Chefer 700 WG
Crystal Agro Ltda
Inseticida
imidacloprido (neonicotinóide) (700 g/kg)
Informações
Número de Registro
27724
Marca Comercial
Chefer 700 WG
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
imidacloprido (neonicotinóide) (700 g/kg)
Titular de Registro
Crystal Agro Ltda
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Sistêmico.
Classe Toxicológica
Extremamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Abacaxi
Dysmicoccus brevipes
Cochonilha-do-abacaxi; Cochonilha-pulverulenta-do-abacaxi
Abacaxi
Syntermes molestus
Cupim; Cupim-de-montículo
Algodão
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Algodão
Frankliniella schultzei
Tripes
Alho
Thrips palmi
Tripes
Cana-de-açúcar
Heterotermes tenuis
Cupins
Cebola
Thrips tabaci
Tripes; Tripes-do-fumo
Citros
Chrysomphalus ficus
Cochonilha-cabeça-de-prego; Cochonilha-com-carapaça
Citros
Coccus viridis
Cochonilha-verde; Cochonilha-verde-do-cafeeiro
Citros
Diaphorina citri
Psilídeo
Citros
Oncometopia facialis
Cigarrinha-da-cvc
Citros
Orthezia praelonga
Cochonilha-Orthezia; Cochonilha-de-placa
Citros
Phyllocnistis citrella
Larva-minadora-das-folhas; Minadora-das-folhas
Citros
Pinnaspis aspidistrae
Cochonilha-escama-farinha
Citros
Selenaspidus articulatus
Cochonilha-pardinha
Citros
Toxoptera citricida
Pulgão-preto; Pulgão-preto-dos-citrus
Cupim-de-monte
Cornitermes cumulans
cupim
Eucalipto
Cornitermes bequaerti
Cupim-de-chifre
Eucalipto
Leptocybe invasa
Vespa-da-galha
Eucalipto
Syntermes molestus
Cupim; Cupim-de-montículo
Fumo
Faustinus cubae
Broca-do-caule-do-tomateiro; Broca-do-fumo
Fumo
Myzus persicae
Pulgão-verde; Pulgão-verde-claro
Melão
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Melão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Melão
Thrips palmi
Tripes
Pinus
Cinara atlantica
Pulgão-do-pinus
Conteúdo da Bula
Bula Chefer 700 WG
Revisão 22.12.2025
CHEFER 700 WG
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o n° 27724
COMPOSIÇÃO:
(1-(6-chloro-3-pyridylmethyl)-N-nitroimidazolidin-2-ylideneamine (IMIDACLOPRIDO) ............ 700 g/Kg (70% m/m)
Outros ingredientes ................................................................................................................. 300 g/Kg (30% m/m)
GRUPO 4A INSETICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO: Neocotinoides
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos Dispersíveis em água (WG)
TITULAR DO REGISTRO (*)
CRYSTAL AGRO LTDA. – Avenida Cristóvão Colombo, 2834, Conjuntos 803/804, Porto Alegre, RS, CEP 90550-054 – Fone:
(51) 3342-1300 Fax: (51) 3343-5295 – CNPJ: 03.625.679/0001-00
Número de registro do estabelecimento no Estado: 1190/00 – SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
PRODUTO TÉCNICO:
IMIDACLOPRIDO TÉCNICO CRYSTAL — Registro MAPA nº 06712
JIANGSU CHANGQING AGROCHEMICALS CO., LTD. – Puto Town, Jiangdu, Jiangsu, China.
IMIDACLOPRIDO TÉCNICO CROPCHEM — Registro MAPA nº TC05622
HEBEI YETIAN AGROCHEMICALS CO., LTD - Industrial Zone, South of Yuanshi County Shijiazhuang Hebei-China.
FORMULADOR:
− AGROMOL BIOTECH CO., LTD. – East Side, Middle section of Binhe Road, Shanxian County Chemical Industry Park, Xieji
Town, Shanxian County, Heze City, Shandong Province, China.
− JIANGSU YUNFAN CHEMICAL CO., LTD – No. 168, Jiangsu Road, Binjiang Fine Chemical Industry Park, Qidong, Jiangsu,
China.
− SINOCHEM NINGBO CHEMICALS CO., LTD. – BeiHai Road, n. 1165, Ningbo Chemical Industry Zone, Xiepu Town, Zhenhai
District, Ningbo, Zhejiang, 315040, China.
− SHANDONG UNITED PESTICIDE INDUSTRY – Building 1#, Middle Shengli Road, Daxin Village, Fan Town, Daiyue District,
Taian City, Shandong, China.
− SUZHOU GREENLANDS CHEMICAL CO., LTD. – East Renmin Road, Zhangjiagang, Jiangsu Province, China.
− SHANDONG UNITED PESTICIDE INDUSTRY CO., LTD. – Building 1#, Middle Shengli Road, Daxin Village, Fan Town,
Daiyue District, Taian City, Shandong, China.
No do lote ou partida :
Data de fabricação : VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento :
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU
PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: Classe I – Extremamente Tóxico
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – Produto MUITO PERIGOSO ao Meio
Ambiente
Bula Chefer 700 WG
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INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
O produto CHEFER 700 WG é um inseticida sistêmico do grupo químico dos neonicotinóides que age por
ingestão ou por contato direto. Ele rompe os receptores nicotínicos da acetilcolina no sistema nervoso central
dos insetos.
CULTURAS/PRAGAS/DOSES:
CHEFER 700 WG é indicado para o controle de pragas nas culturas de cana-de-açúcar, cebola, cupim-de-
monte, eucalipto, fumo, melão.
Pragas Controladas Volume
Modalidade de
Cultura Nome comum Dose P.C.¹ de
Aplicação
Nome científico Calda
Cana-de- Pulverização sulco Cupim 150 a 200
400 g/ha
açúcar de plantio Heterotermes tenuis L/ha
Terrestre, jato Tripes 300 a 800
Cebola 100 g/ha
dirigido (Esguicho) Thrips tabaci L/ha
Pulgão-verde
Fumo Rega no canteiro Myzus persicae 40 L de água/
15 g/50 m²
(Canteiro) de mudas Broca-do-fumo 50m²
Faustinus cubae
Pulgão-verde
Fumo “Drench” Myzus persicae 200 a 500
360 g/ha
(Lavoura) (esguicho) Broca-do-fumo L/ha
Faustinus cubae
Mosca-branca
Bemisia tabaci raça 300 g/ha
B
“Drench” Pulgão-das- 10-15
(esguicho) inflorescências 200 g/ha mL/muda
Aphis gossypii
Melão
Tripes
200 g/ha
Thrips palmi
Mosca-branca
250 mL de
Gotejamento Bemisia tabaci raça 300 g/ha
calda/bandeja
B
Terrestre Cupins
Cupim- 30 g/100 L
(perfuração do Cornitermes 1 L/ninho
de-monte de água
cupinzeiro) cumulans
¹ P.C. = Produto comercial.
NÚMERO, ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÕES:
Alho e Cebola: Realizar uma aplicação em jato dirigido à inserção das folhas (bainha). A aplicação é feita
logo após o aparecimento do tripes. Vedado o uso quando for destinado a produção de sementes.
Cana-de-açúcar: Realizar uma aplicação sobre os toletes no sulco do plantio, em jato dirigido, e logo após,
fechando o sulco de plantio.
Cupinzeiro: O controle dos cupins deve ser feito diluindo 30 gramas do produto/100 L de água e aplicando
1 L da calda preparada diretamente no local, através de um buraco aberto do topo até o núcleo do
cupinzeiro, com auxílio de uma barra de aço de 25 mm de diâmetro.
Eucalipto: Realizar uma aplicação, sendo a mesma através de imersão das mudas antes do plantio ou rega
das mudas após o plantio.
* Para o cálculo de calda, considerou-se uma população de 2000 plantas/ha.
Fumo: Realizar uma aplicação. Para o controle no Canteiro, as aplicações devem ser realizadas durante o
período de produção das mudas e antes do transplante para o local definitivo. Para o controle na lavoura,
aplicar logo após o transplante com jato dirigido, de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo.
Melão: Realizar uma aplicação. A aplicação deve ser feita logo após o transplante, em jato dirigido ao colo
da planta, ou direto a campo na germinação das mudas, com esta até a 3ª folha verdadeira no ramo principal.
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MODO DE APLICAÇÃO:
ESTE PRODUTO É TOXICO PARA ABELHAS. A APLICAÇÃO AÉREA NÃO É PERMITIDA.
Utilizar gotas grossas a extremamente grossas.
Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for
observada visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui crime
ambiental, sujeito a penalidades.
Preparo de calda:
Para a preparação da calda, o CHEFER 700 WG deve ser misturado em água limpa suficiente para uma boa
cobertura da área a ser tratada e diluindo a dose recomendada ao volume de água indicado. Para tratamentos
foliares ou de solo, a aplicação é feita através de pulverização terrestre, utilizando-se pulverizadores costais
(manuais ou motorizados) ou tratorizados, com bicos para aplicação dirigida.
Nas culturas de alho e cebola utilizam-se pulverizadores de barra com bicos cônicos, aplicando-se 300 – 800
L de calda/há.
Na cultura de cana-de-açúcar pulverizar em jato dirigido sobre os toletes dentro do sulco de plantio, usando
bico de jato leque e volume de calda de 150 a 200 L/ha.
Na cultura de eucalipto o produto deverá ser diluído em água e aplicado das seguintes formas:
a) Antes do plantio: proceder a imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos,
em seguida retirá-las e deixar escorrer o excesso de calda por um período de 2 minutos. Aguardar a
secagem das bandejas antes de efetuar o plantio das mudas, Ou,
b) Após o plantio: aplicar 25 mL de calda na base de cada planta, utilizando-se pulverizador costal, aplicando
antes da floração no máximo.
Na cultura do fumo, o produto deverá ser diluído em água e aplicado nas seguintes formas:
a) Lavoura: coloca-se um saquinho (30 g) em um pulverizador costal e faz-se uma única aplicação logo após
o transplante com jato dirigido planta a planta (esguicho) de forma que o produto atinja o caule e escorra
até o solo. Recomenda-se de 10 a 15 mL de calda/planta, gastando-se 180 a 240 L de calda/há, o que
corresponde a 12 cargas de 15 ou 20 L do pulverizador costal, respectivamente.
Na cultura de melão realiza-se a aplicação, por esguicho, logo após a emergência das plantas, empregando-
se 10 – 15 ml de calda por muda.
Aplicações especiais:
Controle de cupins:
O controle de cupins será feito após a identificação e localização dos ninhos. O cupinzeiro deve ser perfurado
utilizando-se uma barra de aço com aproximadamente 25 mm de diâmetro, seguida da introdução de um litro
da calda previamente preparada (30 gramas de CHEFER 700 WG/100 litros de água) neste buraco.
Junto à irrigação por gotejo:
Para as culturas de tomate e melão, o produto pode ser aplicado diluído na água de irrigação, respeitando-se
a dose de produto recomendada por hectare.
Os volumes de calda recomendados variam de acordo com a cultura, estágio de crescimento e condições
climáticas, devendo seguir as instruções de um Engenheiro Agrônomo. Pontas com uma vazão maior
produzem gotas maiores.
Condições climáticas:
As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, evitando-se momentos de ventos fortes.
Temperatura inferior a 27ºC, umidade relativa inferior a 55% e velocidade média do vento de 3km/hora a 10
km/hora. Nunca aplique quando o vento estiver com velocidade inferior a 3 km/h (condições para a ocorrência
de inversão térmica ou correntes convectivas).
Instruções para redução de deriva durante as aplicações
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e
outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Sigas as restrições existentes na
legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao
equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para pulverização, o tamanho das
gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e o clima (velocidade do vento, umidade e
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temperatura). O aplicador deve considerar todos esses fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva
é responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gotas:
A presença de culturas sensíveis ou não registradas nas proximidades, as condições climáticas, o estádio de
desenvolvimento da cultura, entre outros fatores, deve ser considerados, pois podem influenciar tanto o
gerenciamento da deriva quanto a cobertura das plantas. A utilização de gotas de maior diâmetro reduz o
potencial de deriva, porém não a elimina, especialmente quando as aplicações são realizadas de forma
inadequada ou sob condições ambientais desfavoráveis.
Limpeza do equipamento de pulverização:
Antes da aplicação, verificar se o equipamento está limpo e bem conservado.
Após a aplicação com o CHEFER 700 WG, o equipamento de aplicação deverá ser lavado imediatamente,
para evitar a formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento,
mesmo por poucas horas, torna a limpeza mais difícil. Este procedimento deverá ser feito longe de nascentes,
fontes de água e de plantas úteis. Para a sua realização, siga os seguintes passos:
1. Esvaziar o equipamento de pulverização. Enxaguar completamente o pulverizador e fazer circular água
limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores. No caso da existência de depósitos do produto, os
mesmos devem ser soltos e removidos. O material resultante desta operação deve ser pulverizado na área
tratada com o produto.
2. Completar o pulverizador com água limpa e circular a solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos.
Desligar a barra e encher o tanque com água limpa. Circular pelo sistema de pulverização durante 15
minutos. Circular pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvaziar o tanque na área tratada
com o produto.
3. Completar novamente o pulverizador com água limpa e adicionar amoníaco de uso doméstico (3% de
amônia) na proporção de 1% (1 litro para cada 100 litros de água). Circular a solução pelas mangueiras,
barras, filtros e bicos. Desligar a barra e encher o tanque com água limpa e circular pelo sistema de
pulverização por 15 minutos. Circular então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvaziar
o tanque em local que não atinja corpos d´água, nascentes ou plantas úteis.
4. Remover e limpar os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repetir o passo 3.
6. Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa por, pelo
menos, 2 vezes.
Limpar tudo que estiver associado ao pulverizador, inclusive o material utilizado no enchimento do tanque.
Tomar todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpar o equipamento perto
de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descartar a água remanescente da lavagem e resíduos
da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
INTERVALOS DE SEGURANÇA:
Cultura Intervalo de Segurança
Cebola 21 dias
Cana-de-açúcar não determinado devido à modalidade de aplicação
Fumo Uso Não Alimentar
Melão 40 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção
individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivamente agrícola.
• Utilizar apenas as doses recomendadas.
• Desde que sejam mantidas as recomendações de uso não ocorre fitotoxicidade nas culturas para as quais
o produto é recomendado.
• Não aplicar o produto na cultura do melão durante o florescimento.
• Na ocorrência de chuvas após a aplicação, e dependendo da sua intensidade, pode ocorrer diminuição da
ação do produto.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
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Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃODAS EMBALAGENS VAZIAS
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida CHEFER 700 WG pertence ao grupo 4A (moduladores competitivos de receptores
nicotínicos da acetilcolina – Neonicotinóides), e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do
mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas
culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do CHEFER 700 WG como uma ferramenta útil de manejo de
pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter
a evolução da resistência:
Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 4A. Sempre rotacionar com produtos
de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
Usar CHEFER 700 WG ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo
de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
Aplicações sucessivas de CHEFER 700 WG podem ser feitas desde que o período residual total do
“intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso
específico do CHEFER 700 WG, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo
químico Organofosforado não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de
aplicações recomendadas na bula.
Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do CHEFER 700 WG ou outros produtos do
Grupo 4A quando for necessário;
Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a
serem controladas;
Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
Utilizar as recomendações da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados
para o IRAC- BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária
(www.agricultura.gov.br).
GRUPO 4A INSETICIDA
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas
disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides),
controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre
alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
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PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
− Produto para uso exclusivamente agrícola.
− O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
− Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
− Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
− Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
− Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca.
− Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações recomendadas pelo fabricante.
− Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado.
− Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
− Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e de animais.
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: EPI:
macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas; avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro
combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2) cobrindo nariz e boca,
óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
− Seguir as recomendações do fabricante do equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
− Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental
impermeável, botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e
filtro mecânico classe P2) cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e
luvas de nitrila.
− Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
− Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
− Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita)
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre na área em que estiver sendo
aplicado o produto.
− Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto.
− Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental
impermeável, botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e
filtro mecânico classe P2) cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e
luvas de nitrila.
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇOES APÓS APLICAÇÃO DO PRODUTO:
− Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos
até o final do período de reentrada.
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− Evite ao máximo possível contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
ates do térmico do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação.
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo
após a aplicação.
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita)
− Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação.
− Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
− Lave as roupas e Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis.
− Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
− Não reutilizar a embalagem vazia.
− No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
por cima das botas; avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico
contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2) cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com
proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara com filtro combinado (filtro
químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2).
− A manutenção e limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
Nocivo se ingerido
Provoca irritação ocular grave
Atenção
Pode ser nocivo em contato com a pele
Pode ser nocivo se inalado
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de
lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com
muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite a água de lavagem entre um olho e outro. Caso
utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa contaminada e acessórios contaminados e lave a pele com muita
água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
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INTOXICAÇÕES POR IMIDACLOPRIDO
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupos químicos Neonicotinóides
Classe toxicológica Categoria 4: Produto Pouco Tóxico
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética Estudos de biocinética em ratos mostraram que o imidacloprido é
rapidamente e quase completamente absorvido pelo lúmen intestinal. Da
mesma forma, a eliminação é rápida e completa. Não há indícios de potencial
de bioacumulação do composto parental bem como de seus metabólitos. Os
processos de absorção e excreção são independentes da via de exposição.
Observa-se como média 75% da excreção via urina e o restante via fezes,
pela bile excretada. O pico de concentração plasmática é atingido entre 1 e
2 horas após a administração e o produto se distribui rapidamente do espaço
intravascular para os órgãos e tecidos periféricos do corpo. Após 48 horas
da aplicação, a presença do imidacloprido nos tecidos é bastante pequena.
A transposição da barreira hemato-encefálica é bastante limitada.
A taxa de metabolização do imidacloprido em ratos é alta e mais pronunciada
em machos do que em fêmeas. Somente entre 10% a 16% do composto
parental é encontrado na excreta. O principal metabólito renal excretado é o
ácido 6-cloronicotínico e seu produto glicina conjugado, bem como os dois
correspondentes de biotransformação com anel imidazolidina.
As duas maiores rotas de metabolismo responsáveis pela degradação do
imidacloprido são: 1- Clivagem oxidativa gerando nitroimino-imidazolina e
ácido cloronicotínico, que sofre conjugação com glicina. Estes metabólitos
são encontrados somente na urina e excretados rapidamente. Eles
constituem a maior parte dos metabólitos identificados e representam cerca
de 30% destes; 2- Hidroxilação do anel imidazolina entre as posições 4-5.
Mecanismos de Inseticidas neonicotinoides interagem menos com os subtipos de receptores
toxicidade nicotínicos humanos quando comparado aos de insetos. Devido à pouca
penetração através da barreira hemato-encefálica, os efeitos mediados pelo
sistema nervoso central não são esperados em níveis baixos de exposição.
Sintomas e sinais A ingestão de imidacloprido pode causar tontura, sonolência, tremores e
clínicos movimentos incoordenados. Sintomas após exposição aguda ao produto
formulado (imidacloprido e outros ingredientes) incluíram falta de
coordenação, tremores, diarreia e perda de peso. Estudos crônicos com
ratos mostraram que a tireoide é especialmente sensível ao imidacloprido.
Existe a possibilidade de efeitos anticolinérgicos em humanos. Em
experimentos animais de dose alta observaram-se distúrbios na respiração
e na movimentação, tremores, hipotermia e reflexos pupilares impareados.
Os sintomas são similares à intoxicação por nicotina. Esses inseticidas
parecem ser menos tóxicos quando absorvidos por via dérmica ou inalatória
do que quando absorvidos por via oral.
A ingestão de formulações de inseticidas neonicotinoides também pode
resultar em sintomas clínicos relacionados aos surfactantes, solventes ou
outros ingredientes, sendo que alguns podem ser corrosivos. Devem-se
tratar os sintomas.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
ocorrência de quadro clínico compatível.
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Tratamento Não há antídoto específico, o tratamento deve ser sintomático e de suporte.
Remova o paciente da fonte de exposição. Lave a área do corpo atingida
pelo produto com grandes quantidades de água e sabão.
Lave os olhos com grande quantidade de água durante 15 minutos e, se
necessário, utilize colírio anestésico após a lavagem.
Pacientes com intoxicação via oral devem ser observados cuidadosamente
para o possível desenvolvimento de irritação ou queimaduras no esôfago ou
trato gastrintestinal. Se estiverem presentes sinais ou sintomas de irritação
ou queimaduras no esôfago, considere a endoscopia para determinar a
extensão do dano.
Lavagem gástrica deve ser considerada em ingestões significativas (grandes
volumes) e no período máximo de 2 horas.
Administre carvão ativado (240ml de água / 30g de carvão ativado). Dose
usual: 25 a 100g em adultos / adolescentes, 25 a 50g em crianças (1 a 12
anos), e 1g / kg em crianças com menos de 1 ano de idade. Reidrate o
paciente que estiver perdendo fluidos através de vômito e diarreia.
Contra-indicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.
Efeitos sinérgicos Não se conhecem efeitos sinérgicos para este produto.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
ATENÇÃO
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: (51) 3342-1300
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
O produto é rapidamente absorvido pela via gastrointestinal, porém pouco pela via dérmica e inalatória, sendo
rapidamente distribuído nos órgãos e tecidos. Em ratos, a absorção oral foi estimada como 92-99%. As
concentrações mais elevadas foram encontradas no fígado e rins (rotas de eliminação).
Nos ratos o produto tem ação reversível sobre o sistema nervoso e observam-se efeitos sobre os sistemas
respiratório e muscular.
A biotransformação ocorre principalmente em duas vias. A primeira através da oxidação da molécula,
formando o ácido 6-cloro-nicotínico que forma o conjugado ácido hipúrico (reação com glicina) e a segunda
via pela hidroxilação do anel imidazolidina na posição 4 ou 5.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos:
• DL50 oral em ratos: 2.500 mg/kg (fêmeas)
• DL50 dérmica em ratos > 2.000 mg/kg
• CL50 inalatória em ratos > 5,182 mg/L
• Irritação Dérmica: Nos estudos realizados em coelhos, o produto produziu eritema e edema cujos sinais de
irritação retornaram ao normal na leitura de 48 horas após o tratamento para 1/3 dos animais testados e 7
dias após o tratamento para 2/3 dos animais testados.
• Irritação Ocular: Nos estudos realizados em coelhos, o produto produziu irite (hiperemia pericorneana e/ou
congestão da íris), hiperemia, edema e secreção conjuntival em 3/3 dos olhos testados e opacidade na córnea
em 2/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura de 7 dias após o
tratamento para todos os animais testados.
• Sensibilização cutânea: O produto mostrou-se não sensibilizante à pele de cobaias.
• Mutagenicidade: o produto não apresentou efeito mutagênico
Efeitos crônicos:
Nos estudos realizados com ratos de laboratório durante dois anos, observou-se um retardamento no ganho
de peso dos animais que receberam a dose máxima testada na dieta (900 ppm). Os ratos machos foram mais
sensíveis que as fêmeas em relação à observação de partículas mineralizadas no coloide de folículos da
tiroide. Quanto aos demais parâmetros requeridos neste tipo de estudo não foram observados nenhuma
anormalidade ou efeitos significativos. As doses sem efeito foram 300 ppm para ratos fêmeas e 100 ppm para
ratos machos.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
■ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
□ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
atingir principalmente águas subterrâneas;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para minhocas;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos.
- Evite a contaminação ambiental – preserve a natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
1.1. INSTRUÇÕES DE MITIGAÇÃO PARA POLINIZADORES:
- Este produto é tóxico para abelhas. A pulverização não dirigida em área total não é permitida. Não aplique
este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada
visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui crime ambiental,
sujeito a penalidades cabíveis e sem prejuízo de outras responsabilidades.
- Não é autorizado o uso combinado de imidacloprido em mais de um modo de aplicação no mesmo ciclo
de cultivo, quando esses eventos ocorrerem antes da floração da cultura.
- Não é autorizado o uso de imidacloprido em cultura subsequente ao cultivo aplicado.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CRYSTAL AGRO LTDA. - telefone de
Emergência: (51) 3342-1300.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
o Piso pavimentado: Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
o Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado.
o Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
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o Em caso de incêndio use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2, OU PÓ
QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO
OU EM DESUSO:
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio desta embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser
adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas
– modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
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DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTO.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e
outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis
TELEFONE DE EMERGÊNCIA: (51) 3342-1300