Boveril WP PL63
Koppert do Brasil Holding S.A. - Piracicaba/SP
Inseticida Microbiológico
Beauveria bassiana (Produto Microbiológico) (50 g/kg)
Informações
Número de Registro
04902
Marca Comercial
Boveril WP PL63
Formulação
WP - Pó Molhável
Ingrediente Ativo
Beauveria bassiana (Produto Microbiológico) (50 g/kg)
Titular de Registro
Koppert do Brasil Holding S.A. - Piracicaba/SP
Classe
Inseticida Microbiológico
Modo de Ação
Outro
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Todas as culturas
Bemisia tabaci
Mosca-branca
Todas as culturas
Gonipterus scutellatus
Gorgulho do eucalipto
Todas as culturas
Hypothenemus hampei
Broca do café
Todas as culturas
Tetranychus urticae
Ácaro-rajado
Conteúdo da Bula
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 04902
COMPOSIÇÃO:
Beauveria bassiana (Bals.) Vuill., cepa PL63 (mínimo de 1 x 108 conídios viáveis/g). 50 g/kg (5% m/m)
Outros ingredientes ................................................................................................... 950 g/kg (95% m/m)
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida microbiológico
TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó molhável (WP)
TITULAR DO REGISTRO (*):
KOPPERT DO BRASIL HOLDING S.A.
Rodovia Margarida Da Graça Martins, SP 135, s/n, Km 17,5 – Bairro: Água Seca
CEP: 13420-280 – Piracicaba – SP – Telefone: 0800-770-1919 - CNPJ: 11.074.190/0001-08
Registro na SAA/CDA/SP sob n° 1007
(*) IMPORTADOR PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE/FORMULADOR:
KOPPERT DO BRASIL HOLDING S.A.
Rodovia Margarida Da Graça Martins, SP 135, s/n, Km 17,5 – Bairro: Água Seca
CEP: 13420-280 – Piracicaba – SP - CNPJ: 11.074.190/0001-08
Registro na SAA/CDA/SP sob n° 1007
KOPPERT BV
Veilingweg 14, 2651 BE - Berkel en Rodenrijs, P.O. Box 155 - Holanda - Fone: +31 10 514 0444
KOPPERT DO BRASIL HOLDING S.A.
Via Vicente Verdi, 528, 588 e 638 – Bairro: Industrial
CEP: 13518-070 - Charqueada - SP - CNPJ: 11.074.190/0014-22
Registro na SAA/CDA/SP sob n° 4498
KOPPERT BIOLOGICAL SYSTEMS, INC
Mi 488431502 Old Us - 23 - Howell - Michigan, Estados Unidos
KOPPERT (BEIJING) AGRICULTURE CO. LTD.
Ansi Sub-Road, Xingshou Pump Station, Xingshou Town, Changping District, 100010, Beijing,
China
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KOPPERT MÉXICO S.A.DE C.V.
Circuito El Marques Norte Nº 82 - Parque Industrial El Marques
- El Marques, Querétaro, México
KOPPERT S.A. (PTY) LTD.
No.12, Falcon Lane, Lanseria Corporate Estate, 805
Malibongwe Drive Lanseria Ext 261739- Lanseria, África Do Sul
NITRASOIL ARGENTINA S.A.
Av. Centenario 3359, Quilmes, Provincia De Buenos Aires, Argentina
TOYOBO DO BRASIL PRODUTOS BIOLÓGICOS LTDA.
Rua Padre Bento, 858 - Distrito Industrial
Salto, SP - CEP 13326-400 - CNPJ: 31.359.178/0001-57
Registro na Secretaria da Agricultura e Abastecimento/CDA/SP - nº 4128
KOPPERT DO BRASIL HOLDING S.A.
Rua Via Vicente Verdi, 758 - Bairro Industrial
Charqueada/SP - CEP: 13518-070 - Fone: (19) 3124-3677 - CNPJ: 11.074.190/0009-65
Registro da Empresa na Secretaria do Estado SP/CDA: 4361
BIOTECH CONTROLE BIOLÓGICO LTDA
Av. Lourival de Melo Mota, n°15249, Chácara Abel Rocha, Bairro Santos Dumont
Maceió/AL - CEP: 57035-210 - CNPJ: 12.014.510/0001-05
Registro na Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas - n° 0146/2021
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.
ORGANISMOS VIVOS DE USO RESTRITO AO CONTROLE DE PRAGAS.
Produto indicado para o controle de Ácaro-rajado (Tetranychus urticae), Gorgulho-do-eucalipto
(Gonipterus scutellatus), Broca-do-café (Hypothenemus hampei) e Mosca-branca (Bemisia tabaci) em
todas as culturas com ocorrência do alvo biológico.
Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA:
NÃO CLASSIFICADO - PRODUTO NÃO CLASSIFICADO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE IV - PRODUTO POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE.
PRODUTO MICROBIOLÓGICO
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INSTRUÇÕES DE USO:
O inseticida microbiológico Boveril WP PL63 é um fungo entomopatogênico, que atua sobre diferentes
estágios de desenvolvimento dos hospedeiros, como larvas, pupas e adultos. A infecção ocorre
normalmente via tegumento, onde o fungo coloniza totalmente o inseto decorridas 72 horas, levando-o
à morte. Os insetos atacados apresentam-se cobertos por micélio branco que esporula em condições
de temperatura de 23 a 30ºC e umidade relativa acima de 60%. Produto indicado para o controle de
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae), Gorgulho-do-eucalipto (Gonipterus scutellatus), Broca-do-café
(Hypothenemus hampei) e Mosca-branca (Bemisia tabaci) em qualquer cultura na qual ocorra.
PRAGAS DOSES DE
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS PRODUTO
NOME COMUM APLICAÇÃO
COMERCIAL
(Nome Científico)
Aplicações com intervalos de 3 a 4 dias, entre
uma pulverização e outra, tomando-se o cuidado
de pulverizar de baixo para cima, devido ao
20 kg/ha + 0,1%
Ácaro-rajado hábito do ácaro.
de espalhante
(Tetranychus urticae) Em estufa: iniciar imediatamente após o
adesivo
surgimento da praga.
Volume de calda por hectare = 200 litros.
Aplicação terrestre (pulverização costal ou barra)
2 kg/ha com
Em todas as
adição de 12 kg Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo
culturas com Gorgulho-do-
de talco / ha de 30 dias em caso de reinfestação da praga.
ocorrência do eucalipto
Via polvilhamento Realizar aplicação no início do desenvolvimento
alvo biológico. (Gonipterus
e surgimento da praga na cultura.
(*) scutellatus) Aplicação aérea: Para aplicação aérea utilizar o volume de calda
0,5 a 1,25 kg/ha** de 30L/ha.
Broca-do-café 1 aplicação (setembro a maio). Volume de calda
0,5 a 0,75 kg/ha
(Hypothenemus por hectare = 400 litros.
Pulverização foliar
hampei) Aplicação terrestre (pulverização costal ou barra)
2 aplicações com intervalos de 7, 10 ou 21 dias.
Mosca-branca
0,5 a 1,0 kg/ha Volume de calda por hectare = 150 a 250 L/ha.
(Bemisia tabaci)
Aplicação terrestre (pulverização costal ou barra)
MODO DE APLICAÇÃO:
APLICAÇÃO AÉREA:
Primeiro passo - Limpeza do equipamento
- Limpar muito bem o tanque/bicos do pulverizador para eliminar resíduos de inseticidas, herbicidas ou
fungicidas químicos.
Atenção:
a) Não realizar a limpeza do pulverizador próximo de lagos, rios ou reservas de água.
b) Realizar esta limpeza em local adequado onde os resíduos tenham o destino estabelecido em
legislação.
- Encher o tanque do pulverizador com água e adicionar 1L ou 1kg de detergente neutro para cada 400
litros de água. Deixar esta mistura em repouso por 12 horas. Em seguida, agitar a mistura e aspergir todo
o volume através dos bicos de pulverização. Posteriormente, enxaguar com água limpa usando como
escoamento sempre os bicos. Nessa operação, aproveita-se para testar a regulagem da vazão.
Segundo passo - Preparo da calda
- Encher com água 2/3 do reservatório do pulverizador. Paralelamente, dissolver cada 1kg do produto
em 20 litros de água, usando um balde limpo como recipiente. Agitar com intensidade até formar calda
homogênea. Derramar a calda no reservatório com água e iniciar a operação de pulverização. Tanque
reservatório ou de pulverização em constante agitação.
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APLICAÇÃO TERRESTRE:
Aplicado na forma líquida, através de pulverizadores de barra ou costais, aplicado em polvilhamento e via
aplicação foliar com o auxílio de pulverizadores hidropneumáticos tratorizados ou tracionados.
PULVERIZAÇÃO:
Primeiro passo - Limpeza do equipamento
- Limpar muito bem o tanque/bicos do pulverizador para eliminar resíduos de inseticidas, herbicidas ou
fungicidas químicos.
Atenção:
a) Não realizar a limpeza do pulverizador próximo de lagos, rios ou reservas de água.
b) Realizar esta limpeza em local adequado onde os resíduos tenham o destino estabelecido em
legislação.
- Encher o tanque do pulverizador com água e adicionar 1 litro de solupan ou 1 kg de sabão em pó para
cada 400 litros de água. Deixar esta mistura em repouso por 12 horas. Em seguida, agitar a mistura e
aspergir todo o volume através dos bicos de pulverização. Posteriormente, enxaguar com água limpa
usando como escoamento sempre os bicos. Nessa operação, aproveita-se para testar a regulagem
da vazão. No caso de polvilhadeira, após a lavagem deixar o equipamento secar completamente antes
do uso.
Segundo passo - Preparação da calda
- Encher com água 2/3 do reservatório do pulverizador. Paralelamente, dissolver cada embalagem (1
kg) do produto em 20 litros de água, usando um balde limpo como recipiente. Agitar com intensidade
até formar calda homogênea. Derramar a calda no reservatório com água e iniciar a operação de
pulverização. Tanque reservatório ou de pulverização em constante agitação. Recomenda-se aplicar
nas horas mais frescas do dia.
POLVILHAMENTO:
Primeiro passo - Limpeza do equipamento
- Limpar muito bem o tanque/bicos do pulverizador para eliminar resíduos de inseticidas, herbicidas ou
fungicidas químicos.
Atenção:
a) Não realizar a limpeza do pulverizador próximo de lagos, rios ou reservas de água.
b) Realizar esta limpeza em local adequado onde os resíduos tenham o destino estabelecido em
legislação.
- Encher o tanque do pulverizador com água e adicionar 1 litro de solupan ou 1 kg de sabão em pó para
cada 400 litros de água. Deixar esta mistura em repouso por 12 horas. Em seguida, agitar a mistura e
aspergir todo o volume através dos bicos de pulverização. Posteriormente, enxaguar com água limpa
usando como escoamento sempre os bicos. Nessa operação, aproveita-se para testar a regulagem
da vazão. No caso de polvilhadeira, após a lavagem deixar o equipamento secar completamente antes
do uso.
Segundo passo
- Misturar previamente o produto com talco e homogeneizar, colocar a mistura no reservatório do
polvilhador e paralelamente regular a vazão do polvilhador para 15 kg/hectare. Recomenda-se aplicar
nas horas mais frescas do dia.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Crisântemo: não estabelecido por ser cultura de uso não alimentar.
Eucalipto: não estabelecido por ser cultura de uso não alimentar.
Café: sem restrições.
Soja: sem restrições.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 4 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação do produto.
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LIMITAÇÕES DE USO:
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente ao final da tarde ou à noite, em
dias nublados ou com garoa bem fina. Nessas condições, a exposição dos conídios (esporos) do fungo
à radiação UV do sol (fator de inviabilização do fungo) é menor.
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Diversos agentes de controle de inseto podem se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se populações
do inseto desenvolverem algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à
Inseticida - IRAC-BR - recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência à inseticidas,
visando prolongar a vida útil dos produtos comerciais:
- Qualquer produto para controle de inseto, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizada
em gerações consecutivas da praga.
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo.
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência à
Inseticidas.
Não existem relatos na literatura de desenvolvimento da resistência em populações de insetos e ácaros
a fungos entomopatogênicos. Diferentemente dos agrotóxicos que tem um modo de ação bem específico,
os fungos possuem mecanismos múltiplos de ação sobre o inseto, dificultando a evolução da resistência.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Incluir na sistemática de inspeção ou monitoramento e controle de pragas, quando a infestação atingir o
limite de prejuízo econômico, outros métodos de controle de pragas (ex.: controle cultural, biológico,
rotação de inseticidas, acaricidas etc.) visando o programa de Manejo Integrado de Doenças.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE "MODO DE APLICAÇÃO".
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS.
PRODUTO POTENCIALMENTE SENSIBILIZANTE.
INDIVÍDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTÓRICO RECENTE DE IMUNOSSUPRESSÃO
NÃO DEVEM MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO.
PESSOAS COM IMPLANTE DE LENTE INTRAOCULAR OU USO DE LENTES DE
CONTATO NÃO DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.
PESSOAS QUE TENHAM REALIZADO À CIRURGIAS OCULARES COMO TRABECULECTOMIA,
IRIDECTOMIA, IMPLANTE DE VALVULA DE AHMED OU PROCEDIMENTOS SIMILARES NÃO
DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com
a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e de animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das
luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico
classe P2 ou PFF2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Seguir as recomendações do fabricante do EPIs com relação à forma de limpeza, conservação e
descarte do EPIs danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção
lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção
lateral e luvas de nitrila.
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- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas
logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: luvas de nitrila e óculos
de segurança com proteção lateral.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: óculos de segurança com proteção lateral, botas de borracha, macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e máscara com filtro mecânico classe P2 ou
P3.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica.
Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos. Evite
que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
PELE: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis
etc.) Contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15
minutos.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
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RISCOS ASSOCIADOS À EXPOSIÇÃO AO PRODUTO POR BOVERIL WP PL63
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Nome científico Beauveria bassiana (Bals.) Vuill. Cepa PL 63
Classe toxicológica NÃO CLASSIFICADO - PRODUTO NÃO CLASSIFICADO
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Efeitos registrados em literatura A infecção de Beauveria bassiana ocorre normalmente via
associados ao microrganismo tegumento do inseto, onde o fungo germina em 12 a 18 horas,
dependendo da presença de nutrientes, representados por
glucose, quitina, nitrogênio, etc. A infecção oral pode ocorrer para
alguns insetos, sendo também possível a penetração via sistema
respiratório pelo espiráculo. A penetração tegumentar ocorre
devido a uma ação mecânica e química (enzimática), o que leva
cerca de 12 horas. Decorridas 72 horas da inoculação o inseto
apresenta-se totalmente colonizado, sendo o tecido gorduroso
bastante atacado, seguido pelo tecido intestinal, tubos de
Malpighi, etc., advindo a morte em função da falta de nutrientes e
do acúmulo de substâncias tóxicas. Os insetos atacados tornam-
se duros e cobertos por uma camada de micélio branco que
posteriormente se transforma em conidióforos, que dão origem a
massas pulverulentas de conídios esverdeados. No final da
conidiogênese, o cadáver pode mostrar tons de verde que variam
de claro a escuro, acinzentados ou ainda esbranquiçados com
pontos verdes. A infecção oral pode acontecer para alguns
insetos, como no caso de Solenopsis spp., sendo também
possível a penetração via sistema respiratório pelo espiráculo. A
penetração tegumentar ocorre devido a uma atuação mecânica e
química (enzimática), que leva cerca de 12 horas. Decorridas 72
horas da inoculação, o inseto apresenta-se totalmente
colonizado, advindo a morte por falta de nutrientes e acúmulo de
toxinas, conforme explicado anteriormente.
Em estudos realizados com animais não houve evidências de
toxicidade, infectividade ou patogenicidade. Contudo, há registro
de Beauveria bassiana como um raro patógeno de vertebrados e
foram relatados casos de infecção pulmonar e aviolete alérgica
em pessoas imunossuprimidas, que podem ser susceptíveis a
este fungo. Apesar de não representar uma ameaça como
potencial causador de doenças infecciosas em humanos,
Beauveria bassiana é um fungo que pode apresentar efeito
alergênico e também foi relacionado com a ocorrência de ceratite.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e
pela ocorrência de possível quadro clínico compatível.
Sintomas e sinais clínicos Até o presente momento não foram observados problemas em
função da aplicação deste patógeno nas unidades de proteção ou
em campo. Foram observadas reações alérgicas em pessoas que
trabalham em laboratórios, como febre e problemas pulmonares.
Um pesquisador apresentou sensibilidade alguns meses após
realizar pesquisas com esse fungo sem proteção (luvas ou
máscara). Apesar destes problemas, testes de segurança com
exposição oral e intraocular não resultaram em efeitos adversos
e não houve evidência de multiplicação em tecidos de mamíferos.
Tratamento O tratamento é sintomático. Não há antídoto específico. O
tratamento para o caso de infecção fúngica deve ser feito com
antimicóticos, conforme definido em protocolos específicos. Deve
haver monitoramento para desenvolvimento de possíveis reações
de hipersensibilidade. Medidas de suporte devem ser adotadas,
se necessárias.
Exposição Oral: Não há registro de reações associadas ao
fungo, institua tratamento sintomático. O tratamento é sintomático
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e inclui o monitoramento para desenvolvimento de possíveis
reações de hipersensibilidade.
Exposição Inalatória: O tratamento é sintomático e inclui o
monitoramento para desenvolvimento de possíveis reações de
hipersensibilidade. Caso seja verificada alguma sintomatologia
do trato respiratório, o paciente deve ser monitorado e receber
auxílio para ventilação, se necessário.
Exposição Ocular: Institua tratamento sintomático. Irrigue com
água corrente ou salina a 0,9% por pelo menos 15 minutos.
Assegure que não haja partículas remanescentes na conjuntiva.
Encaminhar para um oftalmologista, se necessário.
Exposição Dermal: Lave a pele exposta com água e sabão.
Institua tratamento sintomático e monitore para possíveis reações
de sensibilização.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial
de aspiração.
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre
diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-
ATENÇÃO 722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica
(RENACIAT – ANVISA/MS)
Notifique ao sistema de informação de notificação (SINAN/MS)
Telefones de Emergência da empresa: 0800-770-1919
Endereço eletrônico da empresa: www.koppert.com.br
Correio Eletrônico da empresa: regulatorio@koppertbrasil.com.br
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇAO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO;
Não foram realizados testes com animais experimentais e também não são conhecidos dados sobre o
metabolismo em seres humanos.
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Exposição aguda:
DL50 oral e a DL50 dérmica, em ratos machos e fêmeas, é superior a 2000 mg/kg.
Irritação primária da pele, testada em coelhos, resultou em não irritante cutâneo
Sensibilidade cutânea, para cobaias albinas, classifica o produto como não sensibilizante cutâneo.
Exposição crônica:
Não foram realizados testes a longo prazo com mamíferos (exposição crônica). A referência de
informações, são os testes com mamíferos, para verificar os efeitos agudos. Quando usado como
agrotóxico microbiano deverão ser considerados os danos da exposição agrupada (dieta, água e
exposição por fontes não ocupacional).
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
(X) POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV)
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de
250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais
e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite
a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PRE-
VENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843, da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES AMBIENTAIS:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa KOPPERT DO BRASIL HOLDING S.A.
- Telefone de emergência: 0800-770-1919.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. Contate a empresa
registrante, conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal; contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor
do vento para evitar intoxicação.
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4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTI-
NAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO
OU EM DESUSO:
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
- Use luvas de borracha no manuseio dessa embalagem.
- Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (embalagens padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual
deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário,
é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos
Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa conta-
minação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
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PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDE-
RAL OU MUNICIPAL:
- De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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