Clariva PN
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. São Paulo/SP
Nematicida Microbiológico
Pasteuria nishizawae (Produto Microbiológico) (156 g/L)
Informações
Número de Registro
16917
Marca Comercial
Clariva PN
Formulação
FS - Suspensão Concentrada p/ Trat. Sementes
Ingrediente Ativo
Pasteuria nishizawae (Produto Microbiológico) (156 g/L)
Titular de Registro
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. São Paulo/SP
Classe
Nematicida Microbiológico
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Todas as culturas
Heterodera glycines
Nematoide-de-cisto-da-soja
Conteúdo da Bula
CLARIVA PN
Bula Completa – 29.04.2025
Logomarca do produto
®
CLARIVA PN
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 16917
COMPOSIÇÃO:
Pasteuria nishizawae Pn1 (mínimo de 1,0 x 1010 esporos/mL) ..... 156,0 g/L (15,6% m/v)
Outros Ingredientes .................................................................. 884,0 g/L (88,4% m/v)
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: NEMATICIDA MICROBIOLÓGICO
TIPO DE FORMULAÇÃO: SUSPENSÃO CONCENTRADA PARA TRATAMENTO DE
SEMENTES (FS)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e
13º andares, Torre Sigma, Bairro Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Fone:
(11) 5643-2322, CNPJ: 60.744.463/0001-90 – Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO AGENTE MICROBIOLÓGICO:
Lonza Biotech s.r.o. - Okruzni 134 – Kourim - 281 61 - República Tcheca.
FORMULADOR:
Syngenta España, S.A. – La Relba s/n - Porriño (Pontevedra) – 36400 - Espanha.
Syngenta Crop Protection, LLC. – 4111, Gibson Road – 68107 - Omaha - Nebraska –
EUA.
Syngenta Crop Protection, LLC. – Highway 75, River Road - St. Gabriel – Louisiana,
70776 – EUA.
Syngenta Production France S.A.S. - Route de la Gare, 30670 Aigues-Vives, França.
Syngenta Production France S.A.S. - 55, Rue du Fond du Val, F-27600 Saint Pierre
La Garenne, França.
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – Rodovia Professor Zeferino Vaz - SP 332, s/nº,
km 127,5 – Bairro Santa Terezinha – CEP: 13148-915 – Paulínia/SP – Brasil - CNPJ:
60.744.463/0010-80 – Fone: (19) 3874 5800 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453.
“O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo
Syngenta”.
Nº do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.
ORGANISMOS VIVOS DE USO RESTRITO AO CONTROLE DE PRAGAS.
ARMAZENAR O PRODUTO EM AMBIENTE APROPRIADO E MANTER SEMPRE
NA EMBALAGEM ORIGINAL.
MANTER EM TEMPERATURA AMBIENTE
PRAZO DE VALIDADE: 24 MESES
AGITE ANTES DE USAR
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo fabril no Brasil, conforme
previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
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CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE
CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE IV –
PRODUTO POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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INSTRUÇÕES DE USO
Pasteuria nishizawae é uma bactéria específica para o controle do nematoide do cisto
da soja, capaz de produzir endósporos, que são estruturas de resistência da bactéria.
Os endósporos permanecem no solo, sendo viáveis mesmo em condições ambientais
adversas.
O controle do nematoide do cisto da soja por P. nishizawae pode ocorrer em dois
momentos. Primeiramente, quando o nematoide é atraído pelos exsudatos da planta
hospedeira, ele percorre o solo infestado com os endósporos da bactéria; esses
endósporos entram em contato com o corpo do nematoide e a ele ficam aderidos.
Dependendo do número de endósporos aderidos, o nematoide não consegue penetrar
a raiz e, portanto, não pode se alimentar e acaba por morrer. Por sua vez, se o número
de endósporos é baixo, o nematoide em fase J2 pode conseguir penetrar a raiz da
planta, se diferenciar em uma fêmea e iniciar o processo de infecção; contudo, os
endósporos aderidos ao corpo irão parasitar essa fêmea e torná-la infértil. Desse modo,
ao invés de produzir ovos, o corpo da fêmea irá servir como uma proteção para a
proliferação das células da bactéria que irão se reproduzir até que o cisto, em condições
favoráveis, estoure e libere mais endósporos no solo e o processo se inicie novamente.
Instruções de uso:
ALVO
ÉPOCA,
BIOLÓGICO DOSES
Nº MÁXIMO NÚMERO E VOLUME
NOME (p.c./100
CULTURA DE INTERVALO DE
COMUM kg de
APLICAÇÕES DE CALDA
(NOME sementes)
APLICAÇÃO
CIENTÍFICO)
ÉPOCA:
Uma única
150 a 450* aplicação na 800
mL/100 kg forma de mL/100
1
Nematoide de tratamento kg de
Em
do cisto da sementes de sementes, semente
qualquer
soja antes da
cultura semeadura.
(Heterodera
que o alvo
glycines) Aplicar
ocorra
CLARIVA PN
diretamente no
75-100 1 sulco de 40 L/ha
mL/ha semeadura da
soja e cobrir
com solo em
seguida.
*Doses mais altas devem ser utilizadas em áreas com histórico de altas populações de
nematoide do cisto.
Produto com eficácia agronômica comprovada para a cultura da Soja no alvo biológico
Heterodera glycines.
MODO DE APLICAÇÃO:
Volume de calda recomendado para o tratamento de sementes da cultura da soja:
Diluir o produto na dose recomendada em água até completar o volume de calda
desejado, suficiente para tratar 100 kg de sementes, conforme instruções a seguir:
800 mL de calda para 100 kg de sementes.
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Instruções para preparo da calda:
Passo 1 - Colocar a quantidade de produto desejada em um recipiente próprio para o
preparo da calda;
Passo 2 - Colocar parte da água desejada gradativamente, misturando e formando uma
pasta homogênea;
Passo 3 - Completar com a quantidade de água restante até atingir o volume de calda
recomendado.
Importante: Manter a calda em agitação permanente, para evitar decantação.
Equipamentos de aplicação:
Utilizar equipamentos que propiciem uma distribuição uniforme da calda sobre as
sementes. Existem máquinas específicas para tratamento de sementes fornecidas pelos
seguintes fabricantes: Momesso, MecMaq, Niklas, Gustafson. Consulte um Engenheiro
Agrônomo.
Manutenção:
Os mecanismos dosadores e pulverizadores destes equipamentos devem ser revisados
e limpos diariamente ou a cada parada do equipamento. Resíduos de calda podem
reduzir a capacidade das canecas ou copos dosadores ou afetar a regulagem de bicos
e ou mecanismos de aplicação da calda sobre as sementes.
Operação de tratamento de sementes:
Com equipamentos de tratamento de batelada ou lotes dos tipos Amazone Transmix,
Arktos Africa, tambores rotativos, betoneiras ou similares:
Passo 1 - Colocar um peso de sementes conhecido;
Passo 2 - Adicionar o volume de calda desejada para este peso de sementes;
Passo 3 - Proceder à agitação/operação do equipamento de forma a obter uma
distribuição uniforme da calda sobre as sementes durante um tempo de 1 a 2 minutos
por batelada.
Com equipamentos de tratamento com fluxo contínuo de sementes:
Passo 1 - Aferir o fluxo de sementes (peso) em um determinado período tempo;
Passo 2 - Regular o volume de calda desejado para este peso de sementes no mesmo
período de tempo.
Importante:
Aferir periodicamente o fluxo de sementes e de calda, a fim de evitar erros na aplicação.
Não tratar as sementes diretamente sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de
sementes das máquinas semeadoras.
A utilização de meios de tratamento de sementes que provoquem uma distribuição
incompleta ou desuniforme do produto sobre as sementes pode resultar em níveis
indesejados ou falhas no controle de nematoides e outras pragas.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado. Trata-se de produto microbiológico para tratamento de sementes/
sulco de semeadura.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS
TRATADAS:
Não se aplica. Trata-se de produto microbiológico para tratamento de sementes/sulco
de semeadura.
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LIMITAÇÕES DE USO:
Na operação de semeadura mecanizada com sementes tratadas, estas apresentam
uma redução no fluxo, comparativamente a sementes não tratadas. Para evitar utilizar
uma quantidade menor de sementes que a usual e recomendada, deve-se regular a
semeadura com as sementes já tratadas. As semeadoras e seus kits de distribuição de
sementes devem ser limpos diariamente para evitar o acúmulo de resíduos nas paredes
e engrenagens das mesmas. A falta deste tipo de manutenção pode alterar o fluxo de
semeadura ou até mesmo provocar o bloqueio do equipamento. A não observância
destas indicações pode resultar em baixa população de plantas, falha no plantio,
excesso de sementes por metro ou outras irregularidades no plantio. Em função da baixa
quantidade do produto, a ser uniformemente distribuída em 100 kg de sementes,
recomenda-se cuidados especiais nessa operação.
Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de
Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles
definidas. Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos
d’água em caso de aplicação terrestre. E utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas
para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive
e o plantio direto.
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
A formulação de CLARIVA PN foi desenvolvida para o tratamento de sementes, mas
pode ser usada também no sulco de semeadura da cultura. O produto não apresenta
qualquer efeito fitotóxico à cultura nas doses recomendadas.
Outras restrições a serem observadas:
É OBRIGATÓRIA A ADIÇÃO DE UM AGENTE CORANTE, juntamente com o
tratamento das sementes com CLARIVA PN porque toda semente que sofre tratamento
com agrotóxico(s) deve ser colorida, para possibilitar a diferenciação dos grãos não
tratados, segundo a Legislação vigente.
As sementes tratadas não devem ficar expostas ao sol.
As sementes tratadas não devem ser usadas para alimentação humana, animal ou para
fins industriais.
Armazenar as sementes tratadas em local seguro, separado de alimentos e rações e
fora do alcance de crianças e animais.
O fabricante não responde por danos que decorram do armazenamento inadequado, do
emprego desapropriado do produto ou da inobservância das prescrições recomendadas.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A
SEREM UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE
HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO
AMBIENTE.
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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO,
DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO
DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO
AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E
DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA DE NEMATOIDES:
A combinação de práticas diversificadas e integradas de manejo tais como o uso de
resistência genética (cultivares resistentes), o uso de nematicidas químicos e o uso de
nematicidas biológicos podem prolongar a efetividade e a vida útil de cada uma dessas
tecnologias.
CLARIVA PN é classificado como produto biológico e contribui para a diminuição de
nematoide nas áreas infestadas permitindo a rotação de produtos com diferentes
espectros e mecanismos de ação.
Outras práticas de manejo das populações de nematoides incluem:
▪ Rotação de culturas, usando culturas não hospedeiras, cultivares resistentes
e/ou com baixo fator de reprodução;
▪ Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a
bula do produto;
▪ Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das
principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a
orientação técnica na aplicação de nematicidas;
▪ Informações sobre possíveis casos de resistência devem ser encaminhados
para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os
princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época
adequada de semeadura, adubação equilibrada, nematicidas, controle biológico,
destruição dos restos culturais, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio
do sistema agrícola.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
INDIVÍDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTÓRICO RECENTE DE
IMUNOSSUPRESSÃO NÃO DEVEM MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO.
PRODUTO POTENCIALMENTE SENSIBILIZANTE.
PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS.
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PESSOAS COM IMPLANTE DE LENTE INTRAOCULAR OU USO DE LENTES DE
CONTATO NÃO DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.
PESSOAS QUE TENHAM SIDO SUBMETIDAS À CIRURGIAS OCULARES COMO
TRABECULECTOMIA, IRIDECTOMIA, IMPLANTE DE VÁLVULA DE AHMED OU
PROCEDIMENTOS SIMILARES NÃO DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O
PRODUTO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos,
orifícios e válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos,
vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações
determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de
permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações
técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de
emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em
local trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser
vestidos na seguinte ordem: Macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas e calças compridas; botas de borracha, equipamento de proteção
respiratória com filtro mecânico, óculos de segurança com proteção lateral e
luvas de proteção para produtos químicos.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual
(EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: Macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha,
equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico, óculos de segurança
com proteção lateral e luvas de proteção para produtos químicos.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo
técnico responsável pela preparação da calda, em função do método utilizado ou da
adoção de medidas coletivas de segurança.
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PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem
na área em que estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes
do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou
permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do
produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): Trabalhadores envolvidos no
tratamento das sementes (conectando e desconectando mangueiras e as
bombas de transferência, na preparação da calda, na calibração do
equipamento, etc.); Ensacadores e costuradores dos sacos de sementes
tratadas e Trabalhadores envolvidos na limpeza e manutenção dos
equipamentos de tratamento de sementes: Macacão com tratamento
hidrorrpelente com mangas e calças compridas, botas de borracha, equipamento
de proteção respiratória, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de
proteção para produtos químicos.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA
TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar
na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize
os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante
a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem
em áreas tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as
luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem
original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das
demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental
impermeável.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos
equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI):
macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas
de proteção para produtos químicos e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser
retirados na seguinte ordem: Óculos, botas, macacão, luvas e proteção
respiratória.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
devidamente protegida.
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PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de
emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário
agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver
indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não
dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15
minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de
contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos,
relógio, anéis e etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão
neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto
e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR CLARIVA PN®
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Pasteuria nishizawae: Bactéria parasita de nematoides parasitas de plantas
Classe
Categoria 5: Produto improvável de causar dano agudo.
toxicológica
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética Pasteuria nishizawae: Não há indicação de produção de metabólitos/toxinas
secundárias.
Toxicodinâmica Pasteuria nishizawae: O modo de ação desta bactéria se dá por fixação dos
endosporos à cutícula do nematoide, etapa fundamental no processo de
infecção. Assim que o parasita invade a raíz da soja, o Pasteuria nishizawa
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Bula Completa – 29.04.2025
produz um tubo germinal dentro do nematoide. Então as microcolônias se
desenvolvem e proliferam dentro do nematoide, causando sua morte. Não é
toxico ou patogênico para humanos. Devido a sua alta afinidade ao hospedeiro
(nematoide), confere baixa periculosidade a humanos.
Sintomas e sinais Pasteuria nishizawae: Não são conhecidos sintomas e sinas de intoxicação
clínicos humana por Pasteuria nishizawae.
As informações detalhadas a seguir foram obtidas de estudos agudos com
animais de experimentação tratados com a formulação à base de Pasteuria
nishizawae, CLARIVA PN®:
Exposição oral: Não houve mortalidade ou sinais clínicos de toxicidade entre os
ratos fêmeas tratados com a dose limite de 2000 mg/kg em estudo de toxicidade
aguda oral.
Exposição cutânea: Não houve mortalidade ou sinais clínicos de toxicidade
sistêmica entre os ratos fêmeas tratados com a dose de 4000 mg/kg em estudo
de toxicidade aguda dérmica. Em estudo de irritação dérmica conduzido em
coelhos, não houve a presença de quaisquer sinais de irritação dérmica. O
produto não foi considerado irritante para a pele. O produto também não foi
considerado sensibilizante dérmico pelo teste LLNA em camundongos.
Exposição ocular: Os coelhos expostos ao produto em estudo de irritação
ocular apresentaram vermelhidão na conjuntiva e secreção ocular apenas na
leitura de 1 hora. Apesar de considerado minimamente irritante ocular, o produto
não foi classificado como irritante para os olhos pelo GHS.
Exposição crônica: Não são requeridos testes adicionais para avaliar efeitos
sub-crônicos/crônicos devido à não-patogenicidade do microorganismo a
humanos. Vide item “efeitos crônicos” a seguir.
Diagnóstico O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição ao
produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis. Em se apresentando
sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente
imediatamente.
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Tratamento Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro
clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao
suporte respiratório.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea,
frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer
via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e
arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente.
Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a
absorção e os efeitos locais.
Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto
proceder com:
- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças
de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de
30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando administrado
dentro de uma hora após a ingestão.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade
do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é
necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito
lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem
aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de
lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa
inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado,
fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência
de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação
mecânica.
Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e
cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local
ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para
tratamento.
Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com
solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com
a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem,
encaminhar o paciente para tratamento específico.
Antídoto: Não há antídoto específico.
Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um
equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o
procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO,
como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se
contaminar com o agente tóxico.
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Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração
e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça
abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado,
para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das
Não foram relatados efeitos de interações químicas para a Pasteuria nishizawae
interações
químicas em humanos.
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS)
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas)
Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br
Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com
Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório:
Vide quadro anterior, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.
Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/kg p.c.
Corrosão/Irritação cutânea: Em estudo de irritação dérmica conduzido em coelhos,
não houve a presença de quaisquer sinais de irritação dérmica. O produto não foi
considerado irritante para a pele.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Os coelhos expostos ao produto em estudo de
irritação ocular apresentaram vermelhidão na conjuntiva e secreção ocular apenas na
leitura de 1 hora. Apesar de considerado minimamente irritante ocular, o produto não foi
classificado como irritante para os olhos pelo GHS.
Sensibilização cutânea em camundongos (Teste LLNA): O produto não foi
considerado sensibilizante dérmico.
Sensibilização respiratória: O produto não deve ser considerado sensibilizante para
as vias respiratórias.
Efeitos crônicos:
Pasteuria nishizawae: Até o momento, não existe informação de que Pasteuria
nishizawae produza toxicidade, patogenicidade, infecciosidade ou reações
sensibilizantes em humanos. Sabe-se que Pasteuria nishizawae não produz qualquer
toxina ou metabólito de preocupação toxicológica. Tomados em conjunto, resultados de
estudos experimentais agudos pelas vias oral, intravenosa e intratraqueal, da literatura
publicada, pela ocorrência natural desse parasita obrigatório e por sua alta
especificidade de hospedeiro nematoide, conclui-se que Pasteuria nishizawae não
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causa risco à saúde humana. Dessa maneira, não são requeridos testes adicionais para
avaliar efeitos sub-crônicos/crônicos.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE
• Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
X - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente
(CLASSE IV).
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a
500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
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• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE
CULTIVOS LTDA.
• Telefone de emergência: 0800 704 4304.
• Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas
de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone
indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico,
ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou
no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva,
quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou
no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis
meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
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EMBALAGEM SACARIAS (UTILIZADAS PARA ACONDICIONAR SEMENTES TRATADAS)
AS EMBALAGENS – SACARIAS – NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA OUTROS
FINS.
AS EMBALAGENS – SACARIAS – NÃO PODEM SER LAVADAS.
ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS
• O armazenamento das embalagens – sacarias – vazias, até sua devolução pelo usuário,
deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio das sacarias.
• As embalagens – sacarias – vazias devem ser armazenada separadamente, em saco
plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente
identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS – SACARIAS – VAZIAS
• Devem ser devolvidas em conjunto com a embalagem do agrotóxico CLARIVA PN ou
no local onde foram adquiridas as sementes tratadas.
• Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico devem descrever nas sacarias que
as sementes foram tratadas com o agrotóxico CLARIVA PN e informar que as mesmas
devem ser devolvidas no local em que foram tratadas ou adquiridas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde
foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas
pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e
a saúde das pessoas.
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PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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