Aradya
Genica Inovação Biotecnologica S.A.. - Planta 2/Piracicaba/SP
Inseticida Microbiológico
Metarhizium anisopliae isolado IBCB 425* (Produto Microbiológico) (400 g/kg)
Informações
Número de Registro
01720
Marca Comercial
Aradya
Formulação
WP - Pó Molhável
Ingrediente Ativo
Metarhizium anisopliae isolado IBCB 425* (Produto Microbiológico) (400 g/kg)
Titular de Registro
Genica Inovação Biotecnologica S.A.. - Planta 2/Piracicaba/SP
Classe
Inseticida Microbiológico
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Todas as culturas
Deois flavopicta
Cigarrinha das pastagens
Todas as culturas
Mahanarva fimbriolata
Cigarrinha-da-raiz
Todas as culturas
Zulia entreriana
Cigarrinha-das-pastagens
Conteúdo da Bula
ARADYA
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 01720
COMPOSIÇÃO
Metarhizium anisopliae, isolado IBCB 425 (2,0 x 1010 conídios viáveis/g)...................................400 g/kg (40% m/m)
Outros Ingredientes ................................................................................ .....................................600 g/kg (60% m/m)
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida Microbiológico
TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Molhável (WP)
TITULAR DO REGISTRO:
GÊNICA INOVAÇÃO BIOTECNOLÓGICA S.A
Rua Antônio Degaspari, 1514, Quadraparte B, Ind. Uninorte II, Bairro Água Santa, Piracicaba/SP
CEP: 13413-652 - Telefone (19) 4102-9924 - CNPJ: 23.255.514/0002-74
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP sob nº 1262
FABRICANTE / FORMULADOR:
GÊNICA INOVAÇÃO BIOTECNOLÓGICA S.A
Rua Antônio Degaspari, 1514, Quadraparte B, Ind. Uninorte II, Bairro Água Santa, Piracicaba/SP
CEP: 13413-652 - Telefone (19) 4102-9924 - CNPJ: 23.255.514/0002-74
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP sob nº 1262
TOYOBO DO BRASIL PRODUTOS BIOLÓGICOS LTDA.
Rua Padre Bento, 858 - Distrito Industrial – CEP: 13326-400
Salto/SP - Telefone (11) 4602-8100 - CNPJ: 31.359.178/0001-57
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP sob nº 4128
NBT S/A
Rua Jefferson Nepomuceno, 466, Ipanema, CEP: 38.706-510
Patos De Minas/MG - CNPJ: 51.135.601/0001-42
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: IMA/MG sob nº 6793441
Nº do lote ou partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
Mantenha o produto em temperatura de 27°C por até 60 dias ou em temperatura de -15°C a 5°C por até 90
dias
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO E A BULA, E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
ORGANISMOS VIVOS DE USO RESTRITO AO CONTROLE DE PRAGAS.
PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUARIO AGRONÔMICO
Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: Classe IV – Pouco Perigoso
ao Meio Ambiente
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Cor da faixa: Branca
INSTRUÇÕES DE USO:
ARADYA é um agente microbiológico indicado para qualquer cultura com ocorrência dos alvos
biológicos cigarrinha-da-raiz (Mahanarva fimbriolata), cigarrinha-das-pastagens (Zulia entreriana) e
cigarrinha-dos-capinzais (Deois flavopicta).
O produto apresenta eficiência agronômica comprovada nas culturas da cana-de-açúcar, pastagens,
pastagem de capim braquiária e pode ser utilizado em qualquer outra cultura com ocorrência dos alvos
biológicos.
Alvo biológico Dose Número e
Cultura Nome comum (produto Intervalo de Época de aplicação
(Nome científico) comercial) aplicação
Realizar Monitorar a presença de ninfas
Cigarrinha-da-raiz duas no campo após as primeiras
(Mahanarva 50 g/ha aplicações chuvas. Iniciar a aplicação após a
fimbriolata)1 por ciclo de detecção da praga (espumas com
cultura ninfas na base das touceiras).
Em todas as
Monitorar a presença de ninfas
culturas Realizar
Cigarrinha-das- no campo após as primeiras
com duas
pastagens 50 g/ha chuvas. Iniciar a aplicação após a
ocorrência aplicações
(Zulia entreriana)2 detecção da praga (espumas com
do alvo por ano.
ninfas na base das touceiras).
biológico
Cigarrinha-das- Monitorar a presença de ninfas
pastagens; 800 g/ha, com no campo após as primeiras
Cigarrinha-dos- volume de calda - chuvas. Iniciar a aplicação após a
capinzais de 300 L/ha detecção da praga (espumas com
(Deois flavopicta)3 ninfas na base das touceiras).
1 Eficiência agronômica comprovada para a cultura da cana-de-açúcar
2 Eficiência agronômica comprovada em pastagens
3 Eficiência agronômica comprovada em pastagens de capim-braquiária (Brachiaria decumbens)
MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Para a aplicação pode-se utilizar pulverizador costal,
tratorizado ou aérea. Efetuar as aplicações de forma que possibilitem uma boa cobertura da parte aérea
das plantas com presença da praga alvo, sem causar escorrimento. Sendo o volume de calda variável
de acordo com a espécie de planta.
1° PASSO - LIMPEZA DO EQUIPAMENTO
Antes de realizar o preparo da calda de pulverização certificar da limpeza do pulverizador. Caso o
pulverizador apresente resíduos de produtos de aplicações anteriores (principalmente fungicida e
bactericidas) é de fundamental importância a limpeza do equipamento, pois pode afetar o desempenho
do produto.
Observações:
a) Não realizar a limpeza do pulverizador próximo de lagos, rios ou reservas de água.
b) Realizar esta limpeza em local adequado.
Retirar os filtros, peneiras e ponteiras de pulverização e colocá-los de molho com produto próprio.
Encher o tanque com 25 % da capacidade do pulverizador com água e adicionar 2mL de limpa tanque
por litro de água. Deixar esta mistura em agitação por 30 minutos. Passado o tempo, aspergir todo o
volume através dos bicos de pulverização. Posteriormente, enxaguar com água limpa usando como
escoamento sempre os bicos.
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2° PASSO - PREPARO DA CALDA
Levar a campo somente o total de produto que irá aplicar; abrir a embalagem e fazer uma pré calda em
um balde com água pH menor que 7, passar pela peneira com abertura de 50 mesh e colocar no tanque
pulverizador devidamente limpo para que os resíduos de inseticidas, herbicidas e fungicidas não
inviabilizem o produto, essa limpeza deve ser realizada longe de rios e nascentes. Completar o tanque
do pulverizador.
3° PASSO - PULVERIZAÇÃO
- Para a aplicação pode-se utilizar pulverizador costal, tratorizado ou aérea.
- Efetuar as aplicações de forma que possibilitem uma boa cobertura da parte aérea das plantas com
a presença da praga alvo, sem causar escorrimento. Sendo o volume de calda variável de acordo com
a espécie de planta.
Observações:
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente no final da tarde. Evitar
aplicação em condição de temperatura acima de 27ºC ou na presença de ventos fortes (velocidade
acima de 10 Km/hora), bem como com umidade relativa do ar abaixo de 70% ou com alta intensidade
de radiação ultravioleta (UV).
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para
este ingrediente ativo.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 4
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Aplicar somente com umidade acima de 80% na ausência de raios ultravioletas, ou seja, em dias
nublados ou à noite, aplicação dirigida à praga, ação por contato, evitar choque térmico, preparar a
calda no momento da aplicação, evite exposição aos raios solares e ambiente de temperatura elevada,
fazer limpeza com água limpa e sabão neutro nos equipamentos antes da aplicação.
O pH ideal é menor que 7.
O armazenamento ideal do produto deve ser em freezer (- 8ºC).
O produto não é compatível com herbicidas, inseticidas e fungicidas químicos.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE,RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOSIMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
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RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
Não existem informações sobre o desenvolvimento de resistência de fitopatógenos a cepa IBCB 425.
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo
desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a
Inseticidas - IRAC-BR - recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas
(MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos:
• Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser
utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
• Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais
para o MRI.
• Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc...) dentro do
programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou
privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇAO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS.
MICRORGANISMOS PODEM TER O POTENCIAL DE PROVOCAR REAÇÕES DE SENSIBILIZAÇÃO.
INDIVIDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTÓRICO RECENTE DE IMUNOSSUPRESSÃO NÃO
DEVEM MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO.
PESSOAS COM IMPLANTE DE LENTE INTRAOCULAR OU USO DE LENTES DE CONTATO NÃO
DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.
PESSOAS QUE TENHAM REALIZADO CIRURGIAS OCULARES COMO TRABECULECTOMIA,
IRIDECTOMIA, IMPLANTE DE VÁLVULA DE AHMED OU PROCEDIMENTOS SIMILARES NÃO DEVEM
MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil forada especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e de animais.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação
à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
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PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de
segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas, botas, máscara com filtro mecânico
classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
os avisos até o final do período de reentrada.
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
tratadas logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança.
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com
tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila, botas de borracha, máscara
com filtro mecânico classe P2 ou P3 e óculos.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
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PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula e/ou folheto informativo do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Não dê
nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
RISCOS ASSOCIADOS AO CONTATO COM O PRODUTO ARADYA
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Nome científico Metarhizium anisopliae, isolado IBCB 425
Classe toxicológica Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Mecanismos de Não é esperado, em mamíferos, efeito toxigênico causado pela exposição ao
toxicidade Metarhizium anisopliae, contudo há registros de infecção em pessoas
imunossuprimidas e quadros de ceratites.
A infecção de Metarhizium anisopliae ocorre normalmente via tegumento do
inseto, onde o fungo germina em 12 a 18 horas, dependendo da presença de
nutrientes, representados por glucose, quitina, nitrogênio, etc. A infecção oral pode
ocorrer para alguns insetos, sendo também possível a penetração via sistema
respiratório pelo espiráculo. A penetração tegumentar ocorre devido a uma ação
mecânica e química (enzimática), o que leva cerca de 12 horas. Decorridas 72
horas da inoculação o inseto apresenta-se totalmente colonizado, sendo o tecido
gorduroso bastante atacado, seguido pelo tecido intestinal, tubos de Malpighi, etc.,
advindo a morte em função da falta de nutrientes e do acúmulo de substâncias
tóxicas. Os insetos atacados tornam-se duros e cobertos por uma camada de
micélio branco que posteriormente se transforma em conidióforos, que dão origem
a massas pulverulentas de conídios esverdeados. No final da conidiogênese, o
cadáver pode mostrar tons de verde que variam de claro a escuro, acinzentados
ou ainda esbranquiçados com pontos verdes.
A infecção oral pode acontecer para alguns insetos, como no caso de Solenopsis
spp., sendo também possível a penetração via sistema respiratório pelo espiráculo.
A penetração tegumentar ocorre devido a uma atuação mecânica e química
(enzimática), que leva cerca de 12 horas. Decorridas 72 horas da inoculação, o
inseto apresenta-se totalmente colonizado, advindo a morte por falta de nutrientes
e acúmulo de toxinas, conforme explicado anteriormente.
Efeitos registrados Em estudos realizados com animais não houve evidências de toxicidade,
em literatura para infectividade ou patogenicidade, contudo, há registro de infecções causadas por
Metarhizium Metarhizium anisopliae em pessoas imunossuprimidas, que podem ser
anisopliae susceptíveis a este fungo. Apesar de não representar uma ameaça como potencial
causador de doenças infecciosas em humanos, Metarhizium anisopliae é um fungo
que pode apresentar efeito alergênico e também foi relacionado com a ocorrência
de ceratite.
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Sintomas e sinais Até o presente momento não foram observados problemas em função da aplicação
clínicos deste patógeno nas unidades de proteção ou em campo. Foram observadas
reações alérgicas em pessoas que trabalham em laboratórios, como febre e
problemas pulmonares. Um pesquisador apresentou sensibilidade alguns meses
após realizar pesquisas com esse fungo sem proteção (luvas ou máscara). Apesar
destes problemas, testes de segurança com exposição oral e intraocular não
resultaram em efeitos adversos e não houve evidência de multiplicação em
tecidos de mamíferos.
Diagnóstico Existem relatos em literatura médica de Metarhizium anisopliae como causador de
infecção oportunista em indivíduos imunossuprimidos. O diagnóstico pode ser
feito com a confirmação da exposição e com o isolamento e identificação
macroscópica ou molecular a partir de cultura microbiana. Os estudos de
patogenicidade desenvolvidos com o microrganismo não demonstraram
capacidade patogênica. Podem ser utilizadas hemoculturas para detectar a
presença de bactérias ou fungos no sangue, e identificar os microrganismos
presentes para orientar o tratamento. Em geral, são pedidas duas ou mais
hemoculturas e colhidas como amostras consecutivas. Pode-se utilizar também
um hemograma para determinar se houve aumento da contagem de leucócitos
no sangue, indicando uma possível infecção.
Tratamento Tratamento sintomático. Não há antídoto específico conhecido.
Descontaminação a ser realizada por profissional protegido por avental
impermeável, botas de borracha e luvas de nitrila.
Pele: lavar abundantemente com água corrente e sabão neutro.
Olhos: lavar por, pelo menos, 15 minutos com soro fisiológico, mantendo as
pálpebras abertas e evitando a contaminação do outro olho (posição lateral da
cabeça).
Ingestão: se o produto for ingerido até 1 hora antes da chegada ao hospital,
praticar lavagem gástrica com a proteção das vias respiratórias; aporte de carvão
ativado.
Inalação: verificar necessidade de oxigenação.
Tratamento sintomático e de manutenção das funções vitais.
O tratamento de suporte deve ser efetuado apenas em casos de real necessidade.
O tratamento para o caso de irritação ocular deve ser sintomático e de suporte. O
tratamento para o caso de infecção fúngica deve ser feito com antimicóticos
sistêmicos conforme definido em protocolos específicos para infecção fúngica.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
ATENÇÃO Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-110-8270 PRÓ-QUÍMICA
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Nenhum efeito tóxico, infectivo ou patogênico foi observado em estudos toxicológicos agudos em
animais. Os animais não apresentaram alterações clínicas de toxicidade, infectividade e patogenicidade
por vias pulmonar e oral. Não foi verificada irritação ou sensibilização dérmica nos estudos realizados,
mas há relatos na literatura de ocorrência de sensibilização e deve ser considerado que microrganismos
podem ter o potencial de provocar reações de sensibilização. Foi observado quadro de irritação ocular,
atribuído ao efeito mecânico da formulação, pois a mesma linhagem apresentou efeito ocular diferente,
conforme variação da formulação.
Exposição crônica:
- Não são conhecidos efeitos cumulativos de toxicidade do fungo em humanos. Não foram realizados
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testes de exposição crônica em animais de acordo com a legislação vigente.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇAO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
(X) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos
e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa GÊNICA INOVAÇÃO BIOTECNOLÓGICA S.A.
Telefone: (019) 4102-9924.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
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- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor
do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos
de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical por 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
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Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
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validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que
deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos
Canais de distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
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produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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