Diafentiurom 500 SC I
Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda - Foz do Iguaçu
Inseticida
diafentiurom (feniltiouréia) (500 g/L)

Informações

Número de Registro
04121
Marca Comercial
Diafentiurom 500 SC I
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
diafentiurom (feniltiouréia) (500 g/L)
Titular de Registro
Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda - Foz do Iguaçu
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Alabama argillacea
Curuquerê; Curuquerê-do-algodoeiro
Algodão
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Algodão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Algodão
Polyphagotarsonemus latus
Ácaro-branco; Ácaro-tropical
Algodão
Tetranychus urticae
Ácaro-rajado
Café
Oligonychus ilicis
Aranha-vermelha-do-cafeeiro; Ácaro-vermelho
Feijão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Feijão
Polyphagotarsonemus latus
Ácaro-branco; Ácaro-tropical
Feijão
Tetranychus urticae
Ácaro-rajado
Rosa
Tetranychus urticae
Ácaro-rajado
Soja
Tetranychus urticae
Ácaro-rajado
Tomate
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Tomate
Tetranychus urticae
Ácaro-rajado

Conteúdo da Bula

                                    tecnomyl
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA de PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA

                                                  DIAFENTIUROM 500 SC I

      Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº 04121

COMPOSIÇÃO:
tert-butyl-3-(2,6-di-isopropyl-4-phenoxyphenyl) thiourea
(DIAFENTIUROM).................................................................................................500 g/L (50% m/v)
1,2-Etanodiol..............................................................................................................50 g/L (5% m/v)
Outros ingredientes.....................................................................................503,7 g/L (50,37% m/v)

                  GRUPO                                         12A                                    INSETICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Acaricida-inseticida de contato e ingestão do grupo químico Feniltiouréia.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA
Rua Santos Dumont, 1307 – sala 4A – 1° andar – Centro
CEP: 85851-040       Foz do Iguaçu - PR C.N.P.J.: 05.280.269/0001-92
Tel.: (45) 3572-6482
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 003046 ADAPAR/PR
(*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO)
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
DIAFENTIUROM TÉCNICO TECNOMYL - Registro MAPA sob n° 10916
Yancheng South Chemicals Co., Ltd
Chenjiagang Chemical Industry District, Xiangshui County 224631 – Yancheng – Jiangsu – China

DIAFENTIUROM TÉCNICO PROVENTIS II – Registro MAPA sob n° TC14721
JIANGSU CHANGLONG AGROCHEMICAL CO., LTD.
No. 08 Tuanjiehe Road, Economic Development District of Taixing, Jiangsu, China
FORMULADOR:
TECNOMYL S.A
Parque Industrial Avay, Villeta/ Paraguai


SHANGYU NUTRICHEM CO., LTD.
No. 9 Weijiu Rd. Hangzhou Bay Shangyu Economic and Technological Development Area,
Zhejiang 312369, China


                                   N° do lote ou partida:
                                    Data de fabricação:                  VIDE EMBALAGEM
                                   Data de vencimento:

  ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS
                               EM SEU PODER.
  É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.



    Matriz: Rua Santos Dumont, 1307 - Sala 4-A, 1º Andar - Centro - Tel./Fax.: (45) 3572-6482 - CEP 85851-040 - Foz do Iguaçu/
         PR. Regulatório: Av. do Batel, nº 1550, sala 308, Edifício Work Batel, Bairro Batel - CEP 80420-090 - Curitiba/PR.
                                                                                                                                             1
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TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA de PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA

                     É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

      CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO

 CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: PRODUTO MUITO
                  PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)




Cor da faixa: AZUL




  Matriz: Rua Santos Dumont, 1307 - Sala 4-A, 1º Andar - Centro - Tel./Fax.: (45) 3572-6482 - CEP 85851-040 - Foz do Iguaçu/
       PR. Regulatório: Av. do Batel, nº 1550, sala 308, Edifício Work Batel, Bairro Batel - CEP 80420-090 - Curitiba/PR.
                                                                                                                               2
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 TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA de PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA

 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA

 INSTRUÇÕES DE USO: DIAFENTIUROM 500 SC I é um acaricida-inseticida de contato
 e ingestão, recomendado para o controle de pragas, conforme indicado no quadro
 abaixo.
                                                       Dose Produto           Dose Ingrediente
                                                                                                       Volume de         Número de
Culturas                   Alvos                        Comercial                   ativo
                                                                                                       calda (L/ha)      aplicação
                                                         (mL/ha)                   (g/ha)
             Pulgão-das-inflorescências ou
                 Pulgão-do-algodoeiro                        500                      250
                   (Aphis gossypii)
                      Curuquerê                                                                         Terrestre:
                 (Alabama argillacea)                                                                   150 a 200
                                                             600                      300
Algodão              Ácaro-branco                                                                                                2
             (Polyphagotarsonemus latus)                                                                  Aérea:
                    Mosca-branca                                                                          20 a 50
                (Bemisia tabaci raça B)
                                                             800                      400
                     Ácaro-rajado
                 (Tetranychus urticae)
                                                                                                        Terrestre:
                                                                                                           400
                     Ácaro-vermelho
 Café                                                     600 a 800               300 a 400                                      2
                    (Oligonychus ilicis)
                                                                                                          Aérea:
                                                                                                          20 a 50
                     Ácaro-branco
                                                          600 a 800               300 a 400             Terrestre:
             (Polyphagotarsonemus latus)
                                                                                                           200
                    Mosca-branca
Feijão                                                                                                                           3
                (Bemisia tabaci raça B)
                                                             800                      400                 Aérea:
                     Ácaro-rajado
                                                                                                          20 a 50
                 (Tetranychus urticae)
                     Ácaro-rajado                                                                       Terrestre:
 Rosa                                                     600 a 800           30 g/100 L d’água                                  2
                 (Tetranychus urticae)                                                                 2000 a 2400
                                                                                                        Terrestre:
                                                                                                           200
                      Ácaro-rajado
 Soja                                                     600 a 800               300 a 400                                      2
                  (Tetranychus urticae)
                                                                                                          Aérea:
                                                                                                         20 a 50
                     Mosca-branca                                                                       Terrestre
                 (Bemisia tabaci raça B)                                                               estaqueado:
                                                                                                       400 a 1000
Tomate                                                       800                      400                                        4
                      Ácaro-rajado                                                                      Terrestre
                  (Tetranychus urticae)                                                                 industrial:
                                                                                                           300

 NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

 ALGODÃO
 Pulgão-das-inflorescências:
    Cultivares tolerantes à virose – realizar a pulverização quando o nível de infestação atingir
      20 pulgões por folha ou 50% das plantas com pulgões.
    Cultivares susceptíveis à virose – realizar a pulverização quando o nível de infestação atingir
      3 pulgões por folha ou 5 a 10% das plantas com pulgões.
    Fazer no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.


    Matriz: Rua Santos Dumont, 1307 - Sala 4-A, 1º Andar - Centro - Tel./Fax.: (45) 3572-6482 - CEP 85851-040 - Foz do Iguaçu/
         PR. Regulatório: Av. do Batel, nº 1550, sala 308, Edifício Work Batel, Bairro Batel - CEP 80420-090 - Curitiba/PR.
                                                                                                                                     3
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TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA de PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA

Mosca-branca:
   Realizar a pulverização assim que observada a presença da praga na cultura.
   Fazer no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.
Curuquerê:
   Na fase inicial de desenvolvimento da cultura (até 30 dias da emergência), realizar a
     pulverização se for observada a presença da praga de forma a apresentar riscos a cultura.
     Após este período, a pulverização deve ser feita quando o nível de infestação chegar a 1 a 2
     lagartas por planta e/ou o nível de desfolha chegar a 10% no terço superior das plantas.
   Fazer no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.
Ácaro-branco:
   A época de maior ocorrência da praga vai dos 60 aos 100 dias da emergência da cultura.
     Realizar a pulverização quando 40% das plantas apresentarem os sintomas de ataque da
     praga (folhas encarquilhadas, ressecadas e bronzeadas). Normalmente os ácaros infestam
     mais intensamente as folhas novas.
   Fazer no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.
Ácaro-rajado:
   A época de maior ocorrência da praga vai dos 60 aos 100 dias da emergência da cultura.
     Realizar a pulverização quando 10% das plantas apresentarem os sintomas de ataque da
     praga (folhas com manchas necróticas ou avermelhadas, de pequena extensão e
     preferencialmente localizadas entre as nervuras principais).
   Fazer no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.

CAFÉ
Ácaro-vermelho:
   Pulverizar quando forem observados a presença ou o sintoma de ataque da praga (folhas
     bronzeadas). Seguir o nível de controle estabelecido para a região. A maior dose deve ser
     utilizada em condições de alta infestação ou clima favorável ao desenvolvimento dos ácaros.
     Reaplicar se necessário com intervalo de 14 dias.
   Realizar no máximo 2 aplicações durante a safra.

FEIJÃO
Mosca-branca:
   Fazer a pulverização assim que observada a presença da praga nas plantas,
     preferencialmente após o fechamento da cultura (aproximadamente 3 semanas da
     emergência). Reaplicar se necessário em intervalo de 7 dias.
   Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.
Ácaro-branco e Ácaro-rajado:
   Fazer a pulverização quando forem observados a presença dos ácaros na face inferior das
     folhas ou os sintomas de ataque na cultura. Para o Ácaro-branco utilizar a maior dose em
     altas infestações ou quando o clima for favorável ao desenvolvimento da praga. Reaplicar se
     necessário em intervalo de 7 a 10 dias.
   Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.

ROSA
Ácaro-rajado:
   A praga deve ser controlada assim que forem notados os sintomas de seu ataque, ou for
     constatada a sua presença nas plantas. O número de pulverizações dependerá da
     frequência, intensidade e condições favoráveis ao ataque das pragas listadas. Reaplicar
     toda vez que os níveis de controle forem novamente atingidos.
   Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.


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        PR. Regulatório: Av. do Batel, nº 1550, sala 308, Edifício Work Batel, Bairro Batel - CEP 80420-090 - Curitiba/PR.
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SOJA
Ácaro-rajado:
   Fazer a pulverização quando forem observados os sintomas de ataque ou a presença dos
     ácaros na face inferior das folhas, nas reboleiras. Utilizar a maior dose em altas infestações
     ou quando o clima for favorável ao desenvolvimento da praga. Reaplicar se necessário em
     intervalo de 14 dias.
   Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.

TOMATE
Mosca-branca:
   Fazer a pulverização assim que observada a presença da praga nas plantas,
     preferencialmente após o fechamento da cultura (aproximadamente 3 semanas da
     emergência). Reaplicar se necessário em intervalo de 7 dias.
   Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura.
Ácaro-rajado:
   Fazer a pulverização quando 10% das plantas apresentarem os sintomas de ataque
     (amarelecimento e secamento das folhas) da praga. Reaplicar se necessário em intervalo de
     7 dias.
   Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura.

MODO DE APLICAÇÃO:
DIAFENTIUROM 500 SC I deve ser dissolvido em água e aplicado na forma de pulverização
foliar. Condições climáticas recomendadas:
      Umidade relativa do ar acima de 55%
      Temperatura abaixo de 30°C
      Velocidade do vento entre 3 a 10 km/h

Cuidados no preparo da calda:
  1- Encher ¼ do tanque do pulverizador com água.
  2- Iniciar a agitação (mecânica ou manual).
  3- Adicionar no tanque o produto previamente medido em recipiente graduado.
  4- Completar o volume de água no tanque mantendo a agitação constante.

TERRESTRE
Algodão: Utilizar pulverizador costal ou tratorizado equipado com pontas adequadas, conforme
recomendação do fabricante. Ajustar o equipamento para um volume de calda de 150 a 200 L/ha.

Café: Utilizar atomizador costal ou tratorizado provido de pontas de jato cônico, com
espaçamento, vazão e pressão de trabalho corretamente calibrados. Ajustar a velocidade do
equipamento para um volume de calda de 400 L/ha.

Feijão e Soja: Utilizar pulverizador costal ou tratorizado equipado com pontas adequadas,
conforme recomendação do fabricante. Ajustar o equipamento para um volume de calda de 200
L/ha.

Tomate estaqueado: o volume de água utilizado deve ser de 400 a 1000 L/ha, conforme o
desenvolvimento da cultura. Recomenda-se o uso de pulverizadores costais (manuais ou
motorizados) ou moto bombas estacionárias.
Tomate industrial: Volume de calda em torno de 300 L/ha, procurando obter boa cobertura das
plantas em toda a área tratada.



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Rosa: Volume de calda de 2000 a 2400 L/ha.

AÉREA (Algodão; Café; Feijão; Soja)
O produto é aplicado através de aeronaves agrícolas, com um volume de calda entre 20 a 50
L/ha.
As pontas devem ser apropriadas para o tipo de aplicação. Recomenda-se o fechamento de bicos
nas pontas das asas para evitar perdas da pulverização por influência dos vórtices.
Evitar aplicações com velocidades de vento inferiores a 3 km/h porque ocorrerá o fenômeno de
inversões térmicas, causando maior permanência das gotas no ar, contaminado o avião,
bandeirinhas e o meio ambiente e prejudicando consideravelmente a deposição das gotas.
Aplicações efetuadas nas horas mais quentes do dia também deverão ser evitadas, pois causarão
perdas das gotas devido a ação das correntes térmicas ascendentes. O fator climático mais
importante a considerar deverá ser sempre a umidade relativa do ar, a qual determinará uma
maior ou menor deriva das gotas pelo vento.

Gerenciamento de deriva
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de
aplicar.
Diâmetro da gota: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de
gotas possíveis para dar uma boa cobertura e controle. A presença de culturas sensíveis nas
proximidades, condições climáticas e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva e a
cobertura das plantas. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não
a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais
desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura, umidade relativa do ar e
inversão térmica.
Controlando o diâmetro de gotas:
     Volume - Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível,
         considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas
         maiores.
     Pressão - Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o
         diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. Quanto maiores volumes
         forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
     Tipo de bico - Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria
         dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de
         bicos de baixa deriva.
Controlando o diâmetro de gotas em aplicação aérea:
     Número de bicos - Use o menor número de bicos com maior vazão possível que
         proporcione uma cobertura uniforme.
     Orientação dos bicos - Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para
         trás, paralelo a corrente de ar produzirá gotas maiores que outras orientações.
     Tipo de bico - Bicos de jato cheio, orientados para trás produzem gotas maiores que outros
         tipos de bico.
     Comprimento da barra - O comprimento da barra não deve exceder ¾ da asa ou do
         comprimento do motor. Barras maiores aumentam o potencial de deriva.
     Altura da barra - Regule a altura da barra para a menor possível para cobertura uniforme,
         reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos.




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       Ventos - O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 2 km/h
        (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores,
        incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a
        uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de vento ou em condições
        sem vento.

OBS: As condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar
familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

Temperatura e Umidade: Aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento
para produzir gotas maiores e reduzir o efeito da evaporação.
Inversão Térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas
diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que
permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela
elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e
pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formada ao pôr-do-sol e frequentemente continuam
até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo, no entanto,
se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária
de uma fonte no solo. Formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral
indicam a presença de uma inversão térmica, enquanto que se a fumaça for rapidamente
dispersada com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Antes da aplicação verifique e inicie a pulverização somente com o equipamento limpo e bem
conservado. Imediatamente após a aplicação, fazer uma completa limpeza de todo o equipamento
para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem
removidos. O adiamento mesmo por poucas horas torna a limpeza mais difícil.
   1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágüe completamente o pulverizador e faça
       circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
   2. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o
       enchimento do tanque.
   3. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o
       equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis.
   4. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

LAVAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Tríplice Lavagem;
    1. Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador;
    2. Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
    3. Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
    4. Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
    5. Faça esta operação 3 vezes;
    6. Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo




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INTERVALO DE SEGURANÇA:
       Cultura            Intervalo de segurança
       Algodão                    21 dias
         Café                      7 dias
        Feijão                    14 dias
        Rosa                       UNA*
         Soja                     21 dias
       Tomate                      7 dias
*UNA = uso não alimentar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada
estiver seca, cerca de 24 horas. Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse
período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados
durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: sendo utilizado conforme as recomendações da
bula, o produto não causa fitotoxicidade nas culturas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE;
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS; VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:

                 GRUPO                                     12A                                  INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um
problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à
resistência.
O inseticida DIAFENTIUROM 500 SC I pertence ao grupo 12A (inibidores de ATP sintetase
mitocontrial) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode
aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.



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Para manter a eficácia e longevidade do DIAFENTIUROM 500 SC I como uma ferramenta útil
de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem
prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência.

Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:

       Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 12A. Sempre rotacionar
        com produtos de mecanismos de ação efetivos para a praga alvo;
       Usar DIAFENTIUROM 500 SC I ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro
        de um “intervalo de aplicação (janelas) de cerca de 30 dias;
       Aplicações sucessivas de DIAFENTIUROM 500 SC I podem ser feitas desde que o período
        residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-
        alvo;
       Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No
        caso específico do DIAFENTIUROM 500 SC I, o período total de exposição (número de
        dias) a inseticidas do grupo químico dos inibidores de ATP sintetase mitocontrial não
        deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações
        recomendadas na bula;
       Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do DIAFENTIUROM 500 SC I ou
        outros produtos do Grupo 12A quando for necessário;
       Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais susceptíveis das
        pragas a serem controladas;
       Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como
        rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que
        disponível e apropriado;
       Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do
        produto;
       Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
        estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na
        aplicação de inseticidas.
       Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser
        encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura,
        Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).


INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e
medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores
e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e
controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de
ação distinto.


MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
-Produto para uso exclusivamente agrícola.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
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-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
-Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
-Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
-Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha, avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de
segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
-Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
-Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
-Verifique a direção do vento e aplique de modo a evitar o contato com o produto, dependendo do
equipamento de aplicação.
-Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita)
-Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e
filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de
nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
-Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
-Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término de intervalo de reentrada,
utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a
aplicação.
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
-Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação.
-Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas máscara.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as
roupas utilizar luvas e avental impermeável.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
-Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
-Não reutilizar a embalagem vazia.



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-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de
algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.


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                                                                                        - Pode ser perigoso em
                                                                                           contato com a pele;
                                                                                           - Nocivo se inalado
                                                        PERIGO
                                                                                     - Provoca moderada irritação
                                                                                                 à pele;
                                                                                       - Provoca irritação ocular
                                                                                                 grave.



PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite
que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e
sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.


                                           INTOXICAÇÃO POR DIAFENTIUROM 500 SC I

Grupo Químico                                                    Feniltiouréia
Vias de exposição                                                Oral, dérmica e inalatória.
Mecanismos de toxicidade                                         Sua atividade nas mitocôndrias como inibidor
                                                                 no processo de síntese de ATP é devida em
                                                                 parte à ação de seu metabólito Carbodiimida.
                                                                 Nos insetos atua causando paralise, limitando
                                                                 os movimentos. Como não conseguem mover
                                                                 os órgãos ao aparato bucal, deixam de
                                                                 alimentar-se e de causar dano. Em ratas
                                                                 prenhas tem-se visto ação oxidativa nos
                                                                 eritrócitos        com          presença    de
                                                                 metahemoglobinemia a doses elevadas.
Sintomas e sinais clínicos                                       Há pouca informação de intoxicação em
                                                                 humanos. Os sintomas de intoxicação
                                                                 observados nos estudos de toxicidade aguda
                                                                 realizados em animais com este produto são:
                                                                 tremores, diarréia, sialorréia, pelos eriçados,
                                                                 letargia, prostração, ataxia, alteração na
                                                                 mucosa e na pele, dispnéia. Tem potencial de
                                                                 irritação ocular, respiratório e dérmica.



   Matriz: Rua Santos Dumont, 1307 - Sala 4-A, 1º Andar - Centro - Tel./Fax.: (45) 3572-6482 - CEP 85851-040 - Foz do Iguaçu/
        PR. Regulatório: Av. do Batel, nº 1550, sala 308, Edifício Work Batel, Bairro Batel - CEP 80420-090 - Curitiba/PR.
                                                                                                                                11
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TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA de PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA

                                                                A doses tóxicas maternas houve produção de
                                                                Metahemoglobinemia.
Toxicocinética                                                  Estudos sobre o metabolismo do Diafentiurom
                                                                realizados em ratos com a administração de
                                                                doses de 0,5 e 50 mg/kg, mostraram que o
                                                                produto foi absorvido no trato gastrointestinal
                                                                em cerca de 25% das doses administradas
                                                                oralmente. Dentro de 24 horas, cerca de 80% e
                                                                25% das doses administradas respectivamente
                                                                foram excretadas principalmente pelas fezes. A
                                                                máxima concentração no sangue foi verificada
                                                                após 8 horas para a dose máxima. A meia-vida
                                                                calculada para a depleção dos resíduos foi 2 a
                                                                3 dias para gordura e sangue; 4 a 5 dias para
                                                                baço, pulmão, fígado, rins e timo; 8 dias para
                                                                músculo e 12 a 17 dias para o cérebro e
                                                                coração. Os metabólitos urinários e biliares
                                                                foram mais polares que os fecais. Todos os
                                                                metabólitos urinários somaram uma fração
                                                                menor que 2%. Os metabólitos foram os
                                                                mesmos, independente do sexo dos animais,
                                                                mas apresentaram diferenças em relação à
                                                                dose. O produto original encontrado no extrato
                                                                das fezes representou cerca de 1 a 4% da dose
                                                                administrada. O principal metabólito é a
                                                                Carbodiimida, a qual reage com água e ácidos
                                                                graxos para formar uréia e derivados dos ácidos
                                                                graxos.

                                                                1,2-Etanodiol:
                                                                Efeitos adversos à saúde humana
                                                                Inalação: Devido à sua baixa pressão de vapor,
                                                                é pouco provável que cause problemas de
                                                                inalação à temperatura ambiente. Vapores
                                                                provenientes do líquido em temperaturas
                                                                elevadas ou névoa do produto são irritantes
                                                                para o nariz, garganta e trato respiratório;
                                                                podem causar dor de cabeça, náusea e
                                                                indisposição geral.
                                                                Contato com a pele: Pode remover a gordura
                                                                da pele, causando ressecamento e rachaduras.
                                                                Contatos repetidos podem causar dermatites.
                                                                Pode ser absorvido pela pele.
                                                                Contato com os olhos: Pode causar irritação,
                                                                ardência, vermelhidão, inchaço e distúrbios
                                                                visuais.
                                                                Ingestão: Pode causar depressão do sistema
                                                                nervoso central, resultando em vertigem,
                                                                dificuldades visuais, dor de cabeça, enjôo e
                                                                perda da coordenação. Grandes quantidades



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       PR. Regulatório: Av. do Batel, nº 1550, sala 308, Edifício Work Batel, Bairro Batel - CEP 80420-090 - Curitiba/PR.
                                                                                                                               12
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                                                                podem causar dor abdominal, vertigem,
                                                                sonolência, ânsia de vômito e perda de
                                                                consciência; podem afetar o fígado, os rins e
                                                                outros.

                                                                Notas para o médico: Os principais efeitos do
                                                                produto 1,2-Etanodiol são danos ao fígado, rins
                                                                e acidose metabólica, com a formação de ácido
                                                                oxálico. Também pode ocorrer hipoxemia e
                                                                congestão pulmonar. A correção da acidose é
                                                                essencial e deve ser feita sem demora. O
                                                                antídoto é o etanol que pode ser administrado
                                                                em solução a 5%, em carbonato de sódio, a
                                                                uma taxa de 10 mL/hora. A concentração ideal
                                                                de etanol no sangue é 100 mg por decilitro.
                                                                Pirazol e 4 metil-pirazol podem ser empregados
                                                                para inibir a enzima álcool desidrogenase. A
                                                                administração de diuréticos, como o manitol, e a
                                                                aplicação de hemodiálise ou a lavagem
                                                                estomacal também podem ser consideradas.
                                                                Informação sobre antídoto: o etanol inibe a
                                                                formação de produtos de biotransformação
                                                                tóxicos do metanol e do etileno glicol por
                                                                competir com a alcooldesidrogenase hepática.
Diagnóstico                                                     O diagnóstico é estabelecido pela confirmação
                                                                da exposição e de quadro clínico compatível.
                                                                Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas
                                                                indicativos de intoxicação aguda, trate o
                                                                paciente imediatamente.
                                                                Dosagem de metahemoglobina deve ser feito
                                                                em todos os pacientes com cianose.
Tratamento                                                      Antídoto: Não há antídoto específico.
                                                                     Em caso de Metahemoglobinemia:
                                                                        administre 1 a 2 mg/kg de uma solução
                                                                        de Azul de Metileno a 1% lentamente
                                                                        via     intravenosa     em      pacientes
                                                                        sintomáticos. Doses adicionais podem
                                                                        ser necessárias.
                                                                Tratamento: as medidas gerais são orientadas
                                                                à    remoção       da   fonte    de    exposição,
                                                                descontaminação do paciente, proteção das
                                                                vias respiratórias, prevenção de aspiração de
                                                                conteúdo gástrico, tratamento sintomático e de
                                                                suporte. Evitar o contato com os olhos, pele e
                                                                roupas contaminadas.
                                                                Exposição Oral:
                                                                Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é
                                                                necessário,      dependendo     da     quantidade
                                                                ingerida, tempo de ingestão e circunstância.
                                                                    1. Considere logo após ingestão de uma



  Matriz: Rua Santos Dumont, 1307 - Sala 4-A, 1º Andar - Centro - Tel./Fax.: (45) 3572-6482 - CEP 85851-040 - Foz do Iguaçu/
       PR. Regulatório: Av. do Batel, nº 1550, sala 308, Edifício Work Batel, Bairro Batel - CEP 80420-090 - Curitiba/PR.
                                                                                                                               13
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TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA de PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA

                                                                        grande      quantidade      do      produto
                                                                        potencialmente perigosa à vida (até 1
                                                                        hora). Atentar para nível de consciência
                                                                        e proteger as vias aéreas em posição de
                                                                        Trendelenburg       e   decúbito     lateral
                                                                        esquerdo        ou      por      intubação
                                                                        endotraqueal.
                                                                     2. Contra-indicações: perda de reflexos
                                                                        protetores das vias respiratórias ou nível
                                                                        diminuído de consciência em pacientes
                                                                        não-intubados;      após    ingestão     de
                                                                        produtos corrosivos; hidrocarbonetos
                                                                        (elevado potencial de aspiração); risco
                                                                        de                  hemorragia/perfuração
                                                                        gastrointestinal e ingestão de quantidade
                                                                        não significativa.
                                                                      Carvão ativado: se liga à maioria dos
                                                                        agentes tóxicos e pode diminuir a
                                                                        absorção       sistêmica      deles,     se
                                                                        administrado logo após a ingestão (1
                                                                        hora).
                                                                     1. Dose: suspensão de carvão ativado em
                                                                        água (240 ml de água / 30 g de carvão).
                                                                        Dose usual: 25 a 100 g em adultos /
                                                                        adolescentes, 25 a 50 g em crianças de
                                                                        (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças < 1
                                                                        ano;
                                                                     2. Não atua com metais ou ácidos e bases
                                                                        fortes, nem com substâncias irritantes,
                                                                        quando pode dificultar a endoscopia.
                                                                      Não provocar vômito, caso ocorra
                                                                        espontaneamente não deve ser evitado;
                                                                        deitar o paciente de lado para evitar que
                                                                        aspire resíduos.
                                                                      Fluidos intravenosos e monitoração
                                                                        laboratorial.
                                                                      Irritação: considere endoscopia em
                                                                        casos de irritação gastrointestinal ou
                                                                        esofágica para avaliar a extensão do
                                                                        dano e guiar a lavagem gástrica.
                                                                Exposição inalatória - Descontaminação:
                                                                remova o paciente para um local arejado. Se
                                                                ocorrer tosse ou dispnéia, avalie quanto a
                                                                irritações, bronquite ou pneumonia. Administre
                                                                oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário.
                                                                Trate broncoespasmos com ß-agonistas via
                                                                inalatória e corticosteróides via oral ou
                                                                parenteral.
                                                                Exposição Ocular – Descontaminação: lave os
                                                                olhos expostos com quantidades copiosas de



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                                                                                                                               14
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                                                                água ou salina ao 0,9%, à temperatura
                                                                ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se a
                                                                irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou
                                                                fotofobia persistirem, encaminhar o paciente
                                                                para o especialista.
                                                                Exposição Dérmica – Descontaminação:
                                                                remova as roupas contaminadas e lave a área
                                                                exposta com abundante água e sabão.
                                                                Encaminhar o paciente para o especialista caso
                                                                a irritação ou dor persistirem.
                                                                CUIDADOS para os prestadores de primeiros
                                                                socorros:
                                                                      EVITAR aplicar respiração boca-boca
                                                                         em caso de ingestão do produto; usar
                                                                         equipamento de reanimação manual
                                                                         (Ambú).
                                                                      Usar equipamentos de PROTEÇÃO:
                                                                         para evitar contato cutâneo, ocular e
                                                                         inalatório com o produto.
Contra-indicações                                               A indução do vômito é contra-indicada em razão
                                                                do risco potencial de aspiração e de pneumonia
                                                                química.
Atenção                                                         Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-
                                                                6001 para notificar o caso e obter informações
                                                                especializadas       sobre    o    diagnóstico e
                                                                tratamento.
                                                                Rede Nacional de Centros de Informação e
                                                                Assistência       Toxicológica   RENACIAT      –
                                                                ANVISA/MS
                                                                Notifique ao sistema de informação de agravos
                                                                de notificação (SINAN/MS)
                                                                Telefone de Emergência da Empresa:
                                                                0800-0141-149


Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:

AGUDOS:
DL50 Oral em ratos: >300 – 2000 mg/kg (ratos machos e fêmeas).
DL50 Dérmica em ratos: maior que 2000 mg/kg.

Irritação ocular em coelhos: Irritante Ocular reversível em 72 horas. Os animais testados
apresentaram vermelhidão na conjuntiva, quemose e uveíte em 3/3 dos olhos testados. Todos os
sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 72 horas após o tratamento para 3/3 dos olhos
testados.




 Matriz: Rua Santos Dumont, 1307 - Sala 4-A, 1º Andar - Centro - Tel./Fax.: (45) 3572-6482 - CEP 85851-040 - Foz do Iguaçu/PR.
          Regulatório: Av. do Batel, nº 1550, sala 308, Edifício Work Batel, Bairro Batel - CEP 80420-090 - Curitiba/PR.
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 Irritação dérmica em coelhos: irritante em estudo conduzido em coelhos com a substância não
 diluída.

 CL50 inalatória: 2,05 mg/L, os animais apresentaram epistaxe, congestão, edema e enfisema
 pulmonar, congestão hepática, congestão renal, congestão esplênica, hidrotórax e congestão das
 alças intestinais.

 CRÔNICOS:
 Estudo crônico realizado com animais de laboratório sendo o produto administrado por via oral
 mostrou que o órgão alvo para toxicidade deste produto é o pulmão. A altas doses, acúmulo das
 células nos alvéolos pulmonares bem como aumento no peso dos rins, fígado e baço foram
 observados. Houve também produção de lesões proliferativas pulmonares como hiperplasia focal,
 adenoma e carcinoma (camundongos), e, de linfosarcomas no baço, linfonodos e timo (ratos).
 Nenhuma evidência de mutagenicidade foi obtida. Em cães causou edema de pâncreas reversível
 a altas doses. Tratamento com 1.5 mg/kg/dia foi associado com toxicidade leve materna
 (sonolência, fraqueza). As altas doses, os níveis elevados de metahemoglobina causaram
 toxicidade materna, o que levou a um incremento na freqüência de malformações. Não houve
 evidências de teratogenicidade a baixas doses.

 MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE - INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS
 RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA

 DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

 1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
 MEIO AMBIENTE:

D– Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
■– MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
D Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
 –
D– Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
 - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
 - Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes;
 - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
 - Evite contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
 - Não utilize equipamentos com vazamentos.
 - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
 - Aplique somente as doses recomendadas.
 - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
 d’água. Evite a contaminação da água.
 - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
 da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
 - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
 público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
 agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
 - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
 atividades aeroagrícolas.




     Matriz: Rua Santos Dumont, 1307 - Sala 4-A, 1º Andar - Centro - Tel./Fax.: (45) 3572-6482- CEP 85851-040 - Foz do Iguaçu/
          PR. Regulatório: Av. do Batel, nº 1550, sala 308, Edifício Work Batel, Bairro Batel - CEP 80420-090 - Curitiba/PR.
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2.INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver as embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3.INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA
DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA. – Telefone de emergência: 0800-117-2020
- Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Sigas as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não
deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo
para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a
favor do vento para evitar intoxicações.

4.PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

▪ Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:



   Matriz: Rua Santos Dumont, 1307 - Sala 4-A, 1º Andar - Centro - Tel./Fax.: (45) 3572-6482 - CEP 85851-040 - Foz do Iguaçu/
        PR. Regulatório: Av. do Batel, nº 1550, sala 308, Edifício Work Batel, Bairro Batel - CEP 80420-090 - Curitiba/PR.
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- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

▪ Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamento de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)




 Matriz: Rua Santos Dumont, 1307 - Sala 4-A, 1º Andar - Centro - Tel./Fax.: (45) 3572-6482 - CEP 85851-040 - Foz do Iguaçu/PR.
          Regulatório: Av. do Batel, nº 1550, sala 308, Edifício Work Batel, Bairro Batel - CEP 80420-090 - Curitiba/PR.
                                                                                                                                 18
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- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.




DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.


5.TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.


6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:



   Matriz: Rua Santos Dumont, 1307 - Sala 4-A, 1º Andar - Centro - Tel./Fax.: (45) 3572-6482- CEP 85851-040 - Foz do Iguaçu/
        PR. Regulatório: Av. do Batel, nº 1550, sala 308, Edifício Work Batel, Bairro Batel - CEP 80420-090 - Curitiba/PR.
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De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




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