Clefandim 240 EC
Proregistros Registros de Produtos Ltda - EPP
Herbicida
cletodim (oxima ciclohexanodiona) (240 g/L)
Informações
Número de Registro
43725
Marca Comercial
Clefandim 240 EC
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
cletodim (oxima ciclohexanodiona) (240 g/L)
Titular de Registro
Proregistros Registros de Produtos Ltda - EPP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Abacaxi
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Abacaxi
Cenchrus echinatus
Abacaxi
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Abacaxi
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Abacaxi
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Abacaxi
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Abacaxi
Eragrostis ciliaris
capim-de-canário; capim-de-rola; capim-mimoso (4)
Abacaxi
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Abacaxi
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Abacaxi
Pennisetum americanum
milheto
Abacaxi
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Abacaxi
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Abacaxi
Setaria geniculata
bambuzinho; capim-rabo-de-gato (1); capim-rabo-de-raposa (1)
Abacaxi
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Abacaxi
Triticum aestivum
trigo
Abacaxi
Zea mays
milho
Algodão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão
Cenchrus echinatus
Algodão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Algodão
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Algodão
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Algodão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Algodão
Eragrostis ciliaris
capim-de-canário; capim-de-rola; capim-mimoso (4)
Algodão
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Algodão
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Algodão
Pennisetum americanum
milheto
Algodão
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Algodão
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Algodão
Setaria geniculata
bambuzinho; capim-rabo-de-gato (1); capim-rabo-de-raposa (1)
Algodão
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Algodão
Triticum aestivum
trigo
Algodão
Zea mays
milho
Alho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Alho
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Alho
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Alho
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Alho
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Alho
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Alho
Eragrostis ciliaris
capim-de-canário; capim-de-rola; capim-mimoso (4)
Alho
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Alho
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Alho
Pennisetum americanum
milheto
Alho
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Alho
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Alho
Setaria geniculata
bambuzinho; capim-rabo-de-gato (1); capim-rabo-de-raposa (1)
Alho
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Alho
Triticum aestivum
trigo
Alho
Zea mays
milho
Batata
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Batata
Cenchrus echinatus
Batata
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Batata
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Batata
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Batata
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Batata
Eragrostis ciliaris
capim-de-canário; capim-de-rola; capim-mimoso (4)
Batata
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Batata
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Batata
Pennisetum americanum
milheto
Batata
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Batata
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Batata
Setaria geniculata
bambuzinho; capim-rabo-de-gato (1); capim-rabo-de-raposa (1)
Batata
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Batata
Triticum aestivum
trigo
Batata
Zea mays
milho
Batata yacon
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Batata yacon
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Batata yacon
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Batata yacon
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Batata yacon
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Batata yacon
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Batata yacon
Eragrostis ciliaris
capim-de-canário; capim-de-rola; capim-mimoso (4)
Batata yacon
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Batata yacon
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Batata yacon
Pennisetum americanum
milheto
Batata yacon
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Batata yacon
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Batata yacon
Setaria geniculata
bambuzinho; capim-rabo-de-gato (1); capim-rabo-de-raposa (1)
Batata yacon
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Batata yacon
Triticum aestivum
trigo
Batata yacon
Zea mays
milho
Batata-doce
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Batata-doce
Cenchrus echinatus
Batata-doce
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Batata-doce
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Batata-doce
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Batata-doce
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Batata-doce
Eragrostis ciliaris
capim-de-canário; capim-de-rola; capim-mimoso (4)
Batata-doce
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Batata-doce
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Batata-doce
Pennisetum americanum
milheto
Batata-doce
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Batata-doce
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Batata-doce
Setaria geniculata
bambuzinho; capim-rabo-de-gato (1); capim-rabo-de-raposa (1)
Batata-doce
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Batata-doce
Triticum aestivum
trigo
Batata-doce
Zea mays
milho
Berinjela
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Berinjela
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Berinjela
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Berinjela
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Berinjela
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Berinjela
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Berinjela
Eragrostis ciliaris
capim-de-canário; capim-de-rola; capim-mimoso (4)
Berinjela
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Berinjela
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Berinjela
Pennisetum americanum
milheto
Berinjela
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Berinjela
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Berinjela
Setaria geniculata
bambuzinho; capim-rabo-de-gato (1); capim-rabo-de-raposa (1)
Berinjela
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Berinjela
Triticum aestivum
trigo
Berinjela
Zea mays
milho
Café
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Café
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Café
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Café
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Café
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Café
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Café
Eragrostis ciliaris
capim-de-canário; capim-de-rola; capim-mimoso (4)
Café
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Café
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Café
Pennisetum americanum
milheto
Café
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Café
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Café
Setaria geniculata
bambuzinho; capim-rabo-de-gato (1); capim-rabo-de-raposa (1)
Café
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Café
Triticum aestivum
trigo
Café
Zea mays
milho
Cana-de-açúcar
Canola
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Canola
Cenchrus echinatus
Canola
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Canola
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Canola
Zea mays
milho
Cará
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cará
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cará
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cará
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Cará
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Cará
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cará
Eragrostis ciliaris
capim-de-canário; capim-de-rola; capim-mimoso (4)
Cará
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Cará
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Cará
Pennisetum americanum
milheto
Cará
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Cará
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Cará
Setaria geniculata
bambuzinho; capim-rabo-de-gato (1); capim-rabo-de-raposa (1)
Cará
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Cará
Triticum aestivum
trigo
Cará
Zea mays
milho
Cebola
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cebola
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cebola
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cebola
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Cebola
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Cebola
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cebola
Eragrostis ciliaris
capim-de-canário; capim-de-rola; capim-mimoso (4)
Cebola
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Cebola
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Cebola
Pennisetum americanum
milheto
Cebola
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Cebola
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Cebola
Setaria geniculata
bambuzinho; capim-rabo-de-gato (1); capim-rabo-de-raposa (1)
Cebola
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Cebola
Triticum aestivum
trigo
Cebola
Zea mays
milho
Cenoura
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cenoura
Cenchrus echinatus
Cenoura
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cenoura
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Cenoura
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Cenoura
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cenoura
Eragrostis ciliaris
capim-de-canário; capim-de-rola; capim-mimoso (4)
Cenoura
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Cenoura
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Cenoura
Pennisetum americanum
milheto
Cenoura
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Cenoura
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Cenoura
Setaria geniculata
bambuzinho; capim-rabo-de-gato (1); capim-rabo-de-raposa (1)
Cenoura
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Cenoura
Triticum aestivum
trigo
Cenoura
Zea mays
milho
Feijão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Feijão
Cenchrus echinatus
Feijão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Feijão
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Feijão
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Feijão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Feijão
Eragrostis ciliaris
capim-de-canário; capim-de-rola; capim-mimoso (4)
Feijão
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Feijão
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Feijão
Pennisetum americanum
milheto
Feijão
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Feijão
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Feijão
Setaria geniculata
bambuzinho; capim-rabo-de-gato (1); capim-rabo-de-raposa (1)
Feijão
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Feijão
Triticum aestivum
trigo
Feijão
Zea mays
milho
Fumo
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Fumo
Cenchrus echinatus
Fumo
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Fumo
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Fumo
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Fumo
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Fumo
Eragrostis ciliaris
capim-de-canário; capim-de-rola; capim-mimoso (4)
Fumo
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Fumo
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Fumo
Pennisetum americanum
milheto
Fumo
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Fumo
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Fumo
Setaria geniculata
bambuzinho; capim-rabo-de-gato (1); capim-rabo-de-raposa (1)
Fumo
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Fumo
Triticum aestivum
trigo
Fumo
Zea mays
milho
Gengibre
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Gengibre
Cenchrus echinatus
Gengibre
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Gengibre
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Gengibre
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Gengibre
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Gengibre
Eragrostis ciliaris
capim-de-canário; capim-de-rola; capim-mimoso (4)
Gengibre
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Gengibre
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Gengibre
Pennisetum americanum
milheto
Gengibre
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Gengibre
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Gengibre
Setaria geniculata
bambuzinho; capim-rabo-de-gato (1); capim-rabo-de-raposa (1)
Gengibre
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Gengibre
Triticum aestivum
trigo
Gengibre
Zea mays
milho
Girassol
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Girassol
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Girassol
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Inhame
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Inhame
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Inhame
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Inhame
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Inhame
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Inhame
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Inhame
Eragrostis ciliaris
capim-de-canário; capim-de-rola; capim-mimoso (4)
Inhame
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Inhame
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Inhame
Pennisetum americanum
milheto
Inhame
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Inhame
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Inhame
Setaria geniculata
bambuzinho; capim-rabo-de-gato (1); capim-rabo-de-raposa (1)
Inhame
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Inhame
Triticum aestivum
trigo
Inhame
Zea mays
milho
Jiló
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Jiló
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Jiló
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Jiló
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Jiló
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Jiló
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Jiló
Eragrostis ciliaris
capim-de-canário; capim-de-rola; capim-mimoso (4)
Jiló
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Jiló
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Jiló
Pennisetum americanum
milheto
Jiló
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Jiló
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Jiló
Setaria geniculata
bambuzinho; capim-rabo-de-gato (1); capim-rabo-de-raposa (1)
Jiló
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Jiló
Triticum aestivum
trigo
Jiló
Zea mays
milho
Mandioca
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Mandioca
Cenchrus echinatus
Mandioca
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Mandioca
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Mandioca
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Mandioca
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Mandioca
Eragrostis ciliaris
capim-de-canário; capim-de-rola; capim-mimoso (4)
Mandioca
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Mandioca
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Mandioca
Pennisetum americanum
milheto
Mandioca
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Mandioca
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Mandioca
Setaria geniculata
bambuzinho; capim-rabo-de-gato (1); capim-rabo-de-raposa (1)
Mandioca
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Mandioca
Triticum aestivum
trigo
Mandioca
Zea mays
milho
Mandioquinha-salsa
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Mandioquinha-salsa
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Mandioquinha-salsa
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Mandioquinha-salsa
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Mandioquinha-salsa
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Mandioquinha-salsa
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Mandioquinha-salsa
Eragrostis ciliaris
capim-de-canário; capim-de-rola; capim-mimoso (4)
Mandioquinha-salsa
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Mandioquinha-salsa
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Mandioquinha-salsa
Pennisetum americanum
milheto
Mandioquinha-salsa
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Mandioquinha-salsa
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Mandioquinha-salsa
Setaria geniculata
bambuzinho; capim-rabo-de-gato (1); capim-rabo-de-raposa (1)
Mandioquinha-salsa
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Mandioquinha-salsa
Triticum aestivum
trigo
Mandioquinha-salsa
Zea mays
milho
Maçã
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Maçã
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Melancia
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Melancia
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Melancia
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Melancia
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Melancia
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Melancia
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Melancia
Eragrostis ciliaris
capim-de-canário; capim-de-rola; capim-mimoso (4)
Melancia
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Melancia
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Melancia
Pennisetum americanum
milheto
Melancia
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Melancia
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Melancia
Setaria geniculata
bambuzinho; capim-rabo-de-gato (1); capim-rabo-de-raposa (1)
Melancia
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Melancia
Triticum aestivum
trigo
Melancia
Zea mays
milho
Milho
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Pimenta
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Pimenta
Cenchrus echinatus
Pimenta
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Pimenta
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Pimenta
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Pimenta
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Pimenta
Eragrostis ciliaris
capim-de-canário; capim-de-rola; capim-mimoso (4)
Pimenta
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Pimenta
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Pimenta
Pennisetum americanum
milheto
Pimenta
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Pimenta
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Pimenta
Setaria geniculata
bambuzinho; capim-rabo-de-gato (1); capim-rabo-de-raposa (1)
Pimenta
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Pimenta
Triticum aestivum
trigo
Pimenta
Zea mays
milho
Pimentão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Pimentão
Cenchrus echinatus
Pimentão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Pimentão
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Pimentão
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Pimentão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Pimentão
Eragrostis ciliaris
capim-de-canário; capim-de-rola; capim-mimoso (4)
Pimentão
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Pimentão
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Pimentão
Pennisetum americanum
milheto
Pimentão
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Pimentão
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Pimentão
Setaria geniculata
bambuzinho; capim-rabo-de-gato (1); capim-rabo-de-raposa (1)
Pimentão
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Pimentão
Triticum aestivum
trigo
Pimentão
Zea mays
milho
Quiabo
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Quiabo
Cenchrus echinatus
Quiabo
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Quiabo
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Quiabo
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Quiabo
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Quiabo
Eragrostis ciliaris
capim-de-canário; capim-de-rola; capim-mimoso (4)
Quiabo
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Quiabo
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Quiabo
Pennisetum americanum
milheto
Quiabo
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Quiabo
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Quiabo
Setaria geniculata
bambuzinho; capim-rabo-de-gato (1); capim-rabo-de-raposa (1)
Quiabo
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Quiabo
Triticum aestivum
trigo
Quiabo
Zea mays
milho
Soja
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja
Cenchrus echinatus
Soja
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Soja
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Soja
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Soja
Eragrostis ciliaris
capim-de-canário; capim-de-rola; capim-mimoso (4)
Soja
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Soja
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Soja
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Soja
Pennisetum americanum
milheto
Soja
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Soja
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Soja
Setaria geniculata
bambuzinho; capim-rabo-de-gato (1); capim-rabo-de-raposa (1)
Soja
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Soja
Triticum aestivum
trigo
Soja
Zea mays
milho
Tomate
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Tomate
Cenchrus echinatus
Tomate
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Tomate
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Tomate
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Tomate
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Tomate
Eragrostis ciliaris
capim-de-canário; capim-de-rola; capim-mimoso (4)
Tomate
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Tomate
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Tomate
Pennisetum americanum
milheto
Tomate
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Tomate
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Tomate
Setaria geniculata
bambuzinho; capim-rabo-de-gato (1); capim-rabo-de-raposa (1)
Tomate
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Tomate
Triticum aestivum
trigo
Tomate
Zea mays
milho
Trigo
Avena strigosa
aveia-brasileira; aveia-preta; aveia-voluntária
Trigo
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Uva
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Uva
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Conteúdo da Bula
CLEFANDIM 240 EC
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 43725
COMPOSIÇÃO:
(RS)-2-[(E)-1-[(E)-3-chloroallyloxyimino]propyl]-5-[2-(ethylthio)propyl]-3-hydroxycyclohex-2-enone (CLETODIM).........
.......................................................................................................................................................240,0 g/L (24,0% m/v)
Solvente nafta (Hidrocarboneto aromático pesado)..................................................................... 624,6 g/L (62,5% m/v)
Outros Ingredientes.......................................................................................................................106,9 g/L (10,7% m/v)
GRUPO A HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida Sistêmico de Pré e Pós-Emergência
GRUPO QUÍMICO: CLETODIM: oxima ciclohexanodiona; NAFTA: hidrocarboneto aromático
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
LONGWIND CROPSCIENCE BRAZIL LTDA.
Endereço: Rua dos Andradas, 1091 – Conj. 105 - Porto Alegre - RS - CEP: 90020-015 - Fone: (51) 3093-2100
CNPJ: 56.239.481/0001-47 - Registro na Secretaria de Agricultura – DISA/DDA/SEAPA/RS nº 55/25
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO:
CLETODIM TÉCNICO YN - Registro MAPA nº TC00324
⚫ JIANGSU YUNFAN CHEMICAL CO., LTD.
Endereço: Nº 168, Jiangsu Road, Binjiang Fine Chemical Industry Park, Qidong, Jiangsu – 226221 – China
FORMULADORES:
⚫ JIANGSU YUNFAN CHEMICAL CO., LTD.
Endereço: Nº 168, Jiangsu Road, Binjiang Fine Chemical Industry Park, Qidong City, Jiangsu – 226221 – China
⚫ YIFAN BIOTECHNOLOGY GROUP CO., LTD.
Endereço: Nº 555, Changan Road, Yaoxi Subdistrict, Longwan District, Wenzhou City, Zhejiang – 325013 – China
⚫ NINGXIA YIFAN BIOTECHNOLOGY CO., LTD.
Endereço: Nº 006, Guangfu Road, New Chemical Material Park, Ningdong Energy Chemical Industry Base, Ningxia –
750411 – China
No do lote ou partida :
Data de fabricação : VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento :
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE IV - PRODUTO POUCO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
COR DA FAIXA: Azul PMS Blue 293 C
VERSÃO: 10/12/2025
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
CLEFANDIM 240 EC é um herbicida de ação graminicida sistêmico, efetivo contra uma extensa faixa
de gramíneas anuais e perenes (abaixo relacionadas), apresentando pouca ou nenhuma atividade
herbicida sobre as plantas daninhas de folhas largas e ciperáceas.
Seu uso é recomendado para:
A) Aplicação na pós-emergência das culturas de: abacaxi, algodão, alho, amendoim, batata, batata-
doce, batata yacon, berinjela, canola, café, cará, cebola, cenoura, citros, feijão, fumo, gengibre,
girassol, inhame, jiló, maçã, mandioca, mandioquinha-salsa, melancia, pimenta, pimentão,
quiabo, soja, tomate e uva;
B) Aplicação em pré-emergência das culturas de algodão, arroz irrigado, milho, soja e trigo
C) Aplicação em manejo na pré-semeadura da soja, para controle do Capim-amargoso (Digitaria
insularis), resistente ao ingrediente ativo glifosato e para controle do Capim-branco (Chloris
polydactyla);
D) Utilização em programas de manejo para controle de Capim-amargoso (Digitaria insularis) em
outras culturas, tais como: algodão, citros, alho, cebola, batata, café, canola, cenoura, feijão,
fumo, girassol, mandioca, melancia e tomate;
E) Utilização como maturador de cana-de-açúcar.
MODO DE AÇÃO DO PRODUTO EM RELAÇÃO AO ALVO BIOLÓGICO:
CLEFANDIM 240 EC é absorvido essencialmente via foliar, com translocação sistêmica,
apossimplástica atingindo desta forma as raízes e rizomas das plantas daninhas. Sua ação herbicida
se dá pela inibição da enzima ACCase responsável pela biossíntese dos ácidos graxos, constituintes
básicos da membrana celular, causando a inibição da divisão celular, formação de cloroplastos e
diminuição da respiração. Desta forma ocorre imediata paralisação do crescimento das gramíneas.
Após três dias verifica-se clorose e morte dos tecidos meristemáticos dos nós e brotos bem como
gradual murchamento e morte da planta com um todo num prazo de 7 a 14 dias.
A) APLICAÇÃO NA PÓS-EMERGÊNCIA DAS CULTURAS E PLANTAS INFESTANTES:
Volume de
Época, número e intervalo de Dose de p.c. Calda
Culturas Plantas infestantes
aplicação (L/ha)* Terrestre
(L/ha)
Capim-marmelada ou
Abacaxi Capim-papuã
Aplicar em qualquer estádio da
(Brachiaria plantaginea) 1
cultura e com as plantas
Algodão
daninhas no estádio de 4 folhas 0,35
Capim-colchão ou milhã
2 a 2 perfilhos. Realizar 1
Alho (Digitaria horizontalis) 1
aplicação por ciclo da cultura.
Amendoim Capim-carrapicho
(Cenchrus echinatus) 1
Batata
Capim-pé-de-galinha Aplicar em qualquer estádio da
Batata-doce (Eleusine indica) 1 cultura e com as plantas
daninhas no estádio de 2 a 3 0,40
Batata yacon Capim-rabo-de-raposa perfilhos. Realizar 1 aplicação
(Setaria geniculata) por ciclo da cultura.
Berinjela
Capim-custódio
Café (Pennisetum setosum)
Cará Capim-arroz
Aplicar em qualquer estádio da
(Echinochloa crusgalli) 1
2 cultura e com as plantas
Cebola
daninhas no estádio de 4 ou mais 0,45
Capim-camalote 100 – 250
perfilhos. Realizar 1 aplicação
Cenoura (Rottboellia exaltata)
por ciclo da cultura.
Feijão Capim-mimoso
(Eragrostis ciliaris) 1
VERSÃO: 10/12/2025
Fumo Milho-voluntário Aplicar em qualquer estádio da
(Zea mays) 1 cultura e com as plantas
Gengibre daninhas no estádio de 15 – 30 0,35 - 0,45
Milheto-voluntário cm. Realizar 1 aplicação por ciclo
Inhame (Pennisetum americanum) da cultura.
Trigo-voluntário Aplicar em qualquer estádio da
Jiló
(Triticum aestivum) 1 cultura e com as plantas
daninhas no estádio de 10 – 15 0,35 - 0,45
Mandioca
Arroz-voluntário cm. Realizar 1 aplicação por ciclo
(Oryza sativa) da cultura.
Mandioquinha-
salsa Capim-colonião
(Panicum maximum)
Melancia
Pimenta Aplicar em qualquer estádio da
cultura e com as plantas
Pimentão Capim-massarambá daninhas no estádio de 20 – 40 0,40 - 0,45
(Sorghum halepense) cm. Realizar 1 aplicação por ciclo
Quiabo da cultura.
Soja 3
Capim-amargoso
Tomate (Digitaria insularis)
Aplicar em pós-emergência da
Capim-marmelada ou cultura, com as plantas
papuã infestantes no estádio de 4 folhas
(Brachiaria plantaginea) a 2 perfilhos. Pode-se aplicar em 0,35
qualquer estádio de
desenvolvimento da cultura,
Capim-colchão ou milhã
porém, antes da competição das
(Digitaria horizontalis)
gramíneas com a cultura.
Aplicar em pós-emergência da
Capim-carrapicho cultura, com as plantas
(Cenchrus echinatus) infestantes no estádio de 2 a 3
perfilhos. Pode-se aplicar em 0,40
Canola
qualquer estádio de
Capim-pé-de-galinha desenvolvimento da cultura,
(Eleusine indica) porém, antes da competição das
gramíneas com a cultura
Aplicar em pós-emergência da
cultura, com as plantas de milho
voluntário no estádio de até 4 0,35 -45
Milho voluntário folhas. Pode-se aplicar em
(Zea mays) qualquer estádio de
desenvolvimento da cultura,
porém, antes da competição do
milho voluntário com a cultura.
Capim-marmelada ou
Aplicar em qualquer estádio da
Girassol Capim-papuã
cultura e com as plantas
(Brachiaria plantaginea) 0,35
daninhas no estádio de 4 folhas
Uva
a 2 perfilhos. Realizar 1
Capim-colchão ou milhã
aplicação por ciclo da cultura.
(Digitaria horizontalis)
Capim-marmelada ou Aplicar com as plantas daninhas
Capim-papuã no estádio de 4 folhas a 2 0,35
(Brachiaria plantaginea) perfilhos. Realizar 1 aplicação
por ciclo da cultura.
Maçã
Aplicar com as plantas daninhas
Azevém no estádio de 2 perfilhos ao 0,45
(Lolium multiflorum) florescimento. Realizar 1
aplicação por ciclo da cultura.
p.c.: produto comercial - 1 L do produto comercial possui 240 g do ingrediente ativo cletodim.
* A adição de óleo mineral emulsionável ou Alquil Éster Etoxilado do Ácido Fosfórico na concentração de
0,5% v/v é essencial nas aplicações com CLEFANDIM 240 EC.
OBS 1: Para o controle das plantas infestantes Capim-marmelada ou Capim-papuã (Brachiaria
plantaginea), Capim-colchão ou milhã (Digitaria horizontalis), Capim-pé-de-galinha (Eleusine
VERSÃO: 10/12/2025
indica) no estádio de 1 a 4 perfilhos, Capim-arroz (Echinochloa crusgalli), Capim-mimoso
(Eragrostis ciliaris), Milho voluntário (Zea mays) no estádio de 15-30 cm e Trigo voluntário
(Triticum aestivum) no estádio de 10-15 cm, aplicar CLEFANDIM 240 EC nas doses de 0,25 a
0,35 L/ha com adição de adjuvante (Alquil Éster Etoxilado do Ácido Fosfórico) na concentração
de 0,5% v/v (1,0 L/ha).
Para capim-carrapicho (Cenchrus echinatus), aplicar CLEFANDIM 240 EC na dose 0,25 L/ha
até o estádio de 1-2 perfilhos e dose de 0,35 L/ha até o estádio de 1-4 perfilhos, adicionado com
adjuvante (Alquil Éster Etoxilado do Ácido Fosfórico) na mesma concentração descrita acima.
OBS 2: Para as culturas do alho e cebola não usar a doses maiores que 0,40 L/ha.
OBS 3: Para cultivares de soja com ciclo curto a médio, fazer a aplicação após 21 a 28 dias da
semeadura e para as de ciclo longo após 21 a 40 dias.
Para aplicação aérea utilizar CLEFANDIM 240 EC na dose de 0,40-0,45 L/ha, com adição de
Alquil Éster Etoxilado do Ácido Fosfórico a 1,0% v/v.
B) APLICAÇÃO NO PRÉ-PLANTIO DAS CULTURAS E PÓS-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS
INFESTANTES:
Volume de
Dose
Época, número e intervalo de Calda
Culturas Plantas Infestantes de p.c.
aplicação ** Terrestre
(L/ha)*
(L/ha)
Aplicar com as plantas daninhas no
estádio de até 4 folhas. Realizar 1
aplicação por ciclo da cultura. As
Milho voluntário
Algodão doses maiores devem ser utilizadas 0,35 – 0,45
(Zea mays)
para controlar as plantas de milho
voluntário em estádio mais avançado
de desenvolvimento.
Arroz-vermelho
(Oryza sativa)
Azevém
(Lolium multiflorum)
Aplicar em pré-plantio da cultura
(dessecação) com as plantas
Capim-arroz
daninhas no estádio de 2 perfilhos até
(Echinochloa crusgalli)
Arroz florescimento. Utilizar a maior dose
0,60 – 0,80
irrigado quando as plantas daninhas
Capim-colchão
estiverem em estádios mais
(Digitaria horizontalis)
avançados. Realizar 1 aplicação por
ciclo da cultura.
Capim-marmelada
(Brachiaria plantaginea) 100 – 250
Grama-boiadeira
(Luziola peruviana)
Aplicar em pré-plantio da cultura
(dessecação) no Início de
perfilhamento (2 perfilhos) até o
Azevém florescimento do azevém.
Milho 0,30 – 0,50
(Lolium multiflorum) Realizar 1 aplicação por ciclo da
cultura. Utilizar a maior dose quando
as plantas daninhas estiverem em
estádios mais avançados.
Aplicar em pré-plantio da cultura
Azevém
Soja (dessecação) com as plantas 0,45
(Lolium multiflorum)
daninhas no estádio de 2 perfilhos até
VERSÃO: 10/12/2025
florescimento. Realizar 1 aplicação
por ciclo da cultura.
Aplicar em pré-plantio da soja
(dessecação) com as plantas do milho
voluntário no estádio de até 4 folhas.
As doses maiores devem ser
Milho voluntário
utilizadas para controlar as plantas de 0,35 – 0,45
(Zea mays)
milho voluntário em estádio mais
avançado de desenvolvimento.
Realizar 1 aplicação por ciclo da
cultura.
Azevém Aplicar em pré-plantio da cultura
(Lolium multiflorum) (dessecação) no Início de
perfilhamento.
Trigo Realizar 1 aplicação por ciclo da 0,30 – 0,50
Aveia-preta cultura. Utilizar a maior dose quando
(Avena strigosa) as plantas daninhas estiverem em
estádios mais avançados.
p.c.: produto comercial - 1 L do produto comercial possui 240 g do ingrediente ativo cletodim.
* A adição de óleo mineral emulsionável ou Alquil Éster Etoxilado do Ácido Fosfórico na concentração de
0,5% v/v é essencial nas aplicações com CLEFANDIM 240 EC.
** A aplicação deve ser realizada pelo menos 7 dias antes da semeadura do milho e do trigo.
C) MANEJO, NA PRÉ-SEMEADURA DA SOJA, EM ÁREAS INFESTADAS COM CAPIM-
AMARGOSO (Digitaria insularis) RESISTENTE AO GLIFOSATO / COM CAPIM-BRANCO
(Chloris polydactyla)
Volume de
Número
Plantas Época, número e intervalo Dose de p.c. Calda
Cultura Máximo de
Infestantes de aplicação (L/ha) Terrestre
Aplicações
(L/ha)
Aplicar quando as plantas
daninhas estiverem entre a
fase vegetativa até o
florescimento.
0,60 – 1,00
Realizar 2 aplicações com
Capim-amargoso
intervalos de 21 dias, na pré-
(Digitaria +
semeadura. 3
insularis) 4
Complementar
0,45
com 1 aplicação na pós-
Soja emergência da cultura. 100 – 250
Realizar no máximo 3
aplicações no ciclo da cultura.
Aplicar quando as plantas
daninhas estiverem entre a
Capim-branco fase vegetativa até o
(Chloris florescimento. 0,80 – 1,00 2
polydactyla) 5 Realizar no máximo 2
aplicações com intervalos de
21 dias, na pré-semeadura.
p.c.: produto comercial - 1 L do produto comercial possui 240 g do ingrediente ativo cletodim.
* A adição de óleo mineral emulsionável ou Alquil Éster Etoxilado do Ácido Fosfórico na concentração de
0,5% v/v é essencial nas aplicações com CLEFANDIM 240 EC.
OBS 4: Em áreas com problema de Capim-amargoso (Digitaria insularis), realizar um programa de
manejo, com 2 aplicações sequenciais, com intervalos de 21 dias, na pré-semeadura da soja. A
segunda pulverização deve ser realizada pelo menos 7 dias antes da semeadura. As doses maiores
devem ser utilizadas para controlar a planta infestante em estádio de crescimento mais avançado.
Complementar com 1 (uma) aplicação na pós-emergência da cultura.
OBS 5: Em áreas com problema de Capim-branco (Chloris polydactyla), realizar um programa de
manejo (dessecação) com 2 aplicações sequenciais, com intervalo de 21 dias na pré-semeadura da
VERSÃO: 10/12/2025
soja. A segunda aplicação deve ser realizada pelo menos 7 dias antes da semeadura. As doses
maiores devem ser utilizadas para controlar a planta daninha em estádio de crescimento mais
avançado.
D) MANEJO DE CAPIM-AMARGOSO (Digitaria insularis):
D.1) MANEJO DE CAPIM-AMARGOSO NA CULTURA DO ALGODÃO:
Volume de
Dose de p.c.
Plantas Época, número e intervalo de Calda
Cultura (L/ha) *
Infestantes aplicação Terrestre
(L/ha)
Pré-plantio da cultura com as
plantas daninhas no estádio de até
4 perfilhos. A maior dose deve ser
usada para controlar as plantas 0,40 – 0,45
daninhas em estádio mais
avançado de desenvolvimento.
Realizar 1 aplicação.
Pós-emergência da cultura com as
plantas infestantes no estádio de
até 4 perfilhos. A maior dose deve
ser usada para controlar as plantas 0,40 – 0,45
daninhas em estádio mais
Capim-
avançado de desenvolvimento.
amargoso
Realizar 1 aplicação. 100 – 250
Algodão (Digitaria
Para infestações em estádio
insularis)
avançado de desenvolvimento
(perenizado e/ou rebrote com 20 a
30 cm), realizar a aplicação
sequencial (2 aplicações), sendo, a 0,80
primeira aplicação em pré-plantio
da cultura (dessecação) e a +
segunda em pós-emergência da
cultura. Usar a dose de 0,8 L/ha em 0,60
pré-plantio (dessecação), e, 0,6
L/ha em pós-emergência do
algodão, quando o rebrote do
capim-amargoso atingir no máximo
20 a 30 cm de altura.
p.c.: produto comercial - 1 L do produto comercial possui 240 g do ingrediente ativo cletodim.
* A adição de óleo mineral emulsionável ou Alquil Éster Etoxilado do Ácido Fosfórico na concentração de
0,5% v/v é essencial nas aplicações com CLEFANDIM 240 EC.
D.2) MANEJO DE CAPIM-AMARGOSO NA CULTURA DE CITROS EM PROGRAMA DE
APLICAÇÃO EM PÓS-EMERGÊNCIA SEQUENCIAL
Volume de
Plantas Época, número e intervalo de Dose de p.c. Calda
Cultura
Infestantes aplicação (L/ha)* Terrestre
(L/ha)
Realizar no máximo 2 aplicações por
Capim-amargoso safra, com intervalos de 21 dias,
0,60 – 1,00 100 – 250
Citros (Digitaria quando as plantas daninhas estiverem
insularis) 6 no estádio vegetativo até o
florescimento
p.c.: produto comercial - 1 L do produto comercial possui 240 g do ingrediente ativo cletodim.
* A adição de óleo mineral emulsionável ou Alquil Éster Etoxilado do Ácido Fosfórico na concentração de
0,5% v/v é essencial nas aplicações com CLEFANDIM 240 EC.
OBS 6: Efetuar o programa de manejo com 2 (duas) aplicações em pós-emergência sequencial (com
intervalo de 21 dias), em manejo dirigido, na entrelinha da cultura de Citros para controle de Capim-
VERSÃO: 10/12/2025
amargoso (Digitaria insularis). As doses maiores devem ser utilizadas para controlar a planta
infestante em estádio de crescimento mais avançado.
D.3) MANEJO DE CAPIM-AMARGOSO NAS CULTURAS ABAIXO CITADAS:
Volume de Calda
Plantas Época, número e intervalo Dose de p.c.
Culturas Terrestre
Infestantes de aplicação (L/ha)*
(L/ha)
Aplicar o produto em pós-
emergência da cultura, com as
plantas de capim-amargoso no
estádio de até 4 perfilhos.
Alho
Pode-se aplicar em qualquer
estádio de desenvolvimento da 0,40 100 – 250
Cebola
cultura, porém, antes da
competição das gramíneas
com a cultura. Realizar 1
aplicação por ciclo da cultura.
Batata
Café Aplicar o produto em pós-
Capim-amargoso
emergência da cultura, com as
(Digitaria
Canola plantas de capim-amargoso no
insularis)
estádio de até 4 perfilhos.
Cenoura Pode-se aplicar em qualquer 0,40 – 0,45 100 – 250
estádio de desenvolvimento da
Feijão cultura, porém, antes da
competição das gramíneas
Fumo com a cultura. As doses
maiores devem ser utilizadas
Girassol para controlar as plantas
infestantes em estádio mais
Mandioca avançado de desenvolvimento.
Realizar 1 aplicação por
Melancia ciclo/safra da cultura.
Tomate
p.c.: produto comercial - 1 L do produto comercial possui 240 g do ingrediente ativo cletodim.
* A adição de óleo mineral emulsionável ou Alquil Éster Etoxilado do Ácido Fosfórico na concentração de
0,5% v/v é essencial nas aplicações com CLEFANDIM 240 EC.
E) MATURADOR DE CANA-DE-AÇÚCAR:
Volume de Calda
Época, número e intervalo Dose de p.c.
Cultura Finalidade Aérea
de aplicação (L/ha)*
(L/ha)
Acelerar a
maturação e
incrementar os Aplicar o produto entre 40 e 60
Cana-de-açúcar parâmetros dias antes da colheita da cana- 0,10 – 0,15 30 – 50
relacionados à de-açúcar
qualidade da
cana-de-açúcar
p.c.: produto comercial - 1 L do produto comercial possui 240 g do ingrediente ativo cletodim.
* Não adicionar adjuvante de nenhuma natureza.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Em modalidade de uso na pós-emergência das culturas e plantas daninhas, o CLEFANDIM 240 EC
deve ser aplicado uma única vez quando a maioria das sementes das plantas infestantes
(gramíneas) tiver germinado. A aplicação pode ser feita em qualquer estádio de crescimento da
VERSÃO: 10/12/2025
cultura, antes do período crítico de competição das gramíneas com a cultura, exceto em milho e trigo
onde o produto é aplicado antes da semeadura.
Para o controle de Milho voluntário (Zea mays), nas culturas de Algodão e Soja, para o controle de
Azevém (Lolium multiflorum) nas culturas da Soja e Milho e também o controle de Azevém (Lolium
multiflorum) e Aveia-preta (Avena strigosa) em Trigo e de Arroz-vermelho (Oryza sativa), Azevém
(Lolium multiflorum), Capim-arroz (Echinochloa crusgalli), Capim-colchão (Digitaria horizontalis),
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) e Grama-boiadeira (Luziola peruviana) em arroz irrigado
existe ainda a opção da aplicação do produto uma única vez, na pré-emergência destas culturas.
Em áreas com problemas de Capim-amargoso (Digitaria insularis) resistente ao glifosato, bem como
áreas com problemas de Capim-branco (Chloris polydactyla), deve ser adotado um programa de
manejo para a Soja. Um programa de manejo para Citrus também pode ser adotado em áreas com
problemas de Capim-amargoso (Digitaria insularis).
Condições ideais de aplicação: As doses maiores de CLEFANDIM 240 EC devem ser utilizadas para
controlar as plantas infestantes em estádio de crescimento maior. Para controle satisfatório, é
necessário observar as condições de umidade do solo, temperatura média entre 20 - 35ºC e boa
umidade do ar (acima de 60%). Em períodos de seca prolongada recomenda-se não aplicar o
produto.
Como acelerador de maturação da cana-de-açúcar, CLEFANDIM 240 EC deve ser aplicado uma vez
em lavouras com boas condições de sanidade e desenvolvimento vegetativo, sem qualquer tipo de
estresse, para que ocorra uma boa assimilação e expressão das características desejáveis na
cultura.
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
A aplicação do herbicida CLEFANDIM 240 EC poderá ser efetuada através de pulverização terrestre
ou aérea, conforme as especificações abaixo.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
Culturas indicadas: Abacaxi, algodão, alho, amendoim, arroz irrigado, batata, batata-doce,
batata yacon, berinjela, café, canola, cará, cebola, cenoura, citros, feijão, fumo, gengibre,
girassol, inhame, jiló, maçã, mandioca, mandioquinha-salsa, melancia, milho, pimenta,
pimentão, quiabo, soja, tomate, trigo e uva
O equipamento de pulverização e o volume de calda deverá ser adequado para cada cultura podendo
ser costal ou tratorizado com barra ou auto-propelido.
- Bicos: tipo leque, com vazão adequada
- Diâmetro de gotas: 200 a 400 micra
- Densidade de gotas: mínimo de 20 gotas/cm2;
- Volume de calda: 100 a 250 L/ha
Condições climáticas:
- Temperatura máxima: 28ºC;
- Umidade relativa do ar (UR): mínima 70%;
- Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora;
- Aplicar nas horas mais amenas do dia (manhã e fim da tarde);
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo para flexibilizar essas condições caso necessário,
mediante uso de tecnologia adequada.
APLICAÇÃO AÉREA:
Culturas indicadas: algodão, feijão, girassol, milho, soja e trigo e para a uso como acelerador
de maturação da cana-de-açúcar):
Fazer o uso de aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aero
agrícolas pela ANAC.
- Altura de voo: depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em especial
do porte da vegetação, dos obstáculos ao voo, do diâmetro de gotas e das condições atmosféricas,
tais como temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral situa-se entre 2 a 4 metros
acima da vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
VERSÃO: 10/12/2025
- Diâmetro de gotas: gotas de média a grossa, com, no mínimo, 300 micra, evitando condições mais
críticas de evaporação e/ou deriva;
- Densidade de gotas: mínimo de 20 gotas/cm2, variando com o tamanho da gota e/ou volume de
aplicação;
- Volume de calda: 30 a 50 L/ha
Condições climáticas:
As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os
equipamentos adequados de pulverização, são:
- Umidade relativa do ar: mínimo 60%; máximo 95%;
- Velocidade do vento: mínimo - 2 km/hora; máximo – 10 km/hora;
- Temperatura: entre 20 a 30ºC ideal;
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo para flexibilizar essas condições caso necessário,
mediante uso de tecnologia adequada.
Preparo da Calda:
Para preparar melhor a calda, encha com água o tanque de pulverização, até a metade de sua
capacidade. Em seguida adicione a dose indicada de CLEFANDIM 240 EC e o adjuvante. Após isso
complete o volume de água, agitando constantemente, mantendo o agitador ou retorno em
funcionamento. A agitação deve se manter constante também durante a aplicação do produto.
CLEFANDIM 240 EC apresenta maior atividade sobre gramíneas anuais ou perenes que estejam em
fase ativa de perfilhamento e/ou crescimento. CLEFANDIM 240 EC deve ser emulsionado em água
e aplicado em pulverização uniforme da parte aérea das plantas daninhas.
RECOMENDAÇÕES DE BOAS PRÁTICAS DE APLICAÇÃO:
Evitar as condições de inversão térmica.
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das
barras ou aeronave.
Ajustar o tamanho de gotas às condições do ambiente, alterando o ângulo relativo dos bicos
hidráulicos ou o ângulo das pás do “micronair”.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores, porém independentemente do
equipamento utilizado para a pulverização, o tamanho de gotas é um dos fatores mais importantes
para se evitar a deriva.
O tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da
cultura e eficiência.
Fatores como tamanho de gotas, pressão de trabalho, velocidade do vento, umidade e temperatura
devem ser avaliados pelo aplicador de acordo com as condições do momento de aplicação.
LIMPEZA DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado.
Imediatamente após a aplicação, proceda a completa limpeza de todo o equipamento de aplicação
(tanque, barra, pontas e filtros), realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros
produtos/culturas. O adiamento, mesmo por poucas horas, torna a limpeza mais difícil devido ao risco
de formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando
as recomendações abaixo:
• Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar
com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das
pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto
funcionamento da bomba, agitadores e retornos / aspersores internos do tanque.
• Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada.
• Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque
com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo
fabricante.
• Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do
conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros,
capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução
para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela
barra.
VERSÃO: 10/12/2025
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Intervalo de Segurança
Abacaxi, Algodão 50 dias
Alho, Batata, Cebola, Cenoura e Feijão 40 dias
Amendoim 30 dias
Arroz irrigado, Milho, Trigo (1)
Batata-doce, Batata yacon, Cará, Gengibre, Inhame, Mandioca, Mandioquinha- 180 dias
salsa
Berinjela, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Jiló, Melancia, Pimenta, Pimentão, 20 dias
Quiabo, Tomate
Canola, Girassol 53 dias
Fumo UNA
Maçã, Uva 23 dias
Soja 60 dias*
Soja 97 dias**
UNA: Uso Não Alimentar
(1) Não determinado devido à modalidade de emprego.
* O intervalo de segurança para a cultura da soja é de 60 dias exclusivamente para os casos de uma única aplicação
na pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
** O intervalo de segurança para a cultura da soja é de 97 dias para os casos em que forem feitas 3 aplicações
(máximo número de aplicações), sendo duas aplicações em pós-emergência das plantas infestantes e na pré-
emergência da cultura, e uma terceira na pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo
24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
• O CLEFANDIM 240 EC deve ser utilizado nas doses e modos de aplicação recomendadas para
não causar danos às culturas indicadas.
• Em soja poderá ocorrer uma pequena redução do porte quando as condições ambientais forem
adversas, mas a cultura se recupera durante a fase vegetativa.
Restrições de uso:
• Não fazer aplicações onde culturas de gramíneas possam ser atingidas.
• Para as culturas do alho e cebola não usar a doses maiores que 0,40 L/ha.
• Em períodos prolongados de seca, recomenda-se não aplicar o produto.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE;
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS;
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
VERSÃO: 10/12/2025
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de
ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo A para controle do mesmo
alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica para aplicação de herbicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e,
ou, informados a: Sociedade Brasileira de Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação a Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR:
www.hrac-br.org.br) ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO A HERBICIDA
O produto herbicida CLEFANDIM 240 EC é composto por Cletodim, que apresenta mecanismo de
ação inibidores da síntese de lipídeos (inibidores da ACCase), pertencente ao Grupo A, segundo
classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação a Resistência de Herbicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes
que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo
integrado de plantas infestantes, sendo eles, o controle manual, o controle mecânico, através de
roçadas ou cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais
utilizados e eficazes.
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
VERSÃO: 10/12/2025
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das
botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara facial descartável (PFF) classe P2;
óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das
botas; botas de borracha; máscara facial descartável (PFF) classe P2; óculos de segurança com
proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter
os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de
algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) devem ser retirados na seguinte ordem: touca
árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente
protegida.
VERSÃO: 10/12/2025
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Pode ser nocivo se ingerido
Pode ser nocivo em contato com a pele
PERIGO
Pode ser fatal se inalado e penetrar nas vias
superiores
Provoca irritação ocular grave
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência, levando a
embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito exceto quando houver indicação médica.
Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de
contato com os olhos, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
PELE: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis,
etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15
minutos.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis.
- INTOXICAÇÕES POR CLEFANDIM 240 EC -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico Ciclohexanodionas (Cletodim)
Hidrocarboneto aromático (Nafta)
Classe toxicológica CATEGORIA 5 – IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição Respiratória, oral, dérmica e ocular.
Toxicocinética Cletodim: Cerca de 90% do Cletodim administrado oralmente em ratos, foi
rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal. Além disso, é rapidamente
metabolizado e eliminado, principalmente como metabólitos sulfóxidos (cerca de 63%)
e em menor proporção como produto inalterado (cerca de 1%). Grande parte do
produto foi eliminado na urina (87 à 93%), cerca de 9 à 17% foi eliminado nas fezes e
0,5 à 1% foi expirado como dióxido de carbono. Menos de 1% do cletodim é eliminado
inalterado. Os principais metabólitos excretados foram: sulfóxido de Cletodim (48-
63%), S-metil sulfóxido (6-12%), imine sulfóxido (7-10%) e 5-OH sulfóxido (3-5%).
Sete dias após a administração oral, a quantidade presente nos tecidos e órgãos foi
< 1% da dose administrada. As maiores concentrações foram encontradas nas
adrenais, rins e fígado. Não houve evidência de bioacumulação.
Nafta: Estudos conduzidos com ratos mostraram que os produtos pertencentes ao
grupo dos hidrocarbonetos aromáticos são bem absorvidos através da via inalatória,
atravessam facilmente a membrana alveolar para a corrente sanguínea e são
transportados rapidamente para todo o organismo, atingindo o sistema nervoso
central. Atravessam a superfície da pele ou folículos pilosos e caem na corrente
sanguínea. Em caso de ingestão, a eliminação ocorre principalmente através das
fezes. A principal via de eliminação é via trato respiratório.
Mecanismos de Cletodim: Não é conhecido o mecanismo de toxicidade em humanos do Cletodim. Não
toxicidade causa indução do Citocromo P 450. Os herbicidas do grupo das ciclohexanodionas
são inibidores da enzima Acetil Coenzima-A Carboxilase (ACCase) nas plantas,
inibindo assim a síntese de ácidos graxos, que são constituintes dos lipídios das
membranas de células e organelas. Esta enzima também é encontrada em procariotas
e mamíferos, entretanto, a ACCase em humanos não é sensível à ação das
ciclohexanodionas. A ACCase encontrada em parasitas como a Toxoplasma gondii é
sensível à ação das ciclohexanodionas.
Nafta: depressor do sistema nervoso central.
VERSÃO: 10/12/2025
Sintomas e sinais As manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais à
clínicos concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição.
Cletodim:
Sintomas e sinais agudos:
OCULAR: é moderadamente irritante em contato com os olhos e produz visão borrada
que pode durar por algumas semanas.
CUTÂNEA: é levemente irritante em contato com a pele.
RESPIRATÓRIA: inalação por spray pode causar irritação faríngea e pulmonar
produzindo tosse, dificuldade respiratória, rinorreia e dor.
INGESTÃO: pode causar náusea, irritação gastrointestinal, vômitos e diarreia.
Ingestão de 10 mL ou mais pode ser perigoso.
Efeitos retardados: cletodim em altas doses em animais levou ao aumento do
tamanho do fígado, diminuição de peso corporal e anemia. Evidências de
malformações esqueléticas em animais, mas parecem ser improváveis em humanos.
Não há evidências de carcinogenicidade, teratogenicidade ou mutagenicidade em
humanos.
Nafta:
INGESTÃO: Náuseas, vômitos, diarreia e dor abdominal. Pode causar miocardite e
discretas alterações degenerativas das miofibrilas do coração. Resultam em
evidências eletrocardiográficas e vetorcardiográfica de infarto do miocárdio. São
sensibilizantes do miocárdio às catecolaminas. Causam hemólise intravascular e dano
renal, que geralmente consiste em discretas alterações degenerativas dos túbulos
renais, mas raramente pode resultar em necrose tubular aguda. São comuns os riscos
de aspiração, dano pulmonar, depressão do SNC transitória ou excitação, e os efeitos
secundários de hipóxia, formação de infecção, pneumatocele, e disfunção crônica do
pulmão. Complicações cardíacas são raras. Estes hidrocarbonetos são mal
absorvidos a partir do trato gastrintestinal e não causam sensível toxicidade sistêmica
por esta via, a menos que a aspiração ocorra.
RESPIRATÓRIA: é um irritante das membranas mucosas e do trato respiratório.
CUTÂNEA: pode resultar em queimaduras cutâneas e ocasionalmente, efeitos
sistêmicos.
OCULAR: irritação ocular de leve a moderada e lesão ocular reversível pode ocorrer
após o contato com a maioria dos hidrocarbonetos.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença do
composto no material gástrico, e de seus metabólitos na urina.
Tratamento O tratamento das intoxicações por CLETODIM é basicamente sintomático e de
suporte deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação, que
visam limitar a absorção (removendo as fontes de exposição e protegendo as vias
respiratórias de aspiração) e os efeitos locais, o tratamento deve ser administrado de
acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Não existe antídoto
específico.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: evitar aplicar respiração
boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que presta
atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de
descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a
não se contaminar com o agente tóxico.
Tratamento geral e estabilização do paciente: as medidas gerais devem estar
orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas
sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória,
além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar
estado de consciência.
Proteção das vias aéreas: garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções
orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada
perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessária ventilação
pulmonar assistida.
Medidas de Descontaminação e tratamento: o profissional de saúde deve estar
protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Exposição oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma
espontânea em pacientes intoxicados.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha
a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver
deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
VERSÃO: 10/12/2025
- Lavagem gástrica é contraindicada devido ao risco de aspiração.
- A administração de carvão ativado é contraindicada.
Exposição inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias
e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à
irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar
oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.
Exposição dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos. Lavar a
área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o
paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição ocular:
Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água ou soro fisiológico à
temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico.
ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático e de
suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Contraindicações A indução do vômito e a realização de lavagem gástrica são contraindicadas em casos
de intoxicação por hidrocarbonetos aromáticos devido ao aumento do risco de
aspiração e consequente desenvolvimento de pneumonite química.
A administração de carvão ativado é contraindicada em casos de intoxicação por
hidrocarbonetos aromáticos, pois ele não adsorve hidrocarbonetos e aumenta a
probabilidade de vômito e aspiração.
Efeitos das Não são conhecidos.
interações químicas
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de
Notificação (SINAN/MS)
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 701 0450
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Cerca de 90% do Cletodim administrado oralmente em ratos, foi rapidamente absorvido pelo trato
gastrointestinal. Além disso, é rapidamente metabolizado e eliminado, principalmente como
metabólitos sulfóxidos (cerca de 63%) e em menor proporção como produto inalterado (cerca de 1%).
Grande parte do produto foi eliminado na urina (87 à 93%), cerca de 9 à 17% foi eliminado nas fezes
e 0,5 à 1% foi expirado como dióxido de carbono. Os principais metabólitos excretados foram:
sulfóxido de Cletodim (48-63%), S-metil sulfóxido (6-12%), imine sulfóxido (7-10%) e 5-OH sulfóxido
(3-5%). Sete dias após a administração oral, a quantidade presente nos tecidos e órgãos foi < 1% da
dose administrada. As maiores concentrações foram encontradas nas adrenais, rins e fígado. Não
houve evidência de bioacumulação.
Efeitos Agudos para Animais de Laboratório:
• DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
• DL50 cutânea em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
• CL50 inalatória em ratos (4 hrs): > 5 mg/L.
• Corrosão/Irritação ocular: Classificado como levemente irritante ocular, subcategoria 2B.
• Corrosão/Irritação cutânea: Não classificado como irritante dermal.
• Sensibilização cutânea: Não classificado como sensibilizante dermal.
• Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.
Efeitos Crônicos para Animais de Laboratório:
VERSÃO: 10/12/2025
Cletodim tem sido testado em estudos crônicos em camundongos, ratos e cães. Em um estudo de
um ano em cães, a doses de 75 mg/kg/dia, o Cletodim produz hipertrofia e aumento do peso relativo
e absoluto do fígado e anemia. Em um estudo realizado em dois anos em ratos, a altas doses de 100
mg/kg/dia, nenhum efeito foi observado na estrutura, peso e função hepática. Em outro estudo, a
doses de 350 mg/kg/dia, mas não a dose de 100 mg/kg/dia, por período não especificado, foi
observada redução do ganho de peso corporal em ratos.
Toxicidade reprodutiva e sobre o desenvolvimento: em um estudo em ratos sobre toxicidade
reprodutiva, a altas doses de 263 mg/kg/dia, não foram observados efeitos na fertilidade, duração da
prenhez ou no desenvolvimento dos filhotes.
Quanto aos efeitos teratogênicos, reduções no peso corporal fetal e incremento em anormalidades
esqueléticas foram observados em ratos a doses de 350 mg/kg/dia ou maiores. Em outro estudo em
ratos, houve redução significativa no peso corporal e tamanho fetal e incremento das deformações
nas costelas cervicais a doses de 700 mg/kg/dia, mas não em doses menores. Em coelhos, não
foram vistos efeitos teratogênicos ou no desenvolvimento da prole a doses de até 300 mg/kg/dia. As
evidências disponíveis até o momento sugerem que enquanto efeitos teratogênicos em modelos
animais têm sido documentados, tais efeitos parecem improváveis em humanos sob condições
normais de exposição (EXTOXNET, 1996).
Mutagenicidade, genotoxicidade, carcinogenicidade: não existem evidências in vitro de
mutagenicidade nem de genotoxicidade (ensaios Ames). Uma débil resposta no ensaio in vitro para
aberrações não foi confirmada quando cletodim foi testado para citogênese in vivo até a máxima dose
tolerada. Ensaios em animais não demonstram efeitos de carcinogenicidade (ensaios em
camundongos a doses de 24 mg/kg/dia por um período de 18 meses; estudo de 2 anos em ratos a
doses de 100 mg/kg/dia). Com base nos dados disponíveis até o momento não há evidências de
efeitos carcinogênicos pelo cletodim.
Efeitos endócrinos: existe uma ampla base de dados sobre estudos subcrônicos e crônicos sobre o
cletodim que não mostram efeitos de desregulação endócrina ou estrogênica.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
▪ Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
- Muito perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
X - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às
atividades aeroagrícolas.
• Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
VERSÃO: 10/12/2025
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa LONGWIND CROPSCIENCE BRAZIL
LTDA. – Telefone de Emergência: 0800 701 0450.
• Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
- Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio
de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado
não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante pelo telefone indicado
no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado.
- Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando
a favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o
seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
VERSÃO: 10/12/2025
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término
do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
VERSÃO: 10/12/2025
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
VERSÃO: 10/12/2025