Amplexus
Basf S.A. São Paulo
Herbicida
imazapique (imidazolinona) (525 g/kg) + imazapir (imidazolinona) (175 g/kg)
Informações
Número de Registro
8298
Marca Comercial
Amplexus
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
imazapique (imidazolinona) (525 g/kg) + imazapir (imidazolinona) (175 g/kg)
Titular de Registro
Basf S.A. São Paulo
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Seletivo pós-emergente de ação sistêmica
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Milho
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Milho
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Blainvillea latifolia
canela-de-urubú; erva-de-urubú; erva-palha (1)
Milho
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Milho
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Milho
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Milho
Melampodium perfoliatum
botão-de-cachorro; estrelinha (1); flor-amarela (1)
Milho
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Milho
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Milho
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Soja
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Soja
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Soja
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Soja
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Soja
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Soja
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Soja
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Soja
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Trigo
Avena strigosa
aveia-brasileira; aveia-preta; aveia-voluntária
Trigo
Brassica rapa
colza; mostarda (3); mostarda-selvagem
Trigo
Glycine max
soja
Trigo
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Trigo
Polygonum convolvulus
cipó; cipó-de-veado; cipó-de-veado-de-inverno
Trigo
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Conteúdo da Bula
AMPLEXUS®
Herbicida
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 08298
COMPOSIÇÃO:
Ácido 2-[4,5-dihidro-4-metil-(1-metiletil)-5-oxo-1H-imidazol-2-il-5-metil-3 piridina carboxílico
(IMAZAPIQUE) ................................................................................................. 525,0 g/kg (52,5% m/m)
Ácido nicotínico 2-(4-isopropil-4-metil-5-oxo-imidazolina-2-ilo
(IMAZAPIR) ...................................................................................................... 175,0 g/kg (17,5% m/m)
Outros Ingredientes .......................................................................................... 300,0 g/kg (30,0% m/m)
GRUPO B HERBICIDA
GRUPO B HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE APROVAÇÃO DO IBAMA
CLASSE: Herbicida seletivo condicional de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO: Imazapir e Imazapique: Imidazolinona
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos Dispersíveis em Água (WG)
TITULAR DO REGISTRO (*):
BASF S.A. - Av. das Nações Unidas, 14171 - 2º andar, 9º andar (conj. 901 e 902), 12º andar e 14º ao
17º andar - Torre C - Crystal Tower, Condomínio Rochaverá Corporate Towers, Vila Gertrudes
CEP: 04794-000, São Paulo/SP - CNPJ: 48.539.407/0001-18
Tel: (11) 2039-2273 - Fax: (11) 2039-2285
Registro do Estabelecimento na CDA/SAA-SP nº 044
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTES DOS PRODUTOS TÉCNICOS:
ARSENAL TÉCNICO – Registro no MAPA nº 00348895
BASF Corporation - 3150, Highway JJ - Palmyra Missouri, 63461 - USA
BASF Agricultural Solutions US LLC - 3150, Highway JJ - Palmyra Missouri, 63461 - USA
BASF Corporation - 14385 West Port Arthur Road, Beaumont, Texas, 77705 - USA
BASF Agricultural Solutions US LLC - 14385 West Port Arthur Road, Beaumont, Texas, 77705 - USA
IMAZAPIC TÉCNICO - Registro no MAPA nº 01498
BASF Corporation - 3150, Highway JJ - Palmyra Missouri, 63461 - USA
BASF Agricultural Solutions US LLC - 3150, Highway JJ - Palmyra Missouri, 63461 - USA
Jiangsu Flag Chemical Industry Co., Ltd. - 309, Changfenghe Road, Nanjing Chemical Industrial
Park, City Nanjing, Province Jiangsu 210047, China.
FORMULADORES:
BASF S.A. - Av. Brasil, 791 - Bairro Eng. Neiva - CEP 12521-140 - Guaratinguetá/SP - CNPJ:
48.539.407/0002-07 - Registro do Estabelecimento na CDA/SAA-SP nº 487
BASF Agricultural Products de Puerto Rico - Route nº 2, km 47,3 - 00674-0243 - Manati - Porto
Rico - Estados Unidos da América
BASF Corporation - 3150, Highway JJ - Palmyra Missouri, 63461 - USA
BASF Agricultural Solutions US LLC - 3150, Highway JJ - Palmyra Missouri, 63461 - USA
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BASF Argentina S.A. - Ruta Provincial nº 21, km 15 (S2127 AYF) - 67056 - General Lagos -
Provincia de Santa Fé - Argentina
ASP - Ruta 33, km 738, CP 2170, Distrito Industrial, Casilda - Província de Santa Fé - Argentina
Nº do Lote ou da Partida: TELEFONES DE EMERGÊNCIA:
Data de Fabricação: 0800 011 2273 ou (12) 3128-1103 ou
VIDE EMBALAGEM
(12) 3128-1357
Data de Vencimento: SAC: 0800 019 2500
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
Produto Corrosivo
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art., 4º do
Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010).
CATEGORIA DE PERIGO 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL II - PRODUTO MUITO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
MODO DE AÇÃO:
A ação herbicida do Amplexus® é resultado da redução dos níveis de 3 (três) aminoácidos alifáticos
de cadeia ramificada, valina, leucina e isoleucina, através da inibição do ácido hidroxiacético sintetase
(AHAS), uma enzima comum na via biossintética desses aminoácidos. Esta inibição interrompe a
síntese proteica, que por sua vez interfere na síntese de DNA e no crescimento celular. A biossíntese
desses três aminoácidos e a enzima AHAS não ocorrem em animais.
Amplexus® é absorvido pelas folhas e raízes e translocado rapidamente através do xilema e floema
para as regiões meristemáticas da planta, onde se acumula. Embora a interrupção de crescimento e
a morte das regiões meristemáticas ocorram logo após a aplicação, a clorose das folhas novas e a
necrose dos tecidos podem demorar até duas semanas em algumas espécies. Em plantas perenes,
Amplexus® é translocado para as partes subterrâneas das plantas (rizomas e tubérculos), o que
permite a redução da população destas plantas infestantes. Amplexus® possui atividade residual no
solo, o que lhe confere ação herbicida sobre novas germinações.
INSTRUÇÕES DE USO:
Amplexus® é um herbicida sistêmico, quando respeitado o intervalo de aplicação é seletivo para a
cultura da soja geneticamente modificada tolerante ou não tolerante às Imidazolinonas,e para a
cultura do milho e trigo tolerantes ao grupo das Imidazolinonas. O produto é resultante da
combinação de dois princípios ativos - IMAZAPIQUE e IMAZAPIR.
Amplexus® tem ação tanto em pós-emergência quanto em pré-emergência das plantas daninhas
infestantes.
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CULTURAS, PLANTAS DANINHAS e DOSES:
SOJA TOLERANTE OU NÃO-TOLERANTE À HERBICIDAS DO GRUPO DAS IMIDAZOLINONAS
MANEJO OUTONAL OU EM PRÉ-PLANTIO
Estádio das
Dose Volume de
Plantas daninhas Nome científico plantas
(g p.c/ha) calda (L/ha)
daninhas
Mentrasto Ageratum conyzoides pré-emergência
Caruru-rasteiro Amaranthus deflexus pré-emergência
Capim-marmelada,
Brachiaria plantaginea 4 – 10 folhas
Capim-papuã
Commelina
Trapoeraba pré-emergência
benghalensis
Capim-colchão Digitaria horizontalis 10 cm
Capim-amargoso Digitaria insularis 1 a 2 perfilhos 100 - 150 Terrestre:
100 - 150
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica 8 – 10 cm
Capim-arroz Echinochloa crus-galli 1 a 2 perfilhos Aérea:
30 - 50
Leiteiro Euphorbia heterophylla 4 – 6 folhas
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia pré-emergência
Joá-de-capote Nicandra physaloides 2 a 4 folhas
Poaia-branca Richardia brasiliensis 2 a 4 folhas
Buva Voadeira Conyza bonariensis pré-emergência 75 - 150
Buva Voadeira Conyza bonariensis 2 a 4 folhas 150
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Na pós-emergência das plantas daninhas usar adjuvante não iônico de 0,2 - 0,5% v/v. Doses
maiores são recomendadas para estádios mais avançados das plantas daninhas e/ou quando se
deseja maior período residual de controle.
O controle de plantas daninhas durante o período do outono-inverno (manejo outonal) visa o manejo
ainda em estádios iniciais de desenvolvimento, evitando o crescimento antes e/ou dentro da cultura a
ser semeada. Também auxilia na redução do banco de sementes na área devido ao efeito residual
deste herbicida no solo, favorecendo o controle e também no manejo de resistência.
Para a aplicação em manejo outonal, recomenda-se aplicação única, entre 10 e 20 dias após a
colheita do cultivo anterior.
Para o cultivo de soja NÃO tolerante aos herbicidas do grupo das imidazolinonas, a aplicação
deverá ocorrer no mínimo 30 dias antes da semeadura de soja. É extremamente importante que
haja uma precipitação acumulada de no mínimo 100 mm neste período.
Realizar no máximo 01 aplicação por ciclo do cultivo.
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MILHO CLEARFIELD
PRÉ-EMERGÊNCIA DA CULTURA
Estádio das
Dose Volume de
Plantas daninhas Nome científico plantas
(g p.c/ha) calda (L/ha)
daninhas
Capim-braquiária Brachiaria decumbens
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus
Capim-colchão Digitaria horizontalis até o 2º perfilho
Capim-marmelada,
Brachiaria plantaginea
Capim-papuã
Tiririca Cyperus rotundus
Leiteiro Euphorbia heterophylla
Acanthospermum
Carrapicho-de-carneiro
hispidum
Terrestre:
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia
100 - 150
100
Erva-palha Blainvillea latifolia
Aérea:
Estrelinha Melampodium perfoliatum
30 - 50
Guanxuma Sida rhombifolia
2 a 4 folhas
Mentrasto,
Ageratum conyzoides
Erva-de-são-joão
Nabo,
Raphanus raphanistrum
Nabiça
Picão-branco Galinsoga parviflora
Picão-preto Bidens pilosa
Poaia-branca Richardia brasiliensis
Trapoeraba Commelina benghalensis
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se a adição de 0,15% v/v de adjuvante não-iônico à calda de pulverização.
As aplicações deverão ser realizadas quando as plantas daninhas apresentarem entre 2 folhas a 1
perfilho de plantas fisiologicamente ativas no caso das poaceas e entre 2 a 4 folhas para as plantas
daninhas dicotiledôneas.
As aplicações onde o manejo é feito previamente com herbicidas a base de glifosato tem mostrado
excelente complementação para o controle de plantas daninhas.
Realizar no máximo 01 aplicação por ciclo do cultivo.
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TRIGO CLEARFIELD
PRÉ-SEMEADURA OU PÓS EMERGÊNCIA DO CULTIVO DO TRIGO CL
Estádio das
Dose Volume de
Plantas daninhas Nome científico plantas
(g p.c/ha) calda (L/ha)
daninhas
Aveia preta Avena strigosa
Azevém Lolium multiflorum
Terrestre:
Cipó de veado Polygonum convolvulus 2 a 4 folhas 100
100 - 200
Mostarda Brassica rapa Aérea:
30 - 50
Nabiça Raphanus raphanistrum
Soja Glycine max 2 trifólios
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Aplicar em área total em pré-semeadura da cultura e pós-emergência inicial das plantas daninhas ou
na pós-emergência inicial do cultivo do trigo CL e na pós-emergência inicial das plantas daninhas.
Adicionar adjuvante não iônico de 0,2 - 0,5% v/v.
Doses maiores são recomendadas para estádios mais avançados das plantas daninhas e/ou quando
se deseja maior período residual de controle.
As aplicações deverão ser feitas em fases iniciais do desenvolvimento das plantas daninhas,
fisiologicamente ativas e em plena atividade.
Realizar no máximo 01 aplicação por ciclo do cultivo.
MODO DE APLICAÇÃO:
- Equipamento de aplicação:
Ao aplicar o produto, siga sempre as recomendações da bula garantindo uma boa cobertura da
pulverização sobre o alvo desejado, evitando a sobreposição das faixas de aplicação. Proceda a
regulagem do equipamento de aplicação para assegurar a dose correta e uma distribuição uniforme
do produto sobre o alvo desejado.
- Velocidade do vento:
A faixa ideal para pulverização são ventos entre 03 a 10 km/h. A configuração adequada do sistema
de aplicação e ausência de rajadas de vento, reduzem o risco de deriva do produto. A topografia do
terreno pode influenciar os padrões de vento. Um aplicador familiarizado com os padrões de ventos
locais minimiza possíveis riscos da pulverização atingir áreas não alvo.
A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. Deixar uma
faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis presentes na direção
do vento.
- Período de chuvas:
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após aplicação pode afetar o
desempenho do produto. Evite aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
- Temperatura e umidade:
Aplique apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas
temperaturas aumentam o risco da evaporação da calda de pulverização, reduzindo o tamanho de
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gota e aumentando o potencial de deriva. Evite pulverizar durante condições de baixa umidade
relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em
temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
Preparo da calda: Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides
em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), visto que a presença destes pode reduzir a eficácia
do produto. O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do Amplexus® deve
estar limpo de resíduos de outros defensivos.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose
recomendada do Amplexus®, acrescentar o adjuvante não iônico na proporção recomendada para o
cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o
sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter
homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação,
pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes
de reiniciar a aplicação. Não deixar a calda preparada no tanque de um dia para outro.
Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
• Aplicação Terrestre: Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação.
• Equipamentos costais (manuais ou motorizados):
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), ou conforme
recomendação do fabricante, calibrando de forma a proporcionar a melhor cobertura do alvo,
desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos ou situações
não planejados pelo operador do equipamento.
• Pulverizadores de Barra:
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização
hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo
recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação
ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da
cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas alvo. Proceda a regulagem e
manutenção preventiva e periódica do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição
uniforme na dose correta sobre o alvo desejado.
- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo.
Utilizar pulverizador dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), ou conforme
recomendação do fabricante, calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de
gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram
sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado,
consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
- Pressão de trabalho:
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a
ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de
pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o
volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento
da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que
os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
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- Velocidade do equipamento:
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura.
Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em
velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área
alvo.
Utilizar aeronaves agrícolas equipadas com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de
acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser
considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a
velocidade de voo (km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40
gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média
a grossa.
• Aplicação Aérea: A aplicação aérea é recomendada para todos os cultivos indicados em bula.
- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e
redução da deriva. Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato
plano), ou conforme recomendação do fabricante, calibrando de forma a proporcionar perfeita
cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para
que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático. Em caso de dúvida quanto à seleção das
pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da
ponta (bico).
- Altura de voo e faixa de aplicação:
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido e largura de faixa de deposição
efetiva de 15 - 18 metros (de acordo com a aeronave utilizada), atentando à segurança da operação e
à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando
tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação
potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos. Atentar à
legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação
ambiental.
A distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou
envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura)
no limite da bordadura.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais
ou propriedades não envolvidas na operação, sejam expostos ao produto.
O responsável pela aplicação da calda herbicida deve considerar todos estes fatores para uma
adequada utilização do produto evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de
aplicação devem ser corretamente calibrados, revisados e o responsável pela aplicação deve
estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Dias
Milho 96
Soja (1)
Trigo (1)
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(1) Não determinado devido à modalidade de emprego
INTERVALO DE REENTRADA DAS PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Na pós-emergência de plantas daninhas, realize a aplicação dentro do período ideal do estádio de
desenvolvimento das plantas daninhas evitando que haja rebrotas de algumas espécies. Inclua no
manejo de plantas daninhas, a rotação de herbicidas devidamente recomendados e registrados.
- Tenha o máximo de eficiência com:
• uma boa cobertura das plantas daninhas;
• uso de doses mais altas de adjuvantes em condições mais críticas;
• aplicação em plantas em pleno desenvolvimento vegetativo;
• presença de luz solar intensa, pois acelera a velocidade de controle;
• condições de alta umidade relativa e temperatura entre 20 e 30°C.
- Evite aplicações nas horas mais quentes do dia, temperaturas acima de 30°C, e com baixa
umidade relativa do ar (umidade relativa abaixo de 55%), ou com ventos acima de 10 km/h,
principalmente quando essas condições causarem estresse hídrico nas plantas e favoreçam à deriva
da pulverização.
- Limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra e os bicos) antes de utilizá-lo com
outros produtos e em outros cultivos.
- Seletividade: Amplexus® é um herbicida seletivo para a soja geneticamente modificada tolerante
ou não tolerante aos herbicidas do grupo das Imidazolinonas e para as culturas do milho e trigo
tolerantes aos herbicidas do grupo das Imidazolinonas, de acordo com as recomendações de uso.
• Os Limites Máximos de Resíduos podem não ter sido estabelecidos em outros países ou divergirem
dos existentes no Brasil, assim, para cultivos tratados ou subprodutos que se destinem à
exportação, o Limite Máximo de Resíduo no país de destino deve ser respeitado.
• Caso o Limite Máximo de Resíduo estabelecido no país de destino esteja abaixo do Limite Máximo
de Resíduo no Brasil, recomenda-se ao exportador o monitoramento de resíduos antes de exportar.
Em caso de dúvida, consulte o seu exportador, importador ou a BASF antes de exportar e/ou aplicar
o produto.
• A BASF não se responsabiliza por qualquer impedimento para exportação em razão dos resíduos
gerados pela aplicação dos produtos nem por quaisquer danos ou consequências que possam advir
do desrespeito dos Limites Máximos de Resíduos.
APLICAÇÕES REALIZADAS DURANTE A SAFRA DE SOJA:
Até que novas informações estejam disponíveis, somente as culturas de inverno e verão abaixo
relacionadas poderão ser feitas em sucessão/rotação com a cultura de soja na área tratada com
Amplexus®.
• CULTURAS DE INVERNO (sucessão): milho (safrinha), feijão, trigo, cana-de-açúcar,
girassol, sorgo, canola, aveia e amendoim.
• CULTURAS DE VERÃO (rotação): soja, amendoim, cana-de-açúcar, feijão, milho e girassol.
• OLERÍCOLAS: especificamente para o caso das culturas olerícolas o intervalo de segurança
é de 360 dias.
APLICAÇÕES REALIZADAS NO MILHO “SAFRINHA”:
• Plantar somente soja, feijão e amendoim em sucessão a cultura do milho “safrinha” de
híbridos Clearfield, na área tratada com AMPLEXUS®.
AMPLEXUS_bula_rev10_03-07-2025
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"Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas ao produto, não plantar Milho Clearfield
ou Soja geneticamente modificada tolerante ou não tolerante às Imidazolinonas mais de duas safras
seguidas. Recomenda-se a rotação com outras culturas acima recomendadas, evitando-se o controle
continuado das plantas daninhas com o mesmo grupo químico e as mesmas práticas, dentro de um
programa de manejo de resistência de plantas daninhas com herbicidas de diferentes mecanismos de
ação e diferentes práticas de manejo. Para maiores esclarecimentos consulte um representante
BASF."
• Não utilizar Amplexus® em áreas com problemas de picão-preto (Bidens pilosa) e leiteiro
(Euphorbia heterophylla) e outras plantas daninhas com resistência conhecida ao mecanismo de
ação deste produto.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.
INFORMAÇÕES SOBRE A DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA
EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA DE PLANTAS DANINHAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de
ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo B para o controle do
mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados
e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD:
www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos
Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA:
www.agricultura.gov.br).
GRUPO B HERBICIDA
GRUPO B HERBICIDA
O produto herbicida Amplexus® é composto por Imazapir e Imazapique, que apresentam
mecanismos de ação dos inibidores da ALS (acetolactato sintase) (ou acetohidroxidoácido sintase
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AHAS), pertencentes aos Grupo B, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à
Resistência de Herbicidas), respectivamente.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência
das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de
controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de
espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada,
inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico) e (3) controle químico tem como objetivo mitigar o
impacto dessa interferência com o mínimo de danos ao meio ambiente.
MINISTÉRIO DA SAÚDE - ANVISA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) danificados, úmidos, vencidos ou com
vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: calça, jaleco, botas, avental, respirador, viseira facial ou óculos, touca árabe
e luvas de nitrila.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte de EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): vestimenta com tratamento
hidrorrepelente de corpo inteiro com nível de proteção 2 (calça, jaleco, touca árabe),
respirador semifacial filtrante PFF2 e viseira facial (ou respirador com filtro mecânico classe
P2 e óculos com proteção lateral), botas de PVC ou sapato impermeável, avental com nível
de proteção 3 (impermeável), e luvas de nitrila.
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• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPIs) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em
que estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que
outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): vestimenta com tratamento
hidrorrepelente de corpo inteiro com nível de proteção 2 (calça, jaleco, touca árabe),
respirador semifacial filtrante PFF2 e viseira facial (ou respirador com filtro mecânico classe
P2 e óculos com proteção lateral), botas de PVC ou sapato impermeável e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e
manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) separados das demais
roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte das embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): macacão
com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, viseira ou óculos, jaleco, botas, calça, luvas e respirador.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
ATENÇÃO “Provoca irritação ocular grave”
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PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência, levando a
embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato,
lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no
outro olho.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Pele: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão
neutro.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo
INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são de uso exclusivo do profissional de saúde. Os
procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de
saúde, etc.).
Grupo químico Imazapir e Imazapique: Imidazolinona
Potenciais vias de
Dérmica e Inalatória
exposição
Imazapir: Imazapir foi rapidamente absorvido após administração oral em
ratos. A excreção se deu principalmente pela urina e algo nas fezes, após
24 horas da administração. Após 6 dias, a eliminação foi completa.
Toxicocinética
Imazapique: Imazapique, após administração oral em ratos, foi
rapidamente e quase completamente absorvido (95%), com excreção
principalmente na urina nas primeiras 6 horas após administração.
Não se conhece o mecanismo de toxicidade específico de Imazapir e
Toxicodinâmica
Imazapique para humanos.
Imazapir: Estudos conduzidos em animais de experimentação indicam
que o lmazapir Técnico não é tóxico para ratos pela via oral e pela via
dérmica, pois não causou sinais de toxicidade sistêmica e foi observado
apenas eritema no local de aplicação na pele dos animais. Pela via
inalatória, foi observada nos ratos apenas secreção nasal no dia 1 após a
Sintomas e exposição. Para pele é ligeiramente irritante, mas não é um sensibilizador
sinais clínicos da pele. Para olhos é irritante severo.
Imazapique: Estudos conduzidos em animais de experimentação indicam
que o lmazapique Técnico não é tóxico para ratos pela via oral e inalatória
e em coelhos pela via dérmica, pois não causou sinais de toxicidade
sistêmica. Para pele, não é irritante e não é um sensibilizador. Para olhos
é irritante leve.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição. Ao
apresentar sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente
Diagnóstico
imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação
laboratorial. Não existem exames laboratoriais específicos.
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Antídoto: não existe antídoto específico.
Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro
clínico para manutenção das funções vitais. As ocorrências clínicas
devem ser tratadas segundo seu surgimento e gravidade. O profissional
Tratamento
de saúde deve estar protegido, utilizando principalmente luvas. Demais
recomendações devem seguir protocolos de atendimento ao intoxicado do
estabelecimento de saúde e/ou orientações da Rede Nacional de Centros
de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT).
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e
Contraindicações de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não
deve ser evitado.
Efeitos das interações
Não são conhecidos.
químicas
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001 para notificar o caso e
obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento. Rede
Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças
e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de
ATENÇÃO
Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema
de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefones de Emergência da Empresa: BASF S.A. 0800 011 2273 ou
(12) 3128-1103 ou (12) 3128-1357
Endereço Eletrônico da Empresa: www.basf.com.br
Correio Eletrônico da Empresa: cecom.guaratingueta@basf.com
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide TOXICOCINÉTICA e TOXICODINÂMICA”.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
• Efeitos agudos (Produto Formulado):
DL50 via oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
DL50 cutânea em ratos: > 5000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: CL50 inalatória não foi determinada nas condições do teste.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: produto irritante para os olhos. Em olhos de coelhos foram
observados opacidade, vermelhidão, edema e lacrimejamento reversíveis em até 14 dias.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: produto considerado não irritante para a pele. Em pele de
coelhos foram observados eritema reversível em até 48 horas e edema reversível em até 7 dias.
Sensibilização dérmica em cobaias: produto não sensibilizante.
Mutagenicidade: produto não causou mutação gênica ou aberrações cromossômicas nas condições
de teste.
• Efeitos crônicos (Produtos Técnicos):
Imazapir: Nos estudos crônicos em ratos e camundongos não foram observados efeitos tóxicos e
não foi carcinogênico. Em cães não foram observados efeitos tóxicos. Nos estudos de reprodução e
desenvolvimento não foram observados efeitos em parâmetros reprodutivos e no desenvolvimento de
ratos. Em coelhos, no estudo de desenvolvimento foi observada toxicidade materna e mortalidade,
mas não efeitos ao desenvolvimento de coelhos. Não foi mutagênico.
Imazapique: Nos estudos crônicos em ratos e camundongos não foram observados efeitos tóxicos e
não foi carcinogênico. Em cães foram observados êmese, sialorreia, diminuição do peso corporal e
do consumo de alimentos, produziu toxicidade hematológica (anemia), hepática e degeneração
muscular esquelética focal. Nos estudos de reprodução e desenvolvimento não foram observados
efeitos em parâmetros reprodutivos e no desenvolvimento de ratos. Em coelhos, no estudo de
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desenvolvimento foi observada toxicidade materna, mas não efeitos ao desenvolvimento de coelhos.
Não foi mutagênico.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS
NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
Altamente Perigoso ao meio ambiente (CLASSE I)
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
Perigoso ao meio ambiente (CLASSE III)
Pouco perigoso ao meio ambiente (CLASSE IV)
− Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
− Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente..
− Não execute aplicação de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
− Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
− Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
− Não utilize equipamento com vazamentos.
− Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
− Aplique somente as doses recomendadas.
− Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água.
− A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
− Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
− O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
− A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
− O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
− Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
− Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
− Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
− Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
− Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
− Isole e sinalize a área contaminada.
− Contate as autoridades locais competentes e a empresa BASF S.A. - Telefones de emergência
0800 011 2273 ou (12) 3128-1103 ou (12) 3128-1357.
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− Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
− Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve
ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua
devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a
serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em
questão e da quantidade do produto envolvido.
− Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a
favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
- Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs -
Equipamento de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o
seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão adotar os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, por 30 segundos;
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- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuvas e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja, dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
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EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuvas e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio desta embalagem.
- Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o
qual deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos
Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
PARA TODO TIPO DE EMBALAGEM
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
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- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL
- De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
®
Marca Registrada BASF
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