Clorpirifós 480 EC Luba; Klopfen
AllierBrasil Agro Ltda.
Inseticida
clorpirifós (organofosforado) (480 g/L)

Informações

Número de Registro
36822
Marca Comercial
Clorpirifós 480 EC Luba; Klopfen
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
clorpirifós (organofosforado) (480 g/L)
Titular de Registro
AllierBrasil Agro Ltda.
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 2 – Produto Altamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Alabama argillacea
Curuquerê; Curuquerê-do-algodoeiro
Algodão
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Algodão
Eutinobothrus brasiliensis
Broca-da-raiz; Broca-do-algodoeiro
Algodão
Heliothis virescens
Lagarta-das-maçãs
Algodão
Pectinophora gossypiella
Lagarta-rosada
Batata
Agrotis ipsilon
Lagarta-rosca
Café
Hypothenemus hampei
Broca-do-café
Café
Leucoptera coffeella
Bicho-mineiro-do-café; Larva-minadora
Café
Planococcus minor
Cochonilha
Citros
Parlatoria cinerea
Cochonilha-de-carapaça; Picuinha
Citros
Selenaspidus articulatus
Cochonilha-pardinha
Feijão
Bemisia tabaci
Mosca-branca
Feijão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Feijão
Empoasca kraemeri
Cigarrinha; Cigarrinha-verde
Maçã
Bonagota cranaodes
Lagarta-enroladeira-da-folha
Milho
Agrotis ipsilon
Lagarta-rosca
Milho
Elasmopalpus lignosellus
Broca-do-colo; Lagarta-elasmo
Milho
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Pastagens
Deois flavopicta
Cigarrinha-das-pastagens; Cigarrinha-dos-capinzais
Soja
Epinotia aporema
Broca-das-axilas; Broca-das-axilas-da-soja
Sorgo
Contarinia sorghicola
Mosca-do-sorgo
Sorgo
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Tomate
Lyriomyza huidobrensis
Larva-minadora; Mosca-minadora
Tomate
Neoleucinodes elegantalis
Broca-pequena-do-fruto; Broca-pequena-do-tomateiro
Trigo
Elasmopalpus lignosellus
Broca-do-colo; Lagarta-elasmo
Trigo
Pseudaletia sequax
Lagarta-do-trigo
Trigo
Sitobion avenae
Pulgão; Pulgão-da-espiga

Conteúdo da Bula

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                                          AllierBrasil Agro Ltda.

CLORPIRIFÓS 480 EC LUBA
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob o n° 36822

COMPOSIÇÃO:
O,O-diethyl 0-3,5,6-trichloro-2-pyridyl phosphorothioate
(CLORPIRIFÓS) ............................................................................ 480 g/L (48% p/v)
Solvente de nafta (CAS nº 064742-9-5) .......................................... 535,4 g/L (53,54% p/v)
Outros ingredientes.......................................................................... 99,9 g/L (9,99% p/v)

              GRUPO                                      1B                              INSETICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida de ação de ingestão e contato
GRUPO QUÍMICO: Organofosforado
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado emulsionável (EC)

TITULAR DO REGISTRO (*):
AllierBrasil Agro Ltda.
Rua Dona Antônia de Queirós, 504, sala 123. São Paulo, SP. CEP 01307-013. CNPJ n°
02.850.049/0001-69. Telefone: (11) 3151-4360.
Registro da empresa no Estado (CDA/SP) n° 597.

(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
Agrícola Online Trading S.A.
Rodovia Anhanguera, km 296, s/nº, Distrito Industrial, Cravinhos, Ribeirão Preto, SP. CEP
14140-000. CNPJ n° 47.257.997/0001-23.
Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 4396.
Agriconnection Importação, Exportação de Insumos Agrícolas Ltda.
Rodovia Senador José Ermirio de Moraes, s/nº, km 11, Galpão 09, Itu, SP. CEP 13314-
012. CNPJ n° 39.496.730/0009-18. Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 4410.
Rua Ronat Walter Sodré, 2800, Parque Industrial, Ibiporã, PR.
CEP 86200-000. CNPJ n° 39.496.730/0008-37.
Cadastro da Empresa no Estado (ADAPAR/PR) n° 1008310.
Rodovia dos Imigrantes, s/nº, Zona Rural, Cuiabá, MT. CEP 78099-899. CNPJ n°
39.496.730/0002-41.
Cadastro da Empresa no Estado (INDEA/MT) n° 29497.
Rodovia Presidente Castelo Branco, 11100, Barueri, SP. CEP 06421-400. CNPJ n°
39.496.730/0015-66.
Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 4503.
Agrilean Inputs S.A.
Rodovia Presidente Castelo Branco, km 30,5, 11100, Barueri, São Paulo, SP. CNPJ n°
47.983.211/0004-06.
Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 4378.
Agro Import do Brasil Ltda.
Av. Cristóvão Colombo, 2955, Salas 703, 704, Floresta, Porto Alegre, RS. CEP 90560-
003. CNPJ n° 05.625.220/0001-24.
Cadastro da Empresa no Estado (DISA/DDA/SEAPA/RS) n° 1448/04.
Rodovia BR 386, km 173,5, s/nº, sala 5A, Boa Vista, Carazinho, RS. CEP 99500-000.
CNPJ n° 05.625.220/0009-81.
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Cadastro da Empresa no Estado (DISA/DDA/SEAPA/RS) n° 42/18.
Rua Adolfo Zieppe Filho, s/nº, Quadra 17, Setor 13, Anexo 01, Módulo G, Distrito
Industrial Carlos Augusto Fritz, Carazinho, RS. CEP 99500-000. CNPJ n°
05.625.220/0013-68.
Cadastro da Empresa no Estado (DISA/DDA/SEAPA/RS) n° 65/20.
Rodovia PR 090, km 374, s/nº, Lote 44-C-2, Módulo I, Parque Industrial Nene Favoretto,
Ibiporã, PR. CEP 86200-000. CNPJ n° 05.625.220/0005-58.
Cadastro da Empresa no Estado (ADAPAR/PR) n° 1000021.
Rodovia Presidente Castelo Branco, 11100, km 30,5, Módulo 2N, Jardim Maria Cristina,
Barueri, SP. CEP 06421-400. CNPJ n° 05.625.220/0012-87.
Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 4252.
Rodovia BR 163, km 116, s/nº, Armazém 2, Sala 06, Parque Industrial Vetorasso,
Rondonópolis, MT. CEP 78746-055. CNPJ n° 05.625.220/0011-04.
Cadastro da Empresa no Estado (INDEA/MT) n° 32257.
ALTA - América Latina Tecnologia Agrícola Ltda.
Av. Silvia Jardim, 2600, Água Verde, Curitiba, PR. CEP 80240-020. CNPJ n°
10.409.614/0001-85.
Cadastro da Empresa no Estado (ADAPAR/ PR) n° 003483.
Rod. PR 090, s/nº, Lote 44-C-2, P. Industrial Nenê Favoretto, Ibiporã, PR. CEP 86200-
000. CNPJ n° 10.409.614/0002-66.
Cadastro da Empresa no Estado (ADAPAR/PR) n° 1000151.
Rua Projetada, 150, Armazém 1, Distrito Industrial, Cuiabá, MT. CEP 78098-970. CNPJ n°
10.409.614/0004-28.
Cadastro da Empresa no Estado (INDEA/MT) n° 24946.
Rod. BR-050, km 185, Galpão 10, Jardim Santa Clara, Uberaba, MG. CEP 38038-050.
CNPJ n° 10.409.614/0005-09.
Cadastro da Empresa no Estado (IMA/MG) n° 11975.
Rod BR 285, 7870, km 297, Bairro José Alexandre Zachia, Passo Fundo, RS. CEP 99042-
890. CNPJ n° 10.409.614/0006-90.
Cadastro da Empresa no Estado (DISA/DDA/SEAPA/RS) n° 93/17.
Rod. Pres. Castelo Branco, 11100, km 30,5, módulo 5H, Bairro dos Altos, Barueri, SP.
CEP 06421-400. CNPJ n° 10.409.614/0003-47.
Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 1164.
Amaggi Exportação e Importação Ltda.
Rodovia BR 364, km 20, s/nº, Zona Rural, Cuiabá, MT. CEP 78098-970. CNPJ n°
77.294.254/0050-72.
Cadastro da Empresa no Estado (INDEA/MT) n° 20435.
Rodovia BR 163, 2461, Expansão Urbana, Sorriso, MT. CEP 78890-000. CNPJ n°
77.294.254/0077-92.
Cadastro da Empresa no Estado (INDEA/MT) n° 22956.
Chemical Solution Pará Ltda.
Rodovia PA 411, km 27, Zona Rural, Santana do Araguaia, PA. CEP 68560-000. CNPJ n°
25.025.324/0001-05.
Cadastro da Empresa no Estado (ADEPARA/PA) n° 001.16.
Rua Santos Pacheco, 256, sala 104, Centro, Maceió, AL. CEP 57020-290. CNPJ n°
25.025.324/0002-96.
Cadastro da Empresa no Estado (ADEAL/AL) n° 0166/2024.
DKBR Trading S.A.
Av. Ayrton Senna da Silva, 600, Cond. Torre Siena, 17° andar, sala 1704, Gleba Fazenda
Palhano, Londrina, PR. CEP 86050-460. CNPJ n° 33.744.380/0001-28.
Cadastro da Empresa no Estado (ADAPAR/PR) n° 1007743.

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Rodovia SPA 008/457, s/n°, sala 01, km 500 metros, Zona Rural, Iepe, SP. CEP 19640-
000. CNPJ n° 33.744.380/0003-90.
Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 4303.
Av. Miguel Sutil, 6559, Anexo A, sala 3, Alvorada, Cuiabá, MT. CEP 78048-000. CNPJ n°
33.744.380/0002-09.
Cadastro da Empresa no Estado (INDEA/MT) n° 22058.
Fiagril Ltda.
Avenida da Produção, 2204-W, quadra 14, lote 11A, sala 01, Parque das Emas, Lucas do
Rio Verde, MT, CEP 78466-551. CNPJ n° 02.734.023/0013-99.
Cadastro da Empresa no Estado (INDEA/MT) n° 28047.
Kesai Eagrow do Brasil Ltda.
Rua Frei Caneca, 1246, 1° andar, Consolação, São Paulo, SP. CEP 01307-002. CNPJ n°
50.752.995/0001-15.
Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 4440.
Longping High Tech Biotecnologia Ltda.
Av. das Nações Unidas, 12901, São Paulo, SP. CEP 04578-910. CNPJ n°
08.864.422/0001-17.
Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 4316.
Rod. MG 188, Fazenda Pombal, s/n°, km 158, Sentido esquerda, Distrito Industrial,
Paracatu, MG. CEP 38600-972. CNPJ n° 08.864.422/0010-08.
Cadastro da Empresa no Estado (IMA/MG) n° 16.657.
Louis Drefus Company Brasil S.A.
Rodovia BR 050, s/n°, km 185, galpão 14, sala 02, Jardim Santa Clara, Uberaba, MG.
CEP 38038-050. CNPJ n° 47.067.525/0220-04.
Cadastro da empresa no Estado (IMA/MG) n° 16155.
Rua Z, 150, Projetada, Chácara São José, sala A, Distrito Industrial, Cuiabá, MT. CEP
78098-530. CNPJ n° 47.067.525/0214-58.
Cadastro da empresa no Estado (INDEA/MT) n° 28467.
Rua C, Trecho 03, s/n°, armz. N, sala 1, Centro Industrial do Cerrado, Luís Eduardo
Magalhães, BA. CEP 47850-000. CNPJ n° 47.067.525/0219-62.
Cadastro da Empresa no Estado (ADAB/BA) n° 126722.
Avenida José Jorge Estevam, 100, Barra Funda, Paraguaçu Paulista, SP. CEP 19707-
090. CNPJ n° 47.067.525/0081-92.
Cadastro da empresa no Estado (CDA/SP) n° 4315.
Rua Paulo Canhola, 839, Correia Velho, Paranaguá, PR. CEP 83206-392. CNPJ n° 47.
067.525/0221-87.
Cadastro da Empresa no Estado (ADAPAR/PR) n° 1008432.
Avenida Maria Elias Lisboa Santos, s/n°, quadra 07, lote 05, sala 05, Parque Industrial
Aparecida Vice-Presidente José de Alencar, Aparecida de Goiânia, GO. CEP 74993-530.
CNPJ n° 47.067.525/0216-10.
Cadastro da empresa no Estado (AGRODEFESA/GO) n° 3380/2021.
Newtop Agro Brasil Ltda.
Rua Marechal Floriano Peixoto, 960, Foz do Iguaçu, Centro, PR. CEP 85851-020. CNPJ
no 56.900.226/0001-01.
Cadastro da Empresa no Estado (ADAPAR/PR) n° 1008622.
Novachem Importação e Comércio Ltda.
Rodovia BR 369, km 37,5, Sala 04, Area Industrial, Andirá, PR. CEP 86380-000. CNPJ n°
48.054.057/0001-08.
Cadastro da Empresa no Estado (ADAPAR/PR) n° 1008435.
Rua Emília Garcia de Souza, 270, Sala 01, Ribeirania, Ribeirão Preto, SP. CEP 14096-
120. CNPJ n° 48.054.057/0002-80.

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Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 4472.
Nutrien Soluções Agrícolas Ltda.
Rua Fidêncio Ramos, 308, Torre A, conjuntos 91 a 94, Vila Olímpia, São Paulo, SP. CEP
04551-902. CNPJ n° 88.305.859/0001-50.
Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 4292.
Rod. Raposo Tavares, s/n°, km 172, Centro, ltapetininga, SP. CEP 18200-970. CNPJ n°
88.305.859/0004-00.
Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 1161.
Rod. BR 050, km 185, Galpão 26, Parte II, Zona Rural, Uberaba, MG. CEP 38038-050.
CNPJ n° 88.305.859/0054-61.
Cadastro da Empresa no Estado (IMA/MG) n° 17293.
Av. Constante Pavan, 4633, Betel, Paulínia, SP. CEP 13148-905. CNPJ n°
88.305.859/0024-46.
Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 4438.
Via Secundária 08, quadra 9, lote 7, Distrito Agroindustrial, Morrinhos, GO. CEP 75650-
000. CNPJ n° 88.305.859/0021-01.
Cadastro da Empresa no Estado (AGRODEFESA/GO) n° 2861/2020.
Solus do Brasil Ltda.
Rod. BR 376, 1441, Parque Industrial Zona Oeste II, Apucarana, PR.
CEP 86800-762. CNPJ n° 21.203.489/0001-79.
Cadastro da Empresa no Estado (ADAPAR/PR) n° 1008108.
Rod. Gov. Leonel de Moura Brizola, s/n°, Boa Vista, 386, sala 8, Carazinho, RS. CEP
99500-000. CNPJ n° 21.203.489/0002-50.
Cadastro da Empresa no Estado (DISA/DDA/SEAPA/RS) n°10/20.
Av. dos Canários, 416 S, sala 01, lote 01, Comercial José Aparecido Ribeiro, Nova Mutum,
MT. CEP 78450-000. CNPJ n° 21.203.489/0003-30.
Cadastro da Empresa no Estado (INDEA/MT) n° 29662.
Zhongshan Química do Brasil Ltda.
Rua João Dias de Souza, 48, sala 51, 5º andar, Edif. Corporate Evolution, Parque
Campolim, Sorocaba, SP. CEP 18048-090. CNPJ n° 28.514.525/0001-64. Cadastro da
Empresa no Estado (CDA/SP) n° 4285.
Av. Euripedes Menezes, s/n°, quadra 4, lote 14-17, armz 1 N, Parque Industrial Vice-
Presidente José de Alencar, Aparecida de Goiânia, GO. CEP 74993-540. CNPJ n°
28.514.525/0002-45.
Cadastro da Empresa no Estado (AGRODEFESA/GO) n° 3421/2021.
Rua Projetada, 150, armz 1AA, Área Rural, Cuiabá, MT. CEP 78099-899. CNPJ n°
28.514.525/0006-79.
Cadastro da Empresa no Estado (INDEA/MT) n° 27384.
Av. das Indústrias, 2020, armz 06, Ouro Preto, Carazinho, RS. CEP 99500-000. CNPJ n°
28.514.525/0007-50.
Cadastro da Empresa no Estado (DISA/DDA/SEAPA/RS) n° 54/21.
Rod. PR 090, km 05, 5695, armz 1-J, Pq Industrial Nene Favoretto, lbiporã, PR. CEP
86200-000. CNPJ n° 28.514.525/0005-98.
Cadastro da Empresa no Estado (ADAPAR/PR) n° 1007991.
R C /Trecho 03, s/n°, armz P, Centro Industrial do Cerrado, Luis Eduardo Magalhães, BA.
CEP 47850-000. CNPJ n° 28.514.525/0003-26.
Cadastro da Empresa no Estado (ADAB/BA) n° 125921.
Av. Constante Pavan, 4633, armz 1K, Betel, Paulínia, SP. CEP 13148-198. CNPJ n°
28.514.525/0004-07.
Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 4322.


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Rod. BR 050, km 185, galpão 01, sala 9-A, Jardim Santa Clara, Uberaba, MG. CEP
38038-050. CNPJ n° 28.514.525/0009-11. Cadastro da Empresa no Estado (IMA/MG) n°
19523.
Área Rodovia MS 156, km 7,5, lado esquerdo, Zona Rural, s/n°, sala 15, Dourados, MS.
CEP 79849-899. CNPJ n° 28.514.525/0010-55.
Cadastro da Empresa no Estado (IAGRO/MS) n° 2060/2024-R.


FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Dezhou Luba Fine Chemical Co., Ltd.
Nº 288 Hengdong Road, Tianqu Industrial Park, 253035 Dezhou, Shandong Province,
China.
Produto técnico: Clorpirifós Técnico LA. Registro no MAPA nº TC16820

FORMULADOR:
CHD’s Agrochemicals SAIC.
Supercarretera km 32,5, Campo Tacuru, Hernandarias, Alto Paraná, Paraguai. CEP 7220.
Jinan Luba Pesticides Co., Ltd.
West Yuhuang Avenue, South Keyuan Street, Shanghe Economic Development Zone,
Jinan, Shangdong Province, China.
Dezhou Luba Fine Chemical Co., Ltd.
Nº 288, Hengdong Road, Tianqu Industrial Park, 253035, Dezhou, Shandong Province,
China.
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Av. Roberto Simonsen, 1459. Paulínia, SP. CEP 13148-030. CNPJ n° 03.855.423/0001-81.
Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 477.

MANIPULADOR:
Nortox S.A.
Rod. BR 369, s/nº, km 197. Arapongas, PR. CEP 86700-970. CNPJ n° 75.263.400/0001-
99. Cadastro da empresa no Estado (SEAB/PR) nº 466.
Rod. 163, s/nº, km 116. Rondonópolis, MT. CEP 78.740-275. CNPJ n° 75.263.400/0011-
60. Cadastro da empresa no Estado (INDEA/MT) nº 183/06
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Av. Roberto Simonsen, 1459. Paulínia, SP. CEP 13148-030. CNPJ n° 03.855.423/0001-81.
Cadastro da Empresa no Estado (CDA/SP) n° 477.
                  No do lote ou partida:
                  Data de fabricação:         VIDE EMBALAGEM
                  Data de vencimento:
     ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA
             AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
   É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                            PROTEJA-SE.
          É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
  CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 2 – PRODUTO ALTAMENTE
                              TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II –
             PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE



                                                                              BULA
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           INSTRUÇÕES DE USO:
           CLORPIRIFÓS 480 EC LUBA é um inseticida, que contém o ingrediente ativo clorpirifós,
           480 g/L, na formulação concentrado emulsionável, do grupo químico organofosforado,
           com ação de contato e ingestão indicado para o controle de pragas nas culturas de
           algodão, batata, café, citros, feijão, maçã, milho, pastagem, soja, sorgo, tomate e trigo.

           CULTURAS, PRAGAS CONTROLADAS, DOSES DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA:
                                           Alvo-biológico                                              Volume de calda (L/ha)
 Cultura                                                                         Dose de aplicação
                                                                                                      Aplicação    Aplicação
                       Nome comum                            Nome científico    (produto comercial)
                                                                                                      terrestre      aérea
            Curuquerê                              Alabama argillacea                  0,5 L/ha
            Broca-do algodoeiro                    Eutinobothrus brasiliensis        0,8 - 2 L/ha
Algodão                                                                                                100-300           30-50
            Pulgão-do-algodoeiro                   Aphis gossypii                   0,3 - 0,5 L/ha
            Ácaro-branco                           Polyphagotarsonemus latus           1,5 L/ha
 Batata     Lagarta-rosca                          Agrotis ipsilon                     1,5 L/ha        100-300             -
            Broca-do-café                          Hypothenemus hampei           1,5 L/100 L d´água
  Café      Bicho-mineiro-do-café                  Leucoptera coffeella              1 - 1,5 L/ha      100-300           30-50
            Cochonilha                             Planococcus minor                 1 - 1,5 L/ha
            Cochonilha-pardinha                    Selenaspidus articulatus      100 - 150 mL/100 L    400-500
 Citros                                                                                                                    -
            Cochonilha-parlatoria                  Parlatoria cinerea                  d´água          400-500
            Mosca-branca                           Bemisia tabaci                       1 L/ha
 Feijão     Mosca-branca                           Bemisia tabaci raça B            1 - 1,25 L/ha      100-300           30-50
            Cigarrinha-verde                       Empoasca kraemeri                   0,8 L/ha
                                                                                  100-150 mL/100 L
  Maçã      Lagarta-enroladeira-da-folha           Bonagota cranaodes                                   1.000              -
                                                                                       d´água
         Lagarta-do-cartucho                       Spodoptera frugiperda            0,4 -0,6 L/ha
  Milho  Lagarta-rosca                             Agrotis ipsilon                                     100-300           30-50
                                                                                       1 L/ha
         Lagarta-elasmo                            Elasmopalpus lignosellus
         Cigarrinha-das-pastagens;
Pastagem                                           Deois flavopicta                    1 L/ha          100-300           30-50
         Cigarrinha-dos-capinzais
         Lagarta-da-soja                           Anticarsia gemmatalis           0,4 - 1,0 L/ha
   Soja                                                                                                100-300           30-50
         Broca-das-axilas                          Epinotia aporema                   0,8 L/ha
         Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar      Spodoptera frugiperda          0,5 - 0,75 L/ha
  Sorgo                                                                                                100-300           30-50
         Mosca-do-sorgo                            Contarinia sorghicola             0,62 L/ha
         Broca-pequena-do-fruto                    Neoleucinodes elegantalis          1,5 L/ha
 Tomate                                                                                                 1.000              -
         Larva-minadora                            Lyriomyza huidobrensis          1,0 - 1,5 L/ha
         Lagarta-do-trigo                          Pseudaletia sequax              0,7 - 1,0 L/ha
  Trigo  Lagarta-rosca                             Agrotis ipsilon                    1,5 L/ha         100-300           30-50
         Broca-do-colo; Lagarta-elasmo             Elasmopalpus lignosellus          1,25 L/ha
           Nota: 1 L de CLORPIRIFÓS 480 EC LUBA contém 480 g/L do ingrediente ativo clorpirifós.

           INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
                            - Iniciar a aplicação do produto:
                            Alabama argillacea (Curuquerê): quando houver 2 lagartas/planta.
                            Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas.
                            Número de aplicações: até 3 por safra da cultura
                            Aphis gossypii (Pulgão): aplicar o produto quando houver 10% das plantas atacadas.
            Algodão         Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas.
                            Número de aplicações: até 3 por safra.
                            Euthinobothrus brasiliensis (Broca-do-algodoeiro): 20 dias após a germinação.
                            Intervalo de aplicação: 1 semana.
                            Número de aplicações: até 2 por safra.
                            Polyphagotarsonemus tatus (Ácaro-branco): aplicar o produto quando houver 40%
                                                                                                                 BULA
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         das plantas com sinais de ataque.
         Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas.
         Número de aplicações: até 2 por safra.
         Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização
         aérea).
         - Iniciar a aplicação do produto assim que forem observados os primeiros sintomas de
         infestação.
Batata   Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura.
         Intervalo de aplicação: 2 semanas.
         Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre).
         - Iniciar a aplicação do produto:
         Hypothenemus hampei (Broca): aplicar o produto quando o grau de infestação for
         maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada.
         Intervalo de aplicação: 20 a 30 dias.
         Número de aplicações: até 2 por safra.
         Leucoptera coffeella (Bicho mineiro): aplicar o produto quando mais ou menos 20%
         das folhas estiverem contaminadas.
Café
         Intervalo de aplicação: 30 a 45 dias.
         Número de aplicações: até 2 aplicações por safra.
         Planococcus minor (Cochonilha): aplicar o produto quando for observado o início da
         infestação. Número de aplicação: uma por safra da cultura.
         Aplicação foliar em alto volume (1.000 L/calda/ha).
         Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização
         aérea).
         - Iniciar a aplicação do produto:
         Selenaspidus articulatus (Cochonilha pardinha): aplicar no início da infestação.
         Intervalo de aplicações: 15 dias. Aplicar até o ponto de escorrimento.
         Número de aplicações: até 2 por safra da cultura.
Citros    Volume de calda: 400-500 L/ha.
         Parlatoria cinerea (Cochonilha parlatoria): aplicar no início da infestação, com a calda
         dirigida ao tronco e ramos primários.
         Número de aplicação: até 1 por safra da cultura.
         Volume de calda: 400-500 L/ha.
         - Iniciar a aplicação do produto quando aparecerem as primeiras pragas.
         Intervalo de aplicação: 15 dias.
Feijão   Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura.
          Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização
         aérea).
         - Iniciar a aplicação do produto no início da infestação.
         Intervalo de aplicações: 10 dias.
Maçã
         Número de aplicações: até 3 por safra da cultura.
         Volume de calda: 1.000 L/ha (pulverização terrestre).




                                                                                  BULA
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             - Iniciar a aplicação do produto:
             Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho): aplicar o produto no período após a
             germinação até 60-70 dias de idade da cultura.
             Intervalo de aplicação: 10 dias.
             Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura.
             Usar bico leque.
             Elasmopalpus lignosellus (Lagarta elasmo): aplicar o produto no período após a
             germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido à base das
  Milho      plantas. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas.
             Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura.
             Agrotis ipisillon (Lagarta Rosca): aplicar o produto no período após a germinação até
             30 dias de idade da cultura, com jato dirigido à base das plantas.
             Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas.
             Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura.

         Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização
         aérea).
         - Iniciar a aplicação do produto quando aparecerem as primeiras pragas.
         Intervalo de aplicação: 30 dias
Pastagem Número de aplicações: até 2 aplicações
         Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização
         aérea).
         - Iniciar a aplicação do produto:
         Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja): aplicar o produto quando forem encontradas
         20 lagartas/metro linear. Intervalo de aplicação: 20 dias.
         Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura.
  Soja   Epinotia aporema (Broca das axilas): aplicar o produto quando forem encontradas
         20% de plantas com ponteiros danificados. Intervalo de aplicação 10 dias.
         Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura.
         Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização
         aérea).
         - Iniciar a aplicação do produto:
         Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho): aplicar o produto após a germinação até
         60-70 dias de idade da cultura. Intervalo de aplicação: 10 dias.
         Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura.
         Stenodiplosis sorghicola (Mosca do sorgo): aplicar o produto quando 80% do sorgal
 Sorgo
         estiver florido. Intervalo de aplicação: 4 dias.
         Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura

             Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização
             aérea).
             - Iniciar a aplicação do produto:
             Neoleucinodes elegantis (Broca pequena): aplicar o produto quando os frutos
             estiverem pequenos. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas.
             Número de aplicações: até 7 por ciclo da cultura.
 Tomate      Liriomyza huidobrensis (Mosca minadora): aplicar o produto assim que se
(rasteiro)   observarem os primeiros sintomas de infestação.
             Intervalo de aplicação: 10 dias.
             Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura.

             Volume de calda: 1000 L/ha (pulverização terrestre) .
                                                                                    BULA
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            - Iniciar a aplicação do produto:
            Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo): aplicar o produto quando aparecerem os
            primeiros focos de infestação. Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura.
            Intervalo de aplicação: 30 dias.
            Agrotis ipsilon (Lagarta-rosca): aplicar o produto quando aparecerem os primeiros
            focos de infestação. Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura. Intervalo de
  Trigo     aplicação: 1 a 2 semanas.
            Elasmopalpus lignosellus (Broca-do-colo; Lagarta-elasmo): aplicar o produto na fase
            inicial da cultura. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas.
            Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura.

            Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização
            aérea).

MODO DE APLICAÇÃO:
CLORPIRIFÓS 480 EC LUBA deve ser aplicado diluído em água somente nas doses
recomendadas. Deve ser aplicado de maneira uniforme dando uma boa cobertura da
parte aérea das plantas tratadas. A calda de pulverização deve ser mantida sob agitação
contínua.

Equipamentos de aplicação:
Equipamento tratorizado ou através de aeronave agrícola.

Aplicação terrestre:
Através de tratores com pulverizador com barra equipada com bicos JA2 ou similares
(exceto para lagarta do cartucho em milho que se recomenda bico leque série 80.03 ou
80.04 sobre a linha da cultura) procurando obter gotas de pulverização com tamanho de
100 a 400 micra e, densidade mínima de 40 gotas/cm2.
Fechar o registro do pulverizador durante as paradas e manobras com o equipamento
para evitar-se a sobreposição nas áreas tratadas.

Aplicação através de aeronave agrícola:
Equipamento com barra ou "micronair". Para aplicação aérea utilizar equipamento GPS,
não utilizar balizamento com bandeirinhas.

Condições climáticas:
Não aplicar o produto com ventos superiores a 10 km/h, não aplicar sob chuva;
temperatura deverá ser inferior a 30°C; umidade relativa deverá ser superior a 50%.
Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por
volatilização ou deriva.

NOTA: Os volumes de calda citados em faixa variam em função do estado vegetativo,
densidade foliar e porte das plantas.

Instruções para preparo da calda de pulverização:
Encher ¾ do volume do tanque de pulverização com água e adicionar CLORPIRIFÓS 480
EC LUBA mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o
volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da
calda e durante a operação de aplicação da calda.



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Lavagem do equipamento de pulverização:
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do
produto, realizar lavagem completa do equipamento.

INTERVALO DE SEGURANÇA (dias):
Algodão: 21; Batata: 21; Café: 21; Citros: 21; Feijão: 25; Maçã: 14; Milho: 21; Pastagem:
13; Soja: 21; Sorgo: 21; Tomate: 21; Trigo: 21.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os
Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Somente utilizar as doses recomendadas.
- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e na bula.
- Não misturar com produtos de reação alcalina, como a calda bordaleza.
- Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às
culturas indicadas.
- O produto é incompatível com produtos de reação altamente alcalina como a calda
bordaleza e calda sulfocálcica.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE,        RECICLAGEM,       REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS
EMBALAGENS VAZIAS:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E
DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide Modo de Aplicação.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.




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DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE,        RECICLAGEM,       REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS
EMBALAGENS VAZIAS:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E
DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo
devido ao desenvolvimento de resistência. Utilizando-se as seguintes estratégias de
Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI), pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de insetos da mesma classe ou modo de ação não deve
ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações
locais para o manejo de resistência.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os
princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle (ex. controle cultural, biológico, etc.)


               DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
       ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
                          PRODUTO PERIGOSO.
      USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto junto com alimento, medicamento, ração, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual
    (EPI), recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios
e válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos
    ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo
    fabricante.
- Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de
um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas
em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

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- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI)
com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro
combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos
de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área
em que estiver sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato e não permitir
que outras pessoas também entrem em contato com a névoa do produto.
- Utilize Equipamento de Proteção Individual – (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro
combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de
segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e
manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos
de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
tratadas logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
ainda vestidas para evitar contaminação.
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- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original
em local trancado, longe do alcance das crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize Equipamentos de Proteção Individual - (EPI):
macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de
borracha.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
devidamente protegida.
- É vetado aos trabalhadores levarem EPI para casa.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.

                                                  Fatal se ingerido
                                                  Pode ser nocivo em contato com a pele
                                    PERIGO
                                                  Tóxico se inalado
                                                  Provoca irritação ocular grave



PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula e/ou a receita agronômica do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica.
Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite
que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lentes de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.

        INFORMAÇÕES MÉDICAS – CLORPIRIFÓS 480 EC LUBA (clorpirifós)
              Organofosforado
Grupo químico Solvente de nafta: hidrocarboneto aromático pesado derivado do petróleo
              (contém naftaleno).
    Classe
              CATEGORIA 2 - PRODUTO ALTAMENTE TÓXICO
 toxicológica
   Vias de    Clorpirifós: respiratória, dérmica e mucosas. Solvente de nafta: oral, inalatória,
  exposição   ocular e dérmica.
              Clorpirifós: Após absorção, os organofosforados são distribuídos por todos os
              tecidos do organismo, atingindo altas concentrações no fígado, onde são
              metabolizados, e nos rins, que os excretam. A meia-vida destes inseticidas varia
                                                                                    BULA
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Toxicocinética   muito, dependendo da natureza do composto. Alguns metabólitos são mais
                 tóxicos que a substância que os originou.
                 Solvente de nafta: Estudos conduzidos em ratos mostraram que os
                 hidrocarbonetos aromáticos são bem absorvidos através da via inalatória,
                 atravessam facilmente a membrana alveolar e, rapidamente (em minutos),
                 atingem o sistema nervoso central (SNC). A eliminação destes solventes, tanto
                 em animais como no homem, ocorre principalmente pelo trato respiratório. Em
                 caso de ingestão, a eliminação ocorre principalmente através das fezes.
                 Clorpirifós: Inibe permanentemente a acetilcolinesterase, causando acúmulo de
                 acetilcolina e superestimulação das terminações nervosas que atuam nas
                 células musculares, glandulares, ganglionares e do sistema nervoso central
                 (SNC).
Toxicodinâmica
                 Solvente de nafta: O principal modo de ação tóxica é a depressão do SNC. A
                 toxicidade é menor que para outros hidrocarbonetos aromáticos como o benzeno
                 e o xileno puros.
                 Clorpirifós: Os efeitos podem ocorrer minutos ou horas após exposição.
                 Manifestações agudas:
                 Muscarínicas (síndrome parassimpaticomimética, muscarínica ou colinérgica):
                 vômito, diarreia, cólicas abdominais, broncoespasmo, miose puntiforme e
                 paralítica, bradicardia, hipersecreção (sialorreia, lacrimejamento, broncorreia e
                 sudorese), cefaléia, incontinência urinária, visão borrada. Diaforese severa pode
                 provocar desidratação e hipovolemia graves, resultando em choque.
                 Nicotínicas (síndrome nicotínica): midríase, mialgia, hipertensão arterial,
                 fasciculações musculares, tremores e fraqueza, que são, em geral, indicativos de
                 gravidade. Pode haver paralisia de musculatura respiratória levando à morte.
                 Taquicardia e hipertensão arterial podem manifestar-se, e serem alteradas pelo
                 efeito muscarínico.
                 Efeitos em SNC (síndrome neurológica): ansiedade, agitação, confusão mental,
                 ataxia, depressão de centros cardiorrespiratórios, convulsões e coma.
                 Manifestações tardias:
                 - Síndrome intermediária: aparece 1 - 4 dias após a exposição e a resolução da
                 crise colinérgica aguda. É caracterizada por paresia dos músculos respiratórios e
                 debilidade muscular que acomete principalmente a face, o pescoço e as porções
   Sintomas e
                 proximais dos membros. Também pode haver comprometimento de pares
 sinais clínicos
                 cranianos e diminuição de reflexos tendinosos. A crise cede após 4 - 21 dias de
                 assistência ventilatória adequada, mas pode prolongar-se, às vezes, por meses
                 após a exposição.
                 - Neuropatia retardada induzida por organofosforados: ela aparece em 14 a 28
                 dias após a exposição e é desencadeada por dano aos axônios de nervos
                 periféricos e centrais. A crise se caracteriza por paresias ou paralisias simétricas
                 de extremidades, sobretudo inferiores, podendo persistir durante semanas ou
                 anos. São casos raros, após exposições agudas e intensas.
                 - Outros efeitos sobre o sistema nervoso central: déficit residual de natureza
                 neuropsiquiátrica, com depressão, ansiedade, irritabilidade, comprometimento da
                 memória, concentração e iniciativa podem observar-se.
                 Solvente de nafta: Fatores de risco: doenças respiratórias e dérmicas pré-
                 existentes.
                 Em altas concentrações por via respiratória de vapor/aerosol irritam os olhos e
                 as vias respiratórias, podem causar depressão do SNC (cefaleia, vertigem,
                 efeitos anestésicos, sonolência, confusão, perda de consciência) e em menor
                 proporção, arritmias cardíacas, altas doses podem levar a óbito. Através da
                                                                                      BULA
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              exposição oral, quando ingeridos não causam toxicidade sistêmica importante
              devido à pobre absorção, a exceção de pneumonia aspirativa que pode
              progredir, em alguns casos, até o óbito. Devido à presença de naftaleno, quando
              ingerido em grandes concentrações, pode causar hemólise (poderá produzir
              lesões renais) e cataratas.




              Confirmação da exposição e quadro clínico compatível, associados ou não à
              queda na atividade das colinesterases. Queda em 25% ou mais de sua atividade
              original indica exposição importante. Queda de 50% é geralmente associada
              com exposição intensa.
Diagnóstico   A pseudocolinesterase é um indicador sensível, mas não específico. Ambas
              podem demorar de 3-4 meses para se normalizar.
              Outros controles incluem: eletrólitos, glicemia, creatinina, amilase pancreática,
              enzimas hepáticas, gasometria, ECG (prolongamento de QT), RX tórax (edema
              pulmonar e aspiração).




                                                                                BULA
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             Descontaminação
             - Remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da pele
             (incluindo pregas cutâneas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água corrente
             abundante e sabão neutro. Remover a vítima para local bem ventilado.
             - Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou
             água corrente, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e
             mucosas.
             - Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem gástrica. Atentar para nível
             de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração, por intubação.
             Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos, 25-50 g em
             crianças de 1-12 anos e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na
             proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
             ADVERTÊNCIA: A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
             durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por
             equipamentos de segurança (luvas de nitrila e avental impermeável), de forma a
             não se contaminar com o agente tóxico.
             Emergência, suporte e tratamento sintomático
             Manter vias aéreas permeáveis, evitar a pneumonite química devida, através de
             intubação oro - traqueal, aspirar secreções e oxigenar. Atenção especial para
Tratamento   fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória repentina, hipotensão
             e arritmia cardíaca. Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário.
             Monitorar: oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, pH, eletrólitos, amílase
             sérica.
             CLORPIRIFÓS
             Antagonista e antídoto:
             - Atropina- agonista antimuscarínico - reverte os sintomas muscarínicos, mas
             não os nicotínicos. A presença de taquicardia inicial e hipertensão não contra-
             indicam a atropinização. Em caso de dúvida, fazer teste diagnóstico com 0,25 a
             1 mg de atropina: se a taquicardia ceder ou não se alterar, começar o tratamento
             imediatamente, pois sua causa é a hipóxia. A administração de atropina só
             deverá ser realizada quando houver sinais clínicos de efeitos
             anticolinesterásicos.
             Dose de 2,0 - 4,0 mg em dose de ataque (adultos), e 0,05 mg/kg em crianças,
             EV, diluídos em soro fisiológico 1:2. Repetir, se necessário, a cada 5 a 10
             minutos. As preparações de atropina disponíveis no mercado, normalmente têm
             a concentração de 0,25 ou 0,50 mg/ml.
             O parâmetro para a manutenção ou suspensão do tratamento é clínico, e se
             baseia na reversão da broncorreia (ausculta pulmonar) e na constatação do
             desaparecimento da fase hipersecretora, ou no aparecimento de sintomas de
             intoxicação atropínica (hiperemia de pele, boca seca, pupilas dilatadas e
             taquicardia). Alcançados sinais de atropinização, ajustar a dose de manutenção
             destes efeitos por 24 horas ou mais.
             Manter em observação por 72 horas, com monitorização cardiorrespiratória e
             oximetria de pulso. A ação letal dos organofosforados é comumente secundária
             à insuficiência respiratória, pelos mecanismos de broncoconstrição, secreção
             pulmonar excessiva, falência da musculatura respiratória e depressão do centro
             respiratório por hipóxia.
             - Pralidoxima - antídoto específico dos organofosforados. Sua ação visa
             restaurar a atividade da colinesterase, o que justifica coleta de amostra de
             sangue heparinizado prévia à sua administração, para estabelecimento da
             efetividade do tratamento. Age em todos os sítios afetados (muscarínicos,

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                 nicotínicos e provavelmente no SNC). Não reativa a colinesterase plasmática. A
                 pralidoxima não substitui a atropina.
                 Dose de ataque:
                 Adultos: 1-2 g, preferencialmente endovenosa, podendo ser utilizada
                 intramuscular ou subcutânea, em doses não maiores que 200 mg/minuto,
                 diluídas em soro fisiológico. Pode ser repetida a partir de 2 horas após a primeira
                 administração, não ultrapassando a dose máxima de 12 g/dia. Crianças: 20 a 40
                 mg/kg, preferencialmente endovenosa, podendo ser utilizada intramuscular ou
                 subcutânea, (não exceder 4 mg/kg/min).
                 Deve ser iniciada nas primeiras 24 h, para ser mais efetiva, mas pode ser
                 realizada mais tarde, em especial no caso de compostos lipossolúveis. Se
                 ocorrerem convulsões, o paciente pode ser tratado com benzodiazepínicos sob
                 orientação médica.
                 Solvente de nafta:
                 Exposição
                 Oral: Lavagem gástrica: não está indicada pelo elevado potencial de aspiração;
                 carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção
                 sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 h). Dose: suspensão
                 (240 ml de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em adultos, 25 a 50 g em
                 crianças de (1-12) a e 1g/kg em < 1 a; Emergência, suporte e tratamento
                 sintomático: manter as vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar
                 oxigênio e intubar se necessário.
                 Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso
                 de ventilação assistida se requerido. Monitorar oxigenação (oximebia ou
                 gasometria), eletrólitos, ECG, etc. Manter internação por no mínimo 24 horas
                 após o desaparecimento dos sintomas.
                 A diálise e a hemoperfusão são contraindicadas.
                 O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de depressão do SNC e
    Contra-      pneumonite química por aspiração pulmonar.
  indicações     Aminas adrenérgicas só devem ser usadas em indicações específicas,
                 devido à possibilidade de hipotensão e fibrilação cardíaca (morfina,
                 succinilcolina, teofilina, fenotiazinas e reserpina).
    Efeitos
                 Com outros organofosforados ou carbamatos.
  sinérgicos
                 Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o
                 diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
                 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                 (RENACIAT/ANVISA/MS)
 ATENÇÃO         As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças
                 e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de
                 Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique o caso no
                 Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
                 Telefone de Emergência da empresa: 0800-7712222

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
"Vide item Toxicocinética" e "Vide item Toxicodinâmica".

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto formulado):
DL50 oral em ratas fêmeas: 50 mg/kg de peso corpóreo.
DL50 dérmica em ratos machos e fêmeas > 2.000 mg/kg
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CL50 inalatória em ratos machos e fêmeas > 1,92 mg/L no ar
Irritação dérmica: não irritante.
Irritação ocular: irritante.
Sensibilização dérmica: não causou sensibilização dérmica
Sensibilização respiratória: não há informações disponíveis sobre sensibilização
respiratória.
Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação
gênica reversa em bactérias (teste de Ames) e não apresentou atividade mutagênica em
células de camundongos.

Efeitos crônicos:
O ingrediente ativo clorpirifós não apresentou potencial carcinogênico quando
administrado por longos períodos, através da dieta, para mamíferos. Nem tampouco
apresentou potencial para efeitos teratogênicos ou distúrbios na reprodução de animais
experimentais. Em todos os estudos conduzidos com o produto técnico, foi estabelecido
um nível sem efeito observado (NOEL), sendo reconhecido como alvo de toxicidade a
inibição da colinesterase plasmática.


              DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
■ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
□ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos
benéficos.
- Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas;
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior
a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.



                                                                                 BULA
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2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa AllierBrasil Agro Ltda -
Telefone da empresa: (11) 3151-4360
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas
de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do
telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO 2, PÓ
QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS    DE   LAVAGEM,   ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s
- Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do
produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

                                                                                  BULA
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- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por
30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve
ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.



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EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas
pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este
tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados
por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
Restrição de uso no Estado do Paraná para Contarinia sorghicola em sorgo.




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