Avguron Extra SC
Avgust Crop Protection Importação e Exportação Ltda.
Herbicida
diurom (uréia) (180 g/L) + tidiazurom (uréia) (360 g/L)
Informações
Número de Registro
14514
Marca Comercial
Avguron Extra SC
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
diurom (uréia) (180 g/L) + tidiazurom (uréia) (360 g/L)
Titular de Registro
Avgust Crop Protection Importação e Exportação Ltda.
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Não seletivo e não sistêmico
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Gossypium hirsutum
algodão
Conteúdo da Bula
Avguron Extra SC
AVG/REG/021/25
Bula Completa
27/02/2025
Avguron Extra SC
Herbicida
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 14514
COMPOSIÇÃO:
3-(3,4-dichlorophenyl)-1,1-dimethylurea (DIUROM)...........................................................180 g/L (18,0% m/v)
1-phenyl-3-(1,2,3-thiadiazol-5-yl)urea (TIDIAZUROM).......................................................360 g/L (36,0% m/v)
Outros ingredientes........................................................................................................631,3 g/L (63,13% m/v)
GRUPO C2 HERBICIDA
GRUPO C2 HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida não seletivo desfolhante.
GRUPO QUÍMICO: DIURON/TIDIAZUROM: Ureia
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Avgust Crop Protection Importação e Exportação Ltda - Rua Vilela, 652, salas 2509/2510 - São Paulo/SP -
CEP 03314-000 - Tel.: (11) 3151-5557 / 2308-5557 - CNPJ: 09.721.963/0001-59
Registro CDA/SP nº 882
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
IMPORTADOR: Bayer S/A - Rua Domingos Jorge, 1100 - São Paulo/SP - CEP 04779-900 - CNPJ:
18.459.628/0001-15 - Registro CDA/SP nº 663 I Avenida Constante Pavan, 4327 - Paulínia/SP - CEP 13148-
198 - CNPJ: 18.459.628/0020-88 - Registro CDA/SP nº 675.
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Diuron Técnico Avgust – Registro MAPA nº 14212
***Changzhou August Agrochem Co., Ltd - 301, Changjiang Road, Binjiang Chemical Industry Zone - Hi-Tech
Development Area, Changzhou City - Jiangsu Province, 213000, China.
Diuron Técnico Rainbow – Registro MAPA nº 14812
***Shandong Weifang Rainbow Chemical Co., Ltd - Binhai Economic Development Area, Weifang City -
Shandong Province, 262737, China.
Thidiazuron Técnico Avgust – Registro MAPA nº 3313
***Changzhou August Agrochem Co., Ltd - 301, Changjiang Road, Binjiang Chemical Industry Zone - Hi-Tech
Development Area, Changzhou City - Jiangsu Province, 213000, China.
***Jiangsu Institute of Ecomones Co., Ltd - 95, Huanyuan N. Road, Economic Development Zone, Jintan,
Jiangsu Province, 213200, China.
FORMULADOR:
Changzhou August Agrochem Co., Ltd - 301, Changjiang Road, Binjiang Chemical Industry Zone - Hi-Tech
Development Area, Changzhou City - Jiangsu Province, 213000, China. CJSC “August-Bel” - A utility
building with an entrance checkpoint on the territory of CJSC "August-Bel", 18 Dukora Village Council,
Pukhovichi District - Minsk Region, 222840, Bielorrússia. “August” Inc - 1, Zavodskaya Street, Vurnary
Settlement - Chuvash Republic, 429220, Rússia. LLC “August-Alabuga” - Building 6/5, SH-2 Street -
(Alabuga SEZ), Yelabuzhskiy District - Republic of Tatarstan, 423601, Rússia. Adama Brasil S/A - Rua Pedro
Antônio de Souza, 400 - Londrina/PR – CEP 86031-610 - CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Registro ADAPAR/PR
nº 003263. Adama Brasil S/A - Avenida Júlio de Castilhos, 2085 - Taquari/RS – CEP 95860-000 - CNPJ:
02.290.510/0004-19 - Registro SEAPA/RS nº 1047/99. Fersol Indústria e Comércio S/A - Rodovia Pres.
Castello Branco, Km 68,5 - Mairinque/SP – CEP 18120-970 - CNPJ: 47.226.493/0001-46 - Registro CDA/SP
nº 31. Nortox S/A - Rodovia BR 369, Km 197, s/n - Arapongas/PR – CEP 86700-970 – CNPJ:
75.263.400/0001-99 - Registro ADAPAR/PR nº 466. Nortox S/A - Rodovia BR 163, Km 116, s/n -
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Rondonópolis/MT – CEP: 78740-275 - CNPJ: 75.263.400/0011-60 - Registro INDEA/MT nº 183/2006. Ouro
Fino Química S/A - Avenida Filomena Cartafina, 22335, Qd 14, Lt. 5 - Uberaba/MG – CEP 38044-750 - CNPJ:
09.100.671/0001-07 - Registro IMA/MG nº 8764. Prentiss Química Ltda - Rodovia PR 423, Km 24,5, s/n -
Campo Largo/PR – CEP 83603-000 - CNPJ: 00.729.422/0001-00 - Registro SEAB/PR nº 002669. Sipcam
Nichino Brasil S/A - Rua Igarapava, 599 - Uberaba/MG – CEP 38044-755 - CNPJ: 23.361.306/0001-79 -
Registro IMA/MG nº 2972. Tagma Brasil Ind. e Com. de Prod. Químicos Ltda - Avenida Roberto Simonsen,
1459 - Paulínia/SP – CEP 13148-030 - CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro CDA/SP nº 477.
Nº do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU
PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no art.4° do Decreto
n°7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA:
CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da Faixa: AZUL (PMS Blue 293 C)
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INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO
AVGURON EXTRA SC é um herbicida não seletivo (desfolhante), indicado para a cultura do algodão.
CULTURAS, DOSES, NÚMERO/ÉPOCA/INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Dose Volume de Número/ Época/ Intervalo de
Cultura Nome científico
Produto Comercial Calda aplicação
Terrestre O produto deve ser aplicado uma
Até 400 L/ha única vez antes da colheita,
ALGODÃO Gossypium hirsutum L 140 – 170 mL/ha quando 70 a 80% das maçãs
Aérea estiverem abertas.
30 - 50 L/ha N°. Aplicações: 1
MODO DE APLICAÇÃO:
O produto deve ser diluído em água e aplicado na forma de pulverização, na dose recomendada, de acordo
com o manejo e o estágio de desenvolvimento da planta. Podem ser utilizados equipamentos tratorizados,
equipados com barra ou autopropelidos, além de pulverizadores aéreos. É fundamental seguir sempre as
indicações de uso e as doses descritas na bula, independentemente da tecnologia utilizada para a aplicação.
Antes da pulverização, certifique-se de que os pulverizadores estejam em boas condições e devidamente
calibrados, visando assegurar uma distribuição uniforme da calda e uma cobertura adequada das plantas.
Sempre siga as boas práticas e as recomendações do fabricante do equipamento utilizado.
Preparo de calda
- Para a preparação da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão
(terra, argila ou matéria orgânica), pois a presença destes pode reduzir a eficácia do produto, o tanque
deve estar limpo e livre de resíduos de outros agrotóxicos.
- Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose
recomendada do produto, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo
sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para
manter homogênea a calda.
- Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando
logo após sua preparação. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-
la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
O responsável pela preparação da calda deve usar Equipamento de Proteção Individual (EPI) indicado para
esse fim. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Tecnologia de aplicação
A aplicação deve ser realizada de modo a não promover a geração de gotas com diâmetros volumétricos
pequenos e/ou medianos. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas
as partes da planta e mantenha sempre a proximidade entre o alvo e o equipamento.
APLICAÇÃO TERRESTRE: Aplique uniformemente com equipamento motorizado corretamente calibrado.
Regular o equipamento de maneira a proporcionar boa cobertura de pulverização e menor deriva do produto,
atentando para as indicações do fabricante.
- Equipamentos tratorizados: Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com
pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com
relação ao alvo recomendados pelos fabricantes das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a
mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de
desenvolvimento da cultura.
APLICAÇÃO AÉREA: Utilizar aeronaves agrícolas equipadas com pontas rotativas ou barras com pontas
hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser
considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a
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velocidade voo (Km/h), que permita uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que
variam de média a grossa.
- Equipamento de aplicação: Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto,
seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para
as segurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a
sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
- Seleção de pontas de pulverização: A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais
importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas
apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que
possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de grossas (C),
conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas
por evaporação e/ou deriva das gotas. Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de
trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão
(maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
- Altura de voo e faixa de aplicação: Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido,
atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha
entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada. O uso de marcadores humanos de faixa
não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta
destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação
ambiental. A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação,
animais ou propriedades não envolvidas na operação sejam expostos ao produto.
Instruções para redução de deriva durante as aplicações:
- Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios
e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
- Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um
dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e
temperatura).
- O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
- Diâmetro das gotas: a melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de
gotas possível (média a grossa), buscando-se aliar segurança da aplicação e eficácia do tratamento.
- A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições
climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores
que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior
reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou
sob condições desfavoráveis.
- EVITAR A DERIVA É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Consulte um Engenheiro Agrônomo para maiores esclarecimentos e/ou recomendação quanto à tecnologia
de aplicação via pulverização terrestre.
CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS
- Velocidade do vento: A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10
km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar
situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os
padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima
destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de
bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
- Temperatura e umidade: Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa
do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a
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eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva. Evitar aplicações em condições de baixa
umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30°C). Não aplicar o
produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
- Período de chuvas: A ocorrência de chuvas dentro de um período de duas (2) horas após a aplicação
pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições
de orvalho.
LIMPEZA DE TANQUE: Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra,
pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas
conforme procedimento abaixo:
- Esgote ao máximo a calda presente no tanque;
- 1ª Lavagem: Coloque água limpa no tanque até no mínimo 50% de sua capacidade, enxaguando as
paredes internas do tanque durante o enchimento. Acione o sistema de agitação e recirculação para
manter circulando a água em todo o sistema (tanque, barra, pontas e filtros) e mantenha ligado por,
no mínimo, 15 minutos. Com o equipamento ainda ligado, esgote ao máximo o conteúdo do tanque
pelas pontas de pulverização.
- 2ª Lavagem: Remova as capas, pontas de pulverização e telas/cestos de filtros, e coloque-as em
recipiente contendo água limpa e solução comercial de limpeza de tanque. Coloque água limpa no
tanque até no mínimo 50% de sua capacidade, enxaguando as paredes internas do tanque durante
todo o enchimento. Adicione solução comercial de limpeza de tanque, conforme recomendação do
fabricante. Acione o sistema de agitação e recirculação para manter circulando a água em todo
sistema (tanque, barra, pontas e filtros) e mantenha ligado por, no mínimo, 15 minutos. Com o
equipamento ainda ligado, esgote ao máximo o conteúdo do tanque pelas barras de pulverização.
Reinstale as telas/cestos dos filtros, capas e pontas de pulverização, limpas na barra de pulverização.
Não utilize como produto de limpeza, produtos a base de hipoclorito de sódio, conhecidos como água
sanitária ou cloro.
- 3ª Lavagem: Coloque água limpa no tanque até no mínimo 50% de sua capacidade, enxaguando as
paredes internas do tanque durante o enchimento. Acione o sistema de agitação e recirculação para
manter circulando a água em todo o sistema (tanque, barra, pontas e filtros) e mantenha ligado por,
no mínimo, 15 minutos. Com o equipamento ainda ligado, esgote ao máximo o conteúdo do tanque
pelas pontas de pulverização.
Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo (isento de resíduos) antes de
iniciar uma nova preparação de calda de agroquímicos.
Atenção à limpeza em “zonas mortas” dos equipamentos, como áreas terminais de linha, filtros, válvulas,
mangueiras dobradas, além do tanque de pré-diluição e lavagem de embalagem de agroquímicos. Descarte
as águas de lavagem em área adequada e de acordo com a legislação local.
Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas a critério do
Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações
técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão...................................................................................................................................................7 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso contidas nesta bula.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
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INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
GRUPO C2 HERBICIDA
GRUPO C2 HERBICIDA
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda
de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
O produto é composto por diurom e tidiazurom, que apresentam mecanismos de ação de inibidores da
fotossíntese no fotossistema II, pertencente ao Grupo C2, segundo classificação internacional do HRAC
(Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com resistência,
seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo B para o controle do mesmo
alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo da resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados
e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD:
www.sbcpd.org); Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos
Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org); Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA:
www.agricultura.gov.br).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
“ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.”
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
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- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e de animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, respirador, óculos, touca árabe e luvas; e
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável, respirador com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos
e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção
contra produtos químicos;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados; e
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto; e
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidro repelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos
e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção
contra produtos químicos.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até
o final do período de reentrada;
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em área tratadas logo após a
aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
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- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de proteção contra produtos químicos e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca
árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e respirador;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
- “Pode ser nocivo se ingerido”;
ATENÇÃO - “Pode ser nocivo em contato com a pele”.
- “Pode ser nocivo se inalado”.
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir
o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra
naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave
com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios
(cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão
neutro por pelo menos 15 minutos. Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um
local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÃO POR AVGURON EXTRA SC
- INFORMAÇÕES MÉDICAS -
Grupo químico DIUROM / TIDIAZUROM: Ureia
Classe toxicológica CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética Diurom: é rapidamente absorvido pelas vias gastrointestinais e pelo trato
respiratório. Diurom é metabolizado por demetilação gerando N-demetildiurom. Em
ratos e cachorros a excreção dos metabolitos ocorre, principalmente, pela urina.
Os níveis mais altos de resíduos foram encontrados no fígado e rins após 4 dias
da aplicação da dose. Tidiazurom: Absorvido pelo trato gastrointestinal e
respiratório. Metabólitos mono ou di-dealquilados são produzidos quando
herbicidas do grupo químico da ureia são metabolizados pela oxidação da cadeia
alquil do átomo de nitrogênio terminal.
Toxicodinâmica Diurom/Tidiazurom: os mecanismos de toxicidade são pouco conhecidos. Os
principais alvos do diurom são sangue, bexiga e rim. Danos em eritrócitos resultam
em anemia hemolítica e hematopoese compensatória. Alterações na bexiga foram
observadas no tratamento crônico em ratos e camundongos, além de hiperplasia
focal na bexiga e rins de ambos os sexos.
Sintomas e sinais Diurom/Tidiazurom: Oral: náusea, vômito, dor abdominal e diarreia.
clínicos Metahemoglobinemia, dor de cabeça, fadiga, fraqueza, tontura, taquicardia,
dispneia, dificuldade respiratória, coma, convulsão, disritmia cardíaca, parada
cardiorrespiratória. Hemólise também foi relatada em alguns casos. Inalatória:
pode causar irritação. Ocular: pode causar irritação. Cutânea: pode causar
irritação.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
quadro clínico compatível, devendo ser feito baseado no exame clínico e
informações disponíveis. Dosagem de metemoglobina (Diurom) deve ser feita em
todos os pacientes com cianose.
Tratamento Antídoto: Não existe antídoto específico conhecido.
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Diurom/Tidiazurom: obter concentração de metahemoglobina em pacientes
cianóticos e pacientes com dispneia ou outros sintomas de hipóxia. Monitorar
hemograma para evidência de hemólise, em pacientes que desenvolverem
metahemoglobinemia. Trata metahemoglobinemia sintomática com azul de
metileno e terapia com oxigênio. Administrar carvão ativado na proporção de 50-
100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/Kg em menores de 1
ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de
água. Tratar broncoespasmo com agonista beta2-adrenérgico inalatório.
Considerar corticosteroides sistêmicos em pacientes com broncoespasmo
significante. Paciente com hemólise severa podem necessitar de transfusão.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por
luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Contraindicação A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e pneumonite
química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
Efeitos das Não são conhecidos os efeitos das interações químicas com outras substâncias.
interações químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de
Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação
ATENÇÃO
de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em
Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: (11) 3151.5557
Endereço Eletrônico da Empresa: www.avgust.com
Correio Eletrônico da Empresa: avgust@avgust.com.br
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos > 2000 mg/kg
DL50 dérmica em ratos > 4000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos não determinada nas condições do teste
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos O produto aplicado na pele de coelhos não causou eritema ou
edema em nenhum dos animais testados.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos O produto aplicado no olho de coelhos não causou alteração na
córnea. Foi observada irritação na conjuntiva reversível em até
72 horas
Sensibilização cutânea em cobaias produto não é sensibilizante dérmico
Mutagenicidade produto não é mutagênico
Efeitos crônicos:
Diurom: Podem ocorrer alterações do metabolismo proteico, moderado enfisema e perda de peso. O Diuron
é considerado não mutagênico. Foi observado incremento de carcinomas na bexiga urinária, rins e glândulas
mamárias, em estudos em ratos.Tidiazurom: Nos estudos de toxicidade crônica/carcinogenicidade, em ratos
e camundongos, não foi observado potencial carcinogênico, assim como nos estudos de genotoxicidade in
vitro e in vivo o Tidiazurom não foi genotóxico. Nos estudos de toxicidade a reprodução e toxicidade ao
desenvolvimento não foram observados efeitos na fertilidade e nem efeitos ao desenvolvimento de ratos e
coelhos na ausência de toxicidade materna.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público
e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos
de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite
a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa Avgust Crop Protection Importação e
Exportação Ltda.
- Telefone da empresa: (11) 3151.5557.
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio
de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado
não deve ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para
sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado.
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• Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, ou pó químico, ficando
a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPls - Equipamentos
de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o
seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a
na posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas;
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra;
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade;
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
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EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias;
- Use luvas no manuseio dessa embalagem;
- Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra;
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade;
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes;
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
- A destinação inadequada das embalagens, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL
OU DOS MUNICÍPIOS:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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