Aminopyralid + 24-D 360 SL Yonon; Amino BRA;
Yonon Brasil Defensivos Agricolas Ltda
Herbicida
24-D (ácido ariloxialcanóico) (320 g/L) + 24-d-triisopropanolamina (ácido ariloxialcanóico) (596.9 g/L) + Aminopiralide (ácido piridiniloxialcanóico) (40 g/L)
Informações
Número de Registro
07825
Marca Comercial
Aminopyralid + 24-D 360 SL Yonon; Amino BRA;
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
24-D (ácido ariloxialcanóico) (320 g/L) + 24-d-triisopropanolamina (ácido ariloxialcanóico) (596.9 g/L) + Aminopiralide (ácido piridiniloxialcanóico) (40 g/L)
Titular de Registro
Yonon Brasil Defensivos Agricolas Ltda
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Pastagens
Baccharis trimera
carqueja; carqueja-amarga; tiririca-de-bebado
Pastagens
Croton glandulosus
gervão (3); gervão-branco (1); malva-vermelha
Pastagens
Eupatorium squalidum
cambará-roxo; casadinha; chilca (2)
Pastagens
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Pastagens
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Pastagens
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Pastagens
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Pastagens
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Pastagens
Sida santaremnensis
guanxuma (4); guanxumona; guaxima (1)
Pastagens
Synedrellopsis grisebachii
agrião-do-pasto; agriãozinho; poejinho
Pastagens
Vernonia polyanthes
assa-peixe (2); assa-peixe-branco; cambará-açú
Conteúdo da Bula
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AMINOPYRALID + 2,4-D 360 SL YONON
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 07825
COMPOSIÇÃO:
Aminopiralide, Sal Triisopropilamina.................................................................................76,9 g/L (7,69% m/v)
4-amino-3,6-dichloropyridine-2-carboxylic acid
(Equivalente ácido de AMINOPIRALIDE)..........................................................................40,0 g/L (4,00% m/v)
(2RS,2′RS,2″RS)-tris(2-hydroxypropyl)ammonium (2,4-dichlorophenoxy) acetate
(2,4-D-triisopropanolamina)............................................................................................596,9 g/L (59,69% m/v)
(2,4-dichlorophenoxy) acetic acid (Equivalente ácido de 2,4-D).......................320,0 g/L (32,00% m/v)
Outros ingredientes............................................................................................................506,2 g/L (50,62% m/v)
GRUPO O HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida sistêmico de ação seletiva.
GRUPO QUÍMICO: Ácido piridinocarboxílico e Ácido ariloxialcanóico
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL).
TITULAR DO REGISTRO (*):
Yonon Brasil Defensivos Agrícolas Ltda.
Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP - CEP:
01443-010 – Tel.: (11) 3032-2090 – CNPJ: 47.172.452/0001-14.
Registro CDA/SP nº 4382.
(*)IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO)
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Aminopyralid Técnico AT – Registro MAPA n° TC07524
Yongnong Biosciences Co. Ltd - Nº 3, Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf Economy and
Technology Development Zone, 312369, Shangyu, Zhejiang, China.
2,4-D Técnico DT – Registro MAPA n° TC07621
Shandong Keyuan Chemical CO., LTD - Yinhai Industrial Park, Laizhou, Shandong Province,
China.
FORMULADOR:
Indústrias Químicas Lorena Ltda. – Rua 01, Esquina c/ Rua 6, s/n, Loteamento Industrial Nova
Roseira – Roseira/SP – CEP: 12580-000 – CNPJ: 48.284.749/0001-34 – Registro CDA/SP nº 266.
Micro Service Indústria Química Ltda. – Rua Minas Gerais, nº 310 – Diadema/SP – CEP: 09941-
760 – CNPJ: 43.352.558/0001-49 – Registro CDA/SP nº 79. Ouro Fino Química S.A. – Avenida
Filomena Cartafina, nº 22.335, quadra 14, lote 5 – Uberaba/MG – CEP: 38044-750 – CNPJ:
09.100.671/0001-07 – Registro IMA/MG nº 8764. Prentiss Química Ltda. – Rodovia PR 423, Km
24,5 - CEP: 83603-000 – Campo Largo/PR – CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Registro ADAPAR/PR nº
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Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
CEP 01443-010 – Tel./Fax: (0XX11) 3032-2090
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2669. Yongnong Biosciences Co. Ltd - Nº 3, Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf Economy and
Technology Development Zone, 312369, Shangyu, Zhejiang, China.
IMPORTADORES:
Agrilean Inputs S.A. – Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 30,5, 11100 – Pavimento 36, Jardim Maria
Cristina – Barueri/SP – CEP: 06.421-300 – CNPJ: 47.983.211/0004-06 – Registro CDA/SP nº 4378. Agrilean
Inputs S.A. – Rodovia BR 364, Km 20, Área 02, nº 5788, Galpão 22, Zona Rural – Cuiabá/MT – CEP: 78098-
970 – CNPJ: 47.983.211/0003-17 – Registro INDEA/MT nº 33070. Agrilean Inputs S.A. – Area Rural, S/N,
km 207, Lote 04, AR 01, Area Rural de Eduardo Magalhães - Luis Eduardo Magalhães/BA – CEP: 47865-899
– CNPJ: 47.983.211/0002-36 – Registro ADAB/BA nº 145723. Agroquima Produtos Agropecuarios Ltda.
– Av. Castelo Branco 6348 - Quadra 47 - Lotes 01 a 05 e 12 Ipiranga – CEP: 74453-383 – Goiânia/GO. –
CNPJ: 01.626.951/0001-33 – Registro SIDAGO/GO nº 10.000.037-1. BRA Defensivos Agrícolas Ltda. –
Rua São José, 550 – Piracicaba/SP - CNPJ: 07.057.944/0001-44 - Registro CDA/SP nº 879. Prentiss
Química Ltda. – Rodovia PR 423, s/n° - km 24,5 – Jardim das Acácias – CEP: 83603-000 – Campo
Largo/PR – CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Registro ADAPAR/PR nº 002669. Tecnomyl Brasil Distribuidora
de Produtos Agrícolas Ltda. – Rua Santos Dumont, 1307 Andar 1, Sala 04-A - CEP: 85.851-040 – Foz do
Iguaçu/Paraná - CNPJ: 05.280.269/0001-92 - Registro ADAPAR/PR nº 003046. Tecnomyl Brasil
Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda. – Avenida Euripedes Menezes S/N, Quadra 004 Lote 014E,
Bairro Parque Industrial Vice-Presidente José Alencar – CEP: 74.993 540 – Aparecida de Goiânia/GO –
CNPJ: 05.280.269/0002-73 – Registro AGRODEFESA/GO nº 2542/2019. Tecnomyl Brasil Distribuidora de
Produtos Agrícolas Ltda. – Rua Projetada n°150, Armazém 1V, Bairro Distrito Industrial – CEP: 78099-899
– Cuiabá/MT – CNPJ: 05.280.269/0003-54 – Registro INDEA/MT nº 21581. Tecnomyl Brasil Distribuidora
de Produtos Agrícolas Ltda. – Avenida Constante Pavan, 4633 – Armazém 1G, Betel – CEP: 13.148-198 –
Paulínia/SP – CNPJ: 05.280.269/0004-35 - Registro CDA/SP nº 4301 e 4815. Tecnomyl Brasil
Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda. – Rua Ronat Walter Sodre, n.º 2800 - Sala 07, Parque
Industrial – CEP: 86.200-000 – Ibiporã/PR – CNPJ: 05.280.269/0006-05 – Registro ADAPAR/PR nº 1007910.
Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda. – Avenida das Indústrias, 2020 – Armazém
07, Ouro Preto – CEP: 99.500-000 – Carazinho/RS - CNPJ: 05.280.269/0007-88 - Registro SEAPA/RS nº
97/22. Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda. – Rua C, 286 – ARMZ S – Ondumar
Maraba – CEP: 47.852-732 – Luis Eduardo Magalhaes/BA – CNPJ: 05.280.269/0008-69 – Registro ADAB/BA
nº 135322. Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda. – Rodovia BR-50, KM 185, s/n,
Galpão 35, Jardim Santa Clara – CEP: 38.038-050 – Uberaba/MG – CNPJ: 05.280.269/0009-40 – Registro
IMA/MG nº 7839784. Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda. – Rodovia Ms 156, Km
7,5, Lado Esquerdo - Sala 16 - Zona Rural – CEP: 79.849-899 – Dourados/MS – CNPJ: 05.280.269/0010-83
– Registro IAGRO/MS nº 03.01.148-2024. Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda. –
Av Bernardo Sayao - 650 - Chacara 231 A – CEP: 77.816-212 – Araguaína/TO – CNPJ: 05.280.269/0011-64
– Registro ADAPEC/TO nº 01/0241. Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda. –
Rodovia Br 364, 6355 Lote 11ab-1/2-A Gleba 04 - P.A.D. Marechal Dutra – CEP: 76870970 – Ariquemes/RO
– CNPJ: 05.280.269/0012-45 – Registro IDARON/RO nº 0122803. Tecnomyl Brasil Distribuidora de
Produtos Agrícolas Ltda. – Rua A, nº01, Complemento: lote 1a - Quadra A, Sala 02 A Distrito Industrial –
CEP: 65.800-000 – Balsas/MA – CNPJ: 05.280.269/0013-26 – Registro AGED/MA nº 1280. Tecnomyl Brasil
Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda. – Rodovia Dos Imigrantes Km 05, S/N, GALPAO 01 SALA 07 –
CEP: 78099-899 – Cuiabá/MT – CNPJ: 05.280.269/0015-98 – Registro INDEA/MT nº 34325. Tecnomyl
Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda. – Est De Aparecidinha, S/N Galpao 08 AO 12 E 14 AO
18 – CEP: 13.314-010 – Varejao, Itú/SP – CNPJ: 05.280.269/0016-79 – Registro CDA/SP nº 4453.
N° do Lote ou partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
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ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do
Decreto nº 7212, de 15 de junho de 2010).
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA:
CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
AMINOPYRALID + 2,4-D 360 SL YONON é um herbicida sistêmico, que apresenta mecanismo
de ação dos mimetizadores das auxinas, indicado para controle de plantas daninhas na cultura
de pastagem.
Dose Volume de calda Número de
Cultura Alvo
(L p.c./ha) (L/ha) aplicação
Guanxuma*
1,5 - 2,0 L/ha
(Sida santaremnensis)
Casadinha*
2,0 L/ha
(Eupatorium squalidum)
Terrestre:
Guanxuma*
1,5 - 2,0 L/ha 200 - 300 L/ha
(Sida rhombifolia)
Aérea Tripulada:
1/ano
50 L/ha
Guanxuma-branca*
2,0 L/ha Drones:
(Sida glaziovii)
10 L/ha
Pastagem
(Manutenção)
Assa-peixe-branco*
2,5 L/ha
(Vernonia polyanthes)
Carqueja*
2,5 L/ha
(Baccharis trimera)
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Em pastagens deve-se fazer uma aplicação ao ano na época
quente e úmida, quando as plantas invasoras a serem controladas estiverem em
pleno processo de desenvolvimento vegetativo. Quando houver indicação de faixa de
doses, utilizar a dose mais alta para plantas mais desenvolvidas ou provenientes de
sucessivas roçadas (perenizadas).
* Recomenda-se adicionar 0,3% v/v de adjuvante tensoativo iônico ou não
iônico “óleo mineral ou vegetal” à calda herbicida
- 0,3 litros em 99,7 litros de calda em aplicação costal e tratorizada.
- 1,0 L/ha em aplicação aérea com aeronave tripulada.
- 0,5 % v/v (50 mililitros em 10 litros de calda) em aplicação aérea com aeronave
remotamente pilotada.
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Dose Volume de calda Número de
Cultura Alvo
(L p.c./ha) (L/ha) aplicação
Agriãozinho*
1,0
(Synedrellopsis grisebachii)
Cheirosa*
1,0
(Hyptis suaveolens)
Fedegoso-branco*
1,0
(Senna obtusifolia)
Terrestre:
200 - 300 L/ha
Aérea Tripulado:
Guanxuma*
1,5 50 L/ha 1/ano
(Sida rhombifolia)
Drones:
10 L/ha
Pastagem
(Reforma) Guanxuma*
1,5
(Sida santaremnensis)
Gervão-branco,
Canela-de-perdiz* 1,5 – 2,0
(Croton glandulosus)
Malva-branca
2,0 – 2,5
(Sida cordifolia)
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Em pastagens deve-se fazer uma aplicação ao ano na época
quente, quando as plantas invasoras a serem controladas estiverem em pleno
processo de desenvolvimento vegetativo. Quando houver indicação de faixa de
doses, utilizar a dose mais alta para plantas mais desenvolvidas ou provenientes de
sucessivas roçadas (perenizadas).
* Recomenda-se adicionar 0,3% v/v de adjuvante tensoativo iônico ou não
iônico “óleo mineral ou vegetal” à calda herbicida
(0,3 litros em 99,7 litros de calda).
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
AMINOPYRALID + 2,4-D 360 SL YONON deve ser aplicado em volume de água suficiente para
uma distribuição uniforme e pulverizado por meio de equipamento costal, tratorizado ou aéreo.
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• APLICAÇÃO TERRESTRE:
Equipamento costal
Os parâmetros de aplicação através de equipamento costal, como tipo de pontas, pressão de
trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido
pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas
agrícolas.
De modo geral, a recomendação de tecnologia de aplicação do AMINOPYRALID + 2,4-D 360
SL YONON é utilizar equipamento pulverizador costal (manual ou motorizado) com pontas de
pulverização em faixa com indução a ar, tal como AI, capaz de gerar gotas da classe grossa (G)
ou superior, calibrado para volume de calda capaz de propiciar uma boa cobertura foliar de
plantas infestantes com densidade adequada de gotas.
As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a
melhor interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo, com a
menor evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o
alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de
inversão térmica (deslocamento vertical). Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações
sob temperatura inferior a 30ºC, umidade relativa do ar acima de 60%, velocidade média do
vento entre 3 e 10 km/h, na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando chuvas de
no mínimo 4 horas após a aplicação.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento
de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das
gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento,
umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de
aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
Equipamento tratorizado:
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como angulo de barra, tipo e
número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do
pulverizador, entre outros, devem seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido
pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas
agrícolas.
De modo geral, a recomendação de tecnologia de aplicação do AMINOPYRALID + 2,4-D 360
SL YONON é a pulverização do produto através de equipamentos tratorizado com barra,
equipado com pontas tipo leque com indução a ar, por exemplo AIXR, AI, TTI, CVI, AVI, TVI, ULD,
ULD MAX, MUG, STIA, ADIA, RDA no máximo a 0,5 metro acima do alvo, com a taxa de
aplicação de 200 a 300 litros/ha de calda de pulverização por hectare, velocidade de 2 a 10 km
por hora, com gotas da classe grossa (G) ou superior.
Para aplicação com pulverizador de Barra Curta, utilizar pontas de pulverização sem barras, com
pontas tipo leque, tais como XP, XT e MVI, com a taxa de aplicação de 200 a 300 litros/ha de
calda de pulverização por hectare, velocidade de 2 a 10 km por hora, com gotas da classe
grossa (G) ou superior.
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As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a
melhor interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo, com a
menor evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o
alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de
inversão térmica (deslocamento vertical). Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações
sob temperatura inferior a 30ºC, umidade relativa do ar acima de 60%, velocidade média do
vento entre 3 e 10 km/h, na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando chuvas de
no mínimo 4 horas após a aplicação.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento
de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das
gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento,
umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de
aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à
tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a
orientação de um engenheiro agrônomo.
Para aplicação tratorizada: o mesmo indivíduo não pode realizar as atividades de mistura,
abastecimento e aplicação.
• APLICAÇÃO AÉREA:
Aeronave tripulada:
As aplicações aéreas deverão seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas
definidos para essa modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações,
uso de DGPS, ajustes dos parâmetros operacionais, como ângulo de deflexão dos bicos nas
barras de pulverização, modelo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de
deposição, velocidade e altura de voo, entre outros, sempre supervisionadas por um Engenheiro
Agrônomo.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola
Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br). É importante ressaltar que toda e qualquer aplicação
aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da
bula do produto.
Taxa de aplicação: Para aplicações de AMINOPYRALID + 2,4-D 360 SL YONON, recomenda-se
que seja utilizado volume de calda de no mínimo 50 L/ha, com gotas das classes grossas (G) e
extremamente grossas (EG), ou seja, gotas com DMV (diâmetro mediano volumétrico) acima de
300 micras, para que resulte em uma cobertura mínima o suficiente para a obtenção da eficácia
do produto.
Parâmetros operacionais: O sistema de pulverização deve estar em perfeitas condições de
funcionamento, isento de desgaste ou vazamentos. Pontas danificadas prejudicam a
uniformidade da aplicação. É recomendado que a altura de voo não ultrapasse 30 m, conforme
características da aeronave, para minimizar o risco de deriva e proporcionar melhor
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uniformidade de aplicação. Fechar a válvula de 3 vias (by-pass) antes de subir a aeronave ao
final de cada passada. Não deve haver vórtices de ponta de asas. Para isso, adeque a barra de
pulverização e a disposição dos bicos para evitar a ocorrência desse problema.
Seleção das pontas de pulverização: Use pontas jato plano de impacto com o menor ângulo
do defletor, para gotas mais grossas, ou de preferência de jato plano “simples”, com ângulo de
abertura no leque menor ou igual a 40 graus e sempre com o bico voltado para trás (zero graus
de deflexão). Pontas de jato sólido voltadas para trás produzem as gotas mais grossas e o
menor potencial de deriva. Caso seja usado ponta de jato cônico, não usar core 45, e dar
preferência pelo uso de core 46, e discos de maior vazão, para minimizar o risco de deriva. É
importante que as pontas sejam escolhidas em função das características operacionais da
aeronave, para que a classe do espectro de gotas fique dentro do recomendado (gotas grossas
e extremamente grossas).
Condições climáticas: As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser
adequadas para permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelo alvo (plantas
daninhas), com a menor evaporação possível das gotas do trajeto entre a ponta de pulverização
e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições
de inversão térmica (deslocamento vertical). Com esse objetivo recomenda-se pulverizações sob
temperatura inferior a 30ºC, umidade relativa do ar acima de 60%, velocidade média do vento
entre 3 km/h e 10 km/h. Estes parâmetros devem ser checados antes do início da aplicação e
monitorados durante a aplicação. As aplicações também dever ser realizadas na ausência de
orvalho, na presença de luz solar, evitando chuvas de no mínimo 4 horas após a aplicação.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento
de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das
gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento,
umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de
aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à
tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a
orientação de um engenheiro agrônomo.
Aeronaves remotamente pilotadas (drones):
Antes de iniciar a aplicação com aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), certifique-se
que há um planejamento de voo e este foi autorizado, registre os dados de voo e garanta a
segurança operacional.
A aplicação deste produto pode ser realizada com drones agrícolas de pulverização mantendo-
se uma altura de voo de 4 metros acima do alvo da pulverização. Evite alturas de voo muito
altas ou muito baixas, pois esses procedimentos aumentam o risco de deriva e impactam na
faixa efetiva de deposição. O drone deve ser calibrado para uma taxa de aplicação (volume de
calda) de no mínimo 10 L/ha. A seleção das pontas ou o ajuste da rotação de bicos rotativos
deve propiciar espectro de gotas das classes de média a grossa, de forma a minimizar o risco de
deriva e proporcionar deposição adequada no alvo. É importante que as pontas sejam
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CEP 01443-010 – Tel./Fax: (0XX11) 3032-2090
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escolhidas em função das características operacionais da aeronave, para que a classe do
espectro de gotas fique dentro do recomendado.
No caso das pontas hidráulicas, selecione modelos com indução de ar que que propiciem gotas
das classes de média a grossa dentro de toda a faixa útil de vazões e pressões de trabalho.
Evite utilizar o drone sem que haja adequada sobreposição de passadas durante a aplicação, a
exemplo do que se faz em aplicações aéreas convencionais. Não utilize o drone para aplicação
em uma faixa única (sem sobreposição de passadas), pois a uniformidade de deposição pode
ficar inadequada. A faixa de deposição ideal para os drones deve ser calculada com as mesmas
metodologias utilizadas para a aplicação aérea convencional. Entretanto, na impossibilidade da
realização desta avaliação, considere que os drones multirrotores com até 30 kg de carga útil
apresentam faixas de deposição ideal entre 4 e 6 m. Havendo dúvida, consulte o fabricante do
equipamento sobre o melhor ajuste desse parâmetro para cada modelo de drone.
Evite utilizar o drone com velocidade de trabalho superior a 5 m/s, principalmente em terrenos
de topografia mais acidentada, para garantir uma boa estabilidade da aeronave durante a
pulverização, buscando evitar falhas de deposição que possam levar a uma menor qualidade da
aplicação.
Ao pulverizar com drones, utilize técnicas para a redução da deriva. Lembre-se que o drone é
uma plataforma de aplicação aérea e requer os devidos cuidados para evitar a deriva. Não
utilize pontas hidráulicas ou ajustes de bicos rotativos que propiciem gotas finas ou muito finas.
Ao pulverizar com drones, mantenha uma faixa de segurança de 50 metros de distância dos
possíveis alvos de deriva, como culturas sensíveis ao produto.
Para a preparação da calda de pulverização, utilize adjuvante tensoativo iônico e não iônico na
dose de 0,5% v/v (50 mL/10L de calda).
Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de drones do AMINOPYRALID + 2,4-D 360 SL
YONON com empresas que tenham realizado os cursos para aplicação através de aeronaves
remotamente pilotadas (drones/ARP), de acordo com a Normativa MAPA nº 298, de 22
setembro de 2021, ou qualquer outra que venha complementá-la ou substituí-la, e com
equipamentos registrados nos órgãos competentes para operacionalizar. Independentemente
do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de
responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do
produto. Sempre consulte as normas vigentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL).
Resumo dos ajustes para os drones de pulverização:
Volume de calda Classe de gotas Altura de voo Faixa de aplicação
4 metros acima do Ajuste de acordo com cada
No mínimo 10 L/ha Média a Grossa
alvo da aplicação modelo de drone
Condições meteorológicas para pulverização:
Temperatura Umidade do ar Velocidade do vento
< 30oC > 60 % Entre 3 e 10 Km/h
LIMPEZA DO TANQUE E SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO:
Somente inicie a aplicação com o equipamento e componentes limpos e bem conservados. Não
é recomendado deixar a calda de pulverização preparada para aplicação no dia subsequente.
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Imediatamente após a aplicação de AMINOPYRALID + 2,4-D 360 SL YONON, proceda com a
limpeza completa do tanque e do sistema de pulverização, observando as recomendações que
seguem.
Esgote completamente o tanque e siga a legislação local, municipal, estadual e federal
para o gerenciamento de resíduos. A lavagem consiste em 3 principais etapas: (1) lavagem
com água; (2) lavagem com agente de limpeza comercial para tanques; (3) lavagem com água.
Seguem as etapas em detalhes:
1. Primeira lavagem: Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água
limpa. Recircule por 20 minutos. Pulverize o conteúdo do tanque em local adequado.
2. Segunda lavagem: Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água
limpa e agente de limpeza comercial na dosagem recomendada pelo fabricante. Recircule por
20 minutos. Passe água pelas mangueiras, barra, pontas e filtros. Esgote completamente o
tanque através das pontas. Remova todas as pontas de pulverização, telas das pontas, incluindo
o filtro em linha e faça a lavagem separadamente com agente de limpeza. Reinstale no sistema
de pulverização.
3. Terceira lavagem: Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água
limpa. Recircule por 20 minutos. Drene a solução através do sistema, se possível passando pelas
bombas, para esgotar completamente o tanque.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Dias
Pastagem UNA*
*UNA: Uso não alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Modalidade de Emprego INTERVALO DE REENTRADA*
Cultura
(Aplicação) 2h de atividades 8h de atividades
Pastagens Pós-emergência 5 dias (1) 23 dias (1)
* A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada
com a utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga
longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas. Os
intervalos de reentrada podem ser diferentes nas bulas dos produtos formulados caso a
empresa registrante tenha apresentado dados para a realização da avaliação de risco da
exposição ocupacional de seu produto formulado.
(1)
Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer
eliminar.
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MEDIDAS DE MITIGAÇÃO DE RISCO PARA OS RESIDENTES E TRANSEUNTES DE ÁREAS
PRÓXIMAS DAS CULTURAS COM APLICAÇÃO DO AGROTÓXICO 2,4-D.
É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres de aplicação tratorizada
de produtos formulados contendo 2,4-D, conforme resultados da avaliação de risco da
exposição de residentes. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao
seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como
moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
Não realizar aplicação aérea a menos de 500 metros de povoações, cidades, vilas, bairros e
mananciais de água para abastecimento da população e a menos de 250 metros de mananciais
de água, moradias isoladas e agrupamentos de animais.
LIMITAÇÕES DE USO:
• O produto só deverá ser aplicado, quando não houver perigo de as espécies úteis a ele
sensíveis, como dicotiledôneas em geral, serem atingidas.
• Respeitar uma área de bordadura (área não aplicada) mínima de 10 metros entre o local de
aplicação e áreas vizinhas com culturas sensíveis ao 2,4-D.
• São sensíveis a esse herbicida as culturas dicotiledôneas como: algodão, tomate, batata, feijão,
soja, café, eucalipto, hortaliças, flores, e outras espécies úteis sensíveis a herbicidas
mimetizadores de auxinas.
• O pulverizador usado para a aplicação do AMINOPYRALID + 2,4-D 360 SL YONON deve ser
rigorosamente limpo, realizando-se a tríplice lavagem (tanque, barra, filtros em geral e pontas
de pulverização) antes da aplicação de outros produtos em outras culturas.
• Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto,
imediatamente após o tratamento em área total, para adubar plantas ou culturas úteis sensíveis
ao produto.
• Para aplicação tratorizada: o mesmo indivíduo não pode realizar as atividades de mistura,
abastecimento e aplicação.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
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RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do
mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de
herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser
consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
(SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas
aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA:
www.agricultura.gov.br).
GRUPO O HERBICIDA
O produto herbicida AMINOPYRALID + 2,4-D 360 SL YONON é composto por 2,4-D e
Aminopiralide, que apresenta o mecanismo de ação dos mimetizadores das auxinas,
pertencentes ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à
Resistência de Herbicidas), respectivamente.
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
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• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas
e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, respirador, viseira, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro
mecânico classe P2; viseira; touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas; botas de borracha; respirador mecânico classe P2; viseira; touca árabe
e luvas de nitrila.
• Para aplicação tratorizada: o mesmo indivíduo não pode realizar as atividades de mistura,
abastecimento e aplicação.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada;
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• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com
o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entra a última aplicação e a colheita);
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação;
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais;
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação;
• Não reutilizar a embalagem vazia;
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça, jaleco,
luvas de nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, viseira, avental impermeável, jaleco (cuidado para não virar do avesso),
botas, calça (desamarre e a deixe deslizar até o chão), luvas e respirador.
• A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente
protegida.
• Caso necessite entrar na área tratada com produto antes do intervalo de 24 horas, o
trabalhador deve utilizar os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados
para uso durante a aplicação.
• Caso necessite entrar na área tratada com produto antes do término do intervalo de
reentrada especificado para cada cultura, o trabalhador deve utilizar vestimenta simples de
trabalho (calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI)
vestimenta hidrorrepelente e luvas.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Nocivo se ingerido
Provoca lesões oculares graves
Provoca queimaduras graves à pele e
PERIGO lesões cutâneas graves
Pode provocar reações alérgicas à pele
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PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente,
deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato,
lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem
entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO À PELE. PODE PROVOCAR REAÇÕES
ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos,
relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por
pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR AMINOPYRALID + 2,4-D 360 SL YONON
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Aminopiralide: Ácido piridinocarboxílico
Grupo Químico
2,4-D-triisopropanolamina: Ácido ariloxialcanóico
Classe
CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
toxicológica
Vias de
Oral, inalatória, dérmica e mucosas
exposição
Aminopiralide: Estudo realizado em animais de laboratório demonstrou
que Aminopiralide é rapidamente absorvido e excretado principalmente
através da urina (t1/2 = 3-4 horas). Aminopiralide é excretado inalterado,
sem evidência de metabolismo.
2,4-D: Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que o 2,4-
Toxicocinética
D é excretado principalmente através da urina (84 a 94% do 2,4-D
administrado, a excreção é facilitada e acelerada quando a urina está
alcalina) e a eliminação fecal como via secundária de excreção (2 a 11%).
Apenas uma pequena fração de 2,4- D foi encontrado nos tecidos e carcaça
(0,4 a 3,0%) após 48 horas.
Aminopiralide: herbicidas piridínicos são considerados de baixa
toxicidade. Há dados limitados de intoxicação humana com Aminopiralide.
Dados de toxicidade aguda em animais indicam que Aminopiralide tem
Toxicodinâmica baixa toxicidade via oral, dérmica e inalatória. Em um estudo de
neurotoxicidade em ratos com Aminopiralide, não houve efeitos sobre a
atividade motora ou outras observações neuropatológicas.
2,4-D: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
As informações abaixo foram obtidas através de estudos agudos com
Sintomas e animais de experimentação, tratados com a formulação à base de
Sinais Clínicos Aminopiralide e 2,4-D, AMINOPYRALID + 2,4-D 360 SL YONON:
Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral em ratos, os animais
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foram expostos à dose de 300 e 2000 mg/kg de p.c. da substância-teste.
Na dose de 300 mg/kg de p.c., não foram observados sinais clínicos ou
mortalidade durante o período do estudo. Na dose de 2000 mg/kg de p.c.
foram observados sinais de ataxia e tremores moderados, o que levou um
dos animais a óbito.
Exposição inalatória: Em estudo de toxicidade aguda inalatória em ratos,
os animais foram expostos à concentração de 4,34 mg/L da substância-
teste. Não ocorreu mortalidade durante o período do estudo, os sinais
clínicos observados foram piloereção, arqueamento dorsal leve, prostração
e epistaxe de leve a moderada, reversíveis em 2 dias.
Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dermal em ratos, os
animais foram expostos à dose de 2000 mg/kg p.c. da substância-teste.
Não foram observados sinais clínicos ou mortalidade durante o período do
estudo. Em teste de irritação dérmica in vitro, o produto foi considerado
corrosivo à pele. O produto foi considerado sensibilizante dérmico
conduzido em cobaias.
Exposição ocular: Em teste de irritação ocular in vitro, o produto foi
considerado irritante ocular.
Exposição crônica: Vide item “Efeitos crônicos”.
O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da
Diagnóstico
exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento Sintomático, a critério médico, em resposta às reações do paciente.
Contra -
O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração.
indicações
Efeitos das
interações Nenhum efeito sinérgico é conhecido.
químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o
diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722
6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS).
ATENÇÃO As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens de Toxicocinética e Toxicodinâmica no quadro acima.
Efeitos Agudos:
DL50 oral: 1000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica: > 2000 mg/kg peso corporal.
CL50 inalatória: Não determinado nas condições de teste.
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Irritação dérmica: Em teste de irritação dérmica in vitro, o produto foi considerado corrosivo à
pele.
Irritação ocular: Em teste de irritação ocular in vitro, o produto foi considerado irritante ocular.
Sensibilização dérmica: Produto sensibilizante a pele.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.
Efeitos Crônicos:
Aminopiralide: Estudo crônico realizado em ratos de laboratório durante 2 anos apresentou
NOEL de 50 mg/kg/dia. Nenhum efeito foi atribuído ao Aminopiralide nas doses testadas de 5 e
50 mg/kg/dia.
2,4-D: estudo crônico realizado em animais de laboratório durante 2 anos, apresentou NOEL de
1 mg/kg/dia. Em doses de 45 mg/kg/dia, os rins de animais testados neste estudo tiveram
aumento de peso. O ingrediente ativo 2,4-D também foi testado em camundongos por período
de dezoito meses não apresentando evidências de carcinogenicidade. O ingrediente ativo de
2,4-D não apresentou evidência de teratogenicidade ou efeitos reprodutivos sobre a prole
quando testado em animais, bem como não foi considerado mutagênico tanto in vivo quanto in
vitro.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
(X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
− Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
− Não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos com Aeronaves Remotamente Pilotadas
(ARP/drone) em áreas situadas a uma distância mínima de 20 (vinte) metros de povoações,
cidades, vilas, bairros, moradias isoladas, agrupamentos de animais, de mananciais de
captação de água para abastecimento de população, inclusive reservas legais e áreas de
preservação permanente, além de outras áreas ambientais com larguras mínimas de
proteção estabelecidas em legislação específica, caso não sejam áreas alvos da aplicação,
devendo ser respeitadas ainda, quando couber, as restrições de distância constantes na
recomendação do produto a ser aplicado.
− Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
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− Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes as
atividades aeroagrícolas.
− Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
− Não utilize equipamentos com vazamento.
− Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
− Aplique somente as doses recomendadas.
− Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
− A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
− Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
− O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
− A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
− O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
− Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
− Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
− Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
− Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
− Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
− Isole e sinalize a área contaminada.
− Contate as autoridades locais competentes e a Empresa YONON BRASIL DEFENSIVOS
AGRICOLAS LTDA
− Telefone da empresa: (11) 3032-2090.
− Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
− Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone
indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
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CEP 01443-010 – Tel./Fax: (0XX11) 3032-2090
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- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2, pó químico,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
− Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a
na posição vertical durante 30 segundos;
− Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume.
− Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos.
− Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador.
− Faça esta operação três vezes.
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamento de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
− Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador.
− Acione o mecanismo para liberar o jato d’água.
− Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
− A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador.
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
− Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
− Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
− Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
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− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
− Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
término do prazo de validade.
− O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
− As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
− Use luvas no manuseio dessa embalagem.
− Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
− Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o
término do prazo de validade.
− O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
− As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
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ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
comercial
TRANSPORTE
− As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
− A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos
órgãos competentes.
− É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
− EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
− A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
− Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
− A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
− O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de
pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL
- De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
- O agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes de legislação municipal, estadual e
federal antes de recomendar o produto para se certificar que o produto, o modo de aplicação, o
alvo e/ou a cultura são permitidos localmente.
- Restrição de uso para alvo Baccharis trimera no estado do Paraná.
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