Brasão
SM Agrocare Brasil Importação Comércio e Serviços Agrícolas Ltda
Inseticida
lambda-cialotrina (piretróide) (50 g/L)
Informações
Número de Registro
9508
Marca Comercial
Brasão
Formulação
CS - Suspensão de Encapsulado
Ingrediente Ativo
lambda-cialotrina (piretróide) (50 g/L)
Titular de Registro
SM Agrocare Brasil Importação Comércio e Serviços Agrícolas Ltda
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Contato
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Alabama argillacea
Curuquerê; Curuquerê-do-algodoeiro
Algodão
Anthonomus grandis
Bicudo
Feijão
Diabrotica speciosa
Larva-alfinete; Vaquinha-verde-amarela
Milho
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Tomate
Neoleucinodes elegantalis
Broca-pequena-do-fruto; Broca-pequena-do-tomateiro
Trigo
Pseudaletia sequax
Lagarta-do-trigo
Conteúdo da Bula
Bula_BRASÃO_29julho2025
BRASÃO®
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 09508
COMPOSIÇÃO:
(S)-α-cyano-3-phenoxybenzyl(Z)-(1R,3R)-3-(2-chloro-3,3,3-trifluoroprop-1-enyl)-2,2-dimethylcyclopropane carboxylate
and (R)-α-cyano-3-phenoxybenzyl(Z)(1S,3S)-3-(2-chloro-3,3,3-trifluoroprop-1-enyl)-2,2-di methylcyclopropane
carboxylate (1:1) (LAMBDA-CIALOTRINA) ..…..................................................................................... 50 g/L (5,0% m/v)
Outros ingredientes................................................................................................................................. 974 g/L (97,4% m/v)
GRUPO 3A INSETICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida de contato e ingestão do grupo químico piretróide
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão de cápsulas (CS)
TITULAR DO REGISTRO (*):
SM AGROCARE BRASIL IMPORTAÇÃO, COMÉRCIO E SERVIÇOS AGRÍCOLAS LTDA.
Avenida José de Sousa Campos, nº 550, Salas 71 e 72 - Condomínio Torre Sul, Chácara da Barra
CEP 13090-615, Campinas – SP
CNPJ.: 34.866.068/0001-70
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP no 4286
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Lambda-Cyhalothrin 97 Técnico Helm – Registro MAPA nº 06906
JIANGSU CHANGLONG CHEMICALS CO., LTD.
Longhu Tang, New District of Changzhou, Jiangsu - China
Lambda-Cyhalothrin Técnico Oxon – Registro MAPA nº 05213
YOUTH CHEMICAL CO., LTD.
N° 3 Dalian Road, Yangzhou Chemical Industrial Zone, Yizheng, 211402, Jiangsu – China
Lambda-Cyhalothrin Técnico Sulphur Mill - Registro MAPA n° 39819
SULPHUR MILLS LIMITED
G.I.D.C., Plot Nº 1904, A-18/18, Panoli Dist: Bharuch, Gujarat – Índia
FORMULADORES:
AGROTECHNICA INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE FERTILIZANTES LTDA
Rua Mafalda Barnabé Soliane, 414 - lndaiatuba / SP
CNPJ.: 23.527.172/0001-13
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP nº 4496
AGROPAK SPÓLKA JAWNA
43-603 Jaworzno, ul. Darwina 1d, Poland – Jaworzno - Polônia
ADAMA BRASIL S/A.
Rua Pedro Antônio de Souza, n° 400, Parque Rui Barbosa - CEP 86031-610 - Londrina/PR
CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Registro no Estado nº 003263 – ADAPAR/PR
ADAMA BRASIL S/A.
Av. Júlio de Castilhos, n° 2085, Coqueiros - CEP 95860-000 - Taquari/RS
CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Registro no Estado nº 1047/99 – SEAPA/RS
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FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA
Av. Antônio Carlos Guillaumon nº 25, Distrito Industrial III - CEP 38044-760 – Uberaba/MG
CNPJ: 04.136.367/0005-11 – Registro no Estado nº 210 – IMA/MG
NORTOX S.A.
Rodovia BR 369, km 197, Distrito de Aricanduva - CEP 86700-970 – Arapongas/PR
CNPJ: 75.263.400/0001-99 - Registro no Estado nº 466 – ADAPAR/PR
NORTOX S.A.
Rodovia BR 163, km 116, Parque Industrial Vetorasso - CEP 78740-275 – Rondonópolis/MT
CNPJ: 75.263.400/0011-60 - Registro no Estado nº 183/06 – INDEA/MT
PRENTISS QUÍMICA LTDA
Rodovia PR 423, km 24,5, s/nº, Jardim das Acácias - CEP 83603-000 – Campo Largo/PR
CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Registro no Estado nº 002669 - ADAPAR/PR
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A
Rua Igarapava nº 599, Distrito Industrial III - CEP 38044-755 – Uberaba/MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 – Registro no Estado nº 2972 – IMA/MG
SML LIMITED
Plot No. 1904, A-18/18, G.I.D.C., Panoli, District- Bharuch, State-Gujarat, India.
SML LIMITED
Plot No. 1905/1928/29/30, G.I.D.C., Panoli, District- Bharuch, State-Gujarat, India.
SML LIMITED
Plot No. 230/231/232, G.I.D.C., Panoli, District- Bharuch, State-Gujarat, India.
SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A.
Avenida Wilson Camurça, n° 2138 - Distrito Industrial I - CEP 61939-000 - Maracanaú/CE
CNPJ 07.467.822/0001-26 – Registro no Estado n° 358/2021 – DICOP - SEMACE/CE
TAGMA BRASIL INDÚSTRIA COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA
Av. Roberto Simonsen, n° 1459, Recanto dos Pássaros - CEP: 13148-030 – Paulínia/SP
CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro no Estado nº 477 - CDA/SP
IMPORTADORES:
AGROALLIANZ S.A.
Rua Avelino Silveira Franco, 149, Ville Sainte Hélène, CEP 13.105-822, Campinas/SP
CNPJ.: 27.150.699/0001-22
Número de registro do estabelecimento/Estado: CDA/SP n° 1280
CASA DO ADUBO LTDA.
Av Marechal Castelo Branco, 424, Centro, Teixeira de Freitas/BA
CNPJ.: 28.138.113/0011-49
Número de registro do estabelecimento/Estado: ADAB/BA n° 17598
CASA DO ADUBO LTDA.
Rua Vilagran Cabrita, 922, Centro, Ji-Parana/RO
CNPJ.: 28.138.113/0014-91
Número de registro do estabelecimento/Estado: IDARON/RO n° 000704
CASA DO ADUBO LTDA.
Rua Antônio Moreno Perez, 554, Jardim Maria Beatriz, Mogi Mirim/SP
CNPJ.: 28.138.113/0044-07
Número de registro do estabelecimento/Estado: CDA/SP n° 4454
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CASA DO ADUBO LTDA.
ROD BR-010, 1343, Maranhão Novo, Imperatriz/MA
CNPJ.: 28.138.113/0030-01
Número de registro do estabelecimento/Estado: AGED/MA n° 1322
CASA DO ADUBO LTDA.
Avenida Fernando Correa Da Costa, 3010, Jardim Shangri-La, Cuiaba/MT
CNPJ.: 28.138.113/0007-62
Número de registro do estabelecimento/Estado: INDEA/MT n° 34337
CASA DO ADUBO LTDA.
Av. Antonio Mario De Azevedo, 21279, Conquista, Nova Friburgo/RJ
CNPJ.: 28.138.113/0015-72
Número de registro do estabelecimento/Estado: SEAPPA/RJ n° 34
CASA DO ADUBO LTDA.
Av. Bernardo Sayão, 1619, Manoel Gomes da Cunha, Araguaína/TO
CNPJ.: 28.138.113/0032-73
Número de registro do estabelecimento/Estado: ADAPEC/TO n° 2622/2024
CASAL COMERCIO E SERVIÇOS LTDA.
Avenida Cloves Arraes Chaves, 1002 setor 201, Quadra 00021, Lote 009-F – JI Paraná/RO
CNPJ.: 27.338.151/0007-04
Número de registro do estabelecimento/Estado: IDARON/RO n°0042120
CASAL COMERCIO E SERVIÇOS LTDA.
Rua Raul Narezzi, 58, Distrito Industrial Nova Era, Indaiatuba/SP
CNPJ.: 27.338.151/0015-06
Número de registro do estabelecimento/Estado: CDA/SP n° 4446
CASAL COMERCIO E SERVIÇOS LTDA.
Avenida Fernando Correa da Costa, 7422, São José, Cuiaba/MT
CNPJ.: 27.338.151/0008-87
Número de registro do estabelecimento/Estado: INDEA/MT n° 34027
CASAL COMERCIO E SERVIÇOS LTDA.
Rod. BR 010, n 1343 A, Bairro Maranhão Novo, Imperatriz/MA
CNPJ.: 27.338.151/0010-00
Número de registro do estabelecimento/Estado: AGED/MA n° 889
CASAL COMERCIO E SERVIÇOS LTDA.
Av. Antonio Mario De Azevedo, 21279, Conquista, Nova Friburgo/RJ
CNPJ.: 27.338.151/0012-63
Número de registro do estabelecimento/Estado: SEAPPA/RJ n° 73
CASAL COMERCIO E SERVIÇOS LTDA.
Rua Alfredo Nasser, 421, Araguaína/TO
CNPJ.: 27.338.151/0011-82
Número de registro do estabelecimento/Estado: ADAPEC/TO n° 01/0152
GOPLAN S.A.
Rua Antônio Lapa, 606, Campinas/SP
CNPJ.: 37.422.096/0001-96
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP nº 4830
GOPLAN S.A.
TO 222 – km 114 – Lote 41-K – Jardim Boa Sorte, Araguaína/TO
CNPJ.: 37.422.096/0002-77
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: ADAPEC/TO nº 01/0225
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GOPLAN S.A.
Anel Viário s/n, Anexo A Lote 05B, Quadra Area, Jardim Paraiso acréscimo no S/N, Aparecida de Goiânia/GO
CNPJ.: 37.422.096/0003-58
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: AGRODEFESA/GO nº 5725/2023
GOPLAN S.A.
Rodovia MG-29, 0, Distrito Industrial, km 1,2, sala 04, Araguarí/MG
CNPJ.: 37.422.096/0004-39
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: IMA/MG nº6722976
GOPLAN S.A.
Rua Adolfo Zieppe Filho s/no, Quadra 17, Setor 13, Anexo 01, Carazinho/RS
CNPJ.: 37.422.096/0006-09
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: SEAPA/RS nº 100/23
GOPLAN S.A.
PR 090, km 374, Lote 44-C-2, Parque Industrial Nene Favoretto, Ibiporã/PR
CNPJ.: 37.422.096/0007-81
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: ADAPAR/PR nº 1008426
NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA.
ROD BR 050 KM 185, Zona Rural, Uberaba/MG
CNPJ.: 88.305.859/0054-61
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: IMA/MG n° 17.293
NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA.
Avenida Constante Pavan, 4633, Betel, Paulínia/SP
CNPJ.: 88.305.859/0024-46
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP n° 4438
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4° do
Decreto N° 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - MUITO PERIGOSO AO
MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
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INSTRUÇÕES DE USO:
ALVOS
CULTURAS DOSES p.c. Época de aplicação
Nome comum Nome científico
Para curuquerê, iniciar aplicação quando
Curuquerê Alabama argillacea 100 mL/ha observar 2 lagartas por planta, ou 25% de
desfolha; para bicudo, aplicar o produto quando
Algodão o nível de botões florais danificados tiver atingido
Anthonomus 10%, repetindo a cada 5 dias.
Bicudo 300 mL/ha
grandis
Número máximo de aplicações: 3
Intervalo de aplicação: 5 a 15 dias
50 a 100 Para mosca-minadora as pulverizações foliares
Mosca- Liriomyza
mL/100 L devem ser realizadas visando a redução da
minadora huidobrensis
Batata água população de insetos adultos.
Número máximo de aplicações: 5
Intervalo de aplicação: 7 dias
Iniciar tratamento no aparecimento da praga na
cultura, ou quando observar 30% de desfolha
Vaquinha- Diabrotica 150 a 200
antes da floração ou de 15% de desfolha após
verde-amarela speciosa mL/ha
Feijão floração.
Número máximo de aplicações: 2
Intervalo de aplicação: quando houver necessidade
Aplicar no início da infestação quando 17% a
20% das plantas estiverem atacadas, com o
Spodoptera sintoma de folhas raspadas, sendo que o período
Lagarta-militar 150 mL/ha
frugiperda mais crítico é do início do ciclo da cultura até os
Milho 60 dias.
Número máximo de aplicações: 1
Intervalo de aplicação: aplicação única
Iniciar aplicação aos primeiros sinais de
30 a 50
Broca-pequena- Neoleucinodes aparecimento da praga na cultura. A maior dose
mL/100 L
do-fruto elegantalis é recomendada quando o nível de infestação
Tomate água
estiver elevado.
Número máximo de aplicações: 3
Intervalo de aplicação: 7 dias
Iniciar aplicação assim que observar o
Pseudaletia
Lagarta-do-trigo 100 mL/ha aparecimento da praga.
sequax
Trigo
Número máximo de aplicações: 2
Intervalo de aplicação: 15 dias
p.c. = produto comercial
MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação do inseticida BRASÃO® poderá ser efetuada através de pulverização terrestre e aérea.
APLICAÇÃO TERRESTRE Para as culturas do algodão, batata, feijão, milho, tomate e trigo BRASÃO® pode ser aplicado
na parte aérea das plantas com equipamento terrestre (costal, tratorizado ou autopropelido). Utilizar equipamentos com
pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa
cobertura das plantas. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que
evitem a ocorrência de deriva: - Diâmetro de gotas: 100 a 300 µ (micra) VMD; - Densidade de gotas: mínimo de 40
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gotas/cm2 ; - Volume de calda: • Algodão, milho e trigo: 100 a 200 L/ha • Batata: 100 a 500 L/ha • Feijão: 150 a 200 L/ha
• Tomate: 400 a 800 L/ha.
APLICAÇÃO AÉREA: Para as culturas do algodão, feijão, milho e trigo, BRASÃO® pode ser aplicado via aérea através
de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos hidráulicos Spraying Systems D8, core 46 ou atomizadores
rotativos (Micronair AU 5000 ou semelhante) apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota fina a média.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Altura de voo: A altura do voo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em especial da
altura da vegetação e dos obstáculos ao voo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial
temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de voo situa-se entre 2 a 4 metros acima da
vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da aeronave. Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros.
Deve ser determinada mediante testes de deposição com as aeronaves e equipamentos que serão empregados na
aplicação. Varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Diâmetro de gotas: 150 a
300 µ (micra) DMV. Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre
as variáveis meteorológicas. Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume
de aplicação. Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como
orientação geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda.
MODO DE PREPARO DA CALDA:
Para as aplicações terrestre e aérea, deve-se colocar água limpa no tanque até cerca de 2/3 da sua capacidade. Em
seguida, adicionar BRASÃO® na dose recomendada, completar o tanque com água, mantendo a agitação e realizar a
aplicação. É importante que o sistema de agitação do produto no tanque se mantenha em funcionamento durante toda
a aplicação. Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação via terrestre e aérea
do produto, tais como: - Temperatura ambiente até 30ºC; - Umidade relativa do ar no mínimo de 50%; - Velocidade do
vento entre 3 e 10 km/h; Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas
indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas dias
Algodão 10
Batata 03
Feijão 15
Milho 15
Tomate 03
Trigo 15
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a
aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado nas doses
recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, quando aplicado conforme instruções de uso.
Compatibilidade: Não foi observada incompatibilidade de BRASÃO® com outros produtos. Antes de misturar produtos
recomenda-se a realização de testes prévios de compatibilidade física, química e biológica.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).
INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
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INFORMAÇÕES SOBRE A DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBA-LAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
GRUPO 3A INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou
seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida BRASÃO® pertence ao grupo 3A (Moduladores de canais de sódio) e o uso repetido deste inseticida ou de
outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas
culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do BRASÃO® como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é
necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. Adotar
as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 3A. Sempre rotacionar com produtos de
mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar BRASÃO® ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação”
(janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de BRASÃO® podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de
aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do
BRASÃO®, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos 3A não deve
exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do BRASÃO® ou outros produtos do Grupo 3A quando for
necessário.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem
controladas.
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas,
controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado.
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o
manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-
BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis
e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de
semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio
do sistema. Incluir outros métodos de controle de pragas, dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando
disponível e apropriado.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
“ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA”.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio ou aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com a vida útil fora de
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e
procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de
crianças e de animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas,
avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de
limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental
impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2 (ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção
lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação
da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite, o máximo possível, o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a
última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado
o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem
em contato, com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando
por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico
classe P2 (ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação
da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final
do período de reentrada.
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes
do término de intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o
uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre
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a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos e Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar
as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com
mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe,
óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação
da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
“Pode ser nocivo se ingerido”
ATENÇÃO “Pode ser nocivo em contato com a pele”
“Provoca moderada irritação à pele”
“Provoca irritação ocular grave”
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo,
bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra
naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita
água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente
de contato, deve-se retirá-la.
Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e
lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeável, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR BRASÃO®
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Piretróide
Classe toxicológica Categoria 5 – Produto improvável de causar dano agudo
Oral, inalatória, ocular e dérmica. As exposições inalatória e dérmica são consideradas as mais
Vias de exposição
relevantes.
Após a administração oral a ratos, a absorção foi de aproximadamente 55% da dose
administrada. O produto se distribuiu para a maioria dos tecidos, sendo os maiores níveis de
resíduos encontrados no tecido adiposo. A metabolização se deu principalmente por clivagem
Toxicocinética
da ligação éster e a maior parte da dose foi rapidamente eliminada pela urina na forma de
conjugados polares já nas primeiras 24 horas; apenas pequena proporção (2– 3%) foi
identificada nos animais após sete dias.
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Os piretroides do tipo II atuam diretamente nos axônios dos neurônios de insetos e mamíferos;
eles se ligam aos canais de sódio, mantendo os abertos, e prolongam acentuadamente o tempo
de despolarização. Como consequência, há intoxicação por hiperexcitação do sistema nervoso
Toxicodinâmica
central. Apesar de apresentarem o mesmo mecanismo de ação, os piretroides são
considerados bem menos tóxicos para mamíferos, pois passam por extenso processo de
metabolização.
Podem incluir reações anafiláticas (hipotensão e taquicardia), broncoespasmo, edema de
glote, choque em indivíduos sensíveis, crises de asma, reações de hipersensibilidade com
pneumonite e edema pulmonar.
Exposição oral: fraqueza, cefaléia, náuseas, vômitos, dor abdominal, cólicas, tenesmo,
gastrite, anorexia e tonturas. A ingestão de grandes doses pode afetar o SNC, resultando em
fasciculações, convulsões, coma e parada respiratória. Podem ocorrer duas síndromes
básicas, dependentes da exposição ao tipo de piretróide: Tipo II - salivação,
hiperexcitabilidade, coreoatetose, sialorreia e convulsões.
Exposição ocular: produz conjuntivite química, com diminuição de acuidade visual, edema
peri-orbitário, podendo causar lesão de córnea, incluindo ceratite e denudação, devido a
mecanismo não esclarecido.
Exposição dérmica: não são irritantes primários, mas podem produzir dermatite alérgica, com
reações sistêmicas. Desencadeia dermatite com prurido, acompanhada de queimação,
dormência, eritema, pápulas, vesículas e hipercromia local. Também pode ocorrer parestesia
(distribuição em luva e bota), sendo considerado um efeito irritante local e ocorrendo em doses
mais baixas do que as que causam efeitos no SNC. Habitualmente as alterações causadas por
piretróides (ocorrem algumas horas após exposição até cerca de 24 h). Podem ocorrer
Sintomas e sinais
disestesias faciais, principalmente em regiões malares e periorbitais (ocorrem de 30 min - 3
clínicos
horas após exposição). Tanto as parestesias como as disestesias estão relacionadas com
exposições ocupacionais (crônicas).
Exposição respiratória: podem ocorrer congestão nasal, rinorréia, ardor em garganta,
dispnéia, broncoespasmo, tosse, dor torácica.
Toxicidade crônica: trabalhadores expostos apresentaram sinais cutâneos com sensação de
formigamento da face, coceiras, queimação e fisgadas, com início em 30 minutos após a
exposição, efeito máximo em 8 horas, desaparecendo em 12 a 24 horas.
Exposições ocupacionais repetidas causam, além disso, cefaleia severa, tontura, vertigem,
fadiga, náuseas, perda de apetite, alterações transitórias no eletroencefalograma. Casos
severos são vistos, sobretudo com ciano-piretroides, revelando tremores, convulsões e risco
de morte. Eles são agravados pela associação com o butóxido de piperonila ou com inseticidas
organofosforados, que inibem a degradação metabólica dos piretroides.
Trabalhos têm demonstrado que certos piretroides podem apresentar atividade estrogênica e
atuar como desreguladores endócrinos, acarretando disfunções reprodutivas importantes no
sexo masculino, com redução dos níveis plasmáticos de testosterona e o peso da vesícula
seminal e do ducto deferente de ratos machos adultos, além de alterações no comportamento
sexual desses animais.
O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição ao produto e pela
Diagnóstico presença de sintomas clínicos compatíveis. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos
de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
Tratamento geral: as medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do paciente com
avaliação de sinais vitais e do “status mental”, a efetividade da respiração e circulação,
manutenção de vias aéreas patentes e adequada oxigenação, remoção da fonte de exposição
ao produto com a descontaminação do paciente, administração de antídotos, medidas para
aumentar a eliminação do tóxico do organismo, medidas sintomáticas e de manutenção.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência cardíaca,
frequência respiratória e temperatura corporal), ECG e amilase sérica. Atenção especial para
fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias
cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente.
Tratamento Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se
necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão
tecidual.
Medidas de descontaminação:
O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Exposição Oral: Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do produto
(geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é necessária. Atentar para
nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do
tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com
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cuff.
- Carvão ativado: Avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Se necessário,
administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão).
Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g (ou 0,5 a 1,0 g/kg) em crianças de
1 a 12 anos e 10 a 25 g (ou 0,5 a 1,0 g/kg) em crianças com menos de 1 ano.
Exposição ocular:
Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água ou soro fisiológico à temperatura
ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição Dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação cuidadosa da
pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos. Lavar a área exposta com água
em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve ser encaminhado
para tratamento específico.
Exposição inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e perda
de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação no trato
respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na
ventilação, conforme necessário.
ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático e de suporte de
acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar respiração boca a
boca caso o paciente tenha ingerido o produto; e utilizar um equipamento intermediário de
reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento
ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá
estar protegida por luvas e avental impermeáveis, de forma a não se contaminar com o agente
tóxico.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Contraindicações
Cimoxanil é incompatível com materiais alcalinos.
Efeitos das interações
Não foram relatados efeitos de interações químicas em humanos.
químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento,
ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e
Assistência Toxicológica–RENACIAT-ANVISA/MS.
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
Notificação Compulsória.
ATENÇÃO Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa:
SML BRASIL: (19) 3365.7015
Emergências Toxicológicas: 0800 5914763 (24 horas)
Emergências para Transportes: 0800 5914763 (24 horas)
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO, E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c
Irritação dérmica em coelhos: O produto é irritante para a pele. A substância teste aplicada na pele de coelhos
apresentou leves sinais de irritação em 2/3 animais testados, os quais foram revertidos durante o período de avaliação.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto é irritante para os olhos. A substância teste aplicada no olho dos coelhos
produziu vermelhidão na conjuntiva em 3/3 dos animais testados, os quais foram revertidos durante o período de
avaliação.
- Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante.
- Sensibilização respiratória: Não foram conduzidos estudos de sensibilização respiratória em animais de
experimentação.
- Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em bactérias
(teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.
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Efeitos Crônicos
Lambda-cialotrina: Em um estudo oral de 2 anos em ratos, foi observado diminuição do ganho de peso corpóreo e do
consumo de alimentos, leves alterações bioquímicas no sangue e aumento do peso do fígado nas maiores doses
(NOAEL machos e fêmeas: 1,7 e 1,9 mg/kg p.c./dia, respectivamente). Em estudo de carcinogenicidade em
camundongos, na maior dose os animais apresentaram pilo-ereção e postura curvada. Machos da segunda maior dose
também apresentaram esses efeitos. Machos apresentaram comportamento agressivo, emagrecimento, palidez e
hiperatividade, além de menor ganho de peso corpóreo e menor eficiência na utilização de alimentos no grupo de maior
dose. Na necropsia, houve maior incidência de massas subcutâneas e inchaço em fêmeas nas duas maiores doses,
além de adenocarcinomas mamários. No entanto, não houve relação dose-resposta e as respostas foram condizentes
com as do controle histórico (NOAEL machos e fêmeas: 1,8 e 2,0 mg/kg p.c./dia, respectivamente). Na ausência de
tumores relevantes, a lambda-cialotrina não é considerada carcinogênica para humanos. Adicionalmente, estudos de
mutagenicidade in vivo e in vitro demonstram que a lambda-cialotrina não apresenta mutagenicidade. Em estudo da
reprodução de três gerações, houve redução no ganho de peso dos pais em todas as gerações tratadas com a maior
dose, além de pequena redução na média do peso total da ninhada das gerações F2 e F3. Este efeito persistiu durante
o período de lactação e pode estar relacionado ao tratamento (NOEL toxicidade reprodutiva 1,5 mg/kg p.c./dia). Nos
estudos do desenvolvimento em ratos e coelhos, a exposição à maior dose causou apenas redução do peso corpóreo
materno, do ganho de peso e do consumo de ração (NOAEL materno em ratos 10 mg/kg p.c./dia e desenvolvimento 15
mg/kg p.c./dia; NOAEL materno em coelhos 10 mg/kg p.c./dia e desenvolvimento 30 mg/kg p.c./dia). Com base nos
estudos acima descritos, a lambda-cialotrina não é considerada teratogênica ou tóxica para a reprodução. Também não
foram identificados órgãos-alvo relevantes após estudos de exposições repetidas.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e peixes).
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação
da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de
povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros
de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
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- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento
de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de
Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa SM AGROCARE BRASIL IMPORTAÇÃO, COMÉRCIO E
SERVIÇOS AGRÍCOLAS LTDA., - telefone de Emergência: 0800-5914763.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores
e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado
devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone
indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em
um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental
mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções
do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para
evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos equipamentos de proteção individual
(EPI) recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante
30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30
segundos; - Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem
plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar
o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de
lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o
fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque
de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do
equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por
30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem
plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta
embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens
cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
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nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo
de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução
pelos usuários, somente poderá ser realizada pela empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos
órgãos competentes.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado,
ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no local próprio onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela empresa
registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA
E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone
indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em
fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por
órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU
MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes às atividades
agrícolas.