Cryper
Hubio Biopar Agro Indústria e Comércio de Produtos Químicos e Biológicos Ltda. Alvorada/MG
Inseticida Microbiológico
Bacillus thuringiensis var. kurstaki isolado HD-1 (S1450) (Produto Microbiológico) (120 ml/litro)
Informações
Número de Registro
26923
Marca Comercial
Cryper
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
Bacillus thuringiensis var. kurstaki isolado HD-1 (S1450) (Produto Microbiológico) (120 ml/litro)
Titular de Registro
Hubio Biopar Agro Indústria e Comércio de Produtos Químicos e Biológicos Ltda. Alvorada/MG
Classe
Inseticida Microbiológico
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Todas as culturas
Alabama argillacea
Curuquerê
Todas as culturas
Anticarsia gemmatalis
Lagarta da soja
Todas as culturas
Chrysodeixis includens
Lagarta-falsa-medideira.
Todas as culturas
Spodoptera frugiperda
Lagarta-militar
Conteúdo da Bula
CRYPER®
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 26923
COMPOSIÇÃO:
Bacillus thuringiensis var. kurstaki isolado HD-1 (S1450) (mínimo de 2,5 x 109 esporos
viáveis/mL)..............................................................................................................................120 mL/L (12 % v/v)
Outros Ingredientes..................................................................................................................880 mL/L (88% v/v)
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida microbiológico
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO:
Hubio Biopar Agro Indústria e Comércio de Produtos Químicos e Biológicos LTDA
Endereço: BR 365, KM 615, S/Nº - Bairro Conjunto Alvorada
CEP: 38.407-180 - Uberlândia/MG - Fone:(34) 3222-5700 - C.N.P.J.: 37.373.841/0001-54
Número de registro do estabelecimento/Estado: IMA/MG 16.068
FABRICANTE, FORMULADOR E MANIPULADOR:
Hubio Biopar Agro Indústria e Comércio de Produtos Químicos e Biológicos LTDA
Endereço: BR 365, KM 615, S/Nº - Bairro Conjunto Alvorada
CEP: 38.407-180 - Uberlândia/MG - Fone:(34) 3222-5700 - C.N.P.J.: 37.373.841/0001-54
Número de registro do estabelecimento/Estado: IMA/MG 16.068
Nº do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
Válido por até 180 dias se armazenado a 27°C ou 5°C
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO E A BULA, E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
ORGANISMOS VIVOS DE USO RESTRITO AO CONTROLE DE PRAGAS.
PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE IV - PRODUTO
POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
PRODUTO FITOSSANITÁRIO COM USO APROVADO PARA AGRICULTURA ORGÂNICA
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INSTRUÇÕES DE USO:
CRYPER (Bacillus thuringiensis var. kurstaki, isolado HD-1 S1450) é um agente microbiológico de controle
indicado para todas as culturas com ocorrência dos alvos biológicos curuquerê; curuquerê-do-algodoeiro
(Alabama argillacea), Lagarta-militar; Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda), Lagarta-da-soja
(Anticarsia gemmatalis) e Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens; sinonímia: Pseudoplusia
includens).
Alvo biológico
Culturas Nome comum Dose Época
(Nome científico)
O produto deve ser utilizado
Em todas as quando for constatada a
culturas com Curuquerê; curuquerê- presença de lagartas com
ocorrência do do-algodoeiro 5,28 L/ha tamanho em torno de 15 mm
alvo biológico. (Alabama argillacea) em 20% das plantas.
(*) Vide amostragem.
A aplicação do produto deve
ser realizada quando forem
Em todas as constatadas 20% de plantas
culturas com atacadas (sintoma de “folhas
ocorrência do Lagarta do cartucho; 5,28 L/ha raspadas”). Já na safrinha, o
alvo biológico. Lagarta militar controle dever ser efetuado
(**) (Spodoptera frugiperda) quando 10% das plantas
apresentarem o cartucho com
sintoma de ataque.
Vide amostragem.
A aplicação do produto deve ser
Em todas as realizada quando forem
culturas com constatadas, em média, 20
ocorrência do alvo 3 a 5 L/ha lagartas grandes por pano-de-
biológico. Lagarta-da-soja batida, ou se a desfolha atingir
(***) (Anticarsia gemmatalis) 30% antes da floração, ou 15%,
tão logo apareçam as primeiras
folhas.
Vide amostragem.
A aplicação do produto deve ser
Em todas as realizada quando forem
culturas com constatadas, em média, 20
ocorrência do alvo Lagarta-falsa-medideira Dose de aplicação: lagartas grandes por pano-de-
biológico. (Chrysodeixis includens; 3 a 5 L/ha batida, ou se a desfolha atingir
(***) sinonímia: Pseudoplusia 30% antes da floração, ou 15%,
includens) tão logo apareçam as primeiras
folhas.
Vide amostragem.
(*) Eficiência agronômica comprovada para a cultura do algodão.
(**) Eficiência agronômica comprovada para a cultura do milho.
(***) Eficiência agronômica comprovada para a cultura da soja.
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Número, Época e intervalo de aplicação:
Curuquerê; curuquerê-do-algodoeiro (Alabama argilacea): produto deve ser utilizado quando for constatada a
presença de lagartas com tamanho em torno de 15 mm em 20% das plantas. As amostragens para verificar a
população do inseto deverão ser feitas em intervalo de cinco dias, tomando-se aleatoriamente 100 plantas em
talhões com até 100 ha, área homogênea, através do caminhamento em ziguezague, dentro do cultivo de tal
maneira que se observem plantas que estejam bem distribuídas na área. Para amostrar o curuquerê em cada
planta deve-se examinar a terceira folha, contada a partir do ápice para a base.
Largarta-militar; Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda): A aplicação do produto deve ser realizada quando
forem constatadas 20% de plantas atacadas (sintoma de “folhas raspadas”). Já na safrinha, o controle deve ser
efetuado quando 10% das plantas presentarem o cartucho com sintoma de ataque. A amostragem deve ser feita
percorrendo a área na diagonal, iniciando-se quando as plantas tiverem de uma a duas folhas, observando-se um
total de 25 plantas/ha e mais seis plantas por cada hectare adicional. É importante observar todas as folhas de
cada planta, contando o número de massas de ovos e larvas de diferentes instares.
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis): A aplicação do produto deve ser realizada quando foram constatadas,
em média, 20 lagartas grandes por pano-de-batida ou se a desfolha atingir 30% antes da floração ou 15% tão logo
apareçam as primeiras folhas. O procedimento de amostragem indicado é o método de pano-de-batida com1 metro
de comprimento por 1,5 m de largura que deve ser usado em uma fileira de soja em cada ponto amostral. Indica-
se realizar de 3 a 6 batidas por ponto de amostragem para obter uma melhor retirada das lagartas presentes na
parte aérea.
Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens (sinonímia: Pseudoplusia includens)): A aplicação do produto
deve ser realizada quando forem constatadas, em média, 20 lagartas grandes por pano-de-batida ou se a desfolha
atingir 30% antes da floração ou 15% tão logo apareçam as primeiras folhas. O procedimento de amostragem
indicado é o método de pano-de-batida com1 metro de comprimento por 1,5 m de largura que deve ser usado em
fileira de soja em cada ponto amostral. Indica-se realizar de 3 a 6 batidas por ponto de amostragem para obter
uma melhor retirada das lagartas presentes na parte aérea.
MODO DE PREPARO DA CALDA:
- Preparar a calda imediatamente antes da aplicação. Sob agitação constante e lenta, adicionar a dose
recomendada aos poucos, até formar uma calda homogênea.
- Recomenda-se usar calda no volume de 200 a 300 L/ha.
MODO DE APLICAÇÃO:
- A aplicação poderá ser executada com pulverizador costal manual ou motorizado ou equipamento tratorizado.
- Usar bicos apropriados para aplicação de inseticida de ingestão, que proporcionem gotas finas a médias
(diâmetros de 100 a 200 micra), procurando-se obter uma densidade média de 60 gotas/cm². Caso sejam
utilizados pulverizadores autopropelidos, obedeça a pressão e bicos indicados pelo fabricante para aplicação de
inseticidas de ingestão.
- Durante a aplicação, manter a calda em agitação constante, independentemente do tipo de equipamento de
aplicação.
- Calibrar o pulverizador previamente à aplicação, conforme as recomendações do fabricante.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado em função da não-necessidade de estipular o LMR para este produto.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado, aguardar pelo menos 4 horas para reentrada na lavoura ou
após a secagem completa da calda. Caso necessite entrar na área tratada, antes deste período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para a aplicação do produto.
LIMITAÇÕES DE USO:
Aplicar somente com umidade acima de 80% na ausência de raios ultravioletas, ou seja, em dias nublados ou à
noite. O pH ideal é menor que 7. Manter o produto sob refrigeração a 5°C, ou na temperatura máxima para
armazenamento em 27ºC.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS)
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RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
Não há relatos de desenvolvimento de resistência a Bacillus thuringiensis, porém, para evitar o surgimento de
insetos com resistência, o Comitê Brasileiro de Resistência a Inseticidas - IRAC-BR- recomenda algumas
estratégias:
• Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em
gerações consecutivas da mesma praga.
• Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento das recomendações locais.
• Incluir outros métodos de controle de insetos (controle cultural, por ex.) dentro do programa de Manejo Integrado
de Pragas (MIP), quando disponíveis.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada,
recomenda-se que estes programas sejam implementados.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS.
MICRORGANISMOS PODEM TER O POTENCIAL DE PROVOCAR REAÇÕES DE SENSIBILIZAÇÃO"
INDIVÍDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTÓRICO RECENTE DE IMUNOSSUPRESSÃO NÃO
DEVEM MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO.
PESSOAS COM IMPLANTE DE LENTE INTRAOCULAR OU USO DE LENTES DE CONTATO NÃO DEVEM
MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.
PESSOAS QUE TENHAM REALIZADO CIRURGIAS OCULARES COMO TRABECULECTOMIA,
IRIDECTOMIA, IMPLANTE DE VÁLVULA DE AHMED OU PROCEDIMENTOS SIMILARES NÃO DEVEM
MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com
a boca.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas ede
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, longe do alcance das
crianças e de animais
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, óculos, máscara e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. 4
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas oupara
o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
- Armazenar à temperatura ambiente a 27°C ou sob refrigeração a 5°C por até 180 dias, após a data de
fabricação.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com
proteção lateral e luvas de nitrila.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
- Não aplique o produto contra o vento, se utilizar distribuidor costal. Se utilizar trator (ou avião), aplique
o produto contra o vento.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente, com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção
lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter osavisos
até o final do período de reentrada.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadaslogo
após a aplicação.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas paraevitar
contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI: macacão com
tratamento hidrorrepelente com mangas compridas e botas de borracha.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinteordem:
botas, macacão, óculos, máscara e luvas.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
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ATENÇÃO
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço de emergência, levando a embalagem, o
rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, NÃO PROVOQUE VÔMITO. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água
de lavagem entre no outro olho.
Pele: PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire a roupa contaminada
e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa
que ajudar deve proteger-se da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
Antídoto e tratamento médico de emergência: Não existe antídoto específico. Tratamento sintomático.
Para outras informações: vide bula.
RISCOS ASSOCIADOS AO PRODUTO CRYPER (Bacillus thuringiensis var. kurstaki)
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Nome técnico CRYPER
Nome científico Bacillus thuringiensis var. kurstaki, isolado HD-1 (S1450)
Classe toxicológica CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular, dérmica.
Essas informações têm a finalidade de possibilitar o tratamento médico, em
casos de acidentes, informando todas as ocorrências registradas para a
espécie, não para o isolado utilizado no produto, considerando sempre o pior
cenário. Algumas linhagens de B. thuringiensis produzem uma toxina relevante
para humanos, a b-exotoxina, cuja presença deve ser monitorada no processo
Efeitos registrados em produtivo dos fabricantes, pois não é permitida sua presença em produtos
literatura associados ao comerciais. B. thuringiensis é uma bactéria do grupo do B. cereus que pode
Bacillus thuringiensis e causar quadros de intoxicação alimentar. Pela proximidade genética entre as
espécies correlatas duas espécies, há a possibilidade de algumas linhagens de B. thuringiensis
produzirem enterotoxinas diarreicas sendo possível quadros de diarreia em
caso de ingestão acidental de produtos agrotóxicos que tenham B. thuringiensis
como ingrediente ativo. Há registro de sensibilização cutânea e respiratória e
irritação ocular causadas por B. thuringiensis. Indivíduos imunossuprimidos
podem ser susceptíveis à essa bactéria.
O diagnóstico pode ser feito com a confirmação da exposição e com o
isolamento e identificação microscópica ou molecular a partir de cultura
Diagnóstico microbiana. Ao diagnóstico pode ser acrescentado o hemograma do paciente.
O diagnóstico também pode ser estabelecido pela ocorrência de possível
quadro clínico compatível.
Podem ocorrer sintomas similares aos verificados em quadros de intoxicação
alimentar por B. cereus. Náuseas, diarreia e cólicas abdominais. Pode haver
Sintomas e sinais clínicos quadros de irritação ocular e sensibilização dérmica. Tais sintomas foram
verificados na literatura disponível para a espécie e não para o isolado utilizado
na formulação.
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O tratamento é sintomático. Não há antídoto específico para Bacillus
thuringiensis.
Exposição Oral: Quadros de diarreia podem ser observados, se necessária,
hidratação endovenosa deve ser aplicada.
Exposição Inalatória: Não é esperado. Caso seja verificada alguma
sintomatologia do trato respiratório, o paciente deve ser monitorado e receber
Tratamento auxílio para ventilação, se necessário.
Exposição Ocular: Irrigue com água corrente ou salina a 0,9% por pelo menos
15 minutos. Assegure que não haja partículas remanescentes na conjuntiva.
Avalie para a ocorrência de alterações na conjuntiva e córnea. Encaminhar para
um oftalmologista, se necessário.
Exposição dérmica: Lave a pele exposta com água e sabão. Monitore para
possíveis reações de sensibilização.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
ATENÇÃO
RENACIAT – ANVISA/MS Notifique ao sistema de informação de agravos de
notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: (34) 3222-5700
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Nenhum efeito tóxico, infectivo ou patogênico foi observado em estudos toxicológicos agudos em animais. Os
animais não apresentaram alterações clínicas de toxicidade, infectividade e patogenicidade por vias pulmonar, oral
ou intravenosa. Não foi observada mortalidade de animais nos testes realizados. Não foi verificado irritação ou
sensibilização dérmica nos estudos realizados, mas há relatos na literatura de ocorrência de sensibilização e deve
ser considerado que Microrganismos podem ter o potencial de provocar reações de sensibilização.
EXPOSIÇÃO CRÔNICA:
Não são conhecidos efeitos cumulativos de toxicidade da bactéria em humanos. Não foram realizados testes de
exposição crônica em animais de acordo com a legislação vigente.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
◼ POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV)
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
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PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou parao
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843, da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇOES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa HUBIO BIOPAR AGRO INDÚSTRIA E
COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS E BIOLÓGICOS LTDA – Telefone de emergência
(34) 3222-5700.
-Utilize o equipamento de proteção individual- EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou
corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e
coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais
utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e
destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do
vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de
Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes Procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
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- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com
a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido
nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.
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TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo
ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA(NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em localcoberto,
ventilado, ao abrigo de chuva o com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na Nota Fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DA EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA. EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM
VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do
solo , da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do
telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através da incineração em fornos destinados a este tipo de operação, equipados
com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE ESTADUAL, DO DISTRITOFEDERAL
OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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