Clorim
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/SP
Herbicida
clorimurom-etílico (sulfoniluréia) (250 g/kg)
Informações
Número de Registro
8306
Marca Comercial
Clorim
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
clorimurom-etílico (sulfoniluréia) (250 g/kg)
Titular de Registro
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Soja
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Soja
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Conteúdo da Bula
V2025 01 21
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CLORIM
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 08306
COMPOSIÇÃO:
Ethyl 2-(4-chloro-6-methoxypyrimidin-2-ylcarbamoylsulfamoyl)benzoate
(CLORIMUROM-ETÍLICO)...........................................................................250 g/kg (25% m/m)
Outros ingredientes................................................................................. 750 g/kg (75% m/m)
GRUPO B HERBICIDA
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida
GRUPO QUÍMICO: Sulfoniluréia
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos Dispersíveis em água (WG)
TITULAR DO REGISTRO (*):
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Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1050.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
CLORIMURUN TÉCNICO UPL - REGISTRO MAPA Nº 06206
JIANGSU CHANGLONG CHEMICALS CO., LTD. - Longhu Tang, New District of Changzhou, Jiangsu -
República Popular da China.
JIANGSU INSTITUTE OF ECONOMES - No. 95, North of Huanyuan Road, Jintan Economic Development
District, Jintan, Jiangsu - República Popular da China.
SHENYANG SCIENCREAT CHEMICALS CO., LTD. - No. 8, Shenliaodong Road, Shenyang - República
Popular da China.
WISCHEM CO., LTD. - Dianchang Road, Jintan, Jiangsu 213200 - República Popular da China.
FORMULADOR:
ADAMA BRASIL S/A. - Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86.031-610 -
Londrina/PR - CNPJ:02.290.510/0001-76 - Cadastro no Estado (ADAPAR/PR) n° 003263.
AGM ARGENTINA S.A. - Parque Industrial de Pilar - Parcela 3 - CP B1630CFA Pilar, Província de Buenos
Aires - Argentina.
COMPANIA CIBELES S.A. - Rodovia 74 km 26 (Joaquim Suarez), Canelones - Uruguai.
DALIAN RAIZER PESTICIDES CO., LTD. - Nº 101 Xinanyao Jinzhou Dalian - República Popular da China.
FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA - Rodovia Presidente Castello Branco km 68,5 CEP 18120-970
- Mairinque/SP - CNPJ 47.226.493/0001-46 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 31.
GSP CROP SCIENCE LIMITED - 551, Phase II, G.I.D.C. Kathwada, Ahmedabad 382430 - Índia.
ADAMA LTD. - 93 East Beijing Road, 434001, Jingshou, Hubei - China.
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS - Avenida Liberdade, 1701, Cajuru do Sul, CEP 18087-170 -
Sorocaba/SP - CNPJ: 61.142.552/0001-30 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 008.
JIANGSU CHANGLONG CHEMICALS CO., LTD. - Longhu Tang, New District of Changzhou, Jiangsu -
China.
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JIANGSU REPONT PESTICIDE FACTORY CO., LTD. - Nº 8 Huacheng East Road, Jintan, Jiangsu - China.
JIANGSU REPONT AGROCHEMICAL CO., LTD. - Nº 18 Haiyou Road, Yangkou, Rudong, Jiangsu, 226407
- China.
JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO., LTD. - North Area of Dongsha Chemzone, 215600
Zhangjiagang, Jiangsu - China.
SHANDONG JINGBO AGROCHEMICALS TECHNOLOGY CO., LTD. - Economic Development Zone,
Boxing County 256500 Binzhou, Shandong - China.
LAOTING YOLOO BIO-TECHNOLOGY CO., LTD. - Nº A-3 Tianjin Road, Laoting Economic Development
Zone, Hebei Province, 063600 - China.
MEGHMANI ORGANICS LIMITED - Unit IV Plot nº 22/2 G.I.D.C Industrial State, Village - Panoli, Dist
Bharuch 3940116 Ankleshwar - Gujarat - Índia.
NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD. - Binhai Road, nº 1165, Ningbo Chemical Industry Zone,
Xiepu Zhenhai District Ningbo Zhejiang Province, 31540 - China.
NORTOX S.A. - BR 369 - Km 197, s/n, Aricanduva - CEP 86701-050 - Arapongas/PR - CNPJ
75.263.400/0001-99 - Cadastro no Estado (ADAPAR/PR) nº 000466.
SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A. - Avenida Wilson Camurça, 2138 - Distrito
Industrial I - CEP 61939-000 - Maracanaú/CE - CNPJ 07.467.822/0001-26 - Cadastro no Estado SEMACE
nº 358/2021 DICOP.
OURO FINO QUÍMICA S.A. - Av. Filomena Cartafina, 22335, Qd. 14, Lote 5, Dist. Industrial III, CEP
38044-750 – Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Cadastro no Estado (IMA/MG) nº 8.764.
PRENTISS QUÍMICA LTDA. - Rodovia PR 423, s/n, Km 24,5 – Jardim das Acácias - CEP 83600-000 –
Campo Largo/PR - CNPJ: 00.729.422/0001-00 - Cadastro no Estado (SEAB/PR) nº 002669.
SHANDONG WEIFANG RAIBOW CHEMICAL CO., LTD. - Binhai Economic Development Area 262737
Weifang, Shandong - China.
SML LIMITED - Plot nº 230/231/232, G.I.D.C., Panoli, Dist Bharuch, Gujarat - Índia.
SML LIMITED - 303/304, T.V. Industrial State, Behind Glaxo, S.K Ahire Marg, Worli, Mumbai - 400 025 -
Índia.
SML LIMITED - G.I.D.C., Plot nº 1904, A-18/18, Panoli, Dist: Bharuch, Gujarat - Índia.
SML LIMITED - G.I.D.C., Plot nº 1905/1928/29/30, Panoli, Dist: Bharuch, Gujarat - Índia.
TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. - Av. Roberto Simonsen,
1459 – Recantos dos Pássaros, 13148-030 - Paulínia/SP - CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Cadastro no Estado
(CDA/SP) nº 477.
UNIPHOS COLOMBIA PLANT LIMITED - Via 40, nº 85-85, Barranquilla - Colômbia.
UPL ARGENTINA S.A. - Ruta Nacional 3, km 92,5 San Martin Y Craig, Abbott, Buenos Aires - Argentina.
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Ituverava/SP - CEP: 14500-000 - CNPJ: 02.974.733/0003-14 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1049.
UPL LIMITED - 3101/2, GIDC, Ankleshwar-393 002, Dist Bharuch, Gujarat - Índia.
UPL LIMITED - I.G.C., SIDCO, Samba Phase I, District Samba, Jammu & Kashmir - Índia.
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SUPERFORM CHEMISTRIES LIMITED - 117, GIDC, Ankleshwar, Dist Bharuch, Gujarat, 393002 -
Índia.
SUPERFORM CHEMISTRIES LIMITED - 3405/3406 GIDC, Ankleshwar, Dist Bharuch, Gujarat,
393002 - Índia.
SUPERFORM CHEMISTRIES LIMITED - Plot nº 750, GIDC, P.B. nº 9, Jhagadia, Dist Bharuch,
Gujarat, 393110 - Índia.
SUPERFORM CHEMISTRIES LIMITED - 3-11, GIDC, Vapi, Gujarat, 396195 - Índia.
YONGNONG BIOSCIENCES CO., LTD. - nº 3, Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf Economy and Tecnology
Development Zone, 312369, Shangyu, Zhejiang - China.
IMPORTADOR:
CCAB AGRO LTDA.
Alameda Santos, 2159 - 6º andar - Bairro: Cerqueira Cesar - CEP: 01.419-100 - São Paulo/SP. Cadastro
no Estado (CDA/SP) nº 820.
ORIGEO COMÉRCIO DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Rua Projetada, 150, Distrito Industrial - CEP: 78098-530 - Cuiabá/MT
CNPJ: 44.552.174/0005-66 - Cadastro no Estado (INDEA/MT) nº 29697.
R C/Trecho 03, S/N, complemento: Parte Armazém G, Bairro: Centro Industrial do Cerrado
CEP: 47850-000 - Luis Eduardo Magalhães/BA
CNPJ: 44.552.174/0003-02 - Cadastro no Estado (ADAB/BA) nº 138023.
Avenida A, n° 01, Quadra A, Lote 1A a 2A, Sala UBDS, Distrito Industrial
CEP: 65800-000 - Balsas/MA
CNPJ: 44.552.174/0002-13 - Cadastro no Estado (AGED/MA) nº 1117.
Avenida Constante Pavan, n° 4633, Betel - CEP: 13148-198 - Paulínia/SP
CNPJ: 44.552.174/0008-09 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4431.
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto
no Art. 4º do Decreto Nº 7.212, de 15 de Junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
AGUDO.
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III - PRODUTO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE.
Cor da Faixa: Azul PMS Blue 293 C
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INSTRUÇÕES DE USO:
CLORIM é um herbicida pós-emergente, sistêmico, seletivo para a cultura da soja, podendo ser utilizado
sistema de no plantio convencional e direto. No plantio direto pode ser aplicado tanto em pré como pós-
plantio da cultura.
MECANISMO DE AÇÃO EM RELAÇÃO AOS ALVOS BIOLÓGICOS:
O produto penetra nas plantas infestante através da absorção por folhas e raízes. Se transloca por toda a
planta através do xilema e floema. Trata-se de um inibidor de ALS (acetolactase), uma enzima responsável
pela síntese dos aminoácidos essenciais, valina, leucina e isoleucina. O crescimento da planta é inibido
poucas horas após a aplicação, mas os sintomas de injúria demoram alguns dias para aparecer.
Inicialmente ocasiona o amarelecimento e morte da gema apical e posteriormente de toda a planta,
interferindo na divisão celular. Em algumas plantas ocorre o encurtamento dos entrenós, em outras o
espessamento na base do caule. O sistema radicular tem seu desenvolvimento prejudicado e há um
encurtamento das raízes secundárias. Ocorre estagnação no desenvolvimento e a morte das plantas
infestantes sensíveis em um período entre 7 e 21 dias.
CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, VOLUME DE CALDA e NÚMERO DE APLICAÇÕES:
DOSE
PLANTAS INFESTANTES PRODUTO VOLUME DE
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO
CULTURA Nome comum COMERCIAL CALDA
DE APLICAÇÃO
(Nome científico) (g/ha) (L/ha)
Pós-emergência da
cultura e planta
infestante
Corda-de-viola
Ipomoea grandifolia
A aplicação do produto deve ser
em pós-emergência das plantas
Picão-Preto
infestantes de folhas largas
Bidens pilosa
(dicotiledôneas), quando as
Terrestre mesmas estiverem no início do
Caruru-roxo
100 - 300 seu desenvolvimento (até 2 a 6
Amaranthus hybridus 60 a 80
folhas) e quando a soja estiver a
partir do 3º trifólio. CLORIM pode
ser usado no manejo da cobertura
Beldroega
vegetal (pré-plantio) e ou no ciclo
Portulaca oleracea
Soja da cultura (plantio a colheita).
Aplicar no máximo 80 g/ha do
Pré-plantio da produto por ciclo da cultura (do
cultura e pós pré-plantio a colheita).
emergência
da planta infestante Aéreo
20 a 40 Realizar no máximo 1
aplicação durante o ciclo da
Caruru-roxo
cultura.
Amaranthus hybridus
Beldroega
Portulaca oleracea
MODO DE APLICAÇÃO:
Recomendações gerais:
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Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou
autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque ou cônico vazio, visando à produção de
gotas finas a médias para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção
do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da
ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas
com rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa
sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do
fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar
tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Via aérea: A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um
Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas,
boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições
meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.
Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam
devidamente limpos. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se
encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e
adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Feito isso, deve-se completar o volume do
tanque com água quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é
recomendada. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o
término da aplicação, sem interrupção. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do
pulverizador.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Soja: 65 dias.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda,
evitando-se sempre que possível que pessoas alheias ao tratamento com a cultura e animais domésticos
circulem pela área tratada. Utilizar os EPI's indicados no item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE
HUMANA”, caso houver necessidade de entrar na área tratada antes da secagem total da calda aplicada.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivo para culturas agrícolas.
• O produto necessita de 2 horas sem chuva após a aplicação para não ter seu efeito reduzido por lavagem
do produto.
• Não aplicar o produto em períodos de estiagem prolongada, nas horas mais quentes e com umidade
relativa inferior a 60%.
• No caso de rotação de culturas, aguardar o prazo de 60 dias após a aplicação do CLORIM na soja para o
plantio de trigo, feijão, algodão e milho. Para outras culturas realizar bioensaios antes do plantio.
• Fitotoxicidade: Não existe evidência de fitotoxicidade para a soja nas doses recomendadas a partir do
estádio de 3º trifólio, no entanto pode ocorrer leve necrose nas folhas apicais, sem prejuízo para a
produtividade.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente - IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente - IBAMA/MMA).
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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente - IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a
perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo B para o controle do mesmo alvo,
quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação
Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org),
Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO B HERBICIDA
O produto herbicida CLORIM é composto por CLORIMUROM, que apresenta mecanismo de ação dos
inibidores da ALS (Acetolactato sintase ou acetohidroxidoácido sintase AHS) pertencente ao Grupo B,
segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola;
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas;
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca;
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas
e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
habilitado;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
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• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA
CALDA:
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara; óculos de segurança com proteção
lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados;
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região;
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto;
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara; óculos de segurança com proteção
lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter
os avisos até o final do período de reentrada;
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação;
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais;
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação;
• Não reutilizar a embalagem vazia;
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• No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de
algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida;
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
fabricante.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Pode ser nocivo se ingerido
ATENÇÃO
Pode ser nocivo em contato com a pele
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, o folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
INTOXICAÇÕES POR
- CLORIM -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico CLORIMUROM-ETÍLICO: sulfonilureia
Classe toxicológica Categoria 5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de exposição Dérmica e inalatória.
Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas
considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
Toxicocinética Clorimurom-etílico: O clorimurom-etílico foi bem absorvido pela via
gastrointestinal em estudo em ratos. A distribuição foi ampla, com os níveis
mais altos sendo detectados no fígado.
Em estudos pela via oral em ratos, o clorimurom-etílico foi amplamente
biotransformado e menos de 10% da dose foi eliminada nas fezes na forma
da substância inalterada após 24 horas da administração.
A eliminação foi rápida, com meia vida de 50 horas, e ocorreu tanto através
da urina quanto através das fezes. Não houve evidência de bioacumulação
no organismo. Após 168 horas não foram detectadas quantidades
significativas da substância ou de seus metabólitos nos tecidos de ratos.
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Toxicodinâmica Clorimurom-etílico: não são conhecidos os mecanismos específicos de
toxicidade desta substância em humanos.
Sintomas e sinais Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
clínicos Em animais de experimentação, o produto foi possivelmente nocivo se
ingerido e em contato com a pele. Não apresentou potencial de causar
irritação dérmica nem ocular. Também não apresentou potencial de
sensibilização dérmica.
Clorimurom-etílico: Não são conhecidos sintomas específicos da intoxicação
por clorimurom-etílico em humanos. A ingestão de grandes quantidades de
herbicidas da classe das ureias pode levar ao desenvolvimento de
metemoglobinemia, um efeito raro. Sintomas de toxicidade sistêmica não
são esperados a menos que ocorra a ingestão de grande quantidade do
produto.
Exposição ocular: Em contato com os olhos, o produto pode causar
irritação, com ardência e vermelhidão.
Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato
respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição oral: A ingestão de grandes quantidades pode causar irritação
do trato gastrointestinal, com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. O
desenvolvimento de metemoglobinemia é raro, mas, pode ocorrer em casos
de ingestão de grandes quantidades de herbicidas do grupo químico das
ureias substituídas, e é caracterizada por causar depressão do sistema
nervoso central, cianose e hipoxemia.
Exposição crônica: Em animais, não foi observado potencial cancerígeno
nem potencial de toxicidade para a reprodução ou efeitos teratogênicos.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência
de quadro clínico compatível.
Clorimurom-etílico: o diagnóstico é estabelecido pela confirmação da
exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, associados ou não
à ocorrência de metemoglobinemia e cianose. Realizar a dosagem de
metemoglobina em pacientes com cianose. Na exposição ocupacional ao
tebutiurom, caracterizam nível de risco quando as concentrações sanguíneas
de metemoglobina estão iguais ou superiores a 1,5% da hemoglobina.
Tratamento CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa
que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das
medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de
segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem
estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e
medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência
cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal).
Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência.
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Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de
secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário
para manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa,
pode ser necessária ventilação pulmonar assistida.
Medidas de descontaminação e tratamento:
O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e
avental impermeáveis.
Exposição oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma
espontânea em pacientes intoxicados.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
- Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada.
Considerar a lavagem gástrica somente após ingestão de uma quantidade
potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão
(geralmente dentro de 1 hora).
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em
caso de intoxicação por clorimurom-etílico. Avaliar a necessidade de
administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão
de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual -
adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças: 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg
(menos de 1 ano de idade).
Exposição inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade
respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema
pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na
ventilação, conforme necessário.
Exposição dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos.
Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou
dor persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
específico.
Exposição ocular:
Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura
ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Em caso de produto sólido, assegurar
que todas as partículas tenham sido removidas com a lavagem. Evitar que a
água de lavagem contamine o outro olho. Se irritação, dor, inchaço,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado
para tratamento específico.
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ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento
sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção
das funções vitais.
Medidas sintomáticas e de manutenção:
- Em caso de sintomas de metemoglobinemia, avaliar a necessidade de
administração de 1 a 2 mg/kg de azul de metileno a 1% lentamente, via
intravenosa, em pacientes sintomáticos. Doses adicionais podem ser
necessárias, a critério médico. Oxigenoterapia também pode ser utilizada
para tratamento de metemoglobinemia.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos
protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em
pacientes não intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração
gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das
interações Não são conhecidos.
químicas
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação 0800-722-6001. Rede Nacional
de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Centro de Informação Toxicológica - Curitiba/PR: 0800 041 0148
Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 - (19) 3518-5465
Endereço eletrônico da empresa: www.upl-ltd.com/br
Correio eletrônico da empresa: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: >2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4 horas): não aplicável (produto dispensado de apresentar estudo de
toxicidade aguda inalatória).
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos causou eritema
(grau 1) e edema (grau 1 a 2) em 3/3 dos animais. Os sinais de irritação foram revertidos em
até 7 dias. Nas condições do teste, o produto foi classificado como não irritante para a pele.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos causou hiperemia
(grau 1) em 3/3 dos animais e edema (grau 1) em 1/3 dos animais. Os sinais de irritação foram
revertidos em até 24 horas. Nas condições do teste, o produto foi classificado como não irritante
para os olhos.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
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Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica
reversa em bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de
camundongos.
Efeitos crônicos:
Clorimurom-etílico: Em estudos subcrônicos, em ratos, foram observados efeitos no fígado
(aumento do peso e marginalização do conteúdo citoplasmático dos hepatócitos), com valores
de NOAEL estabelecidos em 7 e 8 mg/kg p.c./dia (machos e fêmeas). Em cães, foram observados
aumento do peso do fígado, atrofia do timo e da próstata além de efeitos hematológicos
(diminuição da contagem de eritrócitos, hematócrito e concentração de hemoglobina) (NOAEL
machos/fêmeas = 2,8/2,9 mg/kg p.c./dia; LOAEL machos/fêmeas = 45,8/42,7 mg/kg p.c./dia).
Em estudos crônicos em cães, foi observado leve anemia (NOAEL machos/fêmeas = 10/9 mg/kg
p.c./dia; LOAEL machos/fêmeas = 51/55 mg/kg p.c./dia). Em camundongos, nenhum efeito
relacionado ao tratamento foi observado após exposição subcrônica e crônica.
Não foi observado potencial mutagênico em estudos in vitro e in vivo com o clorimurom-etílico.
Não houve evidência de potencial cancerígeno em estudos em ratos e camundongos.
Em estudo de neurotoxicidade aguda, foram observadas a redução da agitação e da atividade
motora em ratos, nas doses média e alta. Na maior dose, os machos apresentaram uma postura
curvada e aumento da incidência de fechamento palpebral (NOAEL = 100 mg/kg p.c./dia; LOAEL
= 500 mg/kg p.c./dia). No estudo de neurotoxicidade subcrônica, não foi observado nenhum
efeito neurotóxico relacionado ao tratamento.
No estudo de toxicidade ao desenvolvimento pré-natal, em coelhos, foi observado atraso na
ossificação, na ausência de toxicidade materna (NOAEL/LOAEL materno = 48/300 mg/kg
p.c./dia; NOAEL/LOAEL prole = 13/48 mg/kg p.c./dia). Já em ratos, o atraso na ossificação foi
observado na presença de toxicidade materna (NOAEL/LOAEL materno e da prole = 30/150
mg/kg p.c./dia). No estudo de 2 gerações em ratos, foram observadas alterações
histopatológicas no cerebelo (alterações celulares nas camadas granular interna e germinativa
externa) em filhotes, na ausência de toxicidade materna, com NOAEL da prole (machos/fêmeas):
17/21 mg/kg p.c./dia; e NOAEL reprodutivo (machos/fêmeas): 177/214 mg/kg p.c./dia. Tais
efeitos não tiveram associação com neurotoxicidade nem com alterações
neurocomportamentais.
EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:
Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em
humanos.
SINTOMAS DE ALARME:
Metemoglobinemia (cianose, hipoxemia, tontura e fraqueza).
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE
• Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
X PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
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• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para (algas).
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às
atividades aeroagrícolas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E
COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. – Telefone de Emergência: 0800 707 7022 ou
(19) 3518-5465.
• Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado
e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso,
consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
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Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO 2, pó químico etc.,
ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça essa operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir
os seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
• Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
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e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde são guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio desta embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre,
que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre,
que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
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ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas,
animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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