Costar
Mitsui & Co (Brasil) S.A.
Inseticida Microbiológico
Bacillus thuringiensis (Produto Microbiológico) (850 g/kg)
Informações
Número de Registro
22316
Marca Comercial
Costar
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
Bacillus thuringiensis (Produto Microbiológico) (850 g/kg)
Titular de Registro
Mitsui & Co (Brasil) S.A.
Classe
Inseticida Microbiológico
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Todas as culturas
Cryptoblabes gnidiella
Traça-dos-cachos
Todas as culturas
Diaphania nitidalis
Broca-das-cucubirtaceas
Todas as culturas
Ecdytolopha aurantiana
Bicho-furão
Todas as culturas
Grapholita molesta
Mariposa-oriental
Todas as culturas
Helicoverpa armigera
Lagarta-do-algodão
Todas as culturas
Neoleucinodes elegantalis
Broca-pequena-do-fruto
Todas as culturas
Plutella xylostella
Traça-das-cruciferas
Todas as culturas
Pseudaletia sequax
lagarta do trigo
Todas as culturas
Pseudoplusia includens
Lagarta-falsa-medideira
Conteúdo da Bula
COSTAR
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 22316
COMPOSIÇÃO:
Bacillus thuringiensis, var. kurstaki, cepa SA-12, sólidos, esporos e toxinas inseticidas (Mínimo de 1 - 6 x 1010 UFC/g)
........................................................................................................................................................................850 g/kg (85,0% m/m)
Outros ingredientes ........................................................................................................................................150 g/kg (15,0% m/m)
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida Microbiológico
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG)
TITULAR DO REGISTRO:
MITSUI & CO. (BRASIL)S.A. (*)
Av. Paulista, 1.842 – 23º andar – Edifício Cetenco Plaza – Torre Norte – CEP: 01310-923
São Paulo/SP – Fone (11) 3371-9700 - Fax: (11)3371-9709 – CNPJ: Nº 61.139.697/0001-70
Registro da Empresa na CDA/SP Nº 465
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE:
CERTIS USA, LLC.
720 5th Street, 93280 - Wasco, Califórnia – EUA
FORMULADORES:
CERTIS USA, LLC.
720 5th Street, 93280 - Wasco, Califórnia – EUA
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - 18087-170 - Sorocaba/SP
Fone: (15) 3235-7700 - CNPJ: 61.142.550/0001-30
Registro da Empresa no Estado de São Paulo CDA/SP Nº 8
N° do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
Recomenda-se conservar o produto a 20ºC
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO E A BULA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
ORGANISMOS VIVOS DE USO RESTRITO AO CONTROLE DE PRAGAS.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.
Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE IV - POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da Faixa: azul PMS Blue 293
PRODUTO MICROBIOLÓGICO
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INSTRUÇÕES DE USO:
O produto COSTAR é um inseticida microbiológico com ação por ingestão, utilizado em pulverizações em
infestações iniciais de lagartas que atacam folhas e partes reprodutivas das culturas.
Nº MÁXIMO
VOLUME ÉPOCA E INTERVALO
Cultura Alvos biológicos DOSES DE
DE CALDA DE APLICAÇÃO
APLICAÇÕES
Realizar o monitoramento com
armadilhas com feromônios e
seguir recomendação técnica de
nível de controle de 20 machos
por armadilha por semana,
somente após o atingimento do
Mariposa-oriental 30 - 60 g
1.000 L/ha nível de controle realizar as
(Grapholita p.c./100 L 3
aplicações com o Costar, sempre
molesta)
respeitando o volume de calda
indicado para que haja uma boa
uniformidade na cobertura das
partes aéreas da planta. Realizar,
se necessário, 3 aplicações de
Costar com intervalo de 7 dias.
As aplicações devem iniciar ao
constatar os primeiros sintomas
do ataque da praga. Necessário
que o produto atinja o alvo antes
de sua penetração na planta.
Broca-pequena-
30 - 50 g 800 a 1.000 Direcionar as aplicações para os
do-fruto
Todas as p.c./100 L L/ha 3 frutos em formação e
(Neoleucinodes
culturas desenvolvimento, mais
elegantalis)
com susceptíveis ao ataque. Caso
ocorrência haja necessidade, são
dos alvos recomendadas 3 aplicações de
biológicos Costar com intervalo de 7 dias
entre elas.
Realizar as aplicações quando
Traça-das-
forem constatadas as primeiras
crucíferas 30 - 60 g 1.000 L/ha
4 lagartas pequenas. Realizar 4
(Plutella p.c./100 L
aplicações por ciclo da cultura
xylostella)
com intervalo de 7 dias.
Iniciar as aplicações quando
forem constatadas a presença de
Traça-dos-cachos adultos ou a verificação de danos
25 - 75 g 1.000 L/ha
(Cryptoblades 4 na área e quando a cultura atingir
p.c./100 L
gnidiella) a fase de frutificação. Realizar 4
aplicações por ciclo da cultura
com intervalo de 7 dias.
Iniciar as aplicações no início da
Broca-das- frutificação e/ou antes da
cucurbitáceas 25 - 75 g 400 a 600 L/ha penetração da praga nos frutos.
4
(Diaphania p.c./100 L Realizar, se necessário, 4
nitidalis) aplicações com intervalo de 5
dias.
Bicho-furão 40 - 60 g 2.000 L/ha 3 Recomenda-se a aplicação antes
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(Ecdytolopha p.c./100 L da penetração das lagartas nos
aurantiana) frutos ainda pequenos e no início
da infestação. Realizar 3
aplicações, se necessário, com
intervalo de 7 dias caso haja a
presença de adultos na área.
Iniciar as aplicações quando for
constatado 1 a 2 lagartas/m2
menores que 8 mm. Realizar
amostragem e vistorias de forma
direcionada para estruturas como
Helicoverpa brotos novos, flores e outras
300 - 500 g 200 L/ha
(Helicoverpa - estruturas reprodutivas onde
p.c./ha
armigera) comumente a praga é
encontrada. Realizar as
aplicações durante o ciclo da
cultura espaçadas em 7 a 10
dias, no início da infestação em
lagartas de 1º e 2º instar.
Iniciar as aplicações quando
atingir o nível de dano econômico
Lagarta-falsa- de 10 lagartas menores que 1,5
medideira 300 - 500 g 200 L/ha cm por pano de batida. Realizar
-
(Chrysodeixis p.c./ha as aplicações durante o ciclo da
includens) cultura espaçadas em 7 a 10
dias, no início da infestação em
lagartas de 1º e 2º instar.
Iniciar as aplicações no início da
infestação com as lagartas em
Lagarta-do-trigo seu estádio inicial de
300 - 500 g 200 L/ha
(Pseudaletia - desenvolvimento, até segundo
p.c./ha
sequax) instar. Realizar as aplicações
durante o ciclo da cultura
espaçadas em 7 a 10 dias.
p.c.: produto comercial
MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicar o produto COSTAR nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. A
aplicação deve ser eficiente a ponto de promover a cobertura completa e uniforme das plantas. Aplicações no
início do período da manhã e ao final da tarde, em condições adequadas de umidade relativa do ar, temperatura e
vento são mais adequadas para COSTAR em aplicações aéreas e tratorizadas.
Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou
motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável,
respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação, a especificação do fabricante do equipamento e
tecnologia de aplicação empregada.
- Preparo da calda: Encher com água o tanque do pulverizador com ¾ da capacidade. Com o sistema de
agitação do tanque do pulverizador funcionando, adicionar lentamente o produto diretamente no tanque do
pulverizador de acordo com as doses recomendadas. Completar o volume do tanque com água. Deve-se respeitar
os volumes de calda recomendados para que seja possível proporcionar uma boa cobertura da área a ser tratada.
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- Aplicação terrestre: Utilizar pulverizadores costais, estacionários, montados ou tracionados por trator,
turbinados. Usar bicos de jato cônico ou leque com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100
gotas/cm2, com diâmetro de 110 a 140 μm, bem como a aplicação de volume de calda indicados. O sistema de
agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
- Aplicação aérea: Para as culturas indicadas, usar bicos de jato cone vazio, com 37 bicos ou 4 micronairs da
série AU 3000 ou 6 a 8 da série AU 5000 na pressão de 20 a 30 lb/pol2, VMD na faixa de 200 a 400 μm e
densidade de 30 a 40 gotas/cm2, altura de voo de 3 a 4 m. A largura da faixa de deposição efetiva deve ser de 20
m, para aviões do tipo IPANEMA.
O sistema de agitação no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda operação de
preparo da calda e aplicação.
Condições metereológicas:
• Umidade relativa do ar acima de 55%
• Temperatura abaixo de 30°C
• Velocidade do vento entre 3 a 10 km/h
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este
ingrediente ativo.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada de pessoas nas culturas poderá ocorrer após 24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade de
reentrada na lavoura ou áreas tratadas antes deste prazo, usar macacão de algodão hidrorrepelente de mangas
compridas, luvas e botas de borracha.
LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. A fim de prevenir a degradação do produto,
recomenda-se realizar a aplicação do produto sempre no final da tarde, evitando os horários mais quentes do dia.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANS-PORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODU-TOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O uso repetido do COSTAR ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento
de populações resistentes em algumas culturas.
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Para manter a eficácia e longevidade do COSTAR como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas,
é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da
resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto. Sempre rotacionar com produtos de
mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Aplicações sucessivas de COSTAR podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo
de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do COSTAR ou outros produtos quando for
necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a
serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para
o IRAC-BR (), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária ().
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas
disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides),
controle microbiano, controle por comportamento, uso de variedades resistentes e controle químico, sempre
alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.
PRECAUÇÕES RELATIVAS À SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS.
MICRORGANISMOS PODEM TER O POTENCIAL DE PROVOCAR REAÇÕES DE SENSIBILIZAÇÃO.
INDIVÍDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTÓRICO RECENTE DE IMUNOSSUPRESSÃO NÃO DEVEM
MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO.
PESSOAS COM IMPLANTE DE LENTE INTRAOCULAR OU USO DE LENTES DE CONTATO NÃO DEVEM
MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.
PESSOAS QUE TENHAM REALIZADO CIRURGIAS OCULARES COMO TRABECULECTOMIA, IRIDECTOMIA,
IMPLANTE DE VÁLVULA DE AHMED OU PROCEDIMENTOS SIMILARES NÃO DEVEM MANIPULAR OU
APLICAR O PRODUTO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
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- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e
procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance
de crianças e de animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão,
botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de
limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental
impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2);
óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também
entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara
com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança
com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o
final do período de reentrada.
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados
para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
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- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca
árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Provoca lesões oculares graves.
PERIGO Pode ser nocivo se ingerido.
Pode ser nocivo em contato com a pele.
PRIMEIROS SOCORROS: procure um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo e bula.
Olhos: PERIGO: PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato, lave com muita água corrente
durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Procure serviço médico,
levando a embalagem e bula do produto.
Ingestão: ATENÇÃO: PODE SER NOCIVO SE INGERIDO. Se engolir o produto, não provoque vômito. Não dê
nada para beber ou comer.
Pele: ATENÇÃO: PODE SER NOCIVO EM CONTATO COM A PELE. Lave com e sabão em abundância e, se
houver irritação, procure um médico, levando a embalagem e bula do produto.
Inalação: em caso de inalação, transporte o intoxicado para um local arejado.
RISCOS ASSOCIADOS AO PRODUTO COSTAR (Bacillus thuringiensis)
INFORMAÇÕES MÉDICAS
NOME TÉCNICO Bacillus thuringiensis cepa SA-12
Classificação CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
toxicológica
Vias de exposição Dérmica, ocular, oral e inalatória.
Efeitos B. thuringiensis é uma bactéria do grupo do B. cereus que pode causar
registrados em quadros de intoxicação alimentar. Pela proximidade genética entre as duas
literatura espécies, há a possibilidade de algumas linhagens de B. thuringiensis
associados ao B. produzirem enterotoxinas diarreicas sendo possível quadros de diarreia em
Thuringiensis e caso de ingestão acidental de produtos agrotóxicos que tenham B.
espécies thuringiensis como ingrediente ativo. Há registro de sensibilização cutânea e
correlatas. respiratória e irritação ocular causadas por B. thuringiensis. Indivíduos
imunossuprimidos podem ser susceptíveis à essa bactéria.
Mecanismos de Bacillus thuringiensis: não são conhecidos os mecanismos de toxicidade do
toxicidade Bacillus thuringiensis em seres humanos e nem em animais de laboratório.
Não há a produção de metabólitos tóxicos conhecidos.
Algumas linhagens de Bacillus thuringiensis sabidamente produzem beta-
exotoxinas, porém, a linhagem utilizada para a produção comercial do produto
COSTAR (linhagem SA-12) não produz essa toxina, conforme relatado nos
processos de controle de qualidade.
Sintomas e sinais Náuseas, vômito, diarreia, cólicas abdominais, febre, pele seca.
clínicos
Tratamento Tratamento sintomático. Não há antídoto específico conhecido.
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ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(Notivisa)
Telefone de emergência da empresa: (11) 3371-9704.
EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral em ratos: > 5000 mg/kg
Toxicidade/patogenicidade pulmonar: Não infeccioso ou patogênico.
Irritação dérmica: Não irritante.
Irritação ocular: Irritante ocular.
Sensibilização dérmica: Não sensibilizante.
EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS
Não é conhecido.
EFEITOS CRÔNICOS:
- Não são conhecidos efeitos cumulativos de toxicidade do produto em seres humanos.
Não foram realizados testes em longo prazo com mamíferos (exposição crônica). A referência de informações são
os testes com mamíferos para verificar os efeitos agudos.
Por se tratar de um agrotóxico microbiano deve ser considerado o risco biológico inerente ao mesmo.
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
□ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
□ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
■ POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV)
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250
(duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e
vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
aeroagrícolas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a
contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
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2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MITSUI & CO. (BRASIL) S.A.
• Telefone da empresa: (0XX11) 3371-9700.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado
devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone
indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque
em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem
das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto
envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico etc, ficando a favor
do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
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• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sobre pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo;
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as partes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sobre pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas;
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
da compra;
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade;
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
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• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de
validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
•
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio desta embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser
adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas –
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
V01-24
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
• Para a desativação dos conídeos do fungo pode ser utilizado uma esterilização por calor úmido com
autoclave a 120ºC, pressão de 1 atm, por 1 hora, sendo que o inerte, pode ser depositado em aterros
sanitários para lixo urbano.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos ou outros materiais.
• podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis
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