverá ser mantida, durante todo o
processo de aplicação do produto, independente das variações climáticas locais que
ocorram. O controle da deriva deverá ser efetuado sempre pela alteração do ângulo dos
bicos de pulverização e do diâmetro das gotas e nunca pela variação da altura do voo.
- Largura da faixa de deposição: a faixa de deposição será sempre limitada às
características técnicas operacionais comprovadas do modelo/tipo do avião, diâmetro de
gotas requeridas e recomendadas sobre o alvo desejado.
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Reg.którio: Av. do Batel, n° 1550. andar 3. sala 308, © 6 tecnomyl _brasil
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Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n°
86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas
respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Antes da aplicação verifique e inicie a pulverização somente com o equipamento limpo e bem
conservado. Imediatamente após a aplicação, fazer uma completa limpeza de todo o equipamento
para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem
removidos. O adiamento mesmo por poucas horas torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça
circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
2. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o
enchimento do tanque.
3. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o
equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis.
4. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
- Aeronaves remotamente pilotadas (drones)
Antes de iniciar a aplicação com aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), certifique-se que há
um planejamento de voo e este foi autorizado, registre os dados de voo e garanta a segurança
operacional.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia da aplicação, seguir as recomendações técnicas
indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro
Agrônomo.
Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de DIAFENTIUROM 500 SC II através de
aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), com empresas que tenham realizado os cursos para
aplicação através de aeronaves remotamente pilotadas (drones/ARP), de acordo com a Normativa
MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021, ou qualquer outra que venha complementá-la ou substituí-
la, e com equipamentos registrados nos órgãos competentes para operacionalizar.
Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer
aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e
da bula do produto. Sempre consulte as normas vigentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL).
Resumo dos ajustes para os drones de pulverização:
Volume de calda Classe de gotas Altura de voo Faixa de aplicação
4 metros acima do alvo Ajuste de acordo com
No mínimo 15 L/ha Média a Grossa
da pulverização cada modelo de drone
O SUCESSO DO CONTROLE TEM RELAÇÃO DIRETA COM O BOM RECOBRIMENTO DAS
PLANTAS COM A CALDA DE PULVERIZAÇÃO.
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INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Intervalo de segurança
Algodão 21 dias
Café 7 dias
Feijão 14 dias
Rosa UNA*
Soja 21 dias
Tomate 7 dias
*UNA = uso não alimentar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada
estiver seca, cerca de 24 horas. Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse
período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados
durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: sendo utilizado conforme as recomendações da
bula, o produto não causa fitotoxicidade nas culturas.
Para aplicação aeroagrícola com ARP (Drone) fica restrita à área alvo da intervenção,
observando as seguintes regras:
- Não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos e afins, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes,
corretivos e sementes com ARP em áreas situadas a uma distância mínima de vinte metros de
povoações, cidades, vilas, bairros, moradias isoladas, agrupamentos de animais, de mananciais
de captação de água para abastecimento de população, inclusive reservas legais e áreas de
preservação permanente, além de outras áreas ambientais com larguras mínimas de proteção
estabelecidas em legislação específica, caso não sejam áreas alvos da aplicação, devendo ser
respeitadas ainda, quando couber, as restrições de distância constantes na recomendação do
produto a ser aplicado;
- As ARP's que estejam abastecidas com produtos para aplicação ficam proibidas de sobrevoar as
áreas povoadas, moradias e agrupamentos humanos, ressalvados os casos de produtos para
controle de vetores, observadas as normas legais pertinentes;
- Nas proximidades do local da operação deverá ser fixada placa de sinalização visível para
pessoas não envolvidas na atividade contendo a expressão: "CUIDADO! OPERAÇÃO COM
DRONE";
- No local da operação deverá ser mantido fácil acesso ao extintor de incêndio (de categoria
adequada para equipamentos eletrônicos), sabão, água para higiene pessoal e caixa contendo
material de primeiros socorros, observando ainda as orientações específicas contidas na bula ou
no rótulo do produto;
- No local da operação, deverão constar, de forma legível, o endereço e os números de telefones
de hospitais e centros de informações toxicológicas;
- A equipe de campo deverá obrigatoriamente usar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
necessários, fornecidos pelo empregador;
- A equipe de campo deverá utilizar coletes ou faixas de sinalização durante as atividades;
- As condições meteorológicas e ambientais deverão ser devidamente avaliadas durante as
operações, de modo a se garantir a eficácia e a segurança da aplicação.
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AVISO AO USUÁRIO:
O produto deve ser utilizado de acordo com as recomendações da bula/rótulo. A TECNOMYL
BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA. não se responsabilizará por
danos ou perdas resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente na
bula/rótulo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos
associados ao uso não recomendado.
PREPARO DA CALDA:
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado,
regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao
aplicador e ao meio ambiente.
Para o preparo da calda, inicialmente diluir a quantidade necessária do DIAFENTIUROM 500 SC
II em um tanque auxiliar contendo água limpa.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua
capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do
tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Aplicar a calda imediatamente após o preparo.
Cuidados durante a aplicação:
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda
deverá ser mantido durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento
aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Antes da aplicação verifique e inicie a pulverização somente com o equipamento limpo e bem
conservado. Imediatamente após a aplicação, fazer uma completa limpeza de todo o equipamento
para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem
removidos. O adiamento mesmo por poucas horas torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça
circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
2. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do
tanque.
3. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o
equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis.
4. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA – ANVISA/MS.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
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TECNOLOGIA EQUIVALENTE;
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS;
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE – IBAMA/MMA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE – IBAMA/MMA.
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
GRUPO 12A INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um
problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à
resistência.
O inseticida DIAFENTIUROM 500 SC II pertence ao grupo 12A (inibidores de ATP sintetase
mitocontrial) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode
aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do DIAFENTIUROM 500 SC II como uma ferramenta
útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem
prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência.
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 12A. Sempre rotacionar
com produtos de mecanismos de ação efetivos para a praga alvo;
• Usar DIAFENTIUROM 500 SC II ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro
de um “intervalo de aplicação (janelas) de cerca de 30 dias;
• Aplicações sucessivas de DIAFENTIUROM 500 SC II podem ser feitas desde que o período
residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-
alvo;
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No
caso específico do DIAFENTIUROM 500 SC II, o período total de exposição (número de
dias) a inseticidas do grupo químico dos inibidores de ATP sintetase mitocontrial não
deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações
recomendadas na bula;
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do DIAFENTIUROM 500 SC II ou
outros produtos do Grupo 12A quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais susceptíveis das
pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como
rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que
disponível e apropriado;
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• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do
produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na
aplicação de inseticidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser
encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios
e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes,
rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, manejo da
irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
-Produto para uso exclusivamente agrícola.
-O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
-Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
-Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
-Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
habilitado.
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
-Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do
punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável;
respirador com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe
P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra produtos
químicos.
-Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
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PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
-Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas
de borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado (filtro químico contra vapores
orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e
luvas de proteção contra produtos químicos.
-Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção -
Individual (EPI) recomendados.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
-Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
-Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
-Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
-Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
-Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
-Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas
de borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado (filtro químico contra vapores
orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e
luvas de proteção contra produtos químicos.
-Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
-Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
-Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com
o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
-Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas
logo após a aplicação.
-Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
-Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
-Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
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-Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
-Não reutilizar a embalagem vazia.
-No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com
tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro
combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de
segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos.
-Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, avental impermeável, botas de borracha, macacão com tratamento
hidrorrepelente, luvas de proteção contra produtos químicos e respirador.
-A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
-Recomendações adicionais de segurança podem ser adotas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
ATENÇÃO - Nocivo se ingerido;
- Pode ser perigoso em contato com a pele;
- Nocivo se inalado
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PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência, levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque o vômito, exceto quando houver indicação médica.
Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite
que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa e aessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis.
INTOXICAÇÃO POR DIAFENTIUROM 500 SC II
Grupo
Feniltiouréia
Químico
Vias de
Oral, dérmica e inalatória.
exposição
Sua atividade nas mitocôndrias como inibidor no processo de síntese de ATP é
devida em parte à ação de seu metabólito Carbodiimida. Nos insetos atua causando
Mecanismos paralise, limitando os movimentos. Como não conseguem mover os órgãos ao
de toxicidade aparato bucal, deixam de alimentar-se e de causar dano. Em ratas prenhas tem-se
visto ação oxidativa nos eritrócitos com presença de metahemoglobinemia a doses
elevadas.
Há pouca informação de intoxicação em humanos. Os sintomas de intoxicação
observados nos estudos de toxicidade aguda realizados em animais com este
Sintomas e produto são: tremores, diarréia, sialorréia, pelos eriçados, letargia, prostração, ataxia,
sinais clínicos alteração na mucosa e na pele, dispnéia. Tem potencial de irritação ocular,
respiratório e dérmica.
A doses tóxicas maternas houve produção de Metahemoglobinemia.
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Estudos sobre o metabolismo do Diafentiurom realizados em ratos com a
administração de doses de 0,5 e 50 mg/kg, mostraram que o produto foi absorvido no
trato gastrointestinal em cerca de 25% das doses administradas oralmente. Dentro de
24 horas, cerca de 80% e 25% das doses administradas respectivamente foram
excretadas principalmente pelas fezes. A máxima concentração no sangue foi
verificada após 8 horas para a dose máxima. A meia-vida calculada para a depleção
dos resíduos foi 2 a 3 dias para gordura e sangue; 4 a 5 dias para baço, pulmão,
fígado, rins e timo; 8 dias para músculo e 12 a 17 dias para o cérebro e coração. Os
metabólitos urinários e biliares foram mais polares que os fecais. Todos os
metabólitos urinários somaram uma fração menor que 2%. Os metabólitos foram os
mesmos, independente do sexo dos animais, mas apresentaram diferenças em
relação à dose. O produto original encontrado no extrato das fezes representou cerca
de 1 a 4% da dose administrada. O principal metabólito é a Carbodiimida, a qual
reage com água e ácidos graxos para formar uréia e derivados dos ácidos graxos.
1,2-Etanodiol:
Efeitos adversos à saúde humana
Inalação: Devido à sua baixa pressão de vapor, é pouco provável que cause
problemas de inalação à temperatura ambiente. Vapores provenientes do líquido em
temperaturas elevadas ou névoa do produto são irritantes para o nariz, garganta e
trato respiratório; podem causar dor de cabeça, náusea e indisposição geral.
Contato com a pele: Pode remover a gordura da pele, causando ressecamento e
Toxicocinética rachaduras. Contatos repetidos podem causar dermatites. Pode ser absorvido pela
pele.
Contato com os olhos: Pode causar irritação, ardência, vermelhidão, inchaço e
distúrbios visuais.
Ingestão: Pode causar depressão do sistema nervoso central, resultando em
vertigem, dificuldades visuais, dor de cabeça, enjôo e
perda da coordenação. Grandes quantidades podem causar dor abdominal, vertigem,
sonolência, ânsia de vômito e perda de consciência; podem afetar o fígado, os rins e
outros.
Notas para o médico: Os principais efeitos do produto 1,2-Etanodiol são danos ao
fígado, rins e acidose metabólica, com a formação de ácido oxálico. Também pode
ocorrer hipoxemia e congestão pulmonar. A correção da acidose é essencial e deve
ser feita sem demora. O antídoto é o etanol que pode ser administrado em solução a
5%, em carbonato de sódio, a uma taxa de 10 mL/hora. A concentração ideal de
etanol no sangue é 100 mg por decilitro.
Pirazol e 4 metil-pirazol podem ser empregados para inibir a enzima álcool
desidrogenase. A administração de diuréticos, como o manitol, e a aplicação de
hemodiálise ou a lavagem estomacal também podem ser consideradas.
Informação sobre antídoto: o etanol inibe a formação de produtos de
biotransformação
tóxicos do metanol e do etileno glicol por competir com a alcooldesidrogenase
hepática.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico
compatível. Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação
Diagnóstico
aguda, trate o paciente imediatamente.
Dosagem de metahemoglobina deve ser feito em todos os pacientes com cianose.
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Antídoto: Não há antídoto específico.
• Em caso de Metahemoglobinemia: administre 1 a 2 mg/kg de uma solução de Azul
de Metileno a 1% lentamente via intravenosa em pacientes sintomáticos. Doses
adicionais podem ser necessárias.
Tratamento: as medidas gerais são orientadas à remoção da fonte de exposição,
descontaminação do paciente, proteção das vias respiratórias, prevenção de
aspiração de conteúdo gástrico, tratamento sintomático e de suporte. Evitar o contato
com os olhos, pele e roupas contaminadas.
Exposição Oral:
Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário, dependendo da
quantidade ingerida, tempo de ingestão e circunstância.
1. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto
potencialmente perigosa à vida (até 1 hora). Atentar para nível de consciência e
proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou
por intubação endotraqueal.
2. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível
diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de produtos
corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); risco de
hemorragia/perfuração gastrointestinal e ingestão de quantidade não significativa.
• Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção
sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 hora).
1. Dose: suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água / 30 g de carvão).
Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças de (1 a 12
Tratamento anos) e 1 g/kg em crianças < 1 ano;
2. Não atua com metais ou ácidos e bases fortes, nem com substâncias irritantes,
quando pode dificultar a endoscopia.
• Não provocar vômito, caso ocorra espontaneamente não deve ser evitado; deitar o
paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
• Fluidos intravenosos e monitoração laboratorial.
• Irritação: considere endoscopia em casos de irritação gastrointestinal ou esofágica
para avaliar a extensão do dano e guiar a lavagem gástrica.
Exposição inalatória - Descontaminação: remova o paciente para um local arejado.
Se ocorrer tosse ou dispnéia, avalie quanto a irritações, bronquite ou pneumonia.
Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos
com ß-agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular – Descontaminação: lave os olhos expostos com quantidades
copiosas de água ou salina ao 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15
minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem,
encaminhar o paciente para o especialista.
Exposição Dérmica – Descontaminação: remova as roupas contaminadas e lave a
área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o
especialista caso a irritação ou dor persistirem.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
• EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar
equipamento de reanimação manual (Ambú).
• Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório
com o produto.
Contra- A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco potencial de aspiração e de
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indicações pneumonia química.
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento,
ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 60 01.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As Intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
Atenção Notificação compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de
Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: 0800 01 41 149
Endereço Eletrônico da Empresa: www.tecnomyl.com
Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide item Toxicocinética e vide item Toxicodinâmica.
EFEITOS AGUDOS:
DL50 Oral em ratos: >300-2000 mg/kg
DL50 Cutânea em ratos: > 2000 mg/kg.
CL50 inalatória: 2,05 mg/L
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: A substancia-teste aplicada na pele dos coelhos produziu
eritema em 3/3 dos animais testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 14
dias após 0 tratamento para 1/3 dos animais testados e na leitura em 7 dias após 0 tratamento para 2/3 dos
animais testados. Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento foi observada
durante o período de observação.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: A substancia-teste aplicada no olho dos coelhos produziu
vermelhidão na conjuntiva, quemose e uveíte em 3/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação
retornaram ao normal na leitura em 72 horas após 0 tratamento para 3/3 dos olhos testados. Nenhuma
alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento foi notada durante o período de observação.
Sensibilização Cutânea: O produto é não sensibilizantes.
Mutagenicidade: O produto é não mutagênico
EFEITOS CRÔNICOS:
Estudo crônico realizado com animais de laboratório sendo o produto administrado por via oral mostrou que
o órgão alvo para toxicidade deste produto é o pulmão. A altas doses, acúmulo das células nos alvéolos
pulmonares bem como aumento no peso dos rins, fígado e baço foram observados. Houve também
produção de lesões proliferativas pulmonares como hiperplasia focal, adenoma e carcinoma
(camundongos), e, de linfosarcomas no baço, linfonodos e timo (ratos). Nenhuma evidência de
mutagenicidade foi obtida. Em cães causou edema de pâncreas reversível a altas doses. Tratamento com
1.5 mg/kg/dia foi associado com toxicidade leve maternal (sonolência, fraqueza). As altas doses, os níveis
elevados de metahemoglobina causaram toxicidade materna, o que levou a um incremento na freqüência
de malformações. Não houve evidências de teratogenicidade a baixas doses.
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE - INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS
RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA
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tecnomvl / \. )
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
D – Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
■ – MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
D – Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
D – Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e peixes).
- Evite contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.
1. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
-Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
-A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
-O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
-Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
-Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
2. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA
DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
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- Telefone de emergência: 0800-117-2020
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Sigas as instruções a seguir:
- Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e
coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado.
Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
- Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO etc.,
ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.
3. PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPI’s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
▪ Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição -
vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
-Faça essa operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
▪ Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamento de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
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Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
-Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
-O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
-No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
-Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
-O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no
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ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
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4. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
-O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos e outros materiais.
5. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes
as atividades agrícolas e aeroagrícolas.
-
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M..,tnz: Rua S.,ntos Dumont. 1307 - Sala 4-A. 1° Andar
Centro - CEP 85851-040 - Foz do Iguaçu/PR_ ~
Reguiator,o: Av. do Botei. n° 155-0. ondar 3. solo 308, © 6 tecnomyl _brasil
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