Bacillus Thuringiensis Bom Futuro
Bom Futuro Agrícola Ltda. - Campo Verde/MT
Inseticida Microbiológico
Bacillus thuringiensis var. kurstaki isolado HD-1 (S1450) (Produto Microbiológico) (36 g/L)
Informações
Número de Registro
05022
Marca Comercial
Bacillus Thuringiensis Bom Futuro
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
Bacillus thuringiensis var. kurstaki isolado HD-1 (S1450) (Produto Microbiológico) (36 g/L)
Titular de Registro
Bom Futuro Agrícola Ltda. - Campo Verde/MT
Classe
Inseticida Microbiológico
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Todas as culturas
Alabama argillacea
Curuquerê
Todas as culturas
Anticarsia gemmatalis
Lagarta da soja
Todas as culturas
Chrysodeixis includens
Lagarta-falsa-medideira.
Todas as culturas
Spodoptera frugiperda
Lagarta-militar
Conteúdo da Bula
BACILLUS THURINGIENSIS BOM FUTURO
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 05022
COMPOSIÇÃO:
Bacillus thuringiensis kurstaki isolado HD-1 (S 1450) (contendo 3,0 x 109 esporos viáveis/mL)
................................................................................................................................... 36,0 g/L (3,60% m/v)
Outros Ingredientes............................................................................................... 964,0 g/L (94,00% m/v)
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida microbiológico
MODO DE AÇÃO: Ingestão
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO:
BOM FUTURO AGRÍCOLA LTDA
Endereço: Rod. MT 251, KM 200, s/n – Zona rural - CEP: 78.840-000
Campo verde – MT – CNPJ: 10.425.282/0073-05 INDEA: 19632
FABRICANTE/FORMULADOR:
BOM FUTURO AGRÍCOLA LTDA
Endereço: Rod. MT 251, KM 200, s/n – Zona rural - CEP: 78.840-000
Campo verde – MT – CNPJ: 10.425.282/0073-05 INDEA: 19632
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO: MANTER A TEMPERATURA DE 25°C A 28°C.
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO E A BULA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.
Indústria Brasileira
ORGANISMOS VIVOS DE USO RESTRITO AO CONTROLE DE PRAGAS
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – CATEGORIA 5: Produto Improvável de Causar Dano
Agudo
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL – CLASSE IV – POUCO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
COR DA FAIXA: BRANCA
PRODUTO FITOSSANITÁRIO COM USO APROVADO PELA AGRICULTURA ORGÂNICA
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1. INSTRUÇÕES DE USO:
BACILLUS THURINGIENSIS BOM FUTURO é um inseticida biológico com eficiência agronômica
comprovada em algodão, milho e soja, podendo ser aplicado em qualquer cultura com ocorrência do alvo
biológico.
1.2. CULTURAS, PRAGAS E DOSES DE APLICAÇÃO
PRAGA/ ALVO-BIOLÓGICO Dose de
Número, Época e Intervalo de
CULTURA produto
Nome comum Nome científico Aplicações
comercial(*)
Iniciar a aplicação quando for
constatada a presença de lagartas
com tamanho em torno de 15mm em
20% das plantas. As amostragens
para verificar a população do inseto
deverão ser feitas em intervalo de
cinco dias, tomando-se
Curuquerê; aleatoriamente 100 plantas em
Alabama 4,4 L/ha
Curuquerê-do talhões com até 100 ha, área
argillacea
algodoeiro homogênea, através do
caminhamento em ziguezague,
dentro do cultivo de tal maneira que se
observem plantas que estejam bem
distribuídas na área. Para amostrar o
curuquerê em cada planta deve-se
examinar a terceira folha, contada a
Em todas partir do ápice para a base.
as culturas Iniciar a aplicação quando for
com constatada 20% de plantas atacadas
ocorrência (sintoma de “folhas raspadas”). Já na
do alvo safrinha, o controle deve ser efetuado
biológico quando 10% das plantas
apresentarem o cartucho com
sintoma de ataque. A amostragem
Lagarta-militar; deve ser feita percorrendo a área na
Spodoptera 4,4 L/ha
Lagarta-do diagonal, iniciando-se quando as
frugiperda
cartucho plantas tiverem de uma a duas folhas,
observando-se um total de 25
plantas/ha e mais seis plantas por
cada hectare adicional. É importante
observar todas as folhas de cada
planta, contando o número de massas
de ovos e larvas de diferentes
instares.
Iniciar a aplicação quando for
2,5 a 4,2
Anticarsia constatada, em média, 20 lagartas
Lagarta-da-soja L/ha
gemmatalis grandes por pano-de-batida ou se a
desfolha atingir 30% antes da floração
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ou 15%, tão logo apareçam as
primeiras folhas. O procedimento de
amostragem indicado é o método de
pano-de-batida com 1 metro de
comprimento por 1,5m de largura que
deve ser usado em uma fileira de soja
em cada ponto amostral. Indica-se
realizar de 3 a 6 batidas por ponto de
amostragem para obter uma melhor
retirada das lagartas presentes na
parte aérea.
Iniciar a aplicação quando for
constatada, em média, 20 lagartas
grandes por pano-de-batida ou se a
desfolha atingir 30% antes da floração
ou 15% tão logo apareçam as
Chrysodeixis primeiras folhas. O procedimento de
includens 2,5 a 4,2 amostragem indicado é o método de
Lagarta-falsa-
(sinonímia: L/ha pano-de-batida com 1 metro de
medideira
Pseudoplusia comprimento por 1,5 m de largura que
includens) deve ser usado em uma fileira de soja
em cada ponto amostral. Indica-se
realizar de 3 a 6 batidas por ponto de
amostragem para obter uma melhor
retirada das lagartas presentes na
parte aérea.
1.3. MODO DE APLICAÇÃO:
• Aplicação terrestre :
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra equipados com bicos de jato cônico vazio da série D com
difusores adequados ou leque, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de
100 a 250 micra e densidade de 200 gotas/cm², de modo a se obter uma boa cobertura das plantas na
pulverização. Tamanho das gotas indicado é de 100 a 200μ. Pressão de 80 a 100 lb/pol² e volume de calda
de 100 a 300 L/ha, de acordo com a cultura a ser tratada. As aplicações devem ser feitas nas horas mais
frescas do dia, de preferência na parte da manhã ou à tarde em condições de temperatura inferior a 30 °C,
umidade relativa do ar acima de 70% e ventos abaixo de 10 km/h, para diminuir perdas por deriva e/ou
evaporação.
• Aplicação aérea:
Utilizar avião agrícola, equipado com barra de bicos cônicos ou micronair, altura de voo de 2 a 4 metros,
pressão de 30 a 50 lb/pol2, com volume de calda de 20 a 40 L/ha, velocidade do vento menor que 8 km/hora
e UR do ar maior que 70%.
Observe as condições climáticas para a aplicação aérea:
• Evitar aplicações em dias de muito calor e umidade muito baixa;
• Aplicações devem ser feitas pela manhã ou ao entardecer;
1.4. Preparo da Calda:
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• Preparar a calda imediatamente antes da aplicação;
• Encher pela metade o tanque auxiliar;
• Fazer funcionar lentamente o agitador ou mexer manualmente, ir jogando aos poucos a quantidade
desejada de BACILLUS THURINGIENSIS BOM FUTURO;
• Completar o volume do tanque, adicionando água lentamente e sempre com uma moderada agitação;
• Durante a pulverização, deve-se procurar manter uma agitação mínima.
1.5. INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não se aplica.
1.6. INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 4 horas
após a aplicação). Caso seja necessário entrar antes deste período, uti lizar os Equipamentos de Proteção
Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
1.7. LIMITAÇÕES DE USO:
É recomendada a aplicação nas horas mais frescas do dia, preferencialmente no fim da tarde ou em dias
nublados.
- Aplicar a calda no mesmo dia de seu preparo;
- Não aplicar imediatamente após irrigação e não irrigar logo após aplicação;
- Conservar o produto ao abrigo do sol;
- Garantir a limpeza completa do pulverizador antes de usá-lo.
1.8. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana -ANVISA/MS)
1.9. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS
Vide Modo de Aplicação
1.10. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE;
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
1.11. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS;
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
1.12. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
1.13. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DA RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O uso repetido do BACILLUS THURINGIENSIS BOM FUTURO ou de outro produto do mesmo grupo pode
aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do BACILLUS THURINGIENSIS BOM FUTURO como uma ferramenta
útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir,
retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto. Sempre rotacionar com produtos de
mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
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• Aplicações sucessivas de BACILLUS THURINGIENSIS BOM FUTURO podem ser feitas desde que
o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-
alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do BACILLUS THURINGIENSIS BOM FUTURO
ou outros produtos quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a
serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados
para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária
(www.agricultura.gov.br).
1.14. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas
disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides),
controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre
alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.
2. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS.
MICRORGANISMOS PODEM TER O POTENCIAL DE PROVOCAR REAÇÕES DE SENSIBILIZAÇÃO.
INDIVÍDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTÓRICO RECENTE DE IMUNOSSUPRESSÃO NÃO
DEVEM MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO.
PESSOAS COM IMPLANTE DE LENTE INTRAOCULAR OU USO DE LENTES DE CONTATO NÃO
DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.
PESSOAS QUE TENHAM SIDO SUBMETIDAS À CIRURGIAS OCULARES COMO
TRABECULECTOMIA, IRIDECTOMIA, IMPLANTE DE VÁLVULA DE AHMED OU PROCEDIMENTOS
SIMILARES NÃO DEVEM MANIPULAR O PRODUTO.
2.1. PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado.
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
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- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
2.2. PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de
borracha, avental impermeável, óculos de segurança com proteção lateral, máscara e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure um serviço médico de emergência.
2.3. PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato ou permitir que as outras pessoas
também entrem em contato com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de
borracha, avental impermeável, óculos com proteção lateral, máscara e luvas de nitrila.
2.4. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratado com os dizeres: ‘PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.’ e manter os avisos
até o final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
impermeável com mangas compridas, óculos, luvas de nitrila e botas de borracha
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendadas devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscaras;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoas treinada e devidamente protegida.
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ATENÇÃO
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo e bula do produto.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e
sabão neutro.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente,
deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.
2.5. RISCOS ASSOCIADOS AO CONTATO COM O PRODUTO BACILLUS THURINGIENSIS BOM
FUTURO
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Nome Científico Bacillus thuringiensis kurstaki isolado HD-1 (S 1450)
Classe toxicológica CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO.
Vias de exposição Oral, inalatória, dérmica e ocular.
Bacillus thuringiensis é uma bactéria Gram-positiva facilmente encontrada na
natureza, em especial no solo. Não é esperado nenhum efeito toxigênico
Mecanismos de causado pela exposição à Bacillus thuringiensis. Entretanto, como qualquer
toxicidade outro microrganismo, Bacillus thuringiensis possui potencial de ação como
patógeno oportunista. Estudos laboratoriais de Toxicidade/Patogenicidade não
demonstraram toxicidade ou capacidade patogênica.
Algumas linhagens de B. thuringiensis produzem uma toxina relevante para
humanos, a β-exotoxina, cuja presença deve ser monitorada no processo
produtivo dos fabricantes, pois não é permitida sua presença em produtos
comerciais. B. thuringiensis é uma bactéria do grupo do B. cereus que pode
causar quadros de intoxicação alimentar. Pela proximidade genética entre as
Efeitos registrados em
duas espécies, há a possibilidade de algumas linhagens de B. thuringiensis
literatura
produzirem enterotoxinas diarreicas sendo possível quadros de diarreia em
caso de ingestão acidental de produtos agrotóxicos que tenham B.
thuringiensis como ingrediente ativo. Há registro de sensibilização cutânea e
respiratória e irritação ocular causadas por B. thuringiensis. Indivíduos
imunossuprimidos podem ser susceptíveis à essa bactéria.
Não foram observados sinais de irritação dérmica e ocular nos estudos
Sintomas e sinais clínicos realizados. Nos estudos de patogenicidade não foram encontradas evidências
de patogenicidade, toxicidade e infectividade nos animais testados.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
Diagnóstico
ocorrência de possível quadro clínico compatível.
Tratamento Tratamento sintomático e de suporte.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial
Contraindicações
aspiração.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
ATENÇÃO informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional
de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/
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MS. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN /
MS).
Telefone de Emergência da empresa:(65) 3645-8000.
* Bacillus thuringiensis kurstaki S1450 encontra-se armazenado na Coleção de Bactérias
Entomopatogênicas da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnológicos. Parque Estação Biológica, PqEB,
Av. W5 Norte (final) Caixa Postal 02372 – Brasília, DF – CEP 70770-917 Fone: +55 (61) 3448-4700 | Fax:+55
(61) 3340-3624
2.6. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Estudos não realizados de acordo com critérios da legislação vigente.
3. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
□ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
□ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
◼ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250
(duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e
vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite
a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
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• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa BOM FUTURO AGRÍCOLA LTDA.
• Telefone da empresa: (65) 3645-8000.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e
coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve mais ser utilizado.
Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO 2 ou pó químico, ficando a favor do
vento para evitar intoxicação.
3. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos
de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
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Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emiti
da no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que
deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais
de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
V01-24
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto pode ser feita por incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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