Arena
Globachem Proteção de Cultivos do Brasil Ltda. - Campinas/SP
Herbicida
24-D (ácido ariloxialcanóico) (447 g/L) + picloram (ácido piridinocarboxílico) (114 g/L)
Informações
Número de Registro
16407
Marca Comercial
Arena
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
24-D (ácido ariloxialcanóico) (447 g/L) + picloram (ácido piridinocarboxílico) (114 g/L)
Titular de Registro
Globachem Proteção de Cultivos do Brasil Ltda. - Campinas/SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Pastagens
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Pastagens
Physalis angulata
balão-rajado; balãozinho (3); joá-de-capote (3)
Pastagens
Plantago major
plantagem (1); tanchagem (2); tanchagem-maior
Pastagens
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Pastagens
Solanum sisymbriifolium
arrebenta-cavalo (1); joá (1); joá-bravo (1)
Pastagens
Synedrellopsis grisebachii
agrião-do-pasto; agriãozinho; poejinho
Pastagens
Vernonia ferruginea
assa-peixe (1); assa-peixe-de-santana; assa-peixe-do-pará
Pastagens
Vernonia polyanthes
assa-peixe (2); assa-peixe-branco; cambará-açú
Pastagens
Vernonia westiniana
assa-peixe (3); assa-peixe-roxo (2); chamarrita (1)
Conteúdo da Bula
ARENA®
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob nº 016407
COMPOSIÇÃO:
Sal triisopropanolamina do (4-amino-3,5,6-trichloropyridine-2-carboxylic acid)
(PICLORAM, sal triisopropanolamina)...................................................................114 g/L (11,4% m/v)
Equivalente ácido (PICLORAM) ...............................................................................64 g/L (6,4% m/v)
Sal triisopropanolamina do (2,4-dichlorophenoxy)acetic acid (2,4-D, sal
triisopropanolamina)..............................................................................................447 g/L (44,7% m/v)
Equivalente ácido (2,4-D) .....................................................................................240 g/L (24,0% m/v)
Outros Ingredientes…………............................................................................602,3 g/L (60,23% m/v)
GRUPO O HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica, dos grupos químicos.
GRUPO QUIMICO: ácido piridinocarboxílico e ácido ariloxialcanóico
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Globachem Proteção de Cultivos do Brasil Ltda.
Rua Doutor Emílio Ribas, 174 - sala 12, Cambuí
CEP 13.025-140 – Campinas/SP - Tel.: (19) 3254-6033
CNPJ: 43.741.357/0001-33 Registro CDA/SP nº 4326
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
PICLORAM TÉCNICO (Reg. MAPA: 010206)
Hebei Wanquan Pesticide Factory
P.O. No. 076250 Kongjiazhuang, Wanquan, Hebei - P. R. China
PICLORAM TÉCNICO BRA (Reg. MAPA: 9410)
Zhejiang Yongnong Chem. Ind. Co., Ltd.
Lantian, Yongqiang – Whenzhou – 325024 – China
PICLORAM TÉCNICO BIDE (Reg. MAPA: TC02222)
Hunan Bide Biochemical Technology Co., Ltd.
Ruxi Chemical IndustrialZone, Linxiang, Yueyang 414300 – Hunan Province – China
2,4-D TÉCNICO (Reg. MAPA: 07607)
Jingjiang Wintafone Chemical Co., Ltd.
Gushan Road No. 98, Jingjiang City, Jiangsu - P. R. China
2,4-D ÁCIDO SECO TÉCNICO (Reg. MAPA: 01638803)
Dow AgroSciences LLC
701 Washington Street, Midland, Michigan 48640 - Estados Unidos da América
Atanor S.C.A.
Paula Albarracin de Sarmiento, s/nº - Rio Tercero – Pcia de Córdoba – Argentina.
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Dow Agrosciences Southern África (PTY) LTD.
Old Mill Site – Canelands 4341 – Durban 4000 – África do Sul.
Atul Limited.
Atul – 396020 – Gujarat – Índia
Polaquimia S.A.
Km 144 Carretera Federal México – Veracruz – San Cosme Xaloztoc – Tiaxcala - México
2,4-D TÉCNICO AL (Reg. MAPA: 07314)
Atul Limited
Atul, Dist. Valsad 396020, Gujarat, India
2,4-D TECNICO GLB (Reg. MAPA: 06318)
CAC Nantong Chemical Co., Ltd
(Fourth Huanghai Road), Yangkou Chemical Industrial Park Rudong County 226407, Nantong,
Jiangsu, China
2,4-D GLB TECNICO (Reg. MAPA: TC07421)
Shandong Keyuan Chemical Co., Ltd
Yinhai Industrial Park, 261413 Laizhou, Shandong, China
2,4-D TECNICO BIORISK (Reg. MAPA: 04215)
Meghmani Industries Limited
Plot No. CH-1 & CH-2/A, G.I.D.C. Industrial Estate, Dahej, Dist. Bharuch 392130, Taluka Vatva,
Gujarat – Índia
FORMULADOR:
CAC Nantong Chemical Co., Ltd.
(Fourth Huanghai Road) Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong County 226407 Nantong,
Jiangsu, China
Hebei Wanquan Pesticide Factory
P.O. No. 076250 Kongjiazhuang, Wanquan,
Hebei, P. R. China
Jadesheen Chemical Co., Ltd.
901, Nº 299, North Tongdu Road 214400 Jiangyin, Jiangsu, China
Jiamusi Heilong Agricultural and Industrial Chemical Co. Ltd.
114 Changan Road, Jiamusi City
Heilongjiang Province 154005, P.R. China
Jingjiang Wintafone Chemical Co. Ltd.
Gushan Road no. 98, Jingjiang City
Jiangsu 214500, P.R. China
Jiangxi Tianyu Chemical Co., Ltd.
Yanhua Road, Xingan Salt Chemical Industry Park 331300 Xingan, Jiangxi, China
Lier Chemical Co., Ltd.
Economy and Technical Development Zone, Mianyang, Sichuan Province 62100 - P. R. China
Meghmani Organics Limited
Plot No. CH-1 & CH-2/A, G.I.D.C. Industrial Estate, Dahej-392130, Tal: Vagra, Dist: Bharuch,
Gujarat, India
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Shandong Avilive Chemical Co., Ltd.
No. 99 Zhengda Road, Linyi, Economic and Technological Development Zone, Shandong, China.
Suzhou Jiahui Chemical Co., Ltd.
Nº 45, Chunqiu Road, Huangdai Town, Xiang Cheng District 215152 Suzhou, Jiangsu, China
Adama Brasil S/A.
Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610, Londrina/PR
CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Registro no Estado: ADAPAR/PR nº 003263
Avenida Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000, Taquari/RS
CNPJ: 02.290.510/0004-19 – Registro no Estado: SEAPA/RS nº 00001047/99
Agritec Indústria Brasileira de Herbicidas Ltda.
Av. dos Marins, 2.570 – CEP: 13403-130, Piracicaba / SP
CNPJ: 51.059.970/0001-01 - Registro no Estado: CDA/SP nº 029
Fersol Indústria e Comércio S/A
Rodovia Castelo Branco Km 68,5 – CEP: 18120-970, Mairinque / SP
CNPJ: 47.226.493/0001-46 Registro no Estado: CDA/SP nº 031
Iharabras S.A. Indústrias Químicas
Avenida Liberdade, 1701, Cajuru do Sul – CEP: 18087-170, Sorocaba/SP
CNPJ: 61.142.550/0001-30 – Registro no Estado: CDA/SP nº 008
Nortox S.A.
Rodovia BR 369, Km 197 – CEP: 86701-050, Arapongas/PR
CNPJ: 75.263.400/0001-99 – Registro no Estado: ADAPAR/PR nº 466
Rodovia BR 163, Km 116 – Rondonópolis/MT
CNPJ: 75.263.400/0011-60 – Registro no Estado: INDEA/MT nº 183/06
Ouro Fino Química S.A.
Avenida Filomena Cartafina nº 22335, quadra 14, lote 5 – Uberaba/MG
CNPJ: 09.100.671/0001-07 – Registro no Estado: IMA/MG nº 701-4896/2012
Prentiss Química Ltda.
Rodovia PR 423 Km 24,5, CEP: 83603-000 – Campo Largo/PR
CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Registro no Estado nº 002669 - ADAPAR/PR
Servatis S. A.
Rod. Presidente Dutra, Km 300,5 - Pq. Embaixador – CEP: 27537-000, Resende / RJ
CNPJ: 06.697.008/0001-35 - Registro no Estado SEAPPA/RJ nº 15/07
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Av. Roberto Simonsen, 1459 – Bairro Recanto dos Pássaros - CEP: 13148-030, Paulínia/SP
CNPJ: 03.855.423/0001-81 – Registro no Estado: CDA/SP nº 477
Ultrafine Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Rua Alberto Guizo, 859 – Distrito Industrial João Narezzi - CEP: 13347-402, Indaiatuba-SP
CNPJ: 50.025.469/0001-53 – Registro no Estado: CDA/SP nº 466
Rua Bonifácio Rosso Ros, N°260, Bairro Cruz Alta - CEP: 13348-790, Indaiatuba/SP
CNPJ: 50.025.469/0004-04 - Registro no Estado: CDA/SP nº 1248
UPL Do Brasil Indústria E Comércio De Insumos Agropecuários S.A.
Rodovia Sorocaba-Pilar do Sul, Km 122 – CEP: 04001-904, Salto de Pirapora / SP
CNPJ: 62.182.092/0012-88 - Registro no Estado: CDA/SP nº 476
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Lanxi Jinghang Biotechnology Co., Ltd.
Area B, Nvbu Industrial Park, Nvbu Street, Lanxi City, Jinhua City, Zhejiang Province, China.
IMPORTADOR:
Gowan Produtos Agrícolas Ltda.
Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina - CEP: 13092-533,
Campinas/SP
CNPJ: 67.148.692/0001-90 - Registro no Estado: CDA/SP nº 234
Gowan Produtos Agrícolas Ltda
Rodovia Presidente Castelo Branco 11.100, km 30,5, Mod 4, Bairro Jardim Maria Cristina, Barueri-
SP, CEP 06.421-400
CNPJ: 67.148.692/0002-71 - Registro no Estado: CDA/SP nº 935
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Rod. Sorocaba-Pilar do Sul, Km 122 - CEP: 04001-904 - Salto de Pirapora, SP
CNPJ: 62.182.092/0012-88 - Registro no Estado: CDA/SP nº 476
Pilarquim BR Comercial Ltda.
Rua Cardeal Arcoverde, 2811 – Sala 407 e 408 - Bairro Pinheiros - CEP: 05407-004, São Paulo/SP.
CNPJ: 00.642.795/0001-31 – Registro no Estado: CDA/SP nº 257
Tradecorp do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda.
Rua Oriente, nº 55, Edifício Hemisphere – Norte-Sul, Salas 407/ 812, Bairro Chácara da Barra - CEP:
13090-740, Campinas/SP
CNPJ: 04.997.059/0001-57 – Registro no Estado: CDA/SP nº 958
Hass & Arruda Ltda.
Rua Dom Pedro II, 560, Centro - CEP: 78.700-220 - Rondonópolis/MT
CNPJ nº 08.304.698/0001-40 – Registro no Estado: INDEA/MT nº 15010
Solus do Brasil Ltda.
Rodovia BR 376, nº 1441, Bairro Parque Industrial Zona Oeste II - CEP: 86800-762, Apucarana/PR
CNPJ: 21.203.489/0001-79 - Registro no Estado: ADAPAR/PR nº 1007610
Rodovia Governador Leonel de Moura Brizola, 386, Sala 8 – Boa Vista – CEP: 99500-000,
Carazinho/RS
CNPJ:21.203.489/0002-50 - Registro no Estado: SEAPA/RS nº 10/20
Avenida dos Canários, 416S, Sala 01, Lote 01–Comercial Jose Aparecido Ribeiro - CEP: 78450-000
– Nova Mutum/MT
CNPJ: 21.203.489/0003-30 - Registro no Estado: INDEA/MT nº 18739
Perterra Insumos Agropecuários S.A.
Av. Dr. Cardoso de Melo, 1450, conj. 801, Vila Olímpia - CEP 04548-005, São Paulo / SP
CNPJ 33.824.613/0001-00 - Registro no Estado: CDA/SP nº 4206
Agriconnection Importadora E Exportadora De Insumos Agrícolas Ltda.
Alameda Rio Negro, 585 – sala 145 A, edificio Jaçari, Alphaville Industrial – CEP: 06454 000 – Barueri
/ SP
CNPJ 39.496.730/0001-60 – Registro no Estado: CDA / SP nº 4354
Rodovia Senador José Ermirio de Moraes, S/N, Km 11, Galpão 09, Varejão - CEP: 13.314-012, Itú /
SP
CNPJ: 39.496.730/0009-18 - Registro no Estado: CDA/SP nº 4410
ARENA_BULA_AGROFIT_20250730_V11
Rodovia dos Imigrantes, SN, Galpão 01, Sala 01, Zona Rural - CEP: 78099-899, Cuiabá / MT
CNPJ: 39.496.730/0002-41 – Registro no estado: INDEA nº 29497
Rua Ronat Walter Sodré, 2800, Sala 09, Parque Industrial - CEP: 86200-000, Ibiporã / PR
CNPJ: 39.496.730/0008-37 – Registro no estado: ADAPAR/PR nº 1008310
Rodovia Presidente Castelo Branco, 11.100 – Km 30,5 P36 Anexo 12, Jardim Maria Cristina - CEP:
06421-400, Barueri / SP
CNPJ 39.496.730/0015-66 - Registro no Estado: CDA/SP nº 4503
SOWIN AGRONEGÓCIO LTDA.
Avenida Jamaris, 100, cj. 708, Planalto Paulista - CEP: 04080-922, São Paulo/SP
CNPJ: 48.644.897/0001-12 - Registro no estado: CDA/SP nº 4422
Avenida Constante Pavan 4633 – sala 225 - Betel - CEP: 13.148-198, Paulínia/SP
CNPJ: 48.644.897/0002-01 - Registro no Estado: CDA/SP nº 4509
Rua C, Armz X, n. 290, Ondumar Maraba – CEP: 47852-732, Luis Eduardo Magalhães/BA
CNPJ: 48.644.897/0004-65 – Registro no Estado: ADAB/BA nº 164125
A Rua Projetada, 150, Armazem 1AJ, – Zona Rural - CEP: 78.099-899, Cuiabá / MT
CNPJ: 48.644.897/0003-84 - Registro no Estado: INDEA/MT nº 37587
GREEN PLACE COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO LTDA.
Rua Américo Brasiliense, 1.923 - conj. 1103 - Chácara Santo Antônio - CEP: 04715-005, São Paulo
/ SP
CNPJ: 26.401.815/0001-76 - Registro no estado: CDA nº 1302
Rodovia BR 50, KM 185 – Galpão 34, Jardim Santa Clara – CEP: 38038-050, Uberaba / MG
CNPJ: 26.401.815/0007-61 - Registro no Estado: IMA / MG nº 19.382
Anel Viário SN, Quadra Área Lote 005B, Jardim Paraíso Acréscimo – CEP: 74984-321, Aparecida
de Goiânia / GO
CNPJ: 26.401.815/0005-08 - Registro no Estado: AGRODEFESA/GO nº 3278/2023
Rodovia BR 163, KM 116, SN, Zona Rural – CEP: 78750-899, Rondonópolis / MT
CNPJ: 26.401.815/0004-19 - Registro no Estado: INDEA/MT nº 31307
Rodovia Ext. PR 090, Km 374,9, número 5900 – Zona Rural – CEP: 86200-000, Ibiporã/PR
CNPJ: 26.401.815/0002-57 - Registro no Estado: ADAPAR/PR nº 1007782
AGROQUIMA PRODUTOS AGROPECUÁRIOS LTDA.
Avenida CASTELO BRANCO, 6348, Quadra 47, lote 01 a 05 e12, Ipiranga – CEP: 74453-383,
Goiânia / GO
CNPJ: 01.626.951/0001-33 - Registro no Estado: AGRODEFESA/GO nº 0111/2018
AGROALLIANZ S.A.
Rua Avelino Silveira Franco, 149, Sala 432, Condomínio Comercial L’ Office, Sainte Hélène - CEP:
13105-822, Campinas / SP
CNPJ: 27.150.699/0001-22 – Registro no Estado: CDA / SP nº 1280
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ARENA_BULA_AGROFIT_20250730_V11
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM
SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO
INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no art.4° do
Decreto n°7.212, de 15 de junho de 2010)
Combustível
Corrosivo ao cobre, latão, alumínio e ferro.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III –
PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
ARENA_BULA_AGROFIT_20250730_V11
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
ARENA é um herbicida seletivo de ação sistêmica, à base de picloram e 2,4-D, recomendado para o
controle pós-emergente de plantas daninhas dicotiledôneas anuais, bianuais ou perenes em
pastagens de gramíneas forrageiras estabelecidas, através de aplicação foliar em área total ou
dirigida sobre as reboleiras.
Cultura, Alvos, Modo de Aplicação, Doses, Número, Época e Intervalo de Aplicação:
Cultura Alvos Dose Época de Aplicação
Buva Deve-se fazer uma aplicação ao ano,
(Conyza bonariensis) quando as plantas daninhas a serem
Joá-de-capote 3,0 a 5,0 L/ha controladas estiverem no estádio de 4 a 6
(Physalis angulata) folhas. Utilize a dose mais alta para as
plantas daninhas mais desenvolvidas.
Tanchagem
(Plantago major)
Assa-peixe-branco Deve-se fazer uma aplicação ao ano,
(Vernonia polyanthes) quando as plantas daninhas a serem
Assa-peixe 4,0 a 5,0 L/ha controladas estiverem no estádio de
Pastagem desenvolvimento vegetativo até o
(Vernonia ferruginea)
Guanxuma florescimento. Utilize a dose mais alta para
(Sida cordifolia) as plantas daninhas mais desenvolvidas.
Assa-peixe-roxo Deve-se fazer uma aplicação ao ano,
(Vernonia westiniana) quando as plantas daninhas a serem
Agrião-do-pasto 5,0 L/ha controladas estiverem no estádio de
(Synedrellopsis grisebachii) desenvolvimento vegetativo até o
Joá-bravo florescimento.
(Solanum sisymbriifolium)
Nº máximo de aplicações: 1/ano
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 200 – 300 L/ha
- Aplicação aérea: 30 – 50 L/ha
MODO DE APLICAÇÃO:
ARENA deve ser aplicado em volume de água suficiente para uma distribuição uniforme, e
pulverizado por meio de equipamento tratatorizado ou aéreo.
Para melhor molhabilidade e cobertura das plantas daninhas, adicione um espalhante adesivo não-
iônico ou óleo emulsionável, nas doses registradas.
Aplicação terrestre:
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número
de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre
outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as
recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Somente aplique com equipamentos tecnicamente adequados ao relevo do local, corretamente
regulados e calibrados, conforme a recomendação do fabricante do pulverizador e do responsável
pela aplicação.
O profissional que prescrever o uso do agrotóxico deverá recomendar a especificação do
equipamento adequado para correta aplicação.
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Recomendações de trabalho:
Tipo de ponta de pulverização - Utilize equipamentos adequados para a aplicação, conforme
recomendações da bula do produto. Aplicar somente com pontas de pulverização que proporcionem
redução de deriva, tal como pontas tipo leque com INDUÇÃO DE AR, para a produção de gotas
grossas a extremamente grossas.
- Pressão de trabalho no manômetro- 30-70 psi (lbf/pol²).
- Diâmetro de gotas: acima de 350 micra (gotas grossas ou superior).
As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor
interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo, com a menor
evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico,
com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica
(deslocamento vertical). Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações sob temperatura inferior
a 30ºC, umidade relativa do ar acima de 55%, velocidade média do vento entre 3 e 10 km/h, na
ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando período de chuva de até 6 horas após a
aplicação.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é
um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e
temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se
evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura
do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à
tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação
de um engenheiro agrônomo.
Produto corrosivo ao ferro, cobre, latão e alumínio. Lave adequadamente os equipamentos de
aplicação após sua utilização.
É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO MANUAL OU COSTAL
Aplicação aérea:
Os parâmetros de aplicação através de equipamento aéreo, como ângulo de barra, tipos e número
de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade e altura de voo, entre outros,
deverão seguir as recomendações do modelo do avião definido pelo fabricante e as recomendações
do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor
interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo, com a menor
evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico,
com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica
(deslocamento vertical). Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações sob temperatura inferior
a 30ºC, umidade relativa do ar acima de 55%, velocidade média do vento entre 3 e 10 km/h, na
ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando período de chuva de até 6 horas após a
aplicação.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é
um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e
temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se
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evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura
do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à
tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação
de um engenheiro agrônomo.
Produto corrosivo ao ferro, cobre, latão e alumínio. Lave adequadamente os equipamentos de
aplicação após sua utilização.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Intervalo de Segurança
Pastagens Uso não alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Modalidade de INTERVALO DE REENTRADA*
Cultura Emprego
2h de atividades 8h de atividades
(Aplicação)
Pastagens Pós-emergência 5 dias (1) 23 dias (1)
* A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada com
a utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e
os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas. Os intervalos de
reentrada podem ser diferentes nas bulas dos produtos formulados caso a empresa registrante tenha
apresentado dados para a realização da avaliação de risco da exposição ocupacional de seu produto
formulado.
(1) Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar
MEDIDAS DE MITIGAÇÃO DE RISCO PARA OS RESIDENTES E TRANSEUNTES DE ÁREAS
PRÓXIMAS DAS CULTURAS COM APLICAÇÃO DO AGROTÓXICO 2,4-D.
É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres de aplicação tratorizada de
produtos formulados contendo 2,4-D, conforme resultados da avaliação de risco da exposição de
residentes. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será
obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas
isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS:
- Para que haja boa absorção e translocação do produto nas plantas, aplique ARENA quando as
plantas daninhas infestantes estiverem na fase de intenso metabolismo e desenvolvimento vegetativo.
- Faça um levantamento prévio na área. A dose de produto a ser utilizada depende da espécie a ser
controlada e estágio de desenvolvimento.
- No caso de rebrota de plantas daninhas tratadas, faça nova aplicação do produto na estação
seguinte, quando as invasoras estiverem com área foliar suficiente para absorver a quantidade de
produto necessária para a completa eliminação das mesmas.
- Se a gramínea forrageira estiver muito alta na época da aplicação, solte os animais para rebaixar a
pastagem, facilitando a visualização das plantas a serem tratadas.
- Retire os animais da área, antes de realizar as aplicações do herbicida.
- Para melhor recuperação da pastagem, após a aplicação de ARENA, aguarde 60-90 dias antes de
soltar os animais na área. Isto também evitará que os animais eventualmente se alimentem de plantas
tóxicas que podem se tornar mais palatáveis após o tratamento herbicida.
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- A limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações de herbicidas
hormonais para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes de outras classes
de produtos.
Estes resíduos também podem gerar problemas de contaminação de culturas vizinhas, caso haja
deriva de gotas pelo vento.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para a cultura indicada: Utilizado conforme as instruções de uso e nas doses
recomendadas, ARENA não causa danos às pastagens de gramíneas forrageiras estabelecidas.
- A eficiência do ARENA pode ser reduzida se ocorrerem chuvas até o período de 2 a 3 horas após
a aplicação. Interromper a aplicação quando houver previsão de precipitações pluviométricas antes
desse período.
- Respeitar uma área de bordadura (área não aplicada) mínima de 10 metros entre o local de aplicação
e áreas vizinhas com culturas sensíveis ao 2,4-D.
- ARENA só deverá ser aplicado quando não houver perigo das espécies úteis a ele sensíveis, tais
como dicotiledôneas em geral, serem atingidas.
- São sensíveis a esse herbicida as culturas dicotiledôneas como algodão, tomate, batata, feijão, soja,
café, eucalipto, hortaliças, flores e outras espécies úteis sensíveis a herbicidas mimetizadores de
auxina.
- Evitar que o produto atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis suscetíveis ao herbicida.
- Não utilizar o equipamento que foi utilizado para aplicação de ARENA, para aplicação de outros
produtos, em culturas suscetíveis.
- Não armazenar a calda de pulverização em quaisquer recipientes, ou mesmo, para aplicação no dia
subsequente.
- Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto, por
um período mínimo de 60 dias após o tratamento em área total, para adubar plantas ou culturas úteis
sensíveis ao produto.
- Por 2 a 3 anos, não plante culturas sensíveis em áreas que receberam aplicação de ARENA, ou
faça teste semeando cultura altamente sensível ao produto antes do plantio comercial.
- Para aplicação tratorizada: o mesmo indivíduo não pode realizar as atividades de mistura,
abastecimento e aplicação.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência
das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de
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controle. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com
a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo
alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e,
ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR:
www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br)
GRUPO O HERBICIDA
O produto herbicida ARENA é composto por 2,4-D e Picloram, que apresentam mecanismo de ação
dos mimetizadores das auxinas, pertencentes ao Grupo O, segundo classificação internacional do
HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPIs)
recomendados;
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não utilize equipamento com vazamentos ou defeitos;
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
do al- cance de crianças e de animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por
cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental
impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de proteção; touca árabe e luvas de
nitrila.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação
à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para os olhos.
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- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico
classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas
de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- É PROIBIDA A UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO MANUAL OU COSTAL.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
as melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas, botas de borracha,
avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro
mecânico classe P2 ou P3), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
- Para aplicação tratorizada: o mesmo indivíduo não pode realizar as atividades de mistura,
abastecimento e aplicação.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA.” e manter os
avisos até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
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- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida;
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Nocivo se ingerido
ATENÇÃO Pode ser nocivo se inalado
Provoca irritação ocular grave
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando
a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
• Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente,
deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
• Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de
contato, retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância
durante, pelo menos, 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água
de lavagem entre no outro olho.
• Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis
etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15
minutos.
• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo
INFORMAÇÕES MÉDICAS
INTOXICAÇÕES POR ARENA
Grupo químico PICLORAM: ácido piridinocarboxílico; 2,4-D: ácido ariloxialcanóico
Classe toxicológica CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
Vias de exposição Dérmica, inalatória e ocular.
Outras vias potenciais de exposição, como oral, não são esperadas considerando
a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
Toxicocinética Picloram: a substância foi rápida de amplamente absorvida pela via oral, em ratos,
com absorção de mais de 80% da dose administrada dentro de 72 horas e pico de
concentração plasmática atingido em 5 minutos. O picloram foi, também,
amplamente distribuído, no entanto, com baixa detecção nos tecidos devido à
rápida excreção urinária, não apresentando, portanto, potencial de
bioacumulação. Não houve evidência de biotransformação em ratos com base na
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ausência de metabólitos na urina e nas fezes, o que indica que o picloram foi
excretado em sua forma inalterada. A substância foi excretada principalmente pela
urina (77,5-84,7%) dentro de 72 horas, seguido por uma excreção biliar limitada
(5,5%).
2,4-D: em ratos, o 2,4-D foi rapidamente absorvido através do trato gastrointestinal
após administração oral (>90%, dentro de 48 horas), com pico de concentração
plasmática atingido em 4 horas. A substância foi amplamente distribuída, com
maiores concentrações detectadas nos rins e fígado, mas também foi detectada
no cérebro e no líquido cefalorraquidiano, após administração de doses repetidas.
Contudo, não houve evidência de bioacumulação nos tecidos. O 2,4-D possui alta
capacidade de ligação com proteínas plasmáticas, um dos fatores que propicia a
ampla distribuição no oraganismo. A biotransformação da substância foi limitada,
com excreção principalmente na sua forma inalterada, e uma pequena quantidade
na forma de conjugados, quase exclusivamente através da urina (85-94%) dentro
de 48 horas, seguido das fezes (2-11%).
Toxicodinâmica Picloram: não são conhecidos os mecanismos de toxicidade em humanos ou
animais.
2,4-D: não são conhecidos os mecanismos de toxicidade em humanos. Em
animais de experimentação, a toxicidade renal induzida pelo 2,4-D foi relacionada
com sua capacidade de induzir peroxidação lipídica e estresse oxidativo.
Sintomas e sinais Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
clínicos Com base em estudos em animais de experimentação, o produto é nocivo se
ingerido e pode ser nocivo se inalado. O produto foi não irritante e não
sensibilizante para a pele. No entanto, provocou irritação ocular grave.
Picloram: não são conhecidos sintomas específicos em humanos. Sintomas
inespecíficos de toxicidade aguda decorrentes da exposição a substâncias
químicas podem ocorrer, como:
Exposição dérmica: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência
e vermelhidão e/ou erupções cutâneas.
Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato
respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência
e vermelhidão, conjuntivite e lacrimejamento.
Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
vômito, náusea, dor abdominal e diarreia.
Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição
crônica em humanos.
2,4-D: além das propriedades irritativas da substância, a exposição aguda oral
e/ou inalatória a grandes quantidades de 2,4-D pode causar efeitos sistêmicos de
toxicidade, incluindo efeitos no sistema nervoso central (SNC) e neuromuscular
periférico, decorrentes da acidose metabólica.
Exposição dérmica: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência
e vermelhidão.
Exposição respiratória: se inalado, pode ocorrer irritação do trato respiratório
superior, com tosse, ardência da boca, nariz e garganta, e nos casos mais graves,
edema pulmonar. A inalação de grandes quantidades de poeiras ou aerossóis da
substância pode causar efeitos sistêmicos como fraqueza, tontura, vertigem,
mialgia, dor abdominal, náusea e vômito.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar lesões oculares graves,
com ardência, vermelhidão, redução da acuidade visual e fotofobia.
Exposição oral: a ingestão pode causar dor e queimação na boca e garganta, e
irritação do trato gastrointestinal com dor abdominal, vômito, náusea, diarreia, dor
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de cabeça, tontura e mal-estar. A ingestão de grandes quantidades pode resultar
em efeitos sistêmicos como confusão mental, agitação, fraqueza muscular,
câimbras, fasciculações, espasmos, mialgia, miotomia, hipertonia, ataxia,
taquipneia, edema pulmonar, miose, nistagmo, hipotensão, taquicardia,
bradpneia, hipertermia, acidose metabólica, alterações das funções hepáticas,
trombocitopenia, anemia hemolítica, hipocalcemia, insuficiência renal e
rabdomiólise. Em casos mais graves, podem ocorrer falência renal, falência
cardiorrespiratória, hipercalemia, rigidez muscular generalizada, dano muscular,
coma e morte.
Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição
crônica em humanos.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
quadro clínico compatível.
Tratamento CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que
presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas
de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de
forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar
orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas
sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e
respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via
endovenosa. Avaliar estado de consciência.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções
orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter
adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessária
ventilação pulmonar assistida.
Medidas de Descontaminação e tratamento:
O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
impermeáveis.
Exposição oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso de
intoxicação por picloram ou 2,4-D. Avaliar a necessidade de administração de
carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em
água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a
100 g; crianças: 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
- Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada. Considerar
a lavagem gástrica somente após ingestão de uma quantidade potencialmente
perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro
de 1 hora).
Exposição inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
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avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou
pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.
Exposição dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos.
Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição ocular:
Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente
por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou
fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
específico.
ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático e
de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Medidas de eliminação extracorpórea:
- Considerar a diurese forçada e alcalinização urinária em casos de intoxicação
por 2,4-D e seus derivados para acelerar sua excreção. Portanto, é recomendada
a administração intravenosa de bicarbonato de sódio (44-88 mEq por litro) com
intuito de manter o pH urinário acima de 7,6 e um débito urinário acima de 5
mL/kg/h.
- Deve-se monitorar cuidadosamente os níveis de eletrólitos séricos,
especialmente potássio e cálcio, assim como, a integridade da função renal e o
balanço de fluido administrado.
- Considerar a utilização de métodos dialíticos, como a hemodiálise, em casos de
intoxicação grave ou em casos particulares em que a administração excessiva de
líquidos não é recomendada.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das
vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados;
pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de
quantidade não significativa.
Efeitos das Há indícios, em estudos em animais de experimentação, de possível sinergismo
interações químicas tóxico entre picloram e 2,4-D.
ATENÇÃO TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Disque-
Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT–
ANVISA/MS
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: (19) 3254-6033
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
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Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: >300-2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: >4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4 horas): Não determinada nas condições do teste (>10,25 mg/L).
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos causou não causou
sinais de irritação dérmica e, portanto, foi considerado não irritante para a pele.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos causou opacidade da
córnea, irrite, hiperemia e quemose conjuntivais. Também foram observados alteração do brilho
normal e secreção. O corante de fluoresceína sódica detectou alterações na superfície da córnea em
24, 48 e 72 horas. Os sinais de irritação foram completamente revertidos dentro de 7 dias após a
aplicação. Nas condições do teste, o produto foi considerado irritante ocular grave.
Sensibilização cutânea cobaias: não sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa
em bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Picloram: em estudos de toxicidade crônica e subcrônica, conduzidos em ratos, camundongos e cães
pela via oral, o fígado foi identificado como alvo primário de toxicidade nas três espécies. Os efeitos
observados incluíram aumento do peso hepático e alterações histopatológicas como hipertrofia
hepatocelular. Foram estabelecidos o NOAEL de 300 mg/kg p.c./dia em estudo de 90 dias em ratos
e o NOAEL de 35 mg/kg p.c./dia em estudo de 1 ano em cães. No estudo de 90 dias em camundongos
não foi estabelecido NOAEL, pois, os efeitos ocorreram na menor dose testada (1000 mg/kg p.c./dia).
Não foi observado potencial genotóxico em estudos in vitro e in vivo. O picloram não apresentou
potencial carcinogênico em estudos em ratos e camundongos.
Em estudo de duas gerações em ratos, não foi observada evidência de toxicidade reprodutiva. O
picloram não foi considerado teratogênico em estudos em ratos e coelhos. Em estudos de toxicidade
para o desenvolvimento em ratos, não foram observados efeitos fetotóxicos. Em estudos em coelhos,
foram observados efeitos tóxicos sobre o desenvolvimento fetal apenas na maior dose testada e na
presença de toxicidade materna, com NOAEL de 300 mg/kg p.c. para efeitos para o desenvolvimento
embriofetal.
2,4-D: em estudos de toxicidade repetida de médio e longo prazo, conduzidos em ratos,
camundongos e cães pela via oral, os rins foram identificados como principais órgãos-alvo de
toxicidade do 2,4-D, com base no aumento de peso relativo do órgão com alterações histopatológicas
e funcionais. Baseado nestes efeitos, estabeleceu-se o NOAEL de 1 mg/kg p.c./dia em estudos de 90
dias, de 2 anos em ratos e camundongos, e em estudo de 52 semanas em cães. O 2,4-D, incluindo
seus sais e ésteres, não foi considerado genotóxico conforme os resultados negativos de estudos in
vitro e in vivo. Em estudos de toxicidade crônica em ratos e camundongos, também não foram
observadas evidências de carcinogenicidade.
Em estudos de toxicidade reprodutiva conduzidos em ratos, foram observados efeitos reprodutivos
(redução da fertilidade e da sobrevivência da prole, e aumento da duração do período gestacional) e
toxicidade para a prole (aumento da incidência de variações esqueléticas e viscerais, redução do
peso corpóreo, sinais clínicos de toxicidade e aumento da mortalidade), apenas na presença de
excessiva toxicidade parental com NOAEL de 40,2 mg/kg p.c./dia para a toxicidade reprodutiva e 16,6
mg/kg p.c./dia para toxicidade para a prole. Nos estudos de toxicidade para o desenvolvimento em
ratos foi observada fetotoxicidade (aumento da incidência de variações esqueléticas), também na
presença de toxicidade materna e em doses acima dos níveis de saturação renal. Nos estudos em
coelhos, não foram observados efeitos sobre o desenvolvimento embriofetal. Com base nestes
achados, concluiu-se que o 2,4-D não apresenta potencial teratogênico.
EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:
Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em
humanos.
SINTOMAS DE ALARME:
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Náusea, vômito, dor abdominal, sensação de queimação das mucosas, hipotensão, alterações no
sistema nervoso (tontura, vertigem, dor de cabeça, agitação, confusão mental) e alterações
neuromusculares (fraqueza muscular, câimbras, fibrilação muscular, fasciculações e espasmos).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
X Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza
-Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d`água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250
(duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais
e vegetação susceptível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e
municipal concernentes às atividades aero agrícolas.
INTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- A construção deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: Globachem Proteção de Cultivos do
Brasil Ltda. - Telefone da empresa: (19) 3254-6033.
- Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC,
óculos protetor máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d`água. Siga as instruções abaixo:
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Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma
pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser
mais utilizado. Neste caso, contate o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua
devolução final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
Corpos d`água: interrompa a captação para consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental
mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem dependem das
proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto
envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a
favor do vento para evitar intoxicações.
PROCEDIEMNTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI`s –
equipamentos de Proteção Individual – recomendados para preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos;
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sobe pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
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- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE – NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
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DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS.
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTE EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITO SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicando no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação final do produto é feita através da incineração em fornos para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPOENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamento ou outros
materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal
concernentes as atividades agrícolas.
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