Cross Out; Maploato; Astute;
Agro-Lead Brasil Assessoria em Produtos Agrícolas Ltda - EPP
Herbicida
Glufosinato - sal de amônio (homoalanina substituída) (880 g/kg)
Informações
Número de Registro
33525
Marca Comercial
Cross Out; Maploato; Astute;
Formulação
SG - Granulado Solúvel
Ingrediente Ativo
Glufosinato - sal de amônio (homoalanina substituída) (880 g/kg)
Titular de Registro
Agro-Lead Brasil Assessoria em Produtos Agrícolas Ltda - EPP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Euphorbia heterophylla
Leiteiro
Soja
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Soja
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Soja
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Conteúdo da Bula
CROSS OUT®, MAPLOATO®, ASTUTE®
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob no 33525
COMPOSIÇÃO:
ammonium 4-[hydroxy(methyl)phosphinoyl]-DL-homoalaninate ou ammonium DL-
homoalanin-4-yl(methyl) phosphinate
(GLUFOSINATO-SAL DE AMÔNIO)...........................................880,0 g/kg (88,0 % m/m)
Outros Ingredientes...........................................................120,0 g/kg (12,0 % m/m)
GRUPO H HERBICIDA
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida não seletivo
GRUPO QUÍMICO: Homoalanina substituída
TIPO DE FORMULAÇÃO: Granulo Solúvel em Água (SG)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Agro-Lead Brasil Assessoria em Produtos Agrícolas Ltda.
Rua Padre João, 444 – Sala 133 – Penha de França - CEP: 03637-000 - São Paulo/SP
CNPJ: 15.434.521/0001-24- Cadastro na SAA/CDA/SP nº 1039
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
GLUFOSINATO - SAL DE AMÔNIO TÉCNICO AGROLEAD – Registro MAPA nº TC15623
Adama Huifeng (Jiangsu) Ltd.
Weier Road, South Area of Ocean Economic Development Zone 224145 Dafeng, Jiangsu -
China
GLUFOSINATO-SAL DE AMÔNIO TÉCNICO AGROLEAD II – Registro MAPA nº
TC22925
Jiangsu Sevencontinent Green Chemical Co. Ltd.
North Area of Dongsha Chem-Zone, Zhangjiagang, Jiangsu, 215600 - China
GLUFOSINATO DE AMÔNIO TÉCNICO PILARQUIM - Registro MAPA nº TC04820
Hebei Veyong Bio-Chemical Co., Ltd
Nº 6, Middle Huagong Road, Circulation Chemical Industry Park Shijiazhuang, Hebei – China
FORMULADOR:
Henan Jinpeng Chemicals Co., Ltd.
West Side of Jingwu RD, South Side of Weiwu RD, Chemical Industrial Park, Kaifeng, Henan
- China
Weifang Sino-Agri Union Chemical Co. Ltd.
Lingang Industry Park, Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737 –
China
Zhejiang Sega Science and Technology Co., Ltd.
No. 222, Weiye Road, Fuxi Town, Deqing County, Huzhou City, Zhejiang Province - China
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IMPORTADOR:
Amaggi Exportação e Importação Ltda.
Rodovia BR 364, Km 20, 5788, Area 02 Com 26 HA, Zona Rural, CEP: 78098-970,
Cuiabá/MT
CNPJ: 77.294.254/0050-72
Cadastro INDEA/MT nº 20435
Rodovia BR 163, 2461, Módulo C, Km 744, Expansão Urbana, CEP: 78890-000, Sorriso/MT
CNPJ: 77.294.254/0077-92
Cadastro INDEA/MT nº 22956
Rodovia PA 125, s/nº, Quadra 03, Lote 15 e 18, CXPST 217, Presidente Juscelino, CEP:
68628-557, Paragominas/PA
CNPJ: 77.294.254/0083-30
Cadastro ADEPARA/PA nº 004.23
Cargill Agrícola S.A.
Rodovia Estadual Anel Viário, s/nº, Faz S Thomaz Aboboras, Zona Rural, CEP: 75901-970,
Rio Verde/GO
CNPJ: 60.498.706/0066-00
Cadastro AGRODEFESA/GO nº 1367/2018
Rodovia Brigadeiro Faria Lima, Km 405, s/nº, Nova Colina, CEP: 14770-000, Colina/SP
CNPJ: 60.498.706/0104-62
Cadastro CDA/SP nº 4519
Avenida Ahylon Macedo, 11.348, CXPST 107 Industria, Serra da Bandeira, CEP: 47812-200,
Barreiras/BA
CNPJ: 60.498.706/0259-07
Cadastro ADAB/BA nº 91215
Avenida Olacyr Francisco de Moraes, 487, NW, Boa Esperança, CEP: 78360-000, Campo
Novo do Parecis/MT
CNPJ: 60.498.706/0300-64
Cadastro INDEA/MT nº 33181
DKBR Trading S.A.
Avenida Ayrton Senna da Silva, 600, Cond. Torre Siena, Andar 17, Sala 1704, Gleba
Fazenda Palhano, CEP: 86050-460, Londrina/PR
CNPJ: 33.744.380/0001-28
Cadastro ADAPAR/PR nº 1007743
Avenida Miguel Sutil, 6559, Anexo A, Sala 3, Alvorada, CEP: 78048-000, Cuiabá/MT
CNPJ: 33.744.380/0002-09
Cadastro INDEA/MT nº 22058
Rodovia SPA 008/457, s/nº, Sala 01, km 500 metros, Zona Rural, CEP: 19640-000, Iepê/SP
CNPJ: 33.744.380/0003-90
Cadastro CDA/SP nº 4303
Fiagril Ltda.
Avenida da Produção, 2204-W, Quadra 14, Lote 11A, Sala 01, Parque das Emas, CEP:
78466-551, Lucas do Rio Verde/MT
CNPJ: 02.734.023/0013-99
Cadastro INDEA/MT nº 28047
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Goplan S.A.
Rua Antônio Lapa, 606, Cambuí, CEP: 13025-241, Campinas/SP
CNPJ: 37.422.096/0001-96
Cadastro CDA/SP nº 4296
Green Place Comércio e Distribuição Ltda.
Rua Américo Brasiliense, 1923, Conj. 1103, Chácara santo Antônio (Zona Sul), CEP: 04715-
005, São Paulo/SP
CNPJ: 26.401.815/0001-76
Cadastro CDA/SP nº 1302
Rodovia Est. PR 090, km 374,9, 5.900, Sala GPlace, Zona Rural, CEP: 86200-000,
Ibiporã/PR
CNPJ: 26.401.815/0002-57
Cadastro ADAPAR/PR nº 1007782
A Rodovia BR 163, s/nº, km 116, ARMZ 2, Sala 4, Quadra Area, Lote Area, Area Rural de
Rondonópolis, CEP: 78750-899, Rondonópolis/MT
CNPJ: 26.401.815/0004-19
Cadastro INDEA/MT nº 31307
Rodovia BR-050, s/nº, km 185, Galpão 34, Jardim Santa Clara, CEP: 38038-050,
Uberaba/MG
CNPJ: 26.401.815/0007-61
Cadastro IMA/MG nº 19.382
Newtop Agro Brasil Ltda.
Rua Marechal Floriano Peixoto, 960, Sala 181, Centro, CEP: 85851-020, Foz do Iguaçu/PR
CNPJ: 56.900.226/0001-01
Cadastro ADAPAR/PR nº 1008622
Pilarquim BR Comercial Ltda.
Rua Cardeal Arcoverde, 2811, Andar 4, Sala 407 e 408, Pinheiros, CEP: 05407-004, São
Paulo/SP
CNPJ: 00.642.795/0001-31
Cadastro CDA/SP nº 257
Somax Agro do Brasil Ltda.
Rua Marechal Floriano Peixoto, 960, Sala 41 e 165-168, Edif. Torre Marechal, Centro, CEP:
85851-020, Foz do Iguaçu/PR
CNPJ: 45.923.627/0001-52
Cadastro ADAPAR/PR nº 1008194
Rua Ronat Walter Sodré, 2800, Setor 3, CEP: 86206-006, Ibiporã/PR
CNPJ: 45.923.627/0003-14
Cadastro ADAPAR/PR nº 1008300
Rodovia dos Imigrantes, s/nº, Km 5, Galpão 1A, Sala 7, Distrito Industrial, CEP: 78098-325,
Cuiabá/MT
CNPJ: 45.923.627/0004-03
Cadastro INDEA/MT nº 328037
Avenida Constante Pavan, 4633, ARMZ 1-Z, Betel, CEP: 13148-198, Paulínia/SP
CNPJ: 45.923.627/0006-67
Cadastro CDA/SP nº 4495
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Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda.
Rua Santos Dumont, 1307 Andar 1, Sala 04-A, Centro, CEP: 85851-040, Foz do Iguaçu/PR
CNPJ: 05.280.269/0001-92
Cadastro ADAPAR/PR nº 003046
Avenida Euripedes Menezes, s/nº, ARMZ 1M, Sala J, Quadra 004, Lote 014E, Parque
Industrial Vice-Presidente José Alencar, CEP: 74993 540, Aparecida de Goiânia/GO
CNPJ: 05.280.269/0002-73
Cadastro AGRODEFESA/GO nº 2542/2019
Rua Projetada, 150, Armazém 1V, Distrito Industrial, CEP: 78099-899, Cuiabá/MT
CNPJ: 05.280.269/0003-54
Cadastro INDEA/MT nº 21581
Avenida Constante Pavan, 4633, Armazém 1G, Betel, CEP: 13148-198, Paulínia/SP
CNPJ: 05.280.269/0004-35
Cadastro CDA/SP nº 4301
Rua Ronat Walter Sodre, 2800, Sala 07, Parque Industrial, CEP: 86200-000, Ibiporã/PR
CNPJ: 05.280.269/0006-05
Cadastro ADAPAR/PR nº 1007910
Avenida das Indústrias, 2020, Armazém 07, Ouro Preto, CEP: 99500-000, Carazinho/RS
CNPJ: 05.280.269/0007-88
Cadastro SEAPA/RS nº 97/22
RUA C, 286, ARMZ S, Ondumar Maraba, CEP: 47852-732, Luis Eduardo Magalhaes/BA
CNPJ: 05.280.269/0008-69
Cadastro ADAB/BA nº 135322
Rodovia BR-50, s/nº, Km 185, Galpão 35, Jardim Santa Clara, CEP: 38038-050,
Uberaba/MG
CNPJ: 05.280.269/0009-40
Cadastro IMA/MG nº 7839784
Rodovia MS 156, Km 7,5, Lado Esquerdo, s/nº, Sala 16, Area Rural de Dourados, CEP:
79849-899, Dourados/MS
CNPJ: 05.280.269/0010-83
Cadastro IAGRO/MS nº 03.01.148-2024
Avenida Bernardo Sayao, 650, Sala 17, Chácara 231 A, Setor Oeste, CEP: 77816-212,
Araguaína/TO
CNPJ: 05.280.269/0011-64
Cadastro ADAPEC/TO nº 01/0241
Rodovia BR 364, 6355, Lote 11AB-1/2-A, Gleba 04, Setor 73, Unidade 01, Sala 07, P.A.D.
Marechal Dutra, CEP: 76870-970, Ariquemes/RO
CNPJ: 05.280.269/0012-45
Cadastro IDARON/RO nº 0122803
Rua A, 01, Lote 1A, Quadra A, Sala 02-A, Distrito Industrial, CEP: 65800-000, Balsas/MA
CNPJ: 05.280.269/0013-26
Cadastro AGED/MA nº 1280
Rodovia dos Imigrantes, Km 05, s/nº, Galpão 01, Sala 07, Area Rural de Cuiabá, CEP:
78099-899, Cuiabá/MT
AGRO-LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444 – Sala 133 | Penha de França | São Paulo – SP | (11) 3569-5761
CNPJ: 05.280.269/0015-98
Cadastro INDEA/MT nº 34325
Estrada de Aparecidinha, s/nº, Galpão 08 ao 12 e 14 ao 18, Varejão, CEP: 13314-010,
Itú/SP
CNPJ: 05.280.269/0016-79
Cadastro CDA/SP nº 4453
Rodovia BR 230, Km 12,9, Quadra 000, Nova Marabá, CEP: 68507-765, Marabá/PA
CNPJ: 05.280.269/0017-50
Cadastro ADEPARÁ/PA nº 008.25
A Rural, nº 3501, Rodovia 020, Km 206, Lote Savana, Área Rural de Luiz Eduardo
Magalhães, CEP: 47865-899, Luis Eduardo Magalhães/BA
CNPJ: 05.280.269/0019-11
Cadastro ADAB/BA nº 168025
Zhongshan Química do Brasil Ltda.
Rua João Dias de Souza, n° 48, Sala 51, Edifício Corporate Evolution, Parque Campolim,
CEP: 18048-090, Sorocaba/SP
CNPJ: 28.514.525/0001-64
Cadastro CDA/SP nº 4285
Av. Euripedes Menezes, S/N, Quadra 4, Lote 14-17, ARMZ 1N, Parque Industrial Vice-
Presidente José Alencar, CEP: 74993-540, Aparecida de Goiânia/GO
CNPJ: 28.514.525/0002-45
Cadastro AGRODEFESA/GO nº 3421/2021
Av. Constante Pavan, n° 4633, ARMZ 1K, Betel, CEP: 13148-198, Paulínia/SP
CNPJ: 28.514.525/0004-07
Cadastro CDA/SP nº 4322
Rod. PR 090, Km 05, n° 5695, ARMZ 1-J, Parque Industrial Nene Favoretto, CEP: 86200-
000, Ibiporã/PR
CNPJ: 28.514.525/0005-98
Cadastro ADAPAR/PR nº 1007991
A Rua Projetada, n° 150, ARMZ 1AA, Área Rural de Cuiabá, CEP: 78099-899, Cuiabá/MT
CNPJ: 28.514.525/0006-79
Cadastro INDEA/MT nº 27384
Av. das Indústrias, n° 2020, ARMZ 06, Ouro Preto, CEP: 99500-000, Carazinho/RS
CNPJ: 28.514.525/0007-50
Cadastro SDA/RS nº 54/21
Rod. BR-050, Km 185 – Galpão 1 – Sala 9-A, Jardim Santa Clara, CEP: 38038-050,
Uberaba/MG
CNPJ: 28.514.525/0009-11
Cadastro IMA/MG nº 19.523
Rodovia MS 156, Km 7,5, Lado esquerdo, Zona Rural, Área Rural de Dourados, CEP: 79849-
899, Dourados/MS
CNPJ: 28.514.525/0010-55
Cadastro IAGRO/MS nº 2060/2024-R
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BR 230, S/N, Km 411,5 – Sala 12, Zona Rural, CEP: 65800-000, Balsas/MA
CNPJ: 28.514.525/0012-17
Cadastro AGED/MA nº 1341
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA
AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III –
PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
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INSTRUÇÕES DE USO:
CROSS OUT é um herbicida inibidor da glutamina sintetase, não seletivo, usado na pós-
emergência das plantas daninhas e no pré-plantio das culturas de milho e soja.
ALVO BIOLÓGICO Nº MÁXIMO
ÉPOCA E INTERVALO DE VOLUME
CULTURA NOME COMUM DOSE DE
APLICAÇÃO DE CALDA
(Nome Científico) APLICAÇÕES
Aplicarem pré-plantio da
Amendoim-bravo cultura e na pós-emergência
(Euphorbia heterophylla) das plantas daninhas, em
área total.
Aplicar no início do
350 a 450 Terrestre:
Milho Capim-marmelada 1 perfilhamento do capim-
g/ha 350 L/ha
(Brachiaria plantaginea) marmelada. Para as demais
daninhas, aplicar quando
estas apresentarem de 4 a 8
folhas. Utilizar a maior dose
Picão-preto
quando houver maior
(Bidens pilosa)
incidência de gramíneas.
Aplicarem pré-plantio da
cultura e na pós-emergência
Buva
das plantas daninhas, em
(Conyza bonariensis)
área total.
Para o controle da buva
realizar a aplicação quando
Terrestre:
as plantas daninhas
Capim-amargoso 350 L/ha
600 a 700 estiverem com até 12 cm de
Soja (Digitaria insularis) 1
g/ha altura ou até 8 folhas.
Aérea:
30 – 40 L/ha
Para capim-amargoso e
capim-carrapicho, realizar a
aplicação sobre as plantas
Capim-carrapicho daninhas oriundas de
(Cenchrus echinatus) sementes até o estádio de
desenvolvimento de 3
perfilhos.
MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicação terrestre:
Recomenda-se utilizar bicos do tipo leque, que proporcionem uma vazão adequada. Procurar
utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem
a ocorrência de deriva:
- Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ VMD;
- Densidade de gotas: 20 gotas/cm²;
Pulverizador costal (manual ou motorizado):
Recomenda-se utilizar pulverizadores costais providos de pontas do tipo leque (jato plano),
calibrados de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e
direcionadas para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobre posições nem deriva
por movimentos não planejados pelo operador.
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Pulverizador tratorizado de barra:
Recomenda-se utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, providos de
pontas de pulverização hidráulicas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho
corretamente calibrados. A altura da barra com relação ao alvo deve ser a mesma em toda a
extensão da área a ser pulverizada, devendo esta ser adequada ao estágio de
desenvolvimento da cultura, assim permitindo uma boa cobertura das plantas. Ajustar a
velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda de forma a produzir gotas de
tamanho médio a grossas.
Aplicação aérea:
Recomenda-se utilizar aeronaves agrícolas equipadas com pontas rotativas ou barras com
pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos
mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação
(em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e
deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização
uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. O volume mínimo
recomendado de 30-40L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e
largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave
utilizada).
- Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme
com tamanhos de gotas de média a grossa. Ex. Bicos da série D D6 a D10 ou bicos leque;
- Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela
aplicação. Observações locais devem ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas
por deriva;
- Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático;
- Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do
comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do
comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
A altura de vôo deve ser ajustado em função da velocidade do vento. Se o vento tender para
velocidades maiores, reduzir a altura de vôo, se o vento tender para velocidades menores,
aumentar a altura de vôo.
Condições climáticas ideais: Temperatura ideal entre 10 e 30ºC; Umidade relativa mínima de
55% e velocidade do vento entre 3 a 10 km/h.
Preparo da calda para pulverização:
Deve-se encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar
CROSS OUT na dose recomendada. Manter o misturador mecânico ou o retorno em
funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de
forma contínua durante todo o preparo e durante a aplicação do produto, para manter
homogênea a calda de pulverização.
Recomendações para limpeza do tanque:
Recomenda-se realizar a limpeza dos equipamentos de pulverização imediatamente após a
aplicação de CROSS OUT, evitando que resíduos secos fiquem presos às paredes, filtros, tubos
e instalações de condução de líquidos do tanque.
Para realizar a limpeza das partes condutoras do líquido de pulverização seguir as
recomendações descritas abaixo:
1. Esvazie o equipamento de pulverização por completo no campo recém-pulverizado.
2. Desmonte a sucção, linha de pressão e filtros do bocal e limpe bem com água.
3. Encha o equipamento de pulverização a 10% da capacidade do tanque e agite bem
(recomenda-se um bocal de limpeza giratório).
4. Realize o descarte do líquido em local apropriado.
5. Repita as etapas 3 e 4 para o segundo enxágue.
6. Inspecione os filtros novamente e limpe-os se estiverem presentes depósitos visíveis.
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Recomendações gerais para evitar deriva:
• Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas,
leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
• Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
• O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao
equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização,
o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima
(velocidade do vento, umidade e temperatura).
• O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva
é responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gotas:
• A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas
possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
• A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado,
condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser
considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da
planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne
se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
• Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível
considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
• Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro
de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores
volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
• Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a
maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso
de pontas de baixa deriva.
• O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de
desgaste e vazamentos.
Ventos:
• A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e
não ultrapassar 10 km/h.
Temperatura e Umidade:
• Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade
relativa do ar for superior à 55%.
• Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a
fim de evitar a evaporação.
Inversão térmica:
• O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem
o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que
permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas
pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas
nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e
frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela
neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem
ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de
uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma
inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento
ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
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INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURA DIAS
Milho (1)
Soja (1)
(1) Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
CROSS OUT é um herbicida não seletivo, devendo ser utilizado somente na cultura para as
quais está registrado, observando atentamente as instruções de uso do produto. Chuvas ou
irrigação por aspersão no período de 6 horas após a aplicação do produto pode reduzir seu
efeito herbicida.
Restrições gerais:
• Evitar deriva de pulverização e de resíduos do produto sobre lavouras vizinhas, CROSS OUT
pode causar fitotoxicidade às culturas ou vegetações próximas às áreas nas quais está sendo
aplicado caso a aplicação ou a deriva de aplicação atinja a sua folhagem;
• Sendo um produto de contato, é importante uma cobertura uniforme das folhas das plantas
daninhas pela calda de pulverização;
• O controle de plantas daninhas pode ser reduzido se a aplicação for realizada em períodos
de baixa insolação (nevoeiro ou neblina); ou quando as ervas daninhas estão sob estresse
devido às condições ambientais como a seca, temperaturas frias ou longos períodos de
nebulosidade;
• Os melhores resultados são obtidos quando as plantas daninhas se apresentam nos estádios
iniciais e em condições favoráveis de desenvolvimento.
• Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso
contidas nesta bula.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO
DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
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RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo
alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com
a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo H para o controle
do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas
agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do
produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da
aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser
consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas
Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de
Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da
Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO H HERBICIDA
O produto herbicida CROSS OUT é composto por Glufosinato – Sal de Amônio, que
apresentam mecanismos de ação dos inibidores da GS (Glutamina sintetase), pertencente
ao Grupo H, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de
Herbicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado, envolvendo todos os princípios e
medidas disponíveis e viáveis de controle. A integração dos métodos de controle cultural,
mecânico ou físico, controle biológico e controle químico, juntamente com a adoção das
boas práticas agrícolas, visam o melhor equilíbrio do sistema.
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MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos,
orifícios e válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos
ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo
fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência
de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas
de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas
em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI)
com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável;
máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral;
touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado
ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na
área em que estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que
outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
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• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável;
máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral;
touca árabe e luvas de nitrila.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e
manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na
área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a
aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em
áreas tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
ainda vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem
original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das
demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos
de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI):
macacão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de
borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e
máscara.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
devidamente protegida.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
Nocivo se ingerido.
Pode ser nocivo em contato com a
ATENÇÃO pele.
Pode ser nocivo se inalado.
Provoca irritação ocular grave.
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PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência
levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do
produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para
beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de
contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio,
anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo
menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR CROSS OUT
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico Glufosinato de amônio - Homoalanina substituída.
Classe Categoria 4 – Produto pouco tóxico.
Toxicológica
Vias de Exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética Glufosinato de amônio: Em estudos com ratos, a absorção gastrointestinal
do glufosinato de amônio foi rápida, porém incompleta, com aproximadamente
10% da dose administrada sendo absorvida. O pico de concentração plasmática
ocorreu entre 0,5 a 1 hora após a administração oral. A distribuição da
substância foi ampla, com maiores concentrações nos rins e fígado, a
substância não sofre biotransformação extensiva; uma pequena fração é
metabolizada por desaminação oxidativa e descarboxilação, formando o ácido
3-metilfosfinopropiônico (MPP), e por acetilação reversível, resultando em
baixos níveis de N-acetil-glufosinato (NAG).A excreção é rápida, com mais de
95% da dose eliminada em até 96 horas, principalmente pelas fezes (mais de
70%) e, em menor extensão, pela urina (10-15%). O glufosinato de amônio
inalterado foi predominantemente encontrado nas fezes (66-83%) e na urina
(4-5%). Os principais metabólitos identificados foram MPP (0,5% a 2% na
urina e 1% nas fezes) e NAG (aproximadamente 0,1% na urina e 1-8% nas
fezes), com pequenas quantidades de outros metabólitos também presentes.
Não foram observadas diferenças significativas entre machos e fêmeas e não
houve evidência de bioacumulação.
Toxicodinâmica Glufosinato de amônio: O glufosinato de amônio atua como inibidor da
enzima glutamina sintetase, essencial para a síntese de glutamina a partir de
glutamato e amônia. Em mamíferos, a inibição dessa enzima pode levar ao
acúmulo de amônia e à redução dos níveis de glutamina, afetando o
metabolismo do nitrogênio e a função do sistema nervoso central.
Sintomas e Sinais Exposição oral: A ingestão pode causar sintomas gastrointestinais como
Clínicos náuseas, vômitos e diarreia. Em casos mais graves, podem ocorrer efeitos
neurológicos, incluindo convulsões e depressão do sistema nervoso central.
Exposição inalatória: A inalação de aerossóis pode levar a irritação das vias
respiratórias, causando tosse e desconforto respiratório.
Exposição cutânea: O contato com a pele pode provocar irritação leve,
caracterizada por vermelhidão e coceira.
Exposição ocular: O contato com os olhos pode causar irritação, resultando
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em vermelhidão, lacrimejamento e desconforto ocular.
Exposição crônica: Vide item “efeitos crônicos” abaixo.
Diagnóstico O diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela
ocorrência dos sinais e sintomas clínicos compatíveis.
Tratamento Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o
quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser
dada ao suporte respiratório.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea,
frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal).
Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória,
hipotensão e arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de
secreções orais se necessário. Intubação e ventilação conforme necessárias,
especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou comprometimento
neurológico. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada
perfusão tecidual. Se o quadro de intoxicação for severo, pode ser necessária
ventilação pulmonar assistida.
Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a
absorção e os efeitos locais.
Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto
proceder com:
- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em
crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na
proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo
quando administrado dentro de uma hora após a ingestão.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande
quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos
casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias
aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico
(paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com
cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto,
podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o
paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral
para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou
dificuldade de deglutição.
Exposição inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado,
fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a
ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e
ventilação mecânica.
Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e
cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local
ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para
tratamento.
Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com
solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando
contato com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou
fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico.
Antídoto: Não há antídoto específico.
- Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um
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equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o
procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO,
como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se
contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração
e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça
abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver
deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das Não foram relatados efeitos de interações químicas para o Glufosinato de
Interações amônio e demais componentes da formulação em humanos.
Químicas
TELEFONE DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
ATENÇÃO As intoxicações por Agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: 0800 70 10 450 (24 horas)
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica” no quadro acima.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: >300 mg/kg p.c.
DL50 cutânea em ratos: >2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições do teste.
Irritação/Corrosão ocular in vitro: Irritante (Categoria 2)
Irritação/Corrosão cutânea in vitro: Não irritante.
Sensibilização cutânea: o produto não é sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.
Efeitos Crônicos para Animais De Laboratório:
Glufosinato de amônio: Em estudos de toxicidade repetida em ratos, camundongos e
cães, o glufosinato de amônio causou efeitos neurológicos, como convulsões, inconsciência,
coma e insuficiência respiratória. Esses efeitos podem estar associados à inibição da enzima
glutamina sintetase. Além disso, foram observados sinais de embriotoxicidade e redução do
tamanho da ninhada em ratos e camundongos.
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INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a
500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às
atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a empresa Agro-Lead Brasil Assessoria em
Produtos Agrícolas Ltda. - Telefone da empresa: 0800 70 10 450 (24 horas).
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Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente
lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado.
Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e
destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ
QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça essa operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão,
seguir os seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os
seguintes procedimentos:
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• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem
sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem,
por 30 segundos;
• Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL:
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
AGRO-LEAD BRASIL | Rua Padre João, 444 – Sala 133 | Penha de França | São Paulo – SP | (11) 3569-5761
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
comercial.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS:
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos
órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de
pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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