Bridge
Iharabras S.A. Indústria Químicas - Sorocaba
Herbicida
amicarbazona (triazolinona) (250 g/L) + sulfentrazona (triazolona) (250 g/L)
Informações
Número de Registro
16022
Marca Comercial
Bridge
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
amicarbazona (triazolinona) (250 g/L) + sulfentrazona (triazolona) (250 g/L)
Titular de Registro
Iharabras S.A. Indústria Químicas - Sorocaba
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cana-de-açúcar
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cana-de-açúcar
Merremia aegyptia
batatão-roxo; corda-de-viola (12); jetirana (8)
Cana-de-açúcar
Mucuna aterrima
Cana-de-açúcar
Ricinus communis
carrapateira; mamona; palma-de-cristo
Conteúdo da Bula
BRIDGE®
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob Nº 16022
COMPOSIÇÃO:
4-amino-N-tert-butyl-4,5-dihydro-3-isopropyl-5-oxo-1H-1,2,4-triazole-1-carboxamide
(AMICARBAZONA)................................................................................................250 g/L (25% m/v)
2',4'-dichloro-5'-(4-difluoromethyl-4,5-dihydro-3-methyl-5-oxo-1H-1,2,4-triazol-1-yl)
methanesulfonanilide (SULFENTRAZONA) .........................................................250 g/L (25 % m/v)
Outros Ingredientes................................................................................................660 g/L (66% m/v)
GRUPO C1 HERBICIDA
GRUPO E HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida, Pré-emergente, de ação sistêmica, do grupo químico triazolinona
(amicarbazona) e triazolona (sulfentrazona).
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO:
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Avenida Liberdade, 1701 – Bairro Cajuru do Sul
CEP 18087-170 – Sorocaba / SP – Fone: (15) 3235-7700
CNPJ Nº 61.142.550/0001-30 – Registro da Empresa no Estado de São Paulo nº 8
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
AMICARBAZONA:
MAGNETO TÉCNICO (Registro MAPA nº 39118)
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Avenida Liberdade, 1701 – Bairro Cajuru do Sul
CEP 18087-170 – Sorocaba / SP – Fone: (15) 3235-7700 - CNPJ Nº 61.142.550/0001-30
Registro da Empresa no Estado de São Paulo nº 8
JIANGSU AGROCHEM LABORATORY CO., LTD.
Nº 1218 North Changjiang Road, Hi-tech Development Zone, 213034 Changzhou, Jiangsu, China
JIANGSU FLAG CHEMICAL INDUSTRY CO., LTD.
Nº 309, Changfenghe Road, Nanjing Chemical Industry Park, Nanjing, 210047, China
PI INDUSTRIES LTD.
Sterling SEZ, AT & PO, Sarod, TA-Jambusar, Dist. Bharuch, State: Gujarat-392180, Índia
SULFENTRAZONA:
BORAL TÉCNICO (Registro MAPA nº 07606)
ZHEJIANG LIANHE CHEMICAL TECHNOLOGY CO.
Sanjiang RD, Huangyan, Zhejiang, China
JIANGSU LIANHE CHEMICAL TECHNOLOGY CO. LTD.
Weisan RD, Chenjiagang, Xiangshui, Jiangsu, China
SHANGAI BAODA VETERINARY PHARMACEUTICAL CO. LTD.
7738 Hu Tai Road, Lu Dian Town, Shangai, China
SULFENTRAZONE TÉCNICO (Registro MAPA nº 07395)
FMC CORPORATION
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1701 East Patapsco Avenue, Baltimore, 21226, Maryland, Estados Unidos da América
JIANGSU BAOZONG & BAODA PHARMACHEM CO. LTD.
Nº 10 Yuejiang Road, Changjiang Town, Rugao, Jiangsu 226532, China
SULFENTRAZONE TÉCNICO PROVENTIS (Registro MAPA nº 29818)
JIANGXI HEYI CHEMICAL CO., LTD.
Jishan Eco Industrial Park, Pengze County, Jiujiang City, Jiangxi Province, 332700, China
SULFENTRAZONA TÉCNICO OF (Registro MAPA nº 37218)
TAGROS CHEMICALS INDIA PRIVATE LIMITED
A-4/1 & 2 Sipcot Industrial Complex Pachayankuppam 607005 Cuddalore, Tamil Nadu, Índia
JIANGXI ZHONGHE CHEMICAL INDUSTRY CO., LTD.
Nº 11, Rongqi Road, Yunshan Economic and Technological Area in Xinghuo Industrial Park, Yongxiu
County, Jiujiang, Jiangxi Province, China
SULFENTRAZONA TÉCNICO OURO FINO (Registro MAPA nº 8616)
ORIENTAL (LUZHOU) AGROCHEMICALS CO., LTD.
Xinle Town, Naxi District 646300, Luzhou City, Sichuan Province, China
SNT TÉCNICO (Registro MAPA nº 37818)
ORIENTAL (LUZHOU) AGROCHEMICALS CO., LTD.
Xinle Town, Naxi District 646300, Luzhou City, Sichuan Province, China
FORMULADOR:
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Av. Liberdade, 1701 – Bairro Cajuru do Sul
CEP 18087-170 – Sorocaba / SP – Fone: (15) 3235-7700
CNPJ Nº 61.142.550/0001-30 – Registro da Empresa no Estado de São Paulo nº 8
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR
Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II –
PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
COR-DA-FAIXA: Azul PMS Blue 293 C
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INSTRUÇÕES DE USO:
BRIDGE é um herbicida de ação sistêmica, que apresenta mecanismo de ação de Inibidores da
fotossíntese no fotossistema II e Inibidores da Protox (Protoporfirinogênio oxidadse – PPO)
recomendado para o controle em pré-emergência de diversas plantas infestantes na cultura da
cana-de-açúcar.
CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, RECOMENDAÇÃO DE USO:
RECOMENDAÇÃO DE USO
PLANTAS Doses Nº máximo Volume de
CULTURAS Época e Intervalo de
INFESTANTES (L p.c./ha) de calda
aplicação
aplicações (L/ha)
Em cana soca:
Capim-braquiária Recomenda-se 1
(Brachiaria decumbens) aplicação, após a
colheita, na época seca,
na pré-emergência total
(pré-emergência da
cultura e das plantas
Corda-de-viola
1 a 3,2 infestantes). Aplicar as
(Merremia aegyptia)
doses mais altas em
solos pesados e em
Cana-de- 1 por ciclo Terrestre:
áreas com alta
açúcar da cultura 150 a 200
densidade de plantas
Mucuna-preta infestantes.
(Mucuna aterrima) Em cana planta:
Recomenda-se 1
aplicação sempre na
menor dose, após o
Mamona plantio, em pré-
1,4 a 3,2 emergência total (pré-
(Ricinus communis)
emergência da cultura e
das plantas infestantes).
p.c.: produto comercial
MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicar BRIDGE nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. Este
produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais
(manuais ou motorizados) e tratorizados.
As recomendações para os equipamentos de aplicação poderão ser alteradas à critério do
Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da
aplicação, a especificação do fabricante do equipamento e a tecnologia de aplicação
empregada.
Preparo de calda:
Encher o tanque até a metade da sua capacidade com água limpa, mantendo o agitador e o retorno
em funcionamento, e então, adicionar o produto formulado e completar o volume com água limpa.
A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação da calda. Preparar apenas a
quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a
sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la
vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem
durante o preparo da calda.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento
de Deriva.
Aplicação Via Terrestre:
Para pulverizações terrestres, recomenda-se equipamentos com barras providas das seguintes
opções de bico: Bico tipo Leque de Jato Plano Comum – com pontas do tipo XR teejet, Teejet Albuz;
Bico tipo Leque de Grande ângulo – com pontas do tipo Turbo floodjet; Bico tipo Cônico de Grande
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ângulo – com pontas do tipo Fulljet; ou similares, de modo a obter uma pulverização de 20 a 30
gotas/cm² com Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de 200 a 300 micra.
A seleção das pontas de pulverização, regulagem do equipamento quanto à pressão de trabalho e
ajuste de diâmetro de gotas, devem ocorrer de acordo com as variações climáticas durante toda a
aplicação de modo a atender uma vazão de 150 a 200 litros por hectare de volume de calda aplicado,
distribuindo uniformemente a quantidade correta do produto por área.
Recomenda-se a pulverização do herbicida BRIDGE somente quando as condições climáticas
estejam favoráveis para a operação (vide instruções de bula), objetivando reduzir as perdas por
deriva e/ou evaporação para que o ingrediente ativo atinja toda a superfície do alvo, proporcionando
uma boa cobertura do solo.
Durante a aplicação mantenha a calda sob agitação constante no interior do tanque.
Sempre consulte um Engenheiro Agrônomo para maiores esclarecimentos e/ou recomendação
quanto à tecnologia de aplicação via pulverização terrestre.
Condições Climáticas:
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para
aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias
durante a aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 32ºC.
Umidade relativa do ar acima de 55%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cana-de-açúcar: (1)
(1) Não determinado devido à modalidade de emprego
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo
24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Em áreas com altas densidades de plantas infestantes, onde tem-se a germinação em diferentes
fluxos, complementar quando necessário com herbicida pós-emergente indicado para a cultura e
alvos em questão.
Nas áreas tratadas com o herbicida BRIDGE, chuvas em excesso após a pulverização podem
acarretar lixiviação do produto para camadas de solo abaixo do banco de sementes de plantas
infestantes, podendo resultar em reinfestação precoce da área e consequentemente redução da
eficácia e/ou redução do período de controle (diminuição do residual do herbicida).
Chuvas em excesso e/ou irrigação em excesso após a aplicação do herbicida BRIDGE poderá
causar sintomas de fitotoxicidade na cultura de cana-de-açúcar.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRIPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
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PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta infestante alvo resistente a esse mecanismo de
ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
O produto herbicida BRIDGE é composto por amicarbazona e sulfentrazona, que apresentam
mecanismos de ação dos Inibidores da fotossíntese no fotossistema II e Inibidores da Protox
(Protoporfirinogênio oxidadse – PPO), pertencente ao Grupo C1 e E, segundo classificação
internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas), respectivamente.
Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 e E para o controle do
mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas infestantes seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas infestantes devem ser consultados
e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD:
www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas
(HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
“ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.”
PRECAUÇÕES GERAIS:
− Produto para uso exclusivamente agrícola.
− O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
− Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
− Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
− Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
− Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
− Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
− Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas
e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
habilitado.
− Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
− Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
− Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
− Utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro
combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de
segurança com proteção lateral; e luvas de nitrila.
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− Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção
individual (EPI) recomendados;
− Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
preparação da calda em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
− Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
− Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia, respeitando
as melhores condições climáticas para cada região.
− Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
− Utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico
contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção
lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
− Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
os avisos até o final do período de reentrada.
− Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação.
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
− Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação.
− Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
− Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
− Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
− Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação.
− Não reutilizar a embalagem vazia.
− No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão com
− tratamento hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
− Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe,
óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
− A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
− protegida.
− Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para
casa.
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
ATENÇÃO - Nocivo se ingerido
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PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço de emergência, levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica.
Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite
que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
= INTOXICAÇÕES POR BRIDGE =
(Amicarbazona e Sulfentrazona)
INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os
procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de
saúde, etc.).
Grupo químico Amicarbazona: triazolinona e Sulfentrazona: triazolona
Classe CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
toxicológica
Vias de exposição Dérmica, ocular, oral e inalatória.
Toxicocinética Amicarbazona: em ratos, maior parte da radioatividade é recuperada na urina
dentro de 24h (64%), indicando rápida absorção. A excreção fecal compreendeu
para 27% da dose administrada.
Sulfentrazona: é completamente absorvida após administração oral em ratos e
totalmente biotransformada em 3-hidroximetil-sulfentrazona, sendo este
rapidamente excretado através da urina.
Toxicodinâmica Amicarbazona: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são bem
conhecidos.
Sulfentrazona: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são bem
conhecidos. Possível inibição transitória da enzima protoporfirinogênio oxidase,
na cadeia de biossíntese do heme, apenas em condições extremas de exposição.
Sintomas e sinais Amicarbazona: pode causar dano se ingerido. Pode causar moderada irritação
clínicos ocular. Em animais de laboratório, após exposições repetidas, causou efeitos de
toxicidade geral, como diminuição dos pesos corpóreos e hepatotoxicidade.
Sulfentrazona: em estudos com animais, os principais órgãos atingidos foram: o
fígado, a medula óssea e os rins. No caso de exposições agudas, pouca ou
moderada irritação ocular temporária pode ocorrer. Substâncias pertencentes à
classe das triazolonas podem ocasionar dor abdominal, vômitos e constipação,
quando da exposição a elevadas concentrações.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
quadro clínico compatível.
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Tratamento Antídoto: Não há antídoto específico conhecido para a substância.
O tratamento é sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para a
manutenção das funções vitais.
Exposição oral: Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos
e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em
água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água. Administre
5 mL/kg até 200 mL de água se o paciente puder engolir, se tiver reflexo de vômito
e se não salivar.
Exposição inalatória: mover o paciente a um local com ar puro. Monitorar quanto
às dificuldades respiratórias. Se evoluir para tosse ou dificuldade para respirar,
avaliar quanto à possível irritação do trato respiratório, bronquite ou pneumonite.
Administrar oxigênio e proceder com ventilação assistida. Tratar broncoespasmo
com agonista beta-adrenérgico via inalatória. Considerar administrar
corticosteroide sistêmico em pacientes com significante broncoespasmo.
Exposição ocular: remover lentes de contato e lavar os olhos expostos com grande
quantidade de água ou solução salina 0,9%, por pelo menos 15 minutos.
Necessária avaliação médica caso irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia
persistirem.
Exposição dérmica: remover a roupa e os acessórios contaminados e 8oloca-los
em um saco plástico. Lavar as áreas expostas com água e sabão durante 10 a
15 minutos, gentilmente com esponja. Necessária avaliação médica caso irritação
ou dor persistir.
Cuidado para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um
equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o
procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por
luvas e avental impermeáveis, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Contra-indicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser
evitado.
Efeitos sinérgicos Não são conhecidos
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
ATENÇÃO Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT
– ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de
Agravos de Notificação (SINAN / MS). Notifique ao Sistema de Notificação em
Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 774 4272
Endereço Eletrônico da Empresa: www.ihara.com.br
Centro de Envenenamento do Paraná: 0800-410148
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens“Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
EFEITOS AGUDOS DO PRODUTO FORMULADO:
DL50 oral: > 2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória: > 1,221 mg/L
Irritação dérmica: não irritante para pele (estudo in vitro e in vivo)
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Irritação ocular: não irritante para olhos (BCOP)
Sensibilização dérmica: não sensibilizante
Sensibilização respiratória em ratos: dado não disponível
Mutagenicidade: produto não mutagênico e não genotóxico
EFEITOS CRÔNICOS DOS INGREDIENTES ATIVOS:
Amicarbazona: Em estudos conduzidos com ratos e camundongos, não houve aumento de
incidência de tumores, indicando que o Amicarbazona não possui potencial carcinogênico. Os
estudos de mutagenicidade foram negativos. Não houve evidência de suscetibilidade da ninhada
nos estudos de toxicidade par ao desenvolvimento e nos estudos de toxicidade reprodutiva.
Sulfentrazona: Em estudos subcrônicos e crônicos, conduzidos com o produto técnico
(Sulfentrazona) em cães, camundongos e ratos, os principais efeitos observados foram alterações
nos parâmetros hematológicos, tais como a diminuição dos valores de hemoglobina e hematócrito.
Não apresentou potencial carcinogênico. Estudos conduzidos em células procariontes (in vitro) e
eucariontes (in vivo) demonstram que a sulfentrazona não apresentou potencial genotóxico.
Alterações sobre o desenvolvimento embriofetal foram observadas em ratos e coelhos após
exposição intrauterina, assim como efeitos sobre os parâmetros reprodutivos masculinos. Porém,
para todos os efeitos, doses seguras de exposição à sulfentrazona foram estabelecidas.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
− Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
− Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas;
− Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
− Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas);
− Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
− Não utilize equipamento com vazamentos.
− Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
− Aplique somente as doses recomendadas.
− Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
− A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
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- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
− Isole e sinalize a área contaminada.
− Contate as autoridades locais competentes e a empresa IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS
QUÍMICAS.
− Telefone da empresa 0800-770-1760.
− Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
− Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone
indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
− Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO 2, pó químico,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a
na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
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- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio
local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio
local onde são guardadas as embalagens cheias.
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- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o
término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio
local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
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- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de
pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL
OU MUNICIPAL:
- De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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