Deuter
Sinon do Brasil Ltda. - Porto Alegre /RS.
Inseticida
acefato (organofosforado) (750 g/kg)
Informações
Número de Registro
28521
Marca Comercial
Deuter
Formulação
SP - Pó Solúvel
Ingrediente Ativo
acefato (organofosforado) (750 g/kg)
Titular de Registro
Sinon do Brasil Ltda. - Porto Alegre /RS.
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Alabama argillacea
Curuquerê; Curuquerê-do-algodoeiro
Algodão
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Algodão
Heliothis virescens
Lagarta-das-maçãs
Batata
Myzus persicae
Pulgão-verde; Pulgão-verde-claro
Batata
Phthorimaea operculella
Cegadeira; Traça-da-batatinha
Soja
Euschistus heros
Percevejo-marrom
Soja
Nezara viridula
Fede-fede; Percevejo-verde
Soja
Piezodorus guildinii
Percevejo-pequeno; Percevejo-verde-pequeno
Conteúdo da Bula
DEUTER ®
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº 28521
COMPOSIÇÃO:
O,S-dimethylacetylphosphoramidothioate(ACEFATO)..............................750g/kg (75% m/m)
Outros Ingredientes.................................................................................250g/kg (25% m/m)
GRUPO 1B INSETICIDA
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida sistêmico, de contato e ingestão
GRUPO QUÍMICO: Organosfosforado.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Solúvel em Água (SP).
TITULAR DO REGISTRO (*):
SINON DO BRASIL LTDA.
Av. Carlos Gomes, 1340 – conj. 1001 - CEP 90480-001 - Porto Alegre / RS
CNPJ: 03.417.347/0001-22
Número do registro do estabelecimento no Estado: 00001094/99 – SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
ACEFATO TÉCNICO SINON – Registro MAPA nº 03706
SINON CORPORATION
No. 101, Nanrong Road, Da-Du District, Taichung City, 43245, Taiwan, R.O.C.
SINON CHEMICAL (CHINA) CO., LTD
28, Beicun Road, Zhelin Town, Fengxian District, Shanghai, China
SINON CHEMICAL (NANTONG) CO., LTD
No.28, Haibin Road 4, YangKou Chemical Industrial Park, Rudong County - Nantong City -
Jiangsu Province, China
ACEFATO TÉCNICO ADAMA BR – Registro MAPA n° 1418
HUBEI SANONDA CO., LTD.
93, East Beijing Road, Juingzhou, 434001, Hubei, China
FORMULADOR:
SINON CORPORATION
No. 101, Nanrong Road, Da-Du District, Taichung City, 43245, Taiwan, R.O.C.
SINON CHEMICAL (CHINA) CO., LTD
28, Beicun Road, Zhelin Town, Fengxian District, Shanghai, China
ADAMA LTD.
No., 93 East Beijing Road, Jingzhou City, Hubei Province, China
FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S/A
Rod. Presidente Castelo Branco km 68,5 - Mairinque/ SP- CEP: 18120-970
CNPJ 47.226.493/0001-46
Número do registro do estabelecimento no Estado: 031 - CDA/SP
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rua Igarapava,599 – Distrito industrial III – Uberaba/MG – CEP 38044-755
CNPJ 23.361.306/0001-79
Número do registro do estabelecimento no Estado: 2.972 - IMA/MG
ARYSTA LIFESCIENCE DO BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA E AGROPECUÁRIA S.A.
Rodovia Sorocaba – Pilar do Sul, Km 122 – Salto de Pirapora/SP – CEP 18160-000
CNPJ 62.182.092/0012-88
Número do registro do estabelecimento no Estado: 476 - CDA/SP
N° do Lote ou da partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS
EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
INDÚSTRIA BRASILEIRA
“(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º
do Decreto nº 7212, de 15 de junho de 2010)”
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III –
PRODUTO PRERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO: DEUTER é um inseticida e acaricida sistêmico do grupo químico
organofosforado, com ação por contato e ingestão, indicado para aplicação foliar no controle
de pragas da parte aérea das culturas indicadas conforme quadro abaixo:
DOSES NÚMERO
VOLUME
CULTURAS PRAGAS (Produto MÁXIMO DE
DE CALDA
comercial) APLICAÇÕES
Pulgão-do-algodoeiro
0,5 – 0,75 kg/ha
(Aphis gossypii)
Lagarta-das-maçãs 300 – 400
Algodão 1,0 – 1,5 kg/ha 1
(Heliothis virescens) L/ha
Curuquerê
0,4 – 0,5 kg/ha
(Alabama argillacea)
Pulgão-verde
0,4 – 0,6 kg/ha
(Myzus persicae) 300 – 400
Batata 3
Traça-da-batatinha L/ha
0,75 – 1,5 kg/ha
(Phthorimaea operculella)
Percevejo-verde-pequeno
0,8 – 1,0 kg/ha
(Piezodorus guildinii)
Percevejo-da-soja 300 – 400
Soja 0,75 – 1,0 kg/ha 2
(Nezara viridula) L/ha
Percevejo-marrom
1,0 kg/ha
(Euschistus heros)
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Pulverização em pós-emergência da cultura quando as pragas alcançarem o nível de dano
econômico. Repetir, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para
cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação.
MODO DE APLICAÇÃO:
DEUTER deve ser aplicado em pulverização terrestre com pulverizador de barra tratorizado
munido de bicos adequados que produzam gotas de 250-350 µm e densidade de 40
gotas/cm2, gastando-se de 300 a 400L de calda/ha procurando obter pulverizações com
cobertura uniforme da parte aérea das plantas.
Preparo da Calda:
DEUTER é acondicionado em saco hidrossolúvel, que é totalmente dissolvido em contato
com a água, não havendo necessidade de abrir ou cortá-lo. A embalagem hidrossolúvel
deve ser despejada diretamente no tanque de preparo da solução.
Para o uso de sacos hidrossolúveis:
1) Encher o tanque com água limpa com ¼ do volume de calda recomendado;
2) Iniciar agitação no tanque;
3) Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao colocá-lo
na água ele se dissolverá rapidamente;
4) Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem
recomendada;
5) Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é
necessária para a boa mistura.
Limpeza do equipamento de aplicação:
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado.
Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento
para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de
serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais
difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça
circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente,
se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação
deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras,
filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema
de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e
difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água
limpa no mínimo 3 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o
material usado para o enchimento do tanque.
4. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o
equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os
resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO MANUAL OU COSTAL.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Temperatura ambiente: máxima de 30ºC.
Umidade Relativa do ar: mínima de 55%.
Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora.
O Engenheiro agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a
dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na
bula.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Dias
Algodão 14
Batata 14
Soja 14
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Quando utilizado conforme as recomendações da bula, DEUTER não causa fitotoxicidade às
culturas indicadas.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO
DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
GRUPO 1B INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se
um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados
devido à resistência.
O inseticida Deuter pertence ao grupo 1B (inibidores da acetilcolinesterase –
Organofosforados) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo
pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do Deuter como uma ferramenta útil de manejo de
pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar
ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 1B. Sempre rotacionar
com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar Deuter ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo
de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de Deuter podem ser feitas desde que o período residual total do
“intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas.
No caso específico do Deuter, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do
grupo químico dos organofosforados não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do
número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do Deuter ou outros produtos do
Grupo 1B quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das
pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como
rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que
disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do
produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação
de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser
encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do
programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.
Aviso ao Usuário: DEUTER deve ser utilizado exclusivamente de acordo com as
recomendações de bula/rótulo. Recomendamos a leitura da Cartilha Informativa que
acompanha o produto de forma complementar às informações da bula. Consulte sempre um
Engenheiro Agrônomo.
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou
com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima
das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2
ou P3; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem externa, utilizar os sacos hidrossolúveis sem abri-los ou cortá-los.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em
que estiver sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima
das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de
segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e
manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos
de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
tratadas logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
fabricante.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de
algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
devidamente protegida.
- Nocivo se ingerido
- Pode ser nocivo se inalado
ATENÇÃO
- Pode provocar reações
alérgicas na pele
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência
levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do
produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para
beber ou comer.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15
minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Evite que a água de lavagem
entre no outro olho. Caso utilize lente contato, deve-se retirá-la.
PELE: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio,
anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo
menos 15 minutos.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR ORGANOFOSFORADOS-
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Organofosforados
Classe toxicológica Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Inibem permanentemente a enzima acetilcolinesterase através de
sua fosforilação, causando acúmulo de acetilcolina e
Mecanismos de consequente superestimulação das terminações nervosas,
toxicidade tornando inadequada a transmissão de seus estímulos às células
musculares, glandulares, ganglionares e do Sistema Nervoso
Central (SNC).
Os efeitos podem ocorrer minutos ou horas após exposição.
As manifestações agudas são classificadas como:
- Muscarínicas (síndrome parassimpaticomimética, muscarínica
ou colinérgica): vômito, diarreia, cólicas abdominais,
Sintomas e sinais broncoespasmo, miose puntiforme e paralítica, bradicardia,
clínicos hipersecreção (sialorréia, lacrimejamento, broncorréia e
sudorese), cefaleia, incontinência urinária, visão borrada.
Diaforese severa pode provocar desidratação e hipovolemia
graves, resultando em choque.
- Nicotínicas (síndrome nicotínica): midríase, mialgia, hipertensão
arterial, fasciculações musculares, tremores e fraqueza, que são,
em geral, indicativos de gravidade. Pode haver paralisia de
musculatura respiratória levando à morte. Taquicardia e
hipertensão arterial podem manifestar-se, e serem alteradas pelo
efeito muscarínico.
- Efeitos em SNC (síndrome neurológica): ansiedade, agitação,
confusão mental, ataxia, depressão de centros
cardiorrespiratórios, convulsões e coma.
Também podem ocorrer manifestações tardias:
- Síndrome intermediária: aparece 1-4 dias após a exposição e a
resolução da crise colinérgica aguda. É caracterizada por paresia
dos músculos respiratórios e debilidade muscular que acomete
principalmente a face, o pescoço e as porções proximais dos
membros. Também pode haver comprometimento de pares
cranianos e diminuição de reflexos tendinosos. A crise cede após
4-21 dias de assistência ventilatória adequada, mas pode
prolongar-se, às vezes, por meses após a exposição.
- Neuropatia retardada induzida por Organofosforados: ela
aparece em 14 a 28 dias após a exposição e é desencadeada por
dano aos axônios de nervos periféricos e centrais. A crise se
caracteriza por paresias ou paralisias simétricas de extremidades,
sobretudo inferiores, podendo persistir durante semanas ou anos.
São casos raros, após exposições agudas e intensas.
- Outros efeitos sobre o Sistema Nervoso Central: um déficit
residual de natureza neuropsiquiátrica, com depressão,
ansiedade, irritabilidade, comprometimento da memória,
concentração e iniciativa podem observar-se.
Após absorção, os Organofosforados são distribuídos por todos
os tecidos do organismo, atingindo altas concentrações no
fígado, onde são metabolizados, e nos rins, que os excretam. A
Toxicocinética
meia-vida destes inseticidas varia muito, dependendo da
natureza do composto. Alguns metabólitos são mais tóxicos que
a substância que os originou.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição, de
quadro clínico compatível, associados ou não a queda na
atividade original indica exposição importante. Queda de 50% é
geralmente associada com exposição intensa. A
pseudocolinesterase é um indicador sensível, mas não
específico. Ambas podem demorar de 3-4 meses para se
normalizar.
A identificação das substâncias e de seus metabólitos em sangue
e urina pode evidenciar exposição, mas não é facilmente
Diagnóstico realizável. Outros controles incluem: eletrólitos, glicemia,
creatinina, amilase pancreática, enzimas hepáticas, gasometria,
ECG (prolongamento de QT), RX tórax (edema pulmonar e
aspiração).
Convém considerar a possibilidade de associação do
organofosforado a outros tóxicos, o que pode alterar ou
potencializar o perfil clínico esperado.
Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação,
trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do
tratamento a confirmação laboratorial.
As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas
para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser
implementadas concomitantemente ao tratamento
Tratamento
medicamentoso e a descontaminação.
Utilizar luvas e avental durante a descontaminação.
1. Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele
(incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria
abundante e sabão.
2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com
soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando
contato com a pele e mucosas.
3. Em caso de ingestão recente, proceder a lavagem gástrica.
Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco
de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100
g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/Kg em
menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de
carvão ativado para 240 mL de água.
4. Emergência, suporte e tratamento sintomático: Manter vias
aéreas permeáveis, se necessário através de intubação
orotraqueal, aspirar secreções e oxigenar. Atenção especial para
fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória
repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidas de
assistência ventilatória, se necessário.
Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase
sérica. Tratar pneumonite, convulsões e coma se ocorrerem.
Manter observação por no mínimo 24 horas após o
desaparecimento dos sintomas.
ANTÍDOTO: Sulfato de Atropina é o antagonista específico em
caso de intoxicação. Nunca administre Sulfato de Atropina antes
do aparecimento dos sintomas de intoxicação. A pralidoxima é o
antídoto específico para os organofosforados e deve ser
administrada ao mesmo tempo que a atropina, segundo a
gravidade do quadro clínico.
• Atropina: agente antimuscarínico – é usada para reverter os
sintomas muscarínicos, não os nicotínicos, na dose de 2,0 – 4,0
mg em dose de ataque (adultos), e 0,05 mg/Kg em crianças,
EV. Repetir se necessário a cada 5 a 10 minutos. As
preparações de Atropina disponíveis no mercado, normalmente
têm a concentração de 0,25 ou 0,50 mg/mL. O parâmetro para
a manutenção ou suspensão do tratamento é clínico, e se
baseia na reversão da ausculta pulmonar indicativa de
broncorréia e na constatação do desaparecimento da fase
hipersecretora, ou sintomas de intoxicação atropínica
(hiperemia de pele, boca seca, pupilas dilatadas e taquicardia.
Alcançados sinais de atropinização, ajustar a dose de
manutenção destes efeitos por 24 horas ou mais. A presença
de taquicardia e hipertensão não contraindica a atropinização.
Manter em observação por 72 horas, com monitorização
cardiorrespiratória e oximetria de pulso. A ação letal dos
organofosforados pode ser comumente atribuída a insuficiência
respiratória, pelos mecanismos de: broncoconstrição, secreção
pulmonar excessiva, falência da musculatura respiratória e
consequente depressão do centro respiratório por hipóxia.
Devido a esta complicação, manter a monitoração e tratamento
sintomático.
É indicada a supervisão do paciente por pelo menos 48 horas
• Oximas-Pralidoxima: é um antídoto específico para
organofosforados.
Sua ação visa restaurar a atividade da colinesterase, o que
justifica coleta de amostra de sangue heparinizado prévia a sua
administração, para estabelecimento da efetividade do
tratamento. Age em todos os sítios afetados (muscarínicos,
nicotínicos e provavelmente em SNC). Não reativa a
colinesterase plasmática.
Dose de ataque:
Adultos: 1-2 g preferencialmente EV, podendo ser utilizado IM
ou SC, em doses não maiores que 200 mg/minuto, diluídos em
Soro Fisiológico, podendo ser repetida a partir de 2 horas após
a primeira administração, não ultrapassando a dose máxima de
12g/dia.
Crianças: 20 a 40 mg/kg preferencialmente EV, podendo ser
utilizada IM ou SC (não exceder 4 mg/kg/min.
Deve ser iniciada nas primeiras 24 horas, para ser mais efetiva,
mas pode ser realizada mais tarde, em especial para
compostos lipossolúveis.
Se ocorrer convulsões, o paciente pode ser tratado com
benzodiazepínicos sob orientação médica.
A diálise e a hemoperfusão são contraindicadas.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial
de aspiração.
Contraindicações Aminas adrenérgicas só devem ser usadas em indicações
específicas, devido à possibilidade de hipotensão e fibrilação
cardíaca (morfina, succinilcolina, teofilina, fenotiazinas e
reserpina).
Efeitos das
Com outros organofosforados ou carbamatos.
interações químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre
diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-intoxicação:
0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as
Atenção Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de
Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: TOXICLIN 0800 0141149
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE
LABORATÓRIO:
A absorção, excreção, distribuição e metabolismo do Acefato Técnico foi avaliado em um
estudo realizado com molécula marcada C14 em espécies de laboratórios (ratos fêmeas e
machos).
A farmacocinética, a excreção e balanço da distribuição nos tecidos foram avaliadas, após a
administração de duas doses, 1 mg/kg e 50 mg/kg peso corpóreo. Após a administração do
produto nas doses nominais citadas, o produto foi rapidamente absorvido e excretado
principalmente através da urina, em menor quantidade nas fezes e ar expirado.
Em relação ao mecanismo de ação inibem permanentemente a enzima acetilcolinesterase
através de sua fosforilação, causando acúmulo de acetilcolina e consequentemente
superestimulação das terminações nervosas, tornando inadequada a transmissão de seus
estímulos às células musculares, glandulares, ganglionares e do Sistema Nervoso Central
(SNC).
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos:
DL50 oral: 1730 mg/Kg
DL50 cutânea: > 5000 mg/kg
CL50 inalatória: > 5,21 mg/L (4 horas)
Corrosão/irritação cutânea: Levemente irritante
Corrosão/irritação ocular: Levemente irritante
Sensibilização cutânea: Sensibilizante
Mutagenicidade: Não mutagênico.
Efeitos Crônicos:
No estudo de toxicidade a longo prazo em ratos houve dano difuso do epitélio olfatório, além
de hiperplasias e neoplasias relacionadas ao tratamento. Existe uma tendência dose
resposta tumores em fêmeas. O NOEL para esse estudo foi de 0,47 mg/kg. Os estudos de
longo prazo em camundongos evidenciaram diminuição de peso, de consumo de alimentos
e da acetilcolinesterase tanto plasmática quanto cerebral em ambos os sexos. Houve dano
difuso do epitélio olfatório em praticamente todos os animais, exceto na dose de 7,85 mg/kg.
O NOEL de estudo foi de 7,85 mg/kg.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
( X ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no
solo, podendo atingir principalmente água subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTO TÓXICO para aves.
- Este produto é ALTAMENTO TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos
benéficos. Não aplique produto em período de maior visitação das abelhas.
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave o equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos do produto ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO
E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre recipientes disponíveis, para envolver adequadamente embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: SINON DO BRASIL LTDA –
Telefone de Emergência: TOXICLIN 0800 0141 149.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
- Piso pavimentado: Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente
lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado.
Neste caso, contate o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução
e destinação final.
- Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado acima.
- Corpos d’água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal
e contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que
as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, ter piso impermeável, no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra é obrigatória à devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deverá guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, ter piso impermeável, no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra é obrigatória à devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deverá guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em sacos plásticos
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deverá ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio
local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou
no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas
pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consultar o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através da degradação bacteriana, devendo ser diluído na
proporção de 100 a 200 g do produto para 1 Kg de solo biologicamente ativo. O produto
misturado ao solo deve ser armazenado em tambores a uma temperatura entre 20 e 35ºC
durante 14 dias, onde ocorrerá a degradação do ingrediente ativo. O material remanescente
pode ser incorporado ao solo.
TRANSPORTES DE AGROTOXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis