Ankara 350 SC
ANASAC Brasil Comercio e Locação de Máquinas Ltda.
Inseticida
tiodicarbe (metilcarbamato de oxima) (350 g/L)

Informações

Número de Registro
18221
Marca Comercial
Ankara 350 SC
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
tiodicarbe (metilcarbamato de oxima) (350 g/L)
Titular de Registro
ANASAC Brasil Comercio e Locação de Máquinas Ltda.
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Sistêmico/ Contato/ Ingestão
Classe Toxicológica
Categoria 3 – Produto Moderadamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Alabama argillacea
Curuquerê; Curuquerê-do-algodoeiro
Algodão
Heliothis virescens
Lagarta-das-maçãs
Algodão
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Arroz
Deois flavopicta
Cigarrinha-das-pastagens; Cigarrinha-dos-capinzais
Arroz
Elasmopalpus lignosellus
Broca-do-colo; Lagarta-elasmo
Arroz
Euetheola humilis
Cascudo-preto; Pão-de-galinha
Arroz
Syntermes molestus
Cupim; Cupim-de-montículo
Feijão
Elasmopalpus lignosellus
Broca-do-colo; Lagarta-elasmo
Feijão
Thrips tabaci
Tripes; Tripes-do-fumo
Milho
Deois flavopicta
Cigarrinha-das-pastagens; Cigarrinha-dos-capinzais
Milho
Diloboderus abderus
Bicho-bolo; Pão-de-galinha
Milho
Elasmopalpus lignosellus
Broca-do-colo; Lagarta-elasmo
Milho
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Milho
Syntermes molestus
Cupim; Cupim-de-montículo
Soja
Anticarsia gemmatalis
Lagarta-da-soja; Lagarta-desfolhadora
Soja
Epinotia aporema
Broca-das-axilas; Broca-das-axilas-da-soja
Soja
Pseudoplusia includens
Lagarta-do-linho; Lagarta-falsa-medideira
Soja
Rachiplusia nu
Lagarta-falsa-medideira; Lagarta-mede-palmo

Conteúdo da Bula

                                    ANKARA 350 SC
                         Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 18221

COMPOSIÇÃO:
3,7,9,13-tetramethyl-5,11-dioxa-2,8,14-trithia-4,7,9,12-tetra-azapenteadeca-3,12-diene-6,10-dione
(TIODICARBE) …………………………………………………................................................ 350 g/L (35,0% m/v)
Outros ingredientes ............................................................................................................. 797 g/L (79,7% m/v)

                  GRUPO                                                 1A                                          INSETICIDA

CONTEÚDO: Vide rótulo

CLASSE: Inseticida de contato e ingestão.

GRUPO QUÍMICO: Metilcarbamato de oxíma

TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)

TITULAR DO REGISTRO:
ANASAC Brasil Comércio e Locação de Máquinas Ltda.
Rua João Adolfo, 118 - 10º andar, conjunto 1.003, Sala 02 - Bairro Anhangabaú
01050-020 - São Paulo - SP
CNPJ: 12.886.775/0001-95. Registro da empresa na CDA/ SP nº 1095.

IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO:
AMVAC DO BRASIL 3P Ltda.
Av. Arthur Verri, 202 - Nova Jaboticabal
14.887-018 - Jaboticabal - SP
CNPJ: 05.830.454/0001-03. Registro da empresa na CDA/ SP nº 579

AGRILEAN INPUTS S.A.
Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 30,5, nº 11100, bairro Jardim Maria Cristina
Barueri/SP, CEP: 06.421-300
CNPJ sob o nº 47.983.211/0004-06.
Registro CFICS/GDSV/CDA nº 4378.

NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA. (Matriz)
Rua Fidêncio Ramos, nº 308, Torre A, cjs. 12 e 14, Parte, Vila Olímpia, São Paulo/SP, CEP 04.551-010
CNPJ 88.305.859/0001-50.
REGISTRO - CFICS / GDSV / CDA Nº 4292.

NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA. (Filial)
Rodovia Raposo Tavares, s/nº, Km 172, bairro Marabá, Itapetininga/SP, CEP 18.203-340
CNPJ 88.305.859/0004-00.
REGISTRO - CFICS / GDSV / CDA Nº 1161.

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Ankara Técnico - Registro MAPA nº 47519
Weifang Haibang Libang Chemical Industry Co., Ltd.
North Xiwang Road, Dingtao Couty, Heze City, Shandong Province, 274100 - China.

FORMULADORES:
Anasac Chile S.A.
Noviciado Norte, Lote 73-B, Comuna Lampa, Santiago, Chile.

Gleba S.A.
Avenida 520 y Ruta Provincial 36 nº 9497 - Melchor Romero, La Plata
Província de Buenos Aires - Argentina

Zhejiang Longyou East Anasac Crop Science Co., Ltd.
Town South Donghua District, Longyou County - Quzhou City, Zhejiang, 324400 - China
MANIPULADORES:
Iharabras S.A. Indústrias Químicas
Av. Liberdade, 1701, bloco B - Cajuru do Sul
18.087-170 - Sorocaba - SP.
CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Registro da empresa na CDA/SP nº 008

Indústrias Químicas Lorena Ltda.
Rua 01 esquina com a Rua 06, s/n - Loteamento Industrial Nova Roseira
12.580-000 - Roseira - SP.
CNPJ: 48.284.749/0001-34 - Registro da empresa na CDA/SP nº 266.

Sipcam Nichino Brasil S.A.
Rua Igarapava, 599, Distrito Industrial III
38044-755 - Uberaba - MG.
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro da empresa no IMA/MG nº 2.972

                        No do lote ou da partida:
                        Data de fabricação:                  VIDE EMBALAGEM
                        Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-
                                OS EM SEU PODER.

       É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.

                       É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art.,
4º do Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

      CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 3 - PRODUTO MODERADAMENTE TÓXICO

                 CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
                   CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




Cor da faixa: AMARELA.


                                         INSTRUÇÕES DE USO

ANKARA 350 SC é um inseticida principalmente de ingestão, mas também com limitada ação de contato.
Pertence ao grupo químico metilcarbamato de oxima, indicado para o controle de pragas na forma de pulveri-
zações foliares das culturas de algodão, milho e soja, e, através de tratamento de sementes nas culturas de
arroz, feijão e milho.

APLICAÇÃO FOLIAR

           CULTURA                 PRAGAS CONTROLADAS                         Dose p.c. (mL /ha)

                                           Curuquerê
                                                                                      200
                                       Alabama argillacea
                                       Lagarta-das-maçãs
           ALGODÃO                                                                   1500
                                       Heliothis virescens
                                         Lagarta-militar
                                      Spodoptera frugiperda                           600
                                         Lagarta-militar
            MILHO                                                              230 a 340 (*)
                                     Spodoptera frugiperda
                                        Lagarta-da-soja
                                                                                 150 a 200
                                     Anticarsia gemmatalis
                                        Broca-das-axilas
                                       Broca-das-vagens                        1000 a 1500
                                       Epinotia aporema
             SOJA
                                    Lagarta-falsa-medideira
                                                                                      200
                                    Pseudoplusia includens
                                    Lagarta-falsa-medideira
                                      Lagarta-mede-palmo                              200
                                         Rachiplusia nu
(*) Utilizar a dose de 230 mL do p.c./ha no início da infestação da praga, com lagartas em estágio inicial de
desenvolvimento (de primeiro a terceiro instares) e a dose de 340 mL do p.c./ha para todos os estádios de
desenvolvimento das lagartas.
TRATAMENTO DE SEMENTES


       CULTURA           PRAGAS CONTROLADAS                    Dose p.c./100 Kg de sementes (*)

                            Cigarrinha-das-pastagens
                            Cigarrinha-dos-capinzais
                                 Deois flavopicta
                        Broca-do-colo, Lagarta-elasmo
                            Elasmopalpus lignosellus
          ARROZ                                                               1,5 L
                        Pão-de-galinha, Cascudo-preto
                                Euetheola humilis
                          Cupim-de-montículo, Cupim
                              Syntermes molestus
                                  Broca-do-colo
                            Elasmopalpus lignosellus
          FEIJÃO             Tripes, Tripes-do-fumo                           1,5 L
                                   Thrips tabaci
                            Cigarrinha-das-pastagens
                            Cigarrinha-dos-capinzais
                                 Deois flavopicta
                                 Pão-de-galinha
                              Diloboderus abderus
                                  Broca-do-colo
          MILHO                                                               2,0 L
                            Elasmopalpus lignosellus
                                  Lagarta-militar
                             Spodoptera frugiperda
                          Cupim-de-montículo, Cupim
                              Syntermes molestus
(*) Aplicar uma única vez, antes da semeadura.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

APLICAÇÃO FOLIAR:

ALGODÃO: Realizar no máximo duas aplicações do produto comercial por ciclo da cultura.
Curuquerê: aplicar quando a infestação atingir duas lagartas por planta.
Lagarta-das-maçãs: iniciar as aplicações quando constatado 10% de infestação, ou seja, 1 lagarta por 10
plantas. O ANKARA 350 SC aplicado na dose de 0,4- 0,8 L/ha apresenta ação ovicida, contra ovos de
lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens).
Lagarta-militar: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, de acordo com o
nível de controle, antes das lagartas penetrarem no cartucho, com 20 a 30% de plantas com folhas raspadas
e com as lagartas em estádio inicial de desenvolvimento (do 1º ao 3º instares).
MILHO:
Realizar no máximo duas aplicações do produto comercial por ciclo da cultura.
Lagarta-militar: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, de acordo com o
nível de controle, antes das lagartas penetrarem no cartucho, com 20 a 30% de plantas com folhas raspadas
e com as lagartas em estádio inicial de desenvolvimento (do 1º ao 3º instares).

SOJA: Realizar no máximo duas aplicações do produto comercial por ciclo da cultura.
Recomenda-se iniciar o controle quando:
Lagartas: controlar quando encontrar 40 lagartas grandes (maiores que 1,5 cm) por amostragem ou se o
desfolhamento médio for superior a 30% antes do florescimento, ou 15% depois do florescimento da soja.
Broca-das-axilas: controlar até a formação das vagens quando 30 % das plantas estiverem com ponteiros
atacados.
Utilizar a dose menor nas culturas menos desenvolvidas.

MODO DE APLICAÇÃO:
Este produto pode ser aplicado com equipamentos costais manuais ou motorizados, tratorizado e aeronaves
agrícolas. Os aparelhos devem ser equipados com bicos de jato cônico vazio da série D ou similar com difu-
sor ou core adequado de modo a se obter uma deposição satisfatória de gotas sobre o alvo desejado (folhas
e lagartas), com exceção para a cultura do milho, para a qual deverá ser utilizado bicos de jato plano (leque).

Nas aplicações com avião do tipo Ipanema (qualquer modelo) poderão ser utilizadas barras de pulverização
com um total de 40-42 bicos, fechando-se 4 a 5 bicos nas extremidades das asas para evitar a influência e
arraste das gotas pelos vórtices das asas. É indispensável a utilização dos bicos existentes em número de 8
abaixo da fuselagem ou barriga do avião. Os bicos deverão trabalhar na angulação de 90º a 180º e os rotati-
vos tipo MICRONAIR trabalharão com as pás num ângulo de 35º a 50º graus em relação à linha de voo, e de
acordo com as variações das condições climáticas locais durante a aplicação, e de maneira a se obter uma
distribuição de gotas com uma VMD entre 110 e 150 micra e um mínimo de 40 a 50 gotas/cm² com volume
de calda de 30 a 40 L/ha. A faixa de deposição será de 15 metros e uma altura de vôo de 4-5 metros em
relação ao alvo de deposição. Pressão de trabalho: 15-30 psi.
Condições climáticas: Temperatura máxima de 27º C, umidade relativa do ar mínima de 70% e velocidade do
vento máxima de 10 km/hora (3 m/seg).

Nas aplicações terrestres, aplicar um volume de calda suficiente para uma boa cobertura da planta tratada
sem o escorrimento do produto nas folhas. Aplicar de 200 a 400 L de calda/ha. Em milho, o bico plano deve
ser dirigido sobre o cartucho das plantas permitindo uma melhor penetração da calda no local de ocorrência
da praga. Posicionar os bicos no sentido da linha de plantio da cultura o que permitirá colocação máxima de
calda no local de ocorrência da praga.

Pressão de Trabalho:
Equipamentos costais: 50-60 psi.
Equipamentos tratorizados: 80-100 psi.
Condições climáticas: Temperatura máxima de 27 ºC. Umidade relativa do ar mínima de 55%, e velocidade
do vento máxima de 10 km/hora (3 m/s).
Observar que a condição mais importante é a umidade relativa do ar, pois será o maior influenciador na maior
ou menor evaporação das gotas de pulverização. Gotas grandes ocasionarão deposição irregular, escorri-
mento do produto nas folhas. Gotas finas terão deriva maior ou não atingirão o alvo desejado ocasionando
perdas do produto e poluição do meio ambiente.

TRATAMENTO DE SEMENTES

ARROZ: Deve-se aplicar a quantidade de 1,5 litros do produto ANKARA 350 SC homogeneamente em 100
kg de sementes. Realizar uma mistura homogênea do produto às sementes, por um período de no mínimo 10
minutos em tambor giratório, betoneiras, pá sobre lonas ou equipamentos específicos para essa modalidade
de uso.

FEIJÃO: Deve-se aplicar a quantidade de 1,5 litros do produto ANKARA 350 SC homogeneamente em 100
kg de sementes. Realizar uma mistura homogênea do produto às sementes, por um período de no mínimo 10
minutos em tambor giratório, betoneiras, pá sobre lonas ou equipamentos específicos para essa modalidade
de uso.
MILHO: Deve-se aplicar a quantidade de 2,0 litros do produto ANKARA 350 SC homogeneamente em 100
kg de sementes. Realizar uma mistura homogênea do produto às sementes, por um período de no mínimo 10
minutos em tambor giratório, betoneiras, pá sobre lonas ou equipamentos específicos para essa modalidade
de uso.

MODO DE APLICAÇÃO:
Observação para tratamento de sementes: agitar a embalagem do produto ANKARA 350 SC antes da apli-
cação da dose recomendada à quantidade de sementes Indicada. Aplicar o produto diretamente sobre as
sementes. Utilizar tambor rotativo, pá sobre lonas, betoneiras ou equipamentos específicos para esse fim.
Colocar as sementes no tambor, ou outro equipamento especifico, e adicionar a metade da dose, misturar
bem a seguir adicionar o resto do produto, misturando novamente. Retirar as sementes e deixa-las secar à
sombra.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

                          CULTURA                           INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS)
                           Algodão                                       Foliar 7 dias
                            Arroz                                       Sementes (1)
                            Feijão                                      Sementes (1)
                            Milho                                       Foliar 30 dias
                            Milho                                       Sementes (1)
                             Soja                                       Foliar 14 dias
    (1) Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego (tratamento de sementes)

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual
(EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- As sementes tratadas devem ser utilizadas única e exclusivamente para o plantio, não podendo ser desti-
nadas para o consumo humano ou animal.
- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
- Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
- Não misturar ANKARA 350 SC com produtos fortemente ácidos, alcalinos ou que contenham sais metáli-
cos.
- Fitotoxicidade para as cultura indicadas: respeitadas as doses e o modo de aplicação, o produto não apre-
senta restrições.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A INSETICIDAS

              GRUPO                                  1A                             INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O insetici-
da ANKARA 350 SC pertence ao Grupo 1A (inibidores de acetilcolinesterase) e o uso repetido deste inseti-
cida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resis-
tentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do ANKARA 350 SC como uma ferra-
menta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir,
retardar ou reverter a evolução da resistência:

Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:

•     Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 1A. Sempre rotacionar com produtos de
      mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
•     Usar ANKARA 350 SC ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de
      aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
•     Aplicações sucessivas de ANKARA 350 SC podem ser feitas desde que o período residual total do “in-
      tervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
•   Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas.
•   Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do ANKARA 350 SC ou outros produtos do Grupo
    1A quando for necessário;
•   Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem
    controladas;
•   Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de cultu-
    ras, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
•   Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
•   Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
    para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
•   Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o
    IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
    (www.agricultura.gov.br).


DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.



                        DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

                        ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamento ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socor-
ros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e de animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: ma-
cacão; botas; avental; máscara; óculos; touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compri-
das passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha;
avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2, cobrindo nariz e a boca; óculos de proteção;
touca árabe e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manu-
seio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tem-
po entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sen-
do aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as me-
lhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas tam-
bém entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compri-
das passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha;
máscara com filtro mecânico classe P2, cobrindo nariz e a boca; óculos de proteção; touca árabe e luvas de
nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manu-
seio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até
o final do período de reentrada;
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produ-
to antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomen-
dados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tem-
po entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidro-
repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: tou-
ca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
                                                                           TÓXICO SE INGERIDO

                                                                    PODE SER NOCIVO EM CONTATO
                                                    PERIGO
                                                                            COM A PELE

                                                                           TÓXICO SE INALADO




PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo,
bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômi-
to ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água
de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) conta-
minados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.



                                 INTOXICAÇÕES POR “ANKARA 350 SC”

                                         INFORMAÇÕES MÉDICAS

As informações contidas na tabela abaixo são de uso exclusivo de profissionais da saúde. Os procedimentos
       descritos devem ser executados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.).

   GRUPO QUÍMICO   Metilcarbamato de oxima
        CLASSE
                   CATEGORIA 3 - PRODUTO MODERADAMENTE TÓXICO
    TOXICOLÓGICA
 VIAS DE EXPOSIÇÃO Oral, dérmica, inalatória e ocular.
                   Tiodicarbe e seus metabólitos foram rápida e extensivamente absorvidos e excretados
                   após administração por via oral em ratos. Tiodicarbe é hidrolisado para metomil; metomil
   TOXICOCINÉTICA é biotransformado para metabólitos instáveis que são convertidos subsequentemente em
                   acetonitrila e CO2, ambos os quais são primariamente excretados pelo ar expelido e
                   urina. A biotransformação é rápida e não há evidência de acumulação.
                   Inibe reversivelmente a enzima acetilcolinesterase resultando no acúmulo de acetilcolina
                   nos receptores muscarínicos (efeito em células colinérgicas), nicotínicos (junções neu-
                   romusculares esqueléticas) e no sistema nervoso central (SNC). A inibição tem reversão
  TOXICODINÂMICA
                   espontânea (ao contrário dos organofosforados), com ação breve e autolimitada. Usual-
                   mente a severidade é leve a moderada, porém a exposição a altas concentrações pode
                   gerar quadros severos.
                   Produto formulado:
                   Exposição Oral: em estudo realizado em animais de experimentação (ratos) observou-
      SINTOMAS E
                   se lentidão, piloereção, lacrimação, salivação, emagrecimento e tremores.
   SINAIS CLÍNICOS
                   Exposição Ocular: em estudo realizado em animais de experimentação (coelhos) ob-
                   servou-se vermelhidão, quemose e secreção reversíveis em 7 dias.
                   O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição, de quadro clínico compatí-
                   vel. No caso dos carbamatos, a exposição pode ser investigada por meio da queda na
                   atividade das colinesterases. O decréscimo de 25% ou mais da atividade da colinestera-
     DIAGNÓSTICO   se plasmática indica exposição importante. Queda de 50% é geralmente associada com
                   exposição intensa. O decréscimo da atividade da pseudocolinesterase é um indicador
                   sensível, mais não específico. Deve considerar-se que a inibição da acetilcolinesterase
                   por carbamatos é rapidamente reversível.
                      Importante: os reativadores da colinesterase NÃO são indicados na intoxicação
                      por Carbamatos, pois a colinesterase carbamilada reverte espontaneamente
                      Lavar todas as áreas contaminadas com grande quantidade de água. Realizar tratamen-
                      to sintomático e medidas de suporte de acordo com os sinais clínicos apresentados para
                      manutenção dos sinais vitais. Lave a boca com leite ou água. No caso de ingestões me-
                      nores, a irrigação oral e diluição podem ser os únicos procedimentos necessários. Con-
                      sidere a descontaminação gastrointestinal apenas após ingestões consideráveis. A ême-
                      se não é recomendada, contudo o vômito espontâneo pode ocorrer.
                      Carvão ativado: administre carvão ativado (240 mL de água/ 30 g de carvão ativado).
                      Dose usual: 25 a 100 g em adultos/ adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e
                      1 g/kg em crianças com menos de 1 ano de idade. Pacientes com intoxicação por via
                      oral devem ser observados cuidado quanto ao possível desenvolvimento de irritação ou
                      queimaduras no esôfago ou trato gastrointestinal. Se estiverem presentes sinais ou sin-
                      tomas de irritação ou queimaduras no esôfago, considere a endoscopia para determinar
                      a extensão do dano. Reidrate o paciente que estiver perdendo fluidos através de vômito
                      e diarreia.
                      Após exposição pela via inalatória, remova o paciente para um local arejado. Cheque as
                      alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a
                      irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na
                      ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonistas beta 2 via inalatória e
                      corticosteroides via oral ou parenteral.
                      Em caso de exposição pela via ocular, lave os olhos expostos com quantidades copiosas
                      de água ou salina a 0,9%, à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a
                      irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser en-
   TRATAMENTO         caminhado para tratamento específico.

                 Em caso de exposição pela via dérmica, remova as roupas contaminadas e lave a área
                 exposta com água e sabão.
                 O profissional da saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental imper-
                 meáveis.
                 A administração de Atropina só deverá ser realizada na vigência de sintomatologia. Não
                 deverá ser administrada se o paciente estiver assintomático.
                 Atropina - agente antimuscarínico - é usada para reverter os sintomas muscarínicos,
                 (glândulas exócrinas, músculo liso e músculo cardíaco, por ex.), não os nicotínicos, na
                 dose de 2,0 - 4,0 mg em dose de ataque (adultos), e 0,05 mg/kg em crianças, endoveno-
                 sa. Repetir se necessário a cada 5 a 10 minutos. As preparações de Atropina disponíveis
                 no mercado, normalmente têm a concentração de 0,25 ou 0,50 mg /mL.
                 O parâmetro para a manutenção ou suspensão do tratamento é clínico, e se baseia na
                 reversão da ausculta pulmonar indicativa de broncorreia e na constatação do desapare-
                 cimento da fase hipersecretora, ou sintomas de intoxicação atropínica (hiperemia de
                 pele, boca seca, pupilas dilatadas e taquicardia). Alcançados sinais de atropinização,
                 ajustar a dose de manutenção destes efeitos por 24 horas ou mais. A presença de taqui-
                 cardia e hipertensão não contraindica a atropinização.
                 É indicado supervisão do paciente por pelo menos 48 horas. Monitorar oxigenação
                 (oximetria ou gasometria), ECG, hemograma. Tratar pneumonite e coma se ocorrerem.
                 Se ocorrer convulsões, o paciente pode ser tratado com benzodiazepínicos sob orienta-
                 ção médica. A ação letal pode ser atribuída à insuficiência respiratória, pelos mecanis-
                 mos de: broncoconstrição, secreção pulmonar excessiva, falência da musculatura respi-
                 ratória e consequente depressão do centro respiratório por hipóxia.
                 A diálise e a hemoperfusão são contraindicadas.
                 Êmese é contraindicada - em razão do risco potencial de aspiração. Morfina, succinilcoli-
                 na, teofilina, fenotiazinas e reserpina.
CONTRAINDICAÇÕES Aminas adrenérgicas só devem ser usadas em indicações específicas devido à possibili-
                 dade de hipotensão e fibrilação cardíaca.
                 Não administrar Oxima (Pralidoxima), pois a fixação do tiodicarbe sobre a acetilcoli-
                 nesterase é bastante lábil e se desfaz com facilidade.
   EFEITOS DAS
   INTERAÇÕES    Com organofosforados, carbamatos e tiocarbamatos.
     QUÍMICAS
                  Para notificar o caso e obter informações sobre diagnóstico e tratamento, ligue
     ATENÇÃO
                  para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
                          Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                          (RENACIAT - ANVISA/MS)
                         As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
                         Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de
                         Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
                         (Notivisa).
                         Telefone de Emergência da empresa: 0800 100 2018

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
O TIODICARBE foi absorvido, em ratos, através do trato gastrintestinal e pele, metabolizado através de hi-
drólise em ácido acético e colina, sendo excretado principalmente através da urina. Não houve acúmulo da
substância nos tecidos e órgãos. Os carbamatos inibem a enzima acetil colinesterase, essencial para a
transmissão normal dos impulsos nervosos do SNC e junções colinérgicas, reação reversível. Os sinais e
sintomas aparecem em um curto espaço de tempo após intoxicação.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral em ratos Rattus norvegicus: 300 mg/Kg de peso corporal
DL50 dérmica em ratos Rattus norvegicus > 2.000 mg/Kg de peso corporal
CL50 Inalatória em ratos Rattus norvegicus: 1,41 mg/L ar
Corrosão/ Irritação cutânea em coelhos Oryctolagus cuniculus: em contato com a pele de coelhos não
foram observados quaisquer graus de eritema ou edema.
Corrosão/ Irritação ocular em coelhos Oryctolagus cuniculus: em contato com os olhos de coelhos obser-
vou-se irite, hiperemia e quemose em todos os animais, reversíveis em até 72h.

Não se observou anormalidades na córnea, não houve retenção de fluoresceína e não houve secreção na su-
perfície da conjuntiva. Não foi observado qualquer sinal clínico ou comportamental anormais relativos ao trata-
mento.
Sensibilização cutânea em cobaias albinas Dunkin-Hartley: o produto não é sensibilizante.
Mutagenicidade em ratos: o produto não é mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS:
Nos estudos em animais o Tiodicarbe inibiu reversivelmente a colinesterase sem causar efeitos a longo pra-
zo. Não foi observado potencial cancerígeno em ratos e, em camundongos, foram observados tumores hepá-
ticos na maior dose administrada que claramente excedeu a máxima dose tolerada (MDT). Tiodicarbe não
apresentou potencial teratogênico, não foi tóxico para a fertilidade e nem para reprodução.
                        DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:

• Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos;
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique
o produto no período de maior visitação das abelhas
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e
cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susce-
tível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aero-
agrícolas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO                 DO   PRODUTO,      VISANDO     SUA    CONSERVAÇÃO         E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasilei-
ra de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:

• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ANASAC BRASIL COMÉRCIO E LOCAÇÃO DE
MÁQUINAS LTDA.
• Telefone da empresa: 0800 110 8270 (Pró-química).
• Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, ócu-
los protetor e máscara com filtros.
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou
corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e
coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado.
Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas de-
pendem das proporções.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de co2 ou pó químico, ficando a favor
do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça essa operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo
para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimen-
tos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com
a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

EMBALAGEM SACARIAS (UTILIZADAS PARA ACONDICIONAR SEMENTES TRATADAS)

AS EMBALAGENS – SACARIAS – NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA OUTROS FINS.

AS EMBALAGENS – SACARIAS – NÃO PODEM SER LAVADAS.

ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS
• O armazenamento das embalagens – sacarias – vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guarda-
das as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio das sacarias.
• As embalagens – sacarias – vazias devem ser armazenada separadamente, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido
nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS – SACARIAS - VAZIAS
• Devem ser devolvidas em conjunto com a embalagem do agrotóxico ANKARA 350 SC ou no local onde
foram adquiridas as sementes tratadas.
• Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico devem descrever nas sacarias que as sementes foram
tratadas com o agrotóxico ANKARA 350 SC e informar que as mesmas devem ser devolvidas no local em
que foram tratadas ou adquiridas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as em-
balagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o pro-
duto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados
com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:

• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
                                

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