Clorpirifós Poland 480 EC
Coromandel América S.A
Inseticida
clorpirifós (organofosforado) (480 g/L)

Informações

Número de Registro
16717
Marca Comercial
Clorpirifós Poland 480 EC
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
clorpirifós (organofosforado) (480 g/L)
Titular de Registro
Coromandel América S.A
Classe
Inseticida
Modo de Ação
de contato e ingestão
Classe Toxicológica
Categoria 2 – Produto Altamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Alabama argillacea
Curuquerê; Curuquerê-do-algodoeiro
Café
Hypothenemus hampei
Broca-do-café
Milho
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar

Conteúdo da Bula

                                    CLORPIRIFÓS POLAND 480 EC
             Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 16717.

COMPOSIÇÃO:
O,O-diethyl O-3,5,6-trichloro-2-pyridylphosphorothioate
(CLORPIRIFÓS)...............................................................................480 g/L (48% m/v)
Dimethylbenzene (XILENO)............................................................512 g/L (51,2% m/v)
Outros Ingredientes..........................................................................98 g/L (9,8% m/v)

             GRUPO                                  1B                             INSETICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO

CLASSE:
           Clorpirifós: Inseticida de contato e ingestão
           Xileno: Solvente microbiocida (PAN)

GRUPO QUÍMICO:
       Clorpirifós: Organofosforado
       Xileno: UVCB (substâncias de composição desconhecida ou variável, produtos de
       reações complexas ou materiais biológicos).

TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC)

TITULAR DO REGISTRO (*):
Coromandel América S/A.
Av. Raja Gabaglia, 1492, Sala 605, Gutierrez, CEP: 30441-194, Belo Horizonte/MG
CNPJ: 04.016.649/0001-51 - Tel.: (31) 2531-3085
No do registro do estabelecimento: IMA/MG 15.394
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:

CLORPIRIFÓS TÉCNICO GHARDA - Registro MAPA no 44418
Gharda Chemicals Limited
D-1/2 MIDC, Lote Parshuram, Taluka Khed, Dist. Ratnagiri, 415722, Maharashtra State, Índia

CLORPIRIFÓS TÉCNICO SABERO - Registro MAPA no 11508
Coromandel International Limited
  Plot nº 2102, GIDC, Sarigam, 396155, Valsad District, Gujarat State, Índia

FORMULADORES:

Coromandel International Limited
Plot nº 2102, GIDC, Sarigam, 396155, Valsad District, Gujarat State, Índia

Pesticides Division, Ranipet, 632401, Tamil Nadu, India

Plot nº Z-103/G, SEZ II, Industrial Estate Dahej, Taluka-Vagra, Dis. Bharuch, Gujarat, Índia

Gharda Chemicals Limited
D-1/2 MIDC, Lote Parshuram, Taluka Khed, Dist. Ratnagiri, 415722, Maharashtra State, Índia

                                                                                                             1
Fersol Indústria e Comércio S/A
Rodovia Presidente Castelo Branco, s/nº, km 68,5, CEP: 18120-970, Mairinque/SP
CNPJ:47.226.493/0001-46
Nº do registro do estabelecimento: CDA/SP sob no 31

Iharabras S.A. Indústrias Químicas
Avenida Liberdade, 1.701, Cajuru do Sul, CEP: 18087-170, Sorocaba/SP
CNPJ: 61.142.550/0001-30
Nº do registro do estabelecimento: CDA/SP sob no 8

Netmatrix Crop Care Limited
C1-77/524, 78/525, 65/551, 66/550 100 Shed Area, GIDC, VAPl-396 195, Valsad Distric't,
Gujarat State, Índia

New Pack Agro Chem. Panoli
Plot-238/1A, GIDC Panoli, Dist-Bharuch, 394115, Gujarat, Índia

Sipcam Nichino Brasil S.A.
Rua Igarapava, 599, Distrito Industrial III, CEP: 38044-755, Uberaba/MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79
Nº do registro do estabelecimento: IMA/MG sob no 2.972

Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A.
Avenida Wilson Camurça, 2.138, Distrito Industrial I, CEP: 61939-000, Maracanaú/CE
CNPJ: 07.467.822/0001-26
Nº do registro do estabelecimento: SEMACE/CE sob no 358/2021

Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Av. Roberto Simonsen, 1.459, Poço Fundo, CEP: 13140-031, Paulínia/SP
CNPJ: 03.855.423/0001-81
Nº do registro do estabelecimento: CDA/SP sob nº 477

UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Rodovia Sorocaba-Pilar do Sul, s/nº, Km 122, Distrito Industrial, CEP: 18160-000, Salto de
Pirapora/SP
CNPJ: 02.974.733/0010-43
Nº do registro do estabelecimento: CDA/SP sob no 4153

                         No do lote ou da partida:
                              Data de fabricação:    VIDE EMBALAGEM
                             Data de vencimento:


 ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS
                             EM SEU PODER.
 É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-
                                   SE.

                É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                      Corrosivo ao latão

                                      Indústria Indiana

  CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 2 - PRODUTO ALTAMENTE TÓXICO

                                                                                             2
       CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
              CLASSE II - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




Cor da faixa: Vermelho PMS Red 199 C




                                                                 3
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:

CLORPIRIFÓS SABERO 480 EC, é recomendado para o controle de pragas nas culturas do
Algodão, Café e Milho.

CULTURAS, ALVOS         BIOLÓGICOS,       DOSES,    NÚMERO,        ÉPOCA   E   INTERVALO     DE
APLICAÇÃO:

                                                                         NÚMERO, ÉPOCA E
                                         DOSE       VOLUME DE
CULTURA      ALVOS BIOLÓGICOS                                              INTERVALO DE
                                         L/ha         CALDA
                                                                             APLICAÇÃO:
                                                                    Aplicar quando     houver 2
                                                     Terrestre:
                                                                    lagartas/planta. Reaplicar se
                                                     100 - 300
                                                                    necessário.
                   Curuquerê                            L/ha
Algodão                                   0,5                       Nº máximo de aplicações: 2.
              (Alabama argillacea)
                                                                    Intervalo de aplicação: 1 a 2
                                                      Aérea:
                                                                    semanas.
                                                    20 - 40 L/ha
                                                                    Aplicar quando o grau de
                                                     Terrestre:
                                                                    infestação for maior ou igual a
                                                     100 - 300
                  Broca-do-café                                     5% nos grãos provenientes da
                                                        L/ha
  Café           (Hypothenemus            1,5                       primeira florada.
                     hampei)                                        Nº máximo de aplicações: 2.
                                                      Aérea:
                                                                    Intervalo de aplicação: 20 a
                                                    20 - 40 L/ha
                                                                    30 dias.
                                                                    Aplicar no período após a
                                                     Terrestre:
                                                                    germinação, até 60 - 70 dias
                                                     100 - 300
              Lagarta-do-cartucho                                   de idade da cultura.
                                                        L/ha
 Milho           (Spodoptera           0,4 - 0,6                    Nº máximo de aplicações: 2.
                  frugiperda)                                       O     intervalo    entre    as
                                                      Aérea:
                                                                    aplicações será em função
                                                    20 - 40 L/ha
                                                                    da reinfestação.
  p.c. = produto comercial


MODO DE APLICAÇÃO:

O inseticida CLORPIRIFÓS POLAND 480 EC poderá ser aplicado através de equipamentos
tratorizados e aeronaves agrícolas equipadas com barras e pontas específicas. Equipamentos de
irrigação tipo pivô central também poderão ser utilizados.

Aplicações terrestres - Equipamento Tratorizado:

-Turbo-atomizadores (turbopulverizador):
Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo
cone vazio direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura. As pontas superiores e inferiores
podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura,
a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia
suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo
a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
Volume de calda: Conforme recomendação agronômica.
Pulverizadores de barra tratorizados ou autopropelidos: Para essa modalidade de aplicação deve-
se utilizar pulverizador de barra tratorizado, com deslocamento montado, de arrasto ou
autopropelido. Pontas de pulverização e classe de gotas: Utilizar pontas de pulverização de
jato plano, jato plano duplo ou jato cônico, que proporcionem classe de gotas fina ou média.
Cabe ao Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação ou responsável técnico pela


                                                                                               4
aplicação indicar a ponta de pulverização mais adequada, devendo sempre seguir parâmetros
técnicos para a cultura, equipamentos, gerenciamento de deriva e condições meteorológicas.
Ajuste da barra: A altura da barra e o espaçamento entre pontas de pulverização deve permitir
uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação
do fabricante, não ultrapassando 50 cm, tanto de espaçamento entre as pontas de pulverização,
quanto para altura da barra de pulverização em relação ao alvo. Todas as pontas de pulverização
da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de
deposição. Regule a altura da barra a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição
das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir
maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e
segura para os organismos não alvos. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela
aplicação.

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações
técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob
orientação do Engenheiro Agrônomo.

As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo
responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação
do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.

Aplicações com aeronaves agrícolas:
Recomenda-se a utilização de barras com pontas específicas ou atomizadores rotativos do tipo
“Micronair”, sempre procurando obter uma boa cobertura na aplicação. Toda aplicação com
aeronave agrícola deve ser controlada/monitorada por GPS, não utilizar balizamento por
bandeirinhas.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola
Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) ou que tenham sido capacitadas e treinadas para
realizar a aplicação aérea deste produto. Independentemente do treinamento recomendado, é
importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador,
que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto.

MODO DE PREPARO DE CALDA:
Para se obter calda homogênea, devem-se observar os seguintes procedimentos:
- Agitar bem a embalagem do produto antes de vertê-lo no tanque;
- Encher o reservatório do pulverizador com água limpa, até a metade;
- Acrescentar o produto nos volumes indicados conforme o alvo;
- Completar o volume do reservatório com água limpa.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os
valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores
instantâneos:
- Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
- Umidade relativa do ar acima de 50%.
- Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias
durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.

GERENCIAMENTO DE DERIVA:
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes
de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela
interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e condições
meteorológicas (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independentemente do
equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a

                                                                                                  5
deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota dentro do faixa de espectro recomendada,
sem prejudicar a cobertura e eficiência.
-Ventos:
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 3 km/h (devido ao potencial
de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas
e os tipos de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento.
Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar
familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Recomenda-se o uso
de anemômetro para medir a velocidade do vento no local da aplicação.

-Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica, das quais ocorrem quando a
temperatura aumenta com a altitude, reduzindo o movimento vertical do ar. São comuns em
noites sem nuvens e vento. Durante uma inversão térmica, pequenas gotas de água formam
uma nuvem suspensa perto do solo, movendo-se lateralmente. Elas começam ao pôr do sol e
podem durar até a manhã seguinte. A presença de neblina no solo indica uma inversão térmica,
mas também é possível identificá-las pelo comportamento da fumaça. Se a fumaça se acumula
em camadas e se move lateralmente, há uma inversão térmica, enquanto a fumaça dispersa
rapidamente e sobe indica bom movimento vertical do ar.

-Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível
dentro da faixa de espectro recomendada, para dar uma boa cobertura e controle. Leia as
instruções sobre o gerenciamento adequado de deriva, bem como condições de Vento,
Temperatura e Umidade e Inversão Térmica.
-Controlando o diâmetro de gotas – Técnicas Gerais:
• Volume de calda de pulverização: Use pontas de pulverização de vazão maior para aplicar
o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas.
• Pressão: Prefira o uso de pressões intermediárias dentro dos limites indicados para cada ponta
de pulverização. Quando maiores volumes de calda forem necessários, opte pela substituição
por pontas de maior vazão, ao invés de aumentar a pressão. O uso de pressões excessivas
na aplicação de produtos fitossanitários eleva o risco de deriva e ocasiona o desgaste
prematuro das pontas de pulverização. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela
aplicação.


INTERVALO DE SEGURANÇA: (período de tempo entre a última aplicação e a colheita)

          Cultura                  Intervalo de
                                    Segurança
                                      (Dias)
          Algodão                       21
            Café                        21
           Milho                        21

INTERVALO DE REENTRADA DAS PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo
24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. CLORPIRIFÓS SABERO 480
EC, quando utilizado de acordo com as doses e recomendações de rótulo e bula não causará
fitotoxicidade.
Compatibilidade: O produto é incompatível com substâncias alcalinas, tais como: calda bordalesa
e calda sulfocálcica. Não aplicar com outros agrotóxicos.
                                                                                              6
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:

           GRUPO                            1B                         INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um
problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à
resistência.
O inseticida CLORPIRIFÓS POLAND 480 EC pertence ao grupo 1B (inibidores da
acetilcolinesterase – Organofosforados) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do
mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas
culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do CLORPIRIFÓS POLAND 480 EC como uma ferramenta
útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem
prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
 • Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 1B. Sempre rotacionar com
     produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
 • Usar CLORPIRIFÓS POLAND 480 EC ou outro produto do mesmo grupo químico somente
     dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
 • Aplicações sucessivas de CLORPIRIFÓS POLAND 480 EC podem ser feitas desde que o
     período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da
     praga-alvo.
 • Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No
     caso específico do CLORPIRIFÓS POLAND 480 EC, o período total de exposição (número
     de dias) a inseticidas do grupo químico dos (inibidores da acetilcolinesterase –
     Organofosforados) não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de
     aplicações recomendadas na bula.
 • Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do CLORPIRIFÓS POLAND 480 EC
     ou outros produtos do Grupo 1B quando for necessário.
 • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das
     pragas a serem controladas.
 • Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como
     rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que
     disponível e apropriado.
 • Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.
                                                                                               7
•   Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
    estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação
    de inseticidas.
•   - Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser
    encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura,
    Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os
princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de
semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor
equilíbrio do sistema.




                                                                                              8
                 DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:


ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
   pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
   recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
   válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
   vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
   pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
   profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
   primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
   trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
   seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
   relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento
   hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas
   das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro
   combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de
   segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
   Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
   (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em
   que estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
   respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras
   pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento
   hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas
   das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro
   químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com
   proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e
                                                                                            9
     manter os avisos até o final do período de reentrada.
•    Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
     tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos
     de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
•    Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
     tratadas logo após a aplicação.
•    Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
     (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
•    Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
     vestidas para evitar contaminação.
•    Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
     local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
•    Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
•    Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
     roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
•    Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
     aplicação.
•    Não reutilizar a embalagem vazia.
•    No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Macacão
     com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das
     luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha e luvas de nitrila.
•    Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
     seguinte ordem: Touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
•    A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
     protegida.


                                                    -Nocivo se ingerido
                                                    -Pode ser nocivo em contato com a
                                                    pele
                                     PERIGO
                                                    -Fatal se inalado
                                                    -Provoca moderada irritação à pele
                                                    -Provoca irritação ocular grave

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica.
Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de
contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis,
etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15
minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.


                 INTOXICAÇÕES POR CLORPIRIFÓS POLAND 480 EC
                           INFORMAÇÕES MÉDICAS

                           Clorpirifós – Organofosforado.
      Grupo Químico        Xileno – UVCB (substâncias de composição desconhecida ou variável,
                           produtos de reações complexas ou materiais biológicos).
    Classe Toxicológica    Categoria 2: Produto Altamente Tóxico
     Vias de Exposição     Oral, inalatória, ocular e dérmica.
                                                                                        10
                    Clorpirifós: A absorção após exposição oral em ratos foi rápida e
                    extensa (84-93%), foi amplamente distribuída e o potencial de
                    acumulação foi baixo. O metabolismo foi de moderado a extenso com
                    fases de oxidação e hidrólise e a excreção foi quase completa dentro de
                    48 horas, principalmente via urina (aproximadamente 80%).
                    Ref.: https://efsa.onlinelibrary.wiley.com/doi/pdf/10.2903/j.efsa.2014.3640

                    Xileno: Em ratos, os isômeros de xileno individuais são todos
                    rapidamente absorvidos com picos de concentração no sangue
                    ocorrendo entre 0,5 e 2 horas após a administração oral. As
                    concentrações máximas no cérebro coincidiram com as do sangue, mas
                    foram aproximadamente 2,5-3 vezes maiores. A meia-vida de
 Toxicocinética
                    eliminação do sangue e do cérebro foi de aproximadamente 2,5-4
                    horas. A exposição sistêmica ao xileno foi menor após doses orais
                    repetidas do que após uma única dose oral, indicando indução de
                    enzimas metabolizadoras (Gagnaire et al., 2007). Após a exposição de
                    voluntários humanos por inalação (0,2 ou 0,4 mg / L por 4 horas) aos
                    isômeros do xileno, tanto individualmente quanto em mistura,
                    aproximadamente 64% da dose inalada foi retida; este valor foi
                    independente da dose ou duração da exposição. Após a exposição,
                    aproximadamente 5% da dose retida foi eliminada no ar exalado com
                    o restante excretado como metabólitos na urina.
                    Ref.: https://echa.europa.eu/pt/registration-dossier/-/registered-dossier/15448/7/2/1

                    Clorpirifós: O Clorpirifós inibe a enzima acetilcolinesterase, o que
                    impede a degradação do neurotransmissor acetilcolina, resultando em
                    uma hipestimulação do órgão efetor devido ao acúmulo de acetilcolina
                    na terminação nervosa. Isto afeta o controle normal da transmissão de
                    impulsos nervosos das fibras nervosas para as células musculares lisas
                    e esqueléticas, para células secretoras e para gânglios autônomos e
                    sistema nervoso central (SNC), causando efeitos muscarínicos (sistema
                    nervoso parassimpático), nicotínicos (sistema nervoso simpático e
                    motor) assim como efeitos no sistema nervoso central.
                    Ref.: https://efsa.onlinelibrary.wiley.com/doi/pdf/10.2903/j.efsa.2014.3640
Toxicodinâmica
                    Xileno: O xileno mostrou um tempo de latência de cerca de 1 h. A
                    retenção no estrato córneo foi muito maior do que na epiderme e derme
                    em todos os momentos. Sob condições de dose infinita, o xileno
                    difundiu-se rapidamente no estrato córneo e atingiu níveis de platô em
                    3 h. A recuperação (balanço de massa) para o xileno foi de 92-105%.
                    Isso indicou uma evaporação mínima do produto químico durante o
                    estudo de retenção da pele.
                    Ref.:     https://echa.europa.eu/pt/registration-dossier/-/registered-
                    dossier/15448/7/2/3
                    As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com
                    animais de experimentação tratados com a formulação à base de
                    Clorpirifós, xileno e demais componentes do produto CLORPIRIFÓS
                    POLAND 480 EC:
Sintomas e Sinais   Exposição oral: O teste preliminar foi realizado, no qual foram
     Clínicos       testadas três concentrações de 50, 300 e 2000 mg/kg. Não foram
                    observados sinais de toxicidade sistêmica. Porém, houve mortalidade e
                    definiram a DL50 oral para ratos de 14 dias foi de 500 mg/kg de peso
                    corpóreo.
                    Exposição inalatória: O estudo foi conduzido, utilizando-se 5 machos




                                                                                                            11
                    e 5 fêmeas adultos, dispostos em 1 grupo, composto por 10 animais,
                    expostos a 3 concentrações diferentes da substância teste. Não foram
                    observados sinais de toxicidade sistêmica. Houve mortalidade. A CL 50
                    inalatória para ratos foi determinada em 14 dias > 0,20 mg/L de ar.
                    Exposição cutânea: As avaliações clínicas de efeitos gerais revelaram
                    que nenhum dos animais testados com a dose de 4000 mg/kg p.c.
                    apresentaram alteração comportamental após a exposição e não foram
                    encontradas alterações necroscópicas significativas. A DL 50 cutânea
                    para ratos foi de > 4006 mg/kg de p.c. Não houve mortalidade. No
                    estudo de irritação cutânea o primeiro animal apresentou eritema muito
Sintomas e Sinais
                    leve e edema muito leve na primeira avaliação, sendo o eritema
     Clínicos
                    reversível em 14 dias e o edema em 24 horas. Os outros dois animais
                    adicionais apresentaram eritema (grau 1) na primeira avaliação,
                    revertendo em 7 dias. O produto não foi considerado sensibilizante
                    dérmico em cobaias pelo método de Buehler.
                    Exposição ocular: Os três animais apresentaram opacidade de
                    córnea, sendo que no animal 1 foi reversível em 72 horas e nos demais
                    animais, reversível em 48 horas. O animal 3 apresentou alteração na
                    íris, reversível em 24 horas. Todos os animais apresentaram irritação
                    nas mucosas oculares, reversível em 72 horas.
                    Exposição crônica: Vide item “efeitos crônicos” abaixo.
                    O diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e
  Diagnóstico
                    pela ocorrência dos sinais e sintomas clínicos compatíveis.
                    Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo
                    com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção
                    especial deve ser dada ao suporte respiratório.

                    Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão
                    sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura
                    corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada
                    cardiorespiratória, hipotensão e arritimias cardíacas. Avaliar estado de
                    consciência do paciente.

                    Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção
                    de secreções orais se necessário. Intubação e ventilação conforme
                    necessárias, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória
  Tratamento        ou comprometimento neurológico. Administrar oxigênio conforme
                    necessário para manter adequada perfusão tecidual. Se o quadro de
                    intoxicação for severo, pode ser necessária ventilação pulmonar
                    assistida.

                    Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para
                    limitar a absorção e os efeitos locais.
                    Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do
                    produto proceder com:
                    - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em
                    crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água,
                    na proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais
                    efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão.




                                                                                       12
                           - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande
                           quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na
                           maioria dos casos não é necessária. Atentar para nível de consciência
                           e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta
                           do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por
                           intubação endotraqueal com cuff.
                           ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do
                           produto, podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser
                           evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
                           Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, vomitando,
                           com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
                           Exposição inalatória: Remover o paciente para um local seguro e
                           arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar
                           atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário,
                           administrar oxigênio e ventilação mecânica.
                           Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
                           descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e
                           orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima
      Tratamento           para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser
                           encaminhado para tratamento.
                           Exposição       ocular:    Se    houver    exposição    ocular,  irrigar
                           abundantemente com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo
                           de 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Caso a
                           irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o
                           paciente para tratamento específico.

                           Antídoto: Não há antídoto específico.

                           - Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR
                           aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto;
                           utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu)
                           para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao
                           intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de
                           descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental
                           impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar com o
                           agente tóxico.

                            A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de
                            aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo,
   Contra-Indicações
                            manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se
                            o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
        Efeitos das         Não foram relatados efeitos de interações químicas para Clorpirifós,
 Interações Químicas Xileno e demais componentes da formulação em humanos.
                                 Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre
                             diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque Intoxicação: 0800-722-
                                                                6001
                                      Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
                                           Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
                                 As intoxicações por Agrotóxicos e afins estão incluídas entre as
         ATENÇÃO
                                         Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.
                                Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de
                                                 Notificação (SINAN/MS).
                               Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
                                                         (Notivisa).
                                       Telefone de Emergência: 0800 70 10 450 (24 horas)
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens “Toxicocinética e Toxicodinâmica” no quadro acima.
                                                                                                13
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: 500 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 4.006 mg/kg p.c.
CL50 inalatória para ratos: > 0,20 mg/L de ar.
Irritação ocular em coelhos: Os três animais apresentaram opacidade de córnea, sendo que
no animal 1 foi reversível em 72 horas e nos demais animais, reversível em 48 horas. O animal
3 apresentou alteração na íris, reversível em 24 horas. Todos os animais apresentaram irritação
nas mucosas oculares, reversível em 72 horas. Sendo classificado como irritante ocular grave.
Irritação dérmica em coelhos: A substância teste não produziu corrosão mas produziu
irritação muito leve na pele de coelhos Nova Zelândia brancos (Oryctolagus cuniculus), a qual
foi reversível em 14 dias. Sendo classificado como irritante leve.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não foi considerado sensibilizante dérmico em
cobaias pelo método de Buehler.
Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação gênica
bacteriana com diferentes cepas da linhagem Salmonella Typhimurium ou ensaio in vivo com
células da medula óssea de camundongos, sendo, portanto, o produto não é classificado quanto
à mutagenicidade.

Efeitos Crônicos Para Animais De Laboratório:
Clorpirifós: Os principais efeitos tóxicos da exposição a esta substância estão associados com
a inibição da enzima acetilcolinesterase causando uma consequente crise colinérgica. Em
diversos estudos subcrônicos e crônicos conduzidos em ratos, camundongos, coelhos, cães e
humanos, a inibição da acetilcolinesterase foi considerada o efeito/endpoint mais sensível,
independente do tempo de exposição. Com isso, o NOAEL de 0,1 mg/kg p.c./dia foi estabelecido
a partir do estudo de toxicidade crônica de 2 anos em ratos e cães com base na inibição da
acetilcolinesterase eritrocitária. Não foi observado potencial carcinogênico em estudos de
exposição crônica em ratos e cães. O clorpirifós induziu toxicidade sobre parâmetros
reprodutivos em um estudo de uma geração em ratos, em doses nas quais foram observados
efeitos de toxicidade materna (NOAEL de 1 mg/kg p.c./dia para efeitos de diminuição do peso
corpóreo dos fetos). Os efeitos tóxicos para o desenvolvimento observados em ratos também
foram observados nas doses em que houve toxicidade materna (NOAEL 2,5 mg/kg p.c./dia,
referente ao aumento na incidência de perdas pós implantação em ratos).
Ref.: https://efsa.onlinelibrary.wiley.com/doi/pdf/10.2903/j.efsa.2014.3640

Xileno: A carcinogenicidade do xileno misto (17% de etilbenzeno) após a exposição oral foi
avaliada em estudos crônicos com ratos e camundongos; no entanto, não há estudos em animais
disponíveis sobre os efeitos carcinogênicos dos isômeros de xileno individuais após a exposição
oral. Os resultados dos estudos orais crônicos com xileno misto foram negativos (NTP, 1986),
sem aumento na incidência de tumor em comparação com os animais de controle. O tratamento
envolveu a administração de doses de 0, 250 ou 500 mg / kg / dia de xileno misto em óleo de
milho por gavagem 5 dias / semana durante 103 semanas a grupos de ratos F344 / N, 50 animais
por grupo. Camundongos B6C3F1 foram tratados de maneira semelhante, mas receberam 0,
500 ou 1000 mg / kg / dia de xilenos mistos em óleo de milho por gavagem. Um grande número
de mortes por gavagem foram um fator de confusão. Este estudo não examinou exaustivamente
os efeitos sistêmicos, mas incluiu um exame histopatológico completo de todos os tecidos, bem
como a determinação do ganho de peso corporal. Com base na histopatologia de todos os
sistemas de órgãos, um NOAEL de 500 mg / kg / dia foi observado para ratos e um NOAEL de
1000 mg / kg / dia foi observado para camundongos. Em conclusão, não houve evidência de
carcinogenicidade de xilenos mistos após administração oral.
Ref.: https://echa.europa.eu/pt/registration-dossier/-/registered-dossier/15448/7/8




                                                                                             14
                    DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

 1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
    AO MEIO AMBIENTE:


 - Este produto é:
        - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).

X       - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
X       - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
X
X       - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
X
X
    •    Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes.
    •    Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e
         peixes).
    •    Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves.
    •    Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior
         a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
         abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
         moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
    •    Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
         atividades aeroagrícolas.
    •    Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
    •    Não utilize equipamento com vazamentos.
    •    Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
    •    Aplique somente as doses recomendadas.
    •    Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
         d’água. Evite a contaminação da água.
    •    A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
         do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

    •    Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
    •    O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
         bebidas, rações ou outros materiais.
    •    A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
    •    O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
    •    Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
    •    Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
    •    Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
         rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
    •    Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
         Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
    •    Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
    • Isole e sinalize a área contaminada.
    • Contate as autoridades locais competentes e a empresa COROMANDEL AMERICA S.A.
       – Telefone de Emergência: 0800 70 10 450 (24 horas)


                                                                                              15
   •   Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas
       de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
   • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
       bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir:
   -Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o
   auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
   derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone
   indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
   -Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
   esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
   empresa registrante conforme indicado.
   -Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
   contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que
   as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
   corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
   • Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ
       QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
-Faça essa operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir
os seguintes procedimentos:
-Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
-Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
-Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
-Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
                                                                                           16
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser          transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término
do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,               bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
                                                                                          17
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal
concernentes às atividades agrícolas.


                                                               São Paulo, 03 de maio de 2024.




                                                                                              18
                                

Compartilhar