Axial EC
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – São Paulo/SP
Herbicida
Pinoxaden (Fenilpirazol) (50 g/L)

Informações

Número de Registro
08125
Marca Comercial
Axial EC
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
Pinoxaden (Fenilpirazol) (50 g/L)
Titular de Registro
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – São Paulo/SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cevada
Avena strigosa
aveia-brasileira; aveia-preta; aveia-voluntária
Cevada
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Soja
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Trigo
Avena strigosa
aveia-brasileira; aveia-preta; aveia-voluntária
Trigo
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano

Conteúdo da Bula

                                    AXIAL EC – Bula Completa – 31.10.2025


                                                                                      <Logomarca do produto>

                                                AXIAL EC®
          Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 08125

COMPOSIÇÃO:
8-(2,6-diethyl-4-methylphenyl)-7-oxo-1,2,4,5-tetrahydro-7H-pyrazolo[1,2-
d][1,4,5]oxadiazepin-9-yl 2,2-dimethylpropanoate
(PINOXADEM) .......................................................................................... 50,0 g/L (5,0% m/v)
Outros Ingredientes............................................................................. 915,0 g/L (91,5% m/v)

              GRUPO                                         A                                HERBICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: HERBICIDA SELETIVO PÓS-EMERGENTE DE AÇÃO SISTÊMICA
GRUPO QUÍMICO: FENILPIRAZOLINA
TIPO DE FORMULAÇÃO: CONCENTRADO EMULSIONÁVEL (EC)

TITULAR DO REGISTRO (*):
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda.
Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e 13º andares, Torre Sigma, Bairro Várzea de
Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Fone: (11) 5643-2322, CNPJ: 60.744.463/0001-90,
Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
PINOXADEN TÉCNICO - REGISTRO MAPA nº TC21122:
Syngenta Limited - Grangemouth Manufacturing Centre, Earls Road, Grangemouth,
Stirlingshire FK3 8XG, Reino Unido.

FORMULADOR:
Chemark Zrt. - 06/75 hrsz. Berhida, Peremarton gyártelep, 8182, Hungria.
Syngenta Crop Protection AG - Breitenloh 5, CH-4333, Münchwilen – Suíça.

MANIPULADOR:
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda - Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº, km
127,5 , Bairro Santa Terezinha - CEP: 13148-915- Paulínia/SP - CNPJ: 60.744.463/0010-80 -
Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453.

“O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta.”

                       Nº do lote ou da partida:
                       Data de fabricação:                        VIDE EMBALAGEM
                       Data de vencimento:




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ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA
                    E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-
                                 SE.
           É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                        AGITE ANTES DE USAR
  CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
 CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III –
                PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C




                                    2
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INSTRUÇÕES DE USO:
Os alvos controlados, assim como as doses recomendadas estão listados a seguir por cultura.

                                                                ÉPOCA E           VOLUME
                                                                         NÚMERO
                                                DOSE          INTERVALO               DE
CULTURA         PLANTA DANINHA                                              DE
                                                (L/ha)            DE               CALDA
                                                                        APLICAÇÃO
                                                              APLICAÇÃO             (L/ha)

                                                              2 a 4 folhas
                                                              até início do
                     Aveia-preta                             perfilhamento.
                                                  0,6
                   (Avena strigosa)
                                                             Aplicação em
                                                                                         Terrestre:
                                                                   pós-     Realizar uma
 CEVADA                                                                                     200
                                                              emergência (1) aplicação
  TRIGO
                                                              das culturas    por ciclo
                                                                                          Aérea:
                       Azevém                                   (início do
                                              0,8 – 1,0                                   20 – 40
                 (Lolium multiflorum)                        perfilhamento)
                                                               ou 15 a 25
                                                              dias após a
                                                              emergência
 As maiores doses são recomendadas nos estádios mais avançados ou em altas densidades das plantas daninhas.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
 • Plantas daninhas e estádio de aplicação: Para assegurar o controle total das plantas
   daninhas com o AXIAL EC, deve-se observar atentamente as espécies indicadas e os
   respectivos estádios de desenvolvimento indicados na tabela "Instruções de Uso". As
   plantas daninhas apresentam maior sensibilidade ao produto no estádio inicial de
   desenvolvimento com 2 a 4 folhas.

 • Adjuvantes/Espalhantes Adesivos: Não é necessário a adição de espalhantes ou
   adjuvantes à calda de pulverização.

 • Influências das condições climáticas na aplicação:
   Umidade do solo: Aplicar o herbicida AXIAL EC quando o solo apresentar umidade
   suficiente para o bom desenvolvimento das plantas. Não aplicar o produto com o solo seco,
   principalmente se ocorreu um período de estiagem prolongado que predispõe as plantas
   daninhas ao estado de estresse por deficiência hídrica. Tal condição irá comprometer a
   eficiência de controle com o herbicida.

    Condições atmosféricas: As aplicações devem ser feitas com umidade relativa mínima
    de 55% e temperatura acima de 15°C e menores que 30°C. A aplicação de AXIAL EC deve
    ser realizada ao longo do dia na presença de raios solares, estas condições proporcionam
    melhor absorção do produto pelas plantas e consequentemente maior eficácia.

    Orvalho/Chuvas: Evitar aplicações sobre plantas excessivamente molhadas por chuvas
    ou orvalho muito intenso.


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    Ventos: Evitar aplicações com vento superior a 10 km/hora.

    Chuva após a aplicação do produto: A incidência de chuva logo após a aplicação
    interfere negativamente na eficiência de controle por acarretar a lavagem do produto. É
    necessário um período mínimo aproximado de 2 a 3 horas sem chuva após a aplicação
    para que o herbicida seja absorvido.

•   Aplicação única: A melhor época para controle das plantas daninhas é em pós-
    emergência inicial (2 a 4 folhas), quando as culturas da cevada e trigo estiverem em início
    de perfilhamento.

MODO DE APLICAÇÃO:
AXIAL EC deve ser aplicado em área total, nas dosagens recomendadas, diluído em água,
para as culturas registradas.

A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é fundamental para o sucesso
de controle das plantas infestantes, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo).
Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento das plantas
infestantes e da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida,
devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.

Aplicação terrestre:
                         Culturas                     Volume de aplicação
                         Cevada                            200 L/ha
                          Trigo                            200 L/ha

Aplicação foliar: A pulverização deve ser realizada, afim de, assegurar uma boa cobertura foliar.
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para a cultura, de acordo com a forma
de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador
ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio
ou jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano
volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20
gotas/cm2. A velocidade do trator deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão
de trabalho deve estar de acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado,
variando entre 100 a 1.000 Kpa (= 15 a 150 PSI).
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da
cultura.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30 °C, com umidade relativa acima de 50%
e ventos de 3 a 10 km/hora.

Aplicação aérea:
                        Culturas                     Volume de aplicação
                          Trigo                           20 a 40 L/ha
                         Cevada                           20 a 40 L/ha



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A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura foliar das plantas
infestantes citadas na bula.
Utilizar barra com um volume de 20 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para
esse tipo de aplicação, como por exemplo, hidráulicos ou atomizadores que gerem gotas
médias.
É recomendado que os demais parâmetros operacionais, isto é, velocidade, largura de faixa,
etc., também sejam escolhidos visando à geração de gotas médias.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para
proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos em velocidade média de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 30°C, umidade
relativa superior a 50%, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação. Não
aplicar em alturas menores do que 2 metros ou maiores do que 5 metros.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se
utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da
cultura.
A critério do Engenheiro Agrônomo Responsável, as condições de aplicação podem ser
flexibilizadas.

Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e
regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem
os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários.
Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.

Modo de preparo de calda:
  1. Agitar vigorosamente o produto antes da diluição, ainda na embalagem.
  2. O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a
      metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em
      funcionamento e então adicionar a quantidade recomendada do herbicida e em seguida
      adicionar o adjuvante recomendado pelo fabricante, caso necessário. Após isso,
      proceder a homogeneização e completar o volume do tanque com água. A agitação
      deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto.
  3. Preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando
      logo após a sua preparação.
  4. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a
      formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a
      calda antes de reiniciar a operação.

Destino final da sobra da calda: Recomenda-se que a jornada de aplicação seja programada
de modo a evitar a sobra da calda de um dia para outro. Toda a calda preparada deve ser
aplicada no mesmo dia do seu preparo.

Recomendações para lavagem do equipamento de aplicação: Sempre use pulverizador,
mangueiras/filtros e bicos limpos antes da aplicação do produto e certifique-se de que os
mesmos estejam em bom estado. Após a aplicação, remova imediatamente todo o resíduo
presente no fundo do tanque do pulverizador. Proceda a limpeza de todo o equipamento
utilizado imediatamente após a aplicação, a fim de se reduzir o risco de formação de depósitos
solidificados nas paredes do tanque.

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Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o
equipamento próximo à nascentes, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos de
limpeza de acordo com a legislação local.
Em casos de dúvidas ou na necessidade de esclarecimentos adicionais ou específicos quanto
à utilização do produto, contatar o Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da
SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
                Culturas                                        Dias
                 Cevada                                          73
                  Trigo                                          59

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada
estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é
necessário utilizar aqueles mesmos Equipamentos de Proteção Individual usados durante a
aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação
importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia
da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes
de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas
com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou
não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.

Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de
Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique
este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de aplicação
terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas Práticas
Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de
declive e o plantio direto.

Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho.

Outras restrições a serem observadas:
  • AXIAL EC não deve ser aplicado em condições de solos secos ou períodos prolongados
     de estiagem com as plantas daninhas em estado de estresse por deficiência hídrica.
  • É necessário um período aproximado de 2 a 3 horas sem chuvas e ou irrigação logo após
     a aplicação do produto.
  • Não aplicar AXIAL EC sobre plantas daninhas fora do estádio recomendado.
  • Após o uso de AXIAL EC nas culturas do Cevada e Trigo, não plantar outra cultura na
     mesma área, dentro de um período mínimo de 4 semanas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

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INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS: VIDE
“MODO DE APLICAÇÃO”.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À
PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

 RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
     • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo A para o controle
         do mesmo alvo, quando apropriado.
     • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas
         agrícolas.
     • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do
         produto.
     • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
         estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação
         de herbicidas.
     • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser
         consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas
         Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de
         Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da
         Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

           GRUPO                           A                         HERBICIDA

O produto herbicida AXIAL EC é composto por Pinoxadem, que apresenta mecanismo de ação
dos inibidores síntese lipídica (Inibidores da ACCase), pertencente ao Grupos A, segundo
classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).


                   DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

      ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

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PRECAUÇÕES GERAIS:
 • Produto para uso exclusivamente agrícola.
 • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
 • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
 • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
    pessoas.
 • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
    recomendados.
 • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
    válvulas com a boca.
 • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou
    com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
 • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
    pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
    profissional habilitado.
 • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
    primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
 • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
    trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
 • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
    seguinte ordem: Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças
    compridas, botas de borracha, avental impermeável, equipamento de proteção respiratória
    com filtro mecânico classe P2 ou PFF2, viseira facial, touca árabe e luvas de proteção para
    produtos químicos.
 • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
    relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
    Utilize equipamento de proteção individual (EPI): Macacão com tratamento
      hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas de borracha, avental
      impermeável, equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou
      PFF2, viseira facial, touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos.
    Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
      Individual (EPI) recomendados.
    Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
 Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
 responsável pela preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de
 medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
   Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
   Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
     (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
   Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em
     que estiver sendo aplicado o produto.
   Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
     respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
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      Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que
       outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
     Utilize equipamento de proteção individual (EPI): Macacão com tratamento
       hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas de borracha, equipamento de
       proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2, viseira facial, touca árabe e
       luvas de proteção para produtos químicos.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
  • Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e
     manter os avisos até o final do período de reentrada.
  • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
     tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos
     de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
  • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
     tratadas logo após a aplicação.
  • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
     (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
  • Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), sempre lave as luvas
     ainda vestidas para evitar contaminação.
  • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
     local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
  • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
  • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
     roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
  • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
     aplicação.
  • Não reutilizar a embalagem vazia.
  • No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual (EPI): Macacão
     com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas de proteção para
     produtos químicos e botas de borracha.
  • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
     seguinte ordem: Touca árabe, viseira facial, botas de borracha, macacão com tratamento
     hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas de proteção para produtos
     químicos e equipamento de proteção respiratória.
  • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
     devidamente protegida.




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                                                   Pode ser nocivo se ingerido
                                                   Pode ser nocivo em contato com a pele
                                                   Nocivo se inalado
                                                   Provoca irritação à pele
                              ATENÇÃO              Pode provocar reações alérgicas na pele
                                                   Suspeita-se que prejudique o feto, com
                                                   ocorrência       de       hérnia/fissura
                                                   diafragmática, abortos, reabsorções,
                                                   perdas pós-implantação e retardo na
                                                   maturação esquelética
                                                   Pode provocar irritação das vias
                                                   respiratórias

 PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
 embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.

 Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica.
 Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

 Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos. Evite
 que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.

 Pele: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO À PELE E PODE PROVOCAR REAÇÕES
 ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras,
 óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro,
 por pelo menos 15 minutos.

 Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

 A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis,
 por exemplo.



                              INTOXICAÇÕES POR AXIAL EC®
                                 INFORMAÇÕES MÉDICAS

  Grupo químico          Pinoxaden: Fenilpirazolina

Classe toxicológica      Categoria 4: Produto pouco tóxico.

Vias de exposição        Oral, inalatória, ocular e dérmica.
                         Pinoxaden: Absorção rápida e extensa excedendo 90% da dose
                         administrada. A excreção foi rápida, com 60-70% da dose sendo
  Toxicocinética         excretada na urina e 24- 29% nas fezes. Houve evidência de recirculação
                         entero-hepática. Os resíduos teciduais foram maiores no sangue e nos
                         órgãos de excreção (fígado e rins); sem evidência de acúmulo após a
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                            repetição da dosagem. Não houve diferença marcada entre os sexos na
                            distribuição tecidual.

                            Pinoxaden: Herbicida que atua na inibição da acetil-coenzima A
                            carboxilase (ACCase). Esta enzima, encontrada no estroma dos
                            plastídeos, atua no primeiro passo do processo de biossíntese dos ácidos
     Toxicodinâmica         graxos. A inibição da síntese de ácidos graxos bloqueia a produção de
                            fosfolipídeos usados na construção de novas membranas, necessárias
                            para o crescimento celular, levando a rápida necrose da planta. Seu modo
                            de ação não é relevante para humanos.
                            Pinoxaden: Houve relatados de indivíduos que manusearam o pinoxaden
                            técnico ou uma de suas formulações em situações laboratoriais e após
                            contato apresentaram espirros, tosse ou incidentes muito isolados como
                            irritação respiratória, incluindo sibilos. Após a implementação de controle
                            no contato com o pinoxaden, nenhum novo caso de saúde foi relatado.

                            As informações detalhadas a seguir foram obtidas de estudos agudos com
                            animais de experimentação tratados com a formulação à base de
                            Pinoxaden, AXIAL EC:

                            Exposição Oral: Em estudo realizado por via oral em ratos, foi observada
                            piloereção e postura curvada em apenas um animal. Não foi verificada
                            mortalidade.

                           Exposição Inalatória: Em estudo realizado por via inalatória em ratos
                           machos e fêmeas foi observada respiração difícil e ruidosa, atividade
                           reduzida e espirros. Todos os animais estavam livres de sintomas a partir
                           do dia 9. Ratos machos expostos a altas doses (5,37 mg/L) no pré-teste
Sintomas e sinais clínicos
                           apresentaram mortalidade e não houve mortalidade no teste principal em
                           que a dose foi ajustada para 2,42 mg/L.

                            Exposição Cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dérmica não foi
                            observada mortalidade, os animais tratados apresentaram eritema e
                            descamação leve a moderada que que foi reversível no dia 7 e 15,
                            respectivamente. A substância causou irritação em estudo de irritação
                            dérmica in vivo e induziu sensibilização quando em contato com a pele de
                            camundongos.

                            Exposição Ocular: Em contato com os olhos, o produto não se mostrou
                            irritante.

                            Exposição Crônica: O ingrediente ativo dessa formulação não é
                            considerado mutagênico e nem teratogênico e, em doses seguras, não é
                            carcinogênico e nem tóxico para a reprodução. À luz dos conhecimentos
                            atuais, não é considerado desregulador endócrino. Vide item “efeitos
                            crônicos” a seguir.


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              O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de
              exposição ao produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis.
Diagnóstico
              Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda,
              trate o paciente imediatamente.
              Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o
              quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial
              deve ser dada ao suporte respiratório.

              Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea,
              frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal).
              Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada
              cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas. Avaliar estado de
              consciência do paciente.

              Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar
              a absorção e os efeitos locais.

              Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do
              produto proceder com:
              - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em
              crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água,
              na proporção de 30g de carvão ativado para 240 ml de água. É mais
              efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão.
              - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande
              quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria
              dos casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e proteger
Tratamento
              vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo
              orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação
              endotraqueal com cuff.
              ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto,
              podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o
              paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via
              oral para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa
              ou dificuldade de deglutição.
              Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e
              arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar
              atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário,
              administrar oxigênio e ventilação mecânica.
              Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
              descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e
              orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima
              para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser
              encaminhado para tratamento.
              Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente
              com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando
              contato com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou
              fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico.

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                            Antídoto: Não há antídoto específico.

                           Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
                           respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar
                           um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para
                           realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
                           especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação,
                           deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e
                           máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
                           A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de
                           aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo,
   Contraindicações
                           manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
                           indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
                           Não foram relatados efeitos de interações químicas para Pinoxaden e
 Efeitos das interações
                           possíveis medicamentos utilizados em caso de intoxicação por pinoxaden
        químicas
                           em humanos.
                                 Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre
                             diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722
                                                               6001
                             Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                                                    (RENACIAT/ANVISA/MS)
                           As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças
       ATENÇÃO                                e Agravos de Notificação Compulsória.
                             Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
                                                           (SINAN/MS)
                             Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
                                Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas)
                               Endereço Eletrônico da Empresa: https://www.syngenta.com.br
                              Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de laboratório:
Vide quadro anterior, itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.

Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:

Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições de teste.
Corrosão/Irritação cutânea: Irritante. Foram observados eritema e edema muito leves, pele
seca, rachada e descamada em um animal. Todos os animais exibiram eritemas e edemas leves
que foram revertidos até o dia 10. Além disso, a descamação foi observada em todos os animais,
que reverteu em 2/3 animais no dia 21 do teste e não houve mortalidade. O produto foi
classificado como irritante dérmico pelo GHS.
Corrosão/Irritação ocular: Não Irritante. Foram observadas alterações oculares transitórias e
de início precoce, como vermelhidão conjuntival e quemose, vermelhidão da esclera e secreção
ocular 1 hora após a instilação. Estes efeitos foram reversíveis e deixaram de ser evidentes em
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todos os animais 72 horas após o tratamento, final do período de observação. O produto foi
considerado levemente irritante para os olhos, porém não classificado como irritante ocular pelo
GHS.
Sensibilização cutânea em cobaias (Teste de Buehler): O produto foi considerado
sensibilizante dérmico.
Sensibilização respiratória: O produto não deve ser considerado sensibilizante para as vias
respiratórias.
Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética
bacteriana ou ensaio in vitro com células da medula óssea de camundongos.

Efeitos crônicos:
Pinoxaden: O consumo alimentar, o peso e o ganho de peso corpóreo foram os parâmetros
mais afetados após a exposição crônica. Um estudo de carcinogenicidade em ratos apresentou
alterações patológicas nos rins, caracterizadas por dilatação tubular renal e nefropatia crônica
progressiva. Em camundongos, o pinoxaden quando administrado via dieta não teve efeito sobre
a incidência de tumores e portanto, não houve evidência de potencial carcinogênico do
pinoxaden. Nenhum potencial genotóxico foi detectado in vitro ou in vivo. Não houve evidência
de toxicidade no desenvolvimento em ratos ou coelhos além dos efeitos que ocorreram como
consequência secundária da toxicidade materna. Foram detectados níveis claros de doses
seguras para a proteção da saúde humana.

                  DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE:

      •   Este produto é:
          - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).

          - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).

 X        - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).

          - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

      •   Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior
          a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
          abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
          moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
      •   Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes
          às atividades aeroagrícolas.
      •   Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
      •   Não utilize equipamento com vazamentos.
      •   Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
      •   Aplique somente as doses recomendadas.
      •   Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
          corpos d’água. Evite a contaminação da água.

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      •   A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
          contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
          pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
       Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
       O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
         bebidas, rações ou outros materiais.
       A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
       O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
       Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
       Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
         crianças.
       Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
         rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
       Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
         Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
       Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
       Isole e sinalize a área contaminada.
       Contate as autoridades locais competentes e a empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE
          CULTIVOS LTDA.
       Telefone da empresa: 0800 704 4304
       Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e
          botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
       Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
          bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
              Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material
              com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado
              devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso,
              consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e
              destinação final.
              Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
              recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado.
              Contate a empresa registrante conforme indicado.
              Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano
              ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da
              empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do
              acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
              produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando
a favor do vento, para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
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EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):

Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
   • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-
       a na posição vertical durante 30 segundos;
   • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
   • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
   • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
   • Faça essa operação três vezes;
   • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
  • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
  •     Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
  • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
  • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
  • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
  • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
       invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
       segundos;
  • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem
       sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem,
       por 30 segundos;
  • Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
  • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
  • Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve
    ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
    embalagens não lavadas.



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   •   O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
       efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
       próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
  • No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
     vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
     local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
  • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
     seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após
     o término do prazo de validade.
  • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
     prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
 • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
    medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
  • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
    efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
    próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
  • Use luvas no manuseio dessa embalagem.
  • Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
    existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
  • No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
     vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
     local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
  • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
     seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses
     após o término do prazo de validade.
  • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
     prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
  • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
     medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

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ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
 • O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
   em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio
   local onde são guardadas as embalagens cheias.
 • Use luvas no manuseio desta embalagem.
 • Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco
   plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente
   identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.


DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
 • No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
    com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
    indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
 • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
    seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
    término do prazo de validade.
 • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
    mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
 • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
 • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
    medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
    transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
    lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
 • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
   efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
   próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
   adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
   comercial.

TRANSPORTE
  • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
     medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

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   •   A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
       pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas
       pelos órgãos competentes.
   •   É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
       VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
   •   EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
       INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
   •   A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
       causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde
       das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
  • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
    registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
  • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
    operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
    ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
    • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
      específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto
      de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
   • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




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