Arremate
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Herbicida
Fluroxipir-meptílico (ácido piridiniloxialcanóico) (115 g/L) + picloram (ácido piridinocarboxílico) (80 g/L) + Triclopir-butotílico (ácido piridiniloxialcanóico) (333.7 g/L)

Informações

Número de Registro
24420
Marca Comercial
Arremate
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
Fluroxipir-meptílico (ácido piridiniloxialcanóico) (115 g/L) + picloram (ácido piridinocarboxílico) (80 g/L) + Triclopir-butotílico (ácido piridiniloxialcanóico) (333.7 g/L)
Titular de Registro
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Pastagens
Acacia farnesiana
aromita; espinheiro; esponjinha
Pastagens
Lantana camara
camará; cambará (1); cambará-branco (2)
Pastagens
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Pastagens
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Pastagens
Tecoma stans
amarelinho; bignonia-amarela; guarã-guarã
Pastagens
Vernonia polyanthes
assa-peixe (2); assa-peixe-branco; cambará-açú

Conteúdo da Bula

                                    ARREMATE®
                                                                Herbicida

Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária– MAPA sob n o 24420.

COMPOSIÇÃO:

1-methylheptylester (4-amino-3,5-dichloro-6-fluoro-2-pyridyloxy)acetate
(FLUROXIPIR-MEPTÍLICO)....................................................................................115,00 g/L (11,5% m/v)
Equivalente ácido de Fluroxipir............................................................................ ..... 80,00 g/L (8,0% m/v)
4-amino-3,5,6-trichloropyridine-2-carboxylic acid (PICLORAM) ................................ 80,00 g/L (8,0% m/v)
butoxyethyl 3,5,6-trichloro-2-pyridyloxyacetate (TRICLOPIR-BUTOTÍLICO).........333,70g/L (33,37% m/v)
Equivalente ácido deTriclopir.................................................................................. 240,00 g/L (24,0% m/v)
Outros Ingredientes................................................................................................. 669,00 g/L (66,9% m/v)
                GRUPO                                           O                                    HERBICIDA
                GRUPO                                           O                                    HERBICIDA
                GRUPO                                           O                                    HERBICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO: Fluroxipir meptílico: Ácido piridiniloxialcanóico
               Picloram: Ácido piridinocarboxílico
               Triclopir Butotílico : Ácido piridiniloxialcanóico

TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado emulsionável (EC)

TITULAR DO REGISTRO:
ADAMA BRASIL S/A (*)
Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP: 86031-610 – Londrina/PR.
Tel.: (43) 3371-9000
CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Inscrição Estadual: 601.07287-44
Registro Estadual nº 003263 – ADAPAR/PR
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
FLUROXIPIR-MEPTÍLICO TÉCNICO ADAMA – REGISTRO MAPA nº 28818.
SHANDONG LUBA CHEMICAL CO., LTD.
Loujia Village, Tangwang Town, Licheng District, 250106, Jinan, Shandong – China

FLUROXIPIR-MEPTÍLICO TÉCNICO ADAMA BR – REGISTRO MAPA nº TC12621.
LIER CHEMICAL CO., LTD.
Economic and Technical Development Zone, Mianyang, Sichuan – China

FLUROXIPIR MEPTÍLICO TÉCNICO MILENIA – REGISTRO MAPA nº 07412.
ADAMA AGAN LTD.
Haashlag Street 3, P.O. Box 262, 77102, Northern Industrial Zone, Ashdod – Israel

                                                                                                         BULA_ARREMATE_03092024_v00

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FLUROXYPYR TÉCNICO – REGISTRO MAPA nº 05494.
CORTEVA AGRISCIENCE FRANCE S.A.S
BP-20 Zone Industrielle, F-67410, Drusenheim – França

PICLORAM TÉCNICO ADA – REGISTRO MAPA nº TC03222.
HUNAN BIDE BIOCHEMICAL TECHNOLOGY CO., LTD.
Ruxi Chemical Industry Zone, Linxiang, Yueyang, 414300, Hunan – China

PICLORAM TÉCNICO ADAMA – REGISTRO MAPA nº 13319.
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Mianyang Economic and Technical Development Zone, Mianyang City, Sichuan Province – China

PICLORAM TÉCNICO MILENIA – REGISTRO MAPA nº 0110.
ADAMA AGAN LTD
Haashlag Street 3, P.O. Box 262, 77102, Northern Industrial Zone, Ashdod – Israel
CORTEVA AGRISCIENCE LLC
2301, N Brazosport Boulevard, 77541-3257, Freeport, Texas – EUA
HEBEI WANQUAN LIHUA CHEMICALS CO., LTD.
Kongjiazhuang, Wanquan, Hebei – China

PICLORAM TÉCNICO YN – REGISTRO MAPA nº 02611.
ZHEJIANG FUNONG BIOTECH CO., LTD.
Lantian Yongqiang, Wenzhou, 325024 – China

MAXIPIR TÉCNICO - REGISTRO MAPA nº TCO4323.
MAX (RUDONG) CHEMICALS CO. LTD.
Yangkou Chemical Industry Park, Rudong, 226407, Jiangsu Province, China

TRICLOPIR BEE TÉCNICO MILENIA – REGISTRO MAPA nº 03415.
HEBEI WANQUAN LIHUA CHEMICALS CO., LTD.
Kongjiazhuang, Wanquan, Hebei – China

TRICLOPIR-BUTOTÍLICO TÉCNICO ADAMA – REGISTRO MAPA nº 29719.
LIER CHEMICAL CO., LTD.
Economic and Technical Development Zone, 621000, Mianyang, Sichuan Province – China

TRICLOPIR-BUTOTÍLICO TÉCNICO RAINBOW – REGISTRO MAPA nº TC12320
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO. LTD.
Binhai Economic Development Area, 262737 Weifang, Shandong-China

TRICLOPIR TÉCNICO ADAMA BR – REGISTRO MAPA nº TC14920.
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., Ltd.
Binhai Economic Development Area, 262737 Weifang, Shandong-China


FORMULADOR:
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP: 86031-610 – Londrina/PR.
CNPJ: 02.290.510/0001-76 Registro Estadual nº 003263 – ADAPAR/PR

ADAMA BRASIL S/A
Av. Júlio de Castilhos, 2085, CEP: 95860-000 – Taquari/RS.
CNPJ: 02.290.510/0004-19 Registro Estadual nº 00001047/99 – SEAPA/RS

ADAMA AGAN LTD.
Haashlag Street 3, P.O. Box 262, 77102, Northern Industrial Zone, Ashdod – Israel.

ADAMA ANDINA B. V. SUCURSAL COLOMBIA
Calle 1C, Nº 7-53, Interior Zona Franca, Barranquilla – Colômbia.


                                                                              BULA_ARREMATE_03092024_v00

                                                                                           Página 2 de 18
                       No do lote ou da partida:
                       Data de fabricação:                VIDE EMBALAGEM
                       Data de vencimento:


ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-
                                OS EM SEU PODER.
     É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                     É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
                                          Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº
                                    7.212, de 15 de junho de 2010)
          CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
               CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
                 CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




                                                                              BULA_ARREMATE_03092024_v00

                                                                                             Página 3 de 18
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:

 ARREMATE® é um herbicida seletivo de ação sistêmica, recomendado para o controle de plantas infestantes de
 folhas largas, de porte herbáceo, semi-arbustivo e arbustivo em áreas de pastagens de gramíneas forrageiras.
 Em pastagens, deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, quando as
 plantas infestantes a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo.


CULTURA, ALVO, DOSE, CALDA, MODALIDADE, ÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO DE APLICAÇÕES:
                                                                           Número e
                          ALVO BIOLÓGICO                         Volume    Intervalo
    Cultura                                            Dose
                                                                de Calda       de
                 Nome Comum        Nome Científico                         Aplicação
                                                                Terrestre:
               Assa-peixe        Vernonia polyanthes            200 L/ha

                    Cambará               Lantana camara           2,0 a 3,0 L/ha    Aérea:
                                                                                     máx. 40
 Pastagem           Esponjinha            Acacia farnesiana                           L/ha          1 (uma)
                                                                                                   aplicação
                    Amarelinho            Tecoma stans                              Adjuvante:    por ciclo da
                                                                                    0,25% v/v       cultura.
                    Fedegoso              Senna obtusifolia        1,5 a 2,5 L/ha      óleo
                                                                                     vegetal
                    Guanxuma              Sida rhombifolia


 ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
 Aplicar ARREMATE® em pós-emergência das plantas infestantes, quando estas estiverem crescendo
 ativamente e bem enfolhadas. Aplicar em época quente e com boa pluviosidade. Plantas adultas ou espécies
 lenhosas necessitam das maiores doses do produto para seu controle.


MODO DE APLICAÇÃO :
A aplicação do herbicida ARREMATE® poderá ser efetuada através de pulverização terrestre ou aérea.

APLICAÇÃO TERRESTRE :
O herbicida ARREMATE® na cultura da pastagem deve ser aplicado utilizando pulverizador costal, tratorizado
ou autopropelido, de modo a proporcionar uma boa cobertura nas plantas infestantes.

Para o uso e aplicação do produto ARREMATE® observe as prescrições conforme a receita agronômica e
utilize equipamentos adequados que proporcionem redução da possibilidade de deriva, tal como pontas de
pulverização tipo leque com indução de ar, para a produção de gotas grossas a extremamente grossas.

    •   Pressão de trabalho: 30-70 lbf/pol².
    •   Diâmetro de gotas: acima de 350µ (micra);
    •   Altura da barra de pulverização e espaçamento entre bicos: deve permitir uma boa sobreposição dos
        jatos e cobertura uniforme no alvo. Não ultrapassando 50 cm, tanto para o espaçamento quanto para
        a altura da barra;


APLICAÇÃO AÉREA:

SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO COM AERONAVE TRIPULADA:
Deve ser aplicado através de aeronaves agrícolas com uso aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária
– MAPA.
A aplicação aérea deverá seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos para essa
modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, uso de DGPS (Sistema de
Posicionamento Global Diferencial), definição dos parâmetros técnicos operacionais e de segurança
                                                                               BULA_ARREMATE_03092024_v00

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relacionados aos equipamentos de aplicação, como a altura do voo, largura da faixa de deposição efetiva,
modelo, tipo e ângulo do equipamento utilizado e número de pontas de pulverização, entre outros, e condições
climáticas adequadas ao uso do produto, sempre supervisionadas pelo responsável pelas operações
aeroagrícolas.

Para aplicação de ARREMATE®, deve-se observar os parâmetros que proporcionam uma boa cobertura do
alvo desejado e técnicas de redução de deriva, como também o ajuste do ângulo dos bicos em direção ao
voo, evitando a quebra secundária das gotas, conforme abaixo:

- Parâmetros operacionais: O sistema de pulverização deve estar em perfeitas condições de funcionamento,
isento de desgaste ou vazamentos. Pontas danificadas prejudicam a uniformidade da aplicação. Não deve
haver vórtices de ponta de asas. Para isso, adeque a barra de pulverização e a disposição dos bicos para
evitar a ocorrência desse problema.
- Pontas de pulverização: Utilize pontas de pulverização que proporcionem gotas grossas e extremamente
grossas, com equipamentos adequados para a redução da possibilidade de deriva.
- Altura de voo: A altura do voo depende das características do equipamento, das condições da área- alvo,
em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao voo, do diâmetro das gotas e das condições
atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar, sempre garantindo a segurança do
voo, a eficiência de aplicação e redução da possibilidade de deriva. Como regra geral, a altura de voo situa-
se entre 3-5 metros acima do alvo.
- Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo
do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das
faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. O
equipamento deverá ser regulado visando assegurar uma distribuição uniforme da calda e uma boa cobertura
do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
- Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as
culturas sensíveis.
- Diâmetro de gotas: Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva,
monitorando sempre as variáveis meteorológicas.
- Densidade de gotas: Varia de acordo com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.

As configurações de cada aeronave e aplicação são variáveis de acordo com o modelo, condições
meteorológicas, como o comportamento dinâmico do ar em volta da aeronave, que é influenciado pela
velocidade do voo, assim para escolha da ponta de pulverização deve-se considerar as características
técnicas do equipamento operacional, da aplicação e das recomendações técnicas da bula.

Para esta atividade, consulte sempre o Engenheiro Agrônomo com curso de coordenador ou o técnico
agropecuário com curso de executor de aviação agrícola, os quais são os responsáveis pelas informações
técnicas operacionais e de segurança referentes à aplicação do produto.

Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável
(CAS - www.cas-online.org.br ) para realizar a aplicação de ARREMATE®.

Siga sempre as orientações do Engenheiro Agrônomo e/ou profissional responsável pela aplicação, que
poderá conciliar o tipo de bico (por exemplo: bicos com pontas tipo leque com indução de ar), o tamanho da
gota adequada à tecnologia de aplicação e a redução da possibilidade de deriva, a altura da barra e outras
características do equipamento de aplicação terrestre, parâmetros técnicos operacionais e de segurança para
aplicação aérea, a topografia do terreno, bem como, as doses e recomendações de uso prescritas na bula do
produto para os respectivos alvos e culturas.
O profissional responsável que prescrever o uso do ARREMATE® deverá recomendar a especificação do
equipamento mais adequado para correta aplicação do produto, de modo a reduzir a possibilidade de deriva.

Observe atentamente as instruções de uso de todos os equipamentos envolvidos. Em caso de
equipamentos diferentes e regulagens específicas, consulte sempre um Engenheiro Agrônomo ou profissional
responsável.

SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO COM AERONAVE REMOTAMENTE PILOTADA – ARP DRONE
Considerar os parâmetros operacionais recomendados no tópico SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO COM
AERONAVE TRIPULADA.

Os equipamentos de aplicação devem estar em boas condições e serem registrados, tendo o operador licença
para operação de aeronave agrícola remotamente pilotada, recomenda-se a averiguação da documentação
                                                                                BULA_ARREMATE_03092024_v00

                                                                                               Página 5 de 18
e do equipamento antes da aplicação. É recomendado o uso de pontas hidráulicas ou discos de acordo com
a recomendação do fabricante.
A aplicação aérea deverá seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos para essa
modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, configurações e sinais de
telemetria, inspeção do pulverizador, calibração e de segurança relacionados aos equipamentos de aplicação,
como a altura do voo, largura da faixa de deposição efetiva, modelo, tipo e ângulo do equipamento utilizado,
modelo e número de pontas de pulverização, entre outros, e condições climáticas adequadas ao uso do
produto.
Não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos e afins, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes, corretivos e
sementes com ARP em áreas situadas a uma distância mínima de vinte metros de povoações, cidades, vilas,
bairros, moradias isoladas, agrupamentos de animais, de mananciais de captação de água para
abastecimento de população, inclusive reservas legais e áreas de preservação permanente, além de outras
áreas ambientais com larguras mínimas de proteção estabelecidas em legislação específica, caso não sejam
áreas alvos da aplicação, devendo ser respeitadas ainda, quando couber, as restrições de distância
constantes na recomendação do produto a ser aplicado.

Em caso de dúvidas, verifique as normas no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), do Departamento
de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e da Agência Nacional
de Telecomunicações (ANATEL).

CALIBRAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Antes de toda pulverização, deve-se calibrar e regular o equipamento, verificando a vazão das pontas, assim
determinando o volume de aplicação e a quantidade de produto a ser colocada no tanque, como também
ajustar os componentes da máquina às características da cultura e produtos a serem utilizados. Em caso de
não calibração e regulagem, ou má realização desse processo, poderá ocorrer perdas significativas do
produto e eficiência.

MODO DE PREPARO DA CALDA:
Para a aplicação, colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização.
Em seguida, adicionar ARREMATE® e o adjuvante na dose recomendada completando o tanque com água
limpa e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida,
mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante toda a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:
- Temperatura ambiente inferior a 30ºC;
- Umidade relativa do ar superior a 55%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.

Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplique o produto ARREMATE®, pois pode haver
risco de inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia.

Se a velocidade do vento estiver acima de 10 km/h não aplique o produto ARREMATE®, devido ao potencial
de deriva pelo movimento do ar.

Não aplique o produto ARREMATE®, se o vento estiver no sentido das culturas sensíveis.

OBS: O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
aplicação e as condições climáticas. O tamanho das gotas, as características do equipamento de aplicação,
o relevo, a altura da barra de pulverização, altura do voo da aeronave, a cultura e, especialmente, as
condições climáticas (temperatura, umidade relativa do ar e velocidade do vento) são aspectos relevantes
que devem ser considerados para reduzir a possibilidade de deriva. O responsável pela aplicação deve
considerar todos estes fatores para tomar a decisão de quando aplicar o produto.

Toda a pulverização com o produto ARREMATE® feita fora das condições operacionais e meteorológicas
adequadas, pode gerar deriva de gotas e atingir cultivos vizinhos e/ou culturas sensíveis.



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LIMPEZA DE EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
A limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações com ARREMATE®. Esta
etapa é importante para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes com outros produtos,
ocorrendo contaminação cruzada. Estes resíduos também podem gerar problemas de contaminação de áreas
vizinhas, caso ocorra deriva de gotas pelo vento.
Para limpeza e descontaminação dos pulverizadores recomenda-se consultar os fabricantes para realização
correta do processo de limpeza do tanque e sistema hidráulico.
Recomenda-se a realização do processo de tríplice lavagem do sistema, buscando na primeira lavagem retirar
o máximo de resíduos, na segunda lavagem deve-se proceder com a remoção e limpeza dos filtros e a terceira
lavagem recomenda-se considerar a adição de produtos específicos para limpeza de tanque, após prosseguir
com o enxague seguindo a recomendação do fabricante.
Recomenda-se, diariamente, após a utilização do pulverizador proceder a extração/retirada de toda a calda
remanescente do produto de dentro do equipamento de aplicação.

  INTERVALO DE SEGURANÇA:
  CULTURA                                               DIAS
 Pastagem                                             (1)
 (1) Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de emprego

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivo para culturas agrícolas.
- Não aplicar o produto quando for observadas condições técnicas operacionais e meteorológicas
inadequadas que resultam na possibilidade de formação de deriva e atingimento de cultivos vizinhos e/ou
culturas sensíveis.
- Em aplicações próximas a culturas sensíveis, tais como, algodão, banana, batata, maçã, oliva, pepino, tabaco,
tomate, uva, entre outras, manter atenção redobrada com a tecnologia de aplicação e condições meteorológicas,
adotando as práticas agrícolas recomendadas para o produto, para minimizar a possibilidade de deriva.
- A deriva de pequenas quantidades do produto ARREMATE® pode causar danos às culturas sensíveis.
- Caso ARREMATE® seja utilizado no controle de plantas infestantes em área total, o plantio de espécies
sensíveis ao produto só deve ser feito 2 anos após a última aplicação do produto.
- No caso de pastagens tratadas em área total, deve-se permitir que o capim se recupere, antes do pasto ser
aberto ao gado. Dessa forma, a partir do início da aplicação, o pasto deve ser vedado ao gado pelo tempo
necessário à sua recuperação. Essa medida evita que os animais comam plantas tóxicas que possivelmente
existam na pastagem e se tornam mais atrativas após a aplicação do produto.
- Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto, por um período
mínimo de 60 dias após o tratamento em área total, para adubar plantas ou culturas sensíveis ao produto.
- A eficiência do produto pode ser reduzida se ocorrerem chuvas até o período de 2 a 3 horas após a aplicação.
Interromper a aplicação quando houver previsão de precipitações pluviométricas antes desse período.
- O pulverizador usado para a aplicação de ARREMATE® deve ser rigorosamente limpo e descontaminado,
realizando-se a tríplice lavagem (tanque, barra, filtros em geral e pontas de pulverização), antes da aplicação
de qualquer outro produto. Observar os detalhes no item Limpeza do Equipamento de Aplicação.
- Não utilizar o equipamento que usou o produto ARREMATE®, para aplicação de outros produtos, em culturas
sensíveis.
- Para aplicação através de aeronaves agrícolas, fica proibido o sobrevoo com o produto em áreas povoadas,
moradias e agrupamentos humanos. Não execute aplicação aérea em áreas situadas a uma distância inferior a
500 (quinhentos) metros de povoações e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de
250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas e agrupamentos de animais.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado ou logo após a aplicação do produto.

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INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.


INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população da planta infestante alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a
perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo,
     quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas infestantes seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
     para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas infestantes devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Infestantes (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação
Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Infestantes aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org),
Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

             GRUPO                                  O                             HERBICIDA
             GRUPO                                  O                             HERBICIDA
             GRUPO                                  O                             HERBICIDA

O produto herbicida ARREMATE® é composto pelos ingredientes ativos FLUROXIPIR-MEPTÍLICO,
PICLORAM e TRICLOPIR-BUTOTÍLICO, que apresentam mecanismos de ação dos mimetizadores da
auxina, ambos pertencentes ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à
Resistência de Herbicidas), respectivamente.




                                                                              BULA_ARREMATE_03092024_v00

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MINISTÉRIO DA SAÚDE – ANVISA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS :
-   Produto para uso exclusivamente agrícola;
-   O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
-   Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto;
-   Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
-   Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
-   Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos, e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
    boca;
-   Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
    da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
-   Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
    áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
-   Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
    socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
-   Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
    alcance de crianças e animais;
    Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
    macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
-   Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
    de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU PREPARAÇÃO DA CALDA :
- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão com tratamento
   hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
   por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara simples; óculos de segurança com
   proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
   recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
   manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
   segurança
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO :
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
   tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
   sendo aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
   melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
   também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
   compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
   borracha; avental impermeável; máscara simples, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe
   e luvas de nitrila;

                                                                                BULA_ARREMATE_03092024_v00

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-   Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
    manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
    segurança

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO :
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos
   até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
   produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
   recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
   tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
   contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
   longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
   Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
   hidrorrepelente com mangas compridas, botas de borracha e luvas de nitrila.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
   touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
-   Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
    manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
    segurança

                                         Nocivo se ingerido
                                         35T




                           ATENÇÃO
                                         Pode ser nocivo em contato com a pele
                                         35T




                                         Provoca irritação ocular grave
                                         35T




PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.

• Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

• Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE .Em caso de contato, lave com
muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso
utilize lente de contato, deve-se retirá-la.

• Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.

• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.



                                                                              BULA_ARREMATE_03092024_v00

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                             - INTOXICAÇÕES POR ARREMATE® -
                                   INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico         Fluroxipir meptílico: Ácido piridiniloxialcanóico
                      Picloram : Ácido piridinocarboxílico
                      Triclopir Butotílico : Ácido piridiniloxialcanóico

Classe Toxicológica   CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO

Vias de exposição     Oral, Inalatória, ocular e dérmica

                      Fluroxipir meptílico; Fluroxipir: estudos em ratos mostram que, após
                      administração oral, Fluroxipir-meptílico é rapidamente absorvido e hidrolisado
                      para Fluroxipir ácido e 1-metil.-1-heptánol. É excretado com metabólitos na urina
                      e, principalmente, pela respiração. A meia vida no plasma é de aproximadamente
                      18 horas.
                      Equivalente ácido ·do Fluroxipir: informações em 'seres humanos são limitadas.
                      Estudos em ratos mostraram que, após administração oral, Fluroxipir é
                      rapidamente absorvido, não metabolizado e rapidamente excretado, 92% da dose
                      administrada foi excretada pela urina e entre 90 e 96 % da primeira dose
                      administrada foi recuperada na urina 48 horas depois. Não há evidência de
                      acumulação.
                      Picloram: o destino de Picloram foi definido no homem através de 6 voluntários
                      saudáveis que receberam doses orais únicas de 5,0 e 0,5 mg/kg e uma dose
                      dérmica de 2,0 mg/kg. Picloram foi administrado por via oral na forma de sal de
                      sódio no suco de uva. A dose démica foi aplicada nas costas dos voluntários com
                      ácido livre dissolvido em etanol. Os dados indicam que Picloram foi rapidamente
                      absorvido pelo trato gastrointestinal (meia-vida de 20 min) e rapidamente
                      excretado inalterado através da urina. Mais de 90% da dose de Picloram foi
                      recuperada inalterada através da urina em 72 horas; a maior parte da dose (>
                      75%) foi excretada dentro de 6 horas e o restante foi eliminado com uma meia-
                      vida média de 27 horas. Picloram foi lentamente absorvido pela pele (meia-vida
Toxicocinética        de 12 horas) e, com base na quantidade de Picloram excretada na urina, apenas
                      uma pequena fração (0,2%) do Picloram aplicado na pele foi absorvida.
                      Apresenta baixo potencial de bioacumulação no homem durante exposições
                      repetidas ou prolongadas.
                      Triclopir Butotílico: rapidamente absorvido, apresenta absorção de 75 a 94%
                      da concentração administrada em 72 hrs. Sua distribuição ocorre principalmente
                      pelos rins e em menor concentração pelo fígado e tecido adiposo em ratos e cães
                      e pelo plasma em macacos. A excreção de Triclopir, em todas as espécies do
                      estudo foi maior pela urina (> 80%), em 24 hrs após a administração, e em sua
                      forma não metabolizada. Cerca de 1 a 3% fio excretado pelas fezes. Apenas uma
                      pequena concentração da dose administrada (1 a 2%) foi metabolizado,
                      produzindo como metabólito o 3,5,6 – tricloro-2-piridinol na urina. Estudos
                      realizados em humanos demonstraram que o pico plasmático ocorreu entre 1 e 3
                      hrs após administração, sendo que após 48 hrs, o Triclopir não foi mais detectado.


                      Fluroxipir meptílico; Fluroxipir: o mecanismo de toxicidade em mamíferos não
                      é bem conhecido. O Fluroxipir-meptílico é metabolizado em Fluroxipir ácido e o
                      mecanismo de toxicidade é semelhante.
                      Equivalente ácido do Fluroxipir: mimetiza· o hormônio de crescimento auxina em
Toxicodinâmica        plantas, entretanto, o mecanismo de toxicidade em mamíferos não é bem
                      conhecido. A excreção envolve a captação ativa pelos rins resultando em altas
                      concentrações nesse órgão que está relacionada com o dano renal, podendo
                      culminar em falência ·renal.
                      Picloram: não se conhece o mecanismo de toxicidade específico para humanos.
                      Triclopir: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.




                                                                            BULA_ARREMATE_03092024_v00

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                    Fluroxipir meptílico; Fluroxipir : baixa toxicidade aguda foi observada quando
                    administra do oralmente. Não foram observadas irritações na pele ou nos olhos.
                    Equivalente ácido do Fluroxipir: produz irritação leve na pele. Irritação severa em
                    contato com os olhos.
                    Exposição dérmica: A exposição por 24 horas em coelhos resultou em
                    queimadura, edema, eritema e descamação.
                    Picloram:
                    Exposição Aguda: Dados de exposição de humanos a doses elevadas são,
                    limitados. Pode ocorrer náusea após a· exposição a grande quantidade. A sua
                    baixa pressão de vapor torna a toxicidade por via inalatória improvável. O
                    Picloram não é descrito como sendo um sensibilizante. O seu pó pode ser irritante
                    aos olhos, pele, nariz, garganta e trato respiratório. É improvável que ocorra dano
                    à córnea.
                    Sistema Respiratório: O pó do Picloram é irritante para o trato respiratório.
                    Sistema Neurológico: Embora não tenham sido relatados· ataques epilépticos em
Sintomas e Sinais   humano eles ocorreram em animais expostos a doses fatais.
clínicos            Sistema Gastrointestinal: Pode ocorrer náusea após ingestão de grande
                    quantidade de Picloram. O Picloram é rapidamente absorvido pelo trato
                    gastrintestinal.
                    Sistema Hematológico: os níveis de leucócitos podem diminuir.
                    Sistema Dermatológico: Picloram é moderadamente irritante para a pele.
                    Triclopir:
                    Exposição Oral: pode ocorrer náusea, vômito, cólica e diarreia.
                    Exposição Dérmica: pode ocorrer irritação da pele.
                    Exposição Ocular: Pode ocorrer irritação ocular após exposição a esses
                    compostos.
                    Foram observados em animais experimentais aumento do peso do fígado,
                    hipertrofia hepatocelular, necrose hepatocelular, icterícia colestática e pequeno
                    aumento nas enzimas hepáticas, alterações no peso da bexiga, falência renal
                    aguda, necrose tubular, aumento no peso dos rins e nefropatia.


                    O diagnóstico de· intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da
                    exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Para a confirmação em
Diagnóstico         casos de exposições crônicas ou ocupacionais com sintomas não específicos
                    sugere-se a pesquisa dos metabólitos ou do ingrediente ativo em material
                    biológico.

                    Antídoto: não há antídoto específico conhecido para a substância.
                    Tratamento geral: as medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do
                    paciente com avaliação de sinais vitais e do "status mental", a efetividade da
                    respiração e circulação, manutenção de vias aéreas patentes e adequada
                    oxigenação, remoção da fonte de exposição ao produto com a descontaminação
                    do paciente, medidas para aumentar a eliminação do tóxico do organismo,
                    medidas sintomáticas e de manutenção.
                    Exposição Oral:
                    • Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.
                    1. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1
                    hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral
                    esquerdo ou por intubação endotraqueal.
                    2. Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou
                    alteração de consciência· em pacientes não-intubados; risco de hemorragia ou
                    perfuração gastrointestinal.
                    • Carvão ativado não deve ser utilizado, não adsorve bem hidrocarbonetos.
                    • Não provocar vômito, caso ocorra espontaneamente não deve ser evitado; deitar
                    o paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
                    Exposição inalatória:
                    Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia.
Tratamento          Administre oxigênio e. auxilie na ventilação.
                    Trate broncoespasmos com β2-agonistas via inalatória e corticosteroides via oral
                    ou parental.
                                                                          BULA_ARREMATE_03092024_v00

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                          Exposição ocular:
                          Lave com água corrente por pelo menos 15 minutos, mantendo as pálpebras
                          abertas. Evitar que a água da lavagem contamine o outro olho. Retire lentes de
                          contato quando for o caso. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente
                          para o especialista.
                          Exposição dérmica:
                          Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas,
                          cavidades e orifícios) e cabelos com água corrente e sabão neutro por pelo
                          menos 15 minutos. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou
                          dor persistirem.
                          Atenção especial para risco de parada respiratória repentina, hipotensão e
                          arritmias. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos
                          sintomas.

                          CUIDADOS PARA OS PRESTADORES DE PRIMEIROS SOCORROS :
                             • EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o
                                  produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual
                                  (Ambu) para realizar o procedimento.
                          Usar Equipamentos de Proteção Individual durante atendimento, como: luvas,
                          avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar com o
                          agente tóxico.


                          A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração de resíduo
                          gástrico e pneumonite química.
 Contraindicações         Caso ocorra vômito espontâneo, manter a cabeça do paciente abaixo do nível
                          dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar
                          aspiração do conteúdo gástrico.


 Efeitos das              Não são conhecidos efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores para o
 interações químicas      produto em humanos.

                              •    Ligue para o Disque – Intoxicação: 0800-722 6001, para notificar o
                                   caso e obter informações especializadas sobre Diagnóstico e
                                   Tratamento - Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
                                   Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).

                              •    As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as
                                   Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no
                                   Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
          ATENÇÃO                  Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)


                                  Telefone de Emergência ADAMA BRASIL S/A: 0800-200 2345
                                                         (43) 3371-9330
                                             https://www.adama.com/brasil/pt/contato


MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
EFEITOS AGUDOS:
DL 50 oral em ratos: 300-2000 mg/kg pc.
  R   R




DL 50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg pc.
  R   R




CL 50 inalatória em ratos (4h): não determinado nas condições de teste
  R   R




Corrosão/irritação cutânea em coelhos: Produto não irritante para pele de coelhos. As médias de leitura
calculadas em 24h, 48h e 72h, para os animais 1, 2 e 3 foram respectivamente 0,3; 0,0 e 0,0 para edema e
0,7; 0,3 e 0,3 para eritema. Devido à reversão dos sinais de irritação cutânea, o teste foi finalizado em 72h
para os três animais avaliados.

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Corrosão/irritação ocular em coelhos: Produto irritante para os olhos do coelho. As médias de leitura
calculadas em 24h, 48h e 72h, para os animais 1, 2 e 3 foram respectivamente 0,7; 0,7 e 1,0 para opacidade
da córnea, 0,3; 0,3 e 1,0 para lesões na íris, 1,0; 0,7 e 1,0 para hiperemia e 0,3; 0,3 e 0,3 para quemose.
Devido à reversão dos sinais de irritação ocular, o teste foi finalizado em 72h para o animal 2, e em 7 dias
para os animais 1 e 3.
Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não é sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS:
Fluroxipir meptílico; Fluroxipir: estudos subcrônicos em ratos mostraram diminuição-do consumo de
alimento, danos renais, aumento no peso dos rins, diminuição na concentração de proteínas plasmáticas
totais. Estudos crônicos com camundongos mostraram aumento na incidência de necrose papilar renal e
nefrose em fêmeas tratadas com doses elevadas. Estudos crônicos em ratos mostraram que o rim é o órgão
alvo em ambos os sexos, porém machos parecem ser mais sensíveis. Além disso, foram observados
diminuição no ganho de peso corpóreo e aumento no peso do rim.

Picloram: em animais os órgãos-alvo foram os olhos, tireoide, rins, adrenais, gônadas e fígado. A altas doses
os animais exibiram diminuição do peso corporal, do ganho de peso, do consumo de alimentos e dos níveis
de TGP, incremento dos níveis de fosfatase alcalina e peso do fígado, depressão, prostração, ataxia, tremores
e convulsões precederam a morte. Toxicidade hepática tem sido relatada após exposição dérmica repetida
de altas doses. Picloram tem induzido tumores hepáticos benignos em ratas.

Triclopir: O principal órgão alvo nos estudos de longa duração em ratos foram os rins. Aumentos
estatisticamente significativos nos pesos absoluto e relativo foram mensurados em ratos Fisher 344 machos
tratados com 36 mg/kg/dia aos 6 e 12 meses. Após dois anos de administração de triclopir estes efeitos
também foram registrados nas doses de 12 mg/kg/dia em ratos machos. Estes efeitos foram corroborados
por achados histopatológicos (focos múltiplos de degeneração de células epiteliais tubulares em conjunção
com fibrose intersticial e adelgaçamento da membrana basal) nas doses de 12 e 36 mg/kg/dia aos 6 e 12
meses. As fêmeas não apresentaram aumento nos pesos dos rins, mas houve um incremento de pigmentação
na porção descendente dos túbulos proximais, observadas microscopicamente nas doses de 3, 12 e 36
mg/kg/dia. A exata natureza deste pigmento não foi determinada, mas não pareceu apresentar significância
toxicológica. Estudos de longa duração em ratos e camundongos mostraram que o principal órgão alvo foi o
rim (aumento de peso e, ocasionalmente, alterações histopatológicas). Outros efeitos consistem em
alterações dos parâmetros hematológicos em alguns pontos do estudo, alteração de células hepáticas e
diminuição no ganho de peso corpóreo. Em estudo crônico com cães, foram observados diminuição no
consumo de alimento e, consequentemente, diminuição do ganho de peso corpóreo dos animais tratados com
20 mg/kg/dia em relação ao grupo controle, 5% (machos) e 20% (fêmeas); alterações nos parâmetros
hematológicos, como diminuição do hematócrito, diminuição na hemoglobina e diminuição na contagem de
células vermelhas; aumento no peso absoluto e relativo do fígado em machos e aumento no peso relativo do
rim em fêmeas; com base nesses dados o LOEL e NOEL foram estimados em 20 e 10 mg/kg/dia,
respectivamente.




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INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE– IBAMA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
-   Este produto é:
    ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
    (X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
    ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
    ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

-   Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
    atingir principalmente águas subterrâneas.
-   Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
-   Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
    metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos
    e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
    suscetível a danos.
-   Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
    aeroagrícolas.
-   Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-   Não utilize equipamento com vazamentos.
-   Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-   Aplique somente as doses recomendadas.
-   Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
    contaminação da água.
-   A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
    e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.


INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
− Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
− O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
   outros materiais.
− A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
− O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
− Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
− Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
− Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
   recolhimento de produtos vazados.
− Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
   Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
− Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.


INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: ADAMA BRASIL S/A.
- Telefone da empresa: 0800 400 7070.
− Utilize o Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
   óculos protetor e máscara com filtros).
− Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
   ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
   - Piso Pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de
       uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve
       ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua
       devolução e destinação final.



                                                                               BULA_ARREMATE_03092024_v00

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    -   Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
        material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
        conforme indicado.
    - Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
        o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
        adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e
        da quantidade do produto envolvido.
−   Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2, ou pó químico ficando a favor
    do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
− Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
− Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
− Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
− A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
− Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
   do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
− Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
   direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
− Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada
  com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
  coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
  embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
   pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
   no ato da compra.

                                                                                BULA_ARREMATE_03092024_v00

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−   Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
    validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
−   O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
    um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
− As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
   rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
  coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
  as embalagens cheias.
− Use luvas no manuseio dessa embalagem.
− Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
  separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
   pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
   no ato da compra.
− Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
   validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de
   validade.
− O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalizacão, pelo prazo mínimo de
   um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
  coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
  as embalagens cheias.
− Use luvas no manuseio desta embalagem.
− Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
  (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser
  adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
   pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
   no ato da compra.
− Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
   validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
− O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
   um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
− As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
   rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens

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   Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais
   de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local
  coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
  embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
   produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
− As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
   rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
− A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada
   pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
− É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
   FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO
− EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
   EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
− A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
   contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
− Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
   telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
− A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
   equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
− O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
   como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
   medicamentos e outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
Ceará: é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, conforme Lei nº 16.820, de 08 de janeiro de
2019.

Rio Grande do Sul: a aplicação de agrotóxicos hormonais somente poderá ser realizada por aplicador pessoa
física devidamente cadastrado no Cadastro Estadual de Aplicadores de Agrotóxicos ou por pessoas jurídicas
com o registro ativo como prestador de serviço na aplicação de agrotóxicos junto à SEAPDR. Fica proibida a
aplicação aérea de produtos hormonais no estado.




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