Aminoforce
Jubailireg Brasil Ltda - São Paulo/SP
Herbicida
24-D (ácido ariloxialcanóico) (806 g/L)
Informações
Número de Registro
19524
Marca Comercial
Aminoforce
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
24-D (ácido ariloxialcanóico) (806 g/L)
Titular de Registro
Jubailireg Brasil Ltda - São Paulo/SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico/Seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Arroz
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Arroz
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Arroz
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Arroz
Conyza sumatrensis
Arroz
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Arroz
Gossypium hirsutum
algodão
Arroz
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Arroz irrigado
Aeschynomene denticulata
angiquinho (2); corticeirinha (1); maricazinho (2)
Arroz irrigado
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Arroz irrigado
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Café
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Café
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Café
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cana-de-açúcar
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cana-de-açúcar
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Cana-de-açúcar
Euphorbia heterophylla
Leiteiro
Cana-de-açúcar
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Cana-de-açúcar
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Milho
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Milho
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Pastagens
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Soja
Conyza sumatrensis
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Gossypium hirsutum
algodão
Soja
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Soja
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Trigo
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Trigo
Euphorbia heterophylla
Leiteiro
Trigo
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Trigo
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Conteúdo da Bula
AMINOFORCE_V03_2025-09-04
AMINOFORCE
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob o n° 19524
COMPOSIÇÃO:
Sal de dimetilamina do ácido diclorofenoxiacético (2,4-D)......................................................806,0 g/L (80,6% m/v)
Equivalente ácido de 2,4-D.....................................................................................................670,0 g/L (67,0% m/v)
Outros ingredientes...................................................................................................................545 g/L (54,5% m/v)
GRUPO O HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida Hormonal seletivo de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO: Ácido ariloxialcanóico.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado solúvel (SL)
TITULAR DO REGISTRO (*):
JUBAILIREG BRASIL LTDA.
Rua Santa Cruz, 2187 - sala 10 - Vila Mariana, São Paulo/SP - CEP: 04.121-002 - CNPJ: 54.195.878/0001-59 -
Fone: (11) 5464-6865 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4470.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTES DOS PRODUTOS TÉCNICOS:
2,4-D TÉCNICO GH – Registro MAPA n° 2316
JIANGSU GOOD HARVEST WEIEN AGROCHEMICAL CO., LTD. - Laogang, 226221 Qidong, Jiangsu – China.
2,4-D TÉCNICO MCR – Registro MAPA nº 3316
JIANGSU GOOD HARVEST WEIEN AGROCHEMICAL CO., LTD. - Laogang, 226221 Qidong, Jiangsu – China.
2,4-D TÉCNICO ND – Registro MAPA n° 3216
JIANGSU GOOD HARVEST WEIEN AGROCHEMICAL CO., LTD. - Laogang, 226221 Qidong, Jiangsu – China.
FORMULADORES:
JIANGSU GOOD HARVEST WEIEN AGROCHEMICAL CO. LTD. - Laogang, Qidong City, 226221, Jiangsu –
China
HUBEI TRISUN CHEMICALS CO., LTD. - No 66-4 Xiaoting Avenue, Xiaoting District, Yichang, Hubei, China.
CAC NANTONG CHEMICAL CO., LTD. - Fourth Huanghai Road Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong
County, Nantong City, Jiangsu Province, P.R. China.
IMPORTADOR:
JUBAILI BRASIL LTDA. - Rua Santa Cruz, n° 2187 – Sala 10, Vila Mariana, São Paulo/SP, CEP 04121-002
CNPJ sob o n° 54.195.645/0001-56. Cadastro no estado (CDA/SP) n° 4473.
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AMINOFORCE_V03_2025-09-04
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS
EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art., 4º do Decreto Nº
7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: azul PMS Blue 293 C
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INSTRUÇÕES DE USO:
AMINOFORCE é um herbicida hormonal seletivo do grupo químico ácido ariloxialcanóico, utilizado na pós-
emergência das plantas daninhas.
Plantas Daninhas Dose
Volume de Número, época e intervalo de
Culturas Nome comum p.c (*)
calda (L/ha) aplicação
(Nome científico) (L/ha)
Algodão voluntário Realizar no máximo 1 aplicação
1,25 a 1,5
(Gossypium hirsutum) durante o ciclo de cultura.
Amendoim-bravo Aplicar em pós-emergência da
1,0 a 1,5
(Euphorbia heterophylla) cultura e das plantas infestantes,
Buva entre o perfilhamento e o
(Conyza sumatrensis) emborrachamento da cultura,
1,5 estando as plantas infestantes no
Buva
(Conyza bonariensis) 150 a 300 estádio de 3 a 5 folhas. Para
Arroz
Guanxuma, Mata-pasto (tratorizado) melhor ação herbicida o solo deve
(Sida rhombifolia) estar úmido no momento da
Picão-preto aplicação.
(Bidens pilosa) Não associar espalhante adesivo
1,0 a 1,5
ou óleos à calda herbicida.
Trapoeraba Utilizar a maior dose para as
(Commelina benghalensis) plantas infestantes mais
desenvolvidas.
Angiquinho
Pós-emergência das plantas
(Aeschynomene denticulata)
daninhas. Aplicar o produto com as
Angiquinho; Maricazinho;
Arroz 150 a 300 plantas daninhas no estádio de 3 a
paquinha; pinheirinho 0,3
irrigado (tratorizado) 5 folhas. O produto deve ser
(Aeschynomene rudis)
aplicado com pouca ou sem água
Corda-de-viola
de irrigação
(Ipomoea aristolochiaefolia)
Caruru-de-mancha Realizar no máximo 1 aplicação
0,5 a 1,5
(Amaranthus viridis) durante o ciclo de cultura. Aplicar
Poaia através do jato dirigido, nas
1,5 a 3,5
(Richardia brasiliensis) entrelinhas da cultura, em pós-
Picão-preto emergência das plantas daninhas e
150 a 300
Café (Bidens pilosa) quando as mesmas atingirem 5 a
(tratorizado)
Guanxuma, Mata-pasto 10 cm de altura, sempre em época
(Sida rhombifolia) 1,0 a 1,5 quente, logo após a arruação ou
esparramação. Aplicar de modo a
Trapoeraba
não permitir o contato do produto
(Commelina benghalensis)
com as folhas da cultura.
Caruru-de-mancha Realizar no máximo 1 aplicação
Cana-de- (Amaranthus viridis) 150 a 300 durante o ciclo de cultura. Aplicar
1,0 a 1,5
açúcar Picão-preto (tratorizado) em época quente, na pós-
(Bidens pilosa) emergência das plantas daninhas,
3
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Plantas Daninhas Dose
Volume de Número, época e intervalo de
Culturas Nome comum p.c (*)
calda (L/ha) aplicação
(Nome científico) (L/ha)
Trapoeraba estando as mesmas com, no
(Commelina benghalensis) máximo, 10 folhas, e quando a
cana atingir 30 cm de altura.
Guanxuma, Mata-pasto 150 a 300
1,0 a 1,5 Repetir a aplicação após cada
(Sida rhombifolia) (tratorizado)
corte da cana em pós-emergência
Amendoim-bravo da cultura.
(Euphorbia heterophylla)
Corda-de-viola Realizar no máximo 1 aplicação
(Ipomoea purpurea) durante o ciclo de cultura. Aplicar
1,0 a 1,5
Beldroega em época quente, na pós-
(Portulaca oleracea) emergência das plantas daninhas,
Falsa-serralha estando as mesmas com, no
(Emilia sonchifolia) máximo, 10 folhas, e quando a
Cana-de-
Poaia branca cana atingir 30 cm de altura.
açúcar 1,5
(Richardia brasiliensis) Repetir a aplicação após cada
Picão-branco corte da cana em pós-emergência
(Galinsoga parviflora) 150 a 300 da cultura.
Picão-preto (tratorizado)
(Bidens pilosa)
Picão-branco
Pré-emergência: Aplicar o produto
(Galinsoga parviflora)
antes da germinação das plantas
Caruru-de-mancha
3,5 daninhas e da cultura, quando o
(Amaranthus viridis)
solo ainda estiver úmido. Usar o
Beldroega
produto somente em solo médio.
(Portulaca oleracea)
Serralhinha
(Emilia sonchifolia)
Apaga-fogo
(Alternanthera tenella) Realizar no máximo 1 aplicação
Picão-preto durante o ciclo de cultura.
(Bidens pilosa) Pós-emergência da cultura: Aplicar
Trapoeraba uma vez, em pós-emergência das
(Commelina benghalensis) plantas daninhas e da cultura, em
150 a 300
Milho 0,5 a 1,5 área total, com o milho até 4 a 5
Amendoim-bravo (tratorizado)
folhas. Tanto para o tratamento de
(Euphorbia heterophylla)
dessecação, como para pós-
Corda-de-viola emergência da cultura, respeitar o
(Ipomoea grandifolia) estádio de no máximo 10 folhas
Apaga-fogo das plantas daninhas.
(Alternanthera tenella)
Milho Plantio direto: Aplicar uma vez até
Picão-preto 200 a 400
(plantio 0,5 a 1,5 cerca de 15 dias antes da
(Bidens pilosa) (tratorizado)
direto) semeadura do milho, visando a
4
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Plantas Daninhas Dose
Volume de Número, época e intervalo de
Culturas Nome comum p.c (*)
calda (L/ha) aplicação
(Nome científico) (L/ha)
Amendoim-bravo dessecação da área, com as
(Euphorbia heterophylla) plantas daninhas em estádio de até
Corda-de-viola 10 folhas.
Milho 0,5 a 1,5
(Ipomoea grandifolia) 200 a 400
(plantio
Apaga-fogo (tratorizado)
direto)
(Alternanthera tenella)
Trapoeraba
1,0 a 1,5
(Commelina benghalensis)
Realizar no máximo 1 aplicação
durante o ciclo de cultura.
Aplicar por cobertura total em pós-
Guanxuma 200 a 400
Pastagens 1a2 emergência das plantas daninhas
(Sida rhombifolia) (tratorizado)
de folhas largas, existentes na
área, com altura de, no máximo, 50
cm.
Picão-preto
1,0 a 1,5
(Bidens pilosa)
Realizar no máximo 1 aplicação
Algodão voluntário
1,25 a 1,5 durante o ciclo de cultura.
(Gossypium hirsutum)
A aplicação deve ser feita 10 a 15
Amendoim-bravo
1,0 a 1,5 dias antes do plantio, visando a
(Euphorbia heterophylla)
Soja dessecação da área, no controle
Buva 150 a 300
(Plantio em pós-emergência das plantas
(Conyza sumatrensis) (tratorizado)
direto) 1,5 daninhas de folhas largas
Buva
existentes na área, com altura de,
(Conyza bonariensis)
no máximo, 10 cm. Utilizar a maior
Corda-de-viola
0,5 a 1,5 dose para as plantas infestantes
(Ipomoea purpurea)
mais desenvolvidas.
Guanxuma
1,0 a 1,5
(Sida rhombifolia)
Amendoim-bravo Realizar no máximo 1 aplicação
(Euphorbia heterophylla) durante o ciclo de cultura. Aplicar
Picão-preto em pós-emergência da cultura e
(Bidens pilosa) das plantas infestantes, em área
Nabo, Nabiça 200 total, entre o perfilhamento e o
Trigo 1,0 a 1,5
(Raphanus raphanistrum) (tratorizado) emborrachamento da cultura,
estando as plantas infestantes no
Picão-branco estádio de 3 a 5 folhas. Utilizar a
(Galinsoga parviflora) maior dose para as plantas
infestantes mais desenvolvidas.
(*) P.C.: Produto comercial. 1 litro de AMINOFORCE contém 806 g/L do sal de dimetilamina de 2,4-D, equivale a 670
g/L de ácido de 2,4-D.
As doses indicadas, quando aplicadas de acordo com as recomendações da bula, controlam as plantas
infestantes na fase jovem até a fase adulta. Doses menores são recomendadas para os casos de baixa
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infestação. As doses dependem do estádio de desenvolvimento das plantas infestantes e do tipo de
equipamento utilizado.
AMINOFORCE deve ser diluído em água, aplicado via terrestre, através de pulverização tratorizada conforme
recomendações para cada cultura. O volume de calda pode variar em função da modalidade do tratamento, da
área efetivamente tratada, do porte e da densidade das invasoras. Não realizar cumulativamente as
atividades de mistura, abastecimento e aplicação de 2,4-D pelo mesmo indivíduo.
FICA PROIBIDA A APLICAÇÃO TRATORIZADA COM TURBINA DE FLUXO DE AR
ESTE HERBICIDA REQUER CUIDADO ESPECIAL NA APLICAÇÃO DEVIDO AO ALTO POTENCIAL DE
CONTAMINAÇÃO DE CULTURAS SENSÍVEIS POR DERIVA.
TODA A PULVERIZAÇÃO DE PRODUTOS FEITA FORA DAS CONDIÇÕES OPERACIONAIS E
METEOROLÓGICAS ADEQUADAS PODE GERAR DERIVA DE GOTAS E ATINGIR CULTIVOS VIZINHOS.
Aplicação terrestre:
Tipos de equipamentos:
O produto deve ser aplicado exclusivamente com equipamento tratorizado com barra, de modo a providenciar
uma boa cobertura de pulverização nas plantas daninhas.
Volume de calda: 200 a 400 L/ha.
Bicos: tipo jato leque.
Pressão: 2,15 a 4,3 bar (30 a 60 lbf/pol2).
Tamanho de gotas: 341 a 403 micrômetros.
Densidade de gotas: mínimo de 30 gotas/cm2.
Condições Meteorológicas:
Somente aplique o produto se as condições meteorológicas forem:
Velocidade do vento: 3 a 10 km/h
Umidade Relativa do Ar: Superior a 55%
Temperatura ambiente: Inferior a 30 °C
Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Limpeza do equipamento de aplicação:
A limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações de herbicidas hormonais para
que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes de outras classes de produtos. Estes resíduos
também podem gerar problemas de contaminação de culturas vizinhas, caso haja deriva de gotas pelo vento.
Proceda à lavagem com solução a 3% de amoníaco ou soda cáustica, deixando-a no tanque por 24 horas.
Substituí-las depois, por solução de carvão ativado a 3 g/L de água e deixar em repouso por 1 a 2 dias, lavando
em seguida com água e detergente. Recomenda-se fazer um teste de fitotoxicidade em culturas sensíveis ao 2,4-
D, tais como: cucurbitáceas, tomate ou algodão antes de usar o equipamento para pulverização de outros
produtos. Preferencialmente utilizá-lo unicamente para aplicação de 2,4-D ou formulações que o contenham.
Não limpe equipamentos próximo a nascentes, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza
de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
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Tecnologia de redução de deriva:
Gerenciamento da Deriva: Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e
outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela
interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e condições meteorológicas (velocidade do
vento, umidade e temperatura). Independentemente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos
fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Controlando o diâmetro de gotas:
Técnicas Gerais:
Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas
necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não
melhoram a penetração na cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao
invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de
aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Inversão Térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o
movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e
com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à
altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao
pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao
nível do solo. No entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça
originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral
indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com
movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
MEDIDAS DE MITIGAÇÃO DE RISCO PARA OS RESIDENTES E TRANSEUNTES DE ÁREAS PRÓXIMAS
DAS CULTURAS COM APLICAÇÃO DO AGROTÓXICO 2,4-D:
É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres de aplicação tratorizada de produtos
formulados contendo 2,4-D, conforme resultados da avaliação de risco da exposição de residentes. A bordadura
terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver
povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite
externo da plantação.
É exigida a utilização de tecnologia de redução de deriva nas culturas de café e cana-de-açúcar de pelo
menos 55% para aplicação costal e de pelo menos 50% para aplicação tratorizada.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURA INTERVALO DE SEGURANÇA
Não determinado por ser de uso até a fase de
Arroz
emborrachamento
Não determinado por ser de uso até a fase de
Arroz irrigado
emborrachamento
Café 30 dias
7
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CULTURA INTERVALO DE SEGURANÇA
Não determinado por ser de uso em pré e pós-
Cana-de-açúcar
emergência até três meses após o plantio ou corte
Não determinado por ser de uso desde a fase de pré-
Milho
emergência até o milho atingir uma altura de 25 cm
Pastagem Uso não alimentar
Não determinado por ser de uso até a fase de
Trigo
emborrachamento
Não determinado quando aplicado em pós-emergência
Soja
das plantas infestantes e pré-plantio da cultura.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
INTERVALO DE REENTRADA*
CULTURA Época de Aplicação
2 h de 8 h de
atividades atividades
Arroz Pré/Pós-Emergência 24 horas 14 dias
Arroz irrigado Pré/Pós-Emergência 24 horas 14 dias
Café Pré/Pós-Emergência 24 horas(1) 24 horas(1)
Cana-de-açúcar Pré/Pós-Emergência 13 dias 31 dias(2)
Milho Pré/Pós-Emergência 24 horas 18 dias
Pastagens Pré/Pós-Emergência 5 dias(3) 23 dias(3)
Trigo Pré/Pós-Emergência 2 dias 20 dias
Permitido somente
Soja 24 horas 18 dias
em pré-plantio
* A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada com a utilização
pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI), vestimenta hidrorrepelente e luvas.
* Os intervalos de reentrada são resultantes da avaliação do risco ocupacional realizada durante a reavaliação
do ingrediente ativo. Outros intervalos de reentrada poderão ser indicados, se a avaliação do risco ocupacional
do produto formulado, realizada pela Anvisa, assim determinar (Parágrafo Único do Art. 2º da RDC nº 284, de
19 de maio de 2019).
(1)
Mantido em 24 horas pela ausência relevante de contato na reentrada.
(2)
Necessária a utilização pelos trabalhadores, após o intervalo de reentrada, de vestimenta simples de
trabalho (calça e blusa de manga longa) e luvas como equipamento de proteção individual (EPI) para se realizar
qualquer trabalho nas culturas de cana-de-açúcar após a aplicação de produtos contendo 2,4-D.
(3)
Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivamente agrícola.
• Para aplicação tratorizada as atividades de mistura, abastecimento e aplicação não podem ser
realizadas pelo mesmo indivíduo.
• É proibida a aplicação tratorizada com turbina de fluxo de ar.
• Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
• Os usos estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Somente utilizar as doses recomendadas.
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AMINOFORCE_V03_2025-09-04
• Caso esteja utilize esse produto em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos
de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com esse produto uma vez que eles podem ser
diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu
exportador e/ou importador.
• Não aplicar o produto quando houver possibilidade de atingir diretamente, ou através de deriva, espécies de
plantas úteis suscetíveis ao 2,4-D, tais como culturas de dicotiledôneas, hortaliças, bananeira, algodão,
amendoim, batata, tomate, citros, fumo, eucalipto, mamona, frutíferas, flores, plantas ou arbustos ornamentais.
• Respeitar uma área de bordadura (área não aplicada) mínima de 20 metros entre o local de aplicação e
áreas vizinhas com culturas sensíveis ao 2,4-D, tais como uva, oliva, tomate, algodão e batata.
• Pequenas quantidades da pulverização do produto podem causar sérios danos em espécies suscetíveis.
Dessa forma, não aplique quando houver possibilidade de atingir diretamente, ou por deriva, estas espécies.
• Todo equipamento usado para aplicar o AMINOFORCE deve ser descontaminado antes de outro uso.
Recomenda-se, quando possível, utilizá-lo exclusivamente para aplicações com formulações que contenham
2,4-D.
• Não utilizar o equipamento de pulverização do produto para pulverização de outros produtos em plantas
suscetíveis.
• Não aplicar o produto através de aeronaves agrícolas, pulverizador manual ou costal.
• O produto pode apresentar fitotoxicidade para cereais, quando a aplicação é feita antes do perfilhamento ou
após a elongação, e para milho quando a aplicação é feita fora do período recomendado.
• O produto em contato com sementes pode inibir a sua germinação.
• AMINOFORCE não deve ser misturado com óleos, espalhantes adesivos e outros adjuvantes, pois isso
diminui a seletividade do produto.
• Aplicar apenas sobre plantas daninhas em estádio de crescimento ativo, não submetidas a qualquer “stress”
como frio excessivo, seca ou injúrias mecânicas.
• Na cultura do milho, o produto poderá apresentar fitotoxicidade quando a aplicação for realizada fora do
período recomendado, ou em cultivos em solo arenoso. Não aplicar após o estádio de a folhas. Verificar junto
as empresas produtoras de sementes a existência de cultivares sensíveis ao 2,4-D.
• Para uso na cultura do café, fazê-lo de modo a não permitir o contato do produto com as folhas da cultura.
• Não aplicar em plantas daninhas com altura superior a 10 cm e número de folhas maior que 10, exceto em
pastagens.
• Não aplicar o produto quando houver a possibilidade de atingir diretamente, ou através de deriva e/ou
enxurrada, espécies de plantas úteis suscetíveis.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide “Modo de Aplicação”.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TÉCNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de
eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo,
quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para
o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação
Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério
da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO O HERBICIDA
O produto AMINOFORCE é composto por 2,4-D, que apresenta mecanismos de ação dos mimetizadores das
auxinas, pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência
de Herbicidas)
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes que
ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de
plantas infestantes, sendo eles o controle manual, o controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, a
rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais utilizados e eficazes.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças passando por cima das botas;
botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado classe P2; óculos de segurança
com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Fica restrita a realização cumulativa das atividades de mistura, abastecimento e aplicação tratorizada
de 2,4-D pelo mesmo indivíduo.
Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
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• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; máscara com filtro combinado classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca
árabe e luvas de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos
até o final do período de reentrada;
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo
após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
óculos, botas, macacão, luvas, touca árabe e equipamento de proteção respiratória
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
Nocivo se ingerido
Pode ser nocivo em contato com a
PERIGO pele
Provoca lesões oculares graves
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PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água
de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR AMINOFORCE
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico 2,4-D: Ácido ariloxialcanóico
Classe Toxicológica Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Vias De Exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
2,4-D: é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal com pico plasmático entre
10 minutos a 24 horas dependendo da dose e da formulação. Há também
evidências de absorção cutânea e pulmonar. 2,4-D é amplamente distribuído e não
bioacumula. No sangue, liga-se reversivelmente a proteínas plasmáticas,
particularmente albumina, competindo com outros compostos, como ácido palmítico
e tiroxina,por este sítio de ligação. A extensão da taxa de ligação do 2,4-D à
albumina é dependente do pH e da concentração do ativo na circulação, podendo
afetar sua extensão e taxa de excreção renal, e consequentemente sua toxicidade
ao organism. Estudos em humanos mostraram que a taxa de depuração plasmática
de 2,4-D administrada oralmente segue a cinética de primeira ordem com excreção
urinária de (10,2 - 28,4) horas. A depuração plasmática de 2,4-D segue uma cinética
bifásica começando 8 horas após a administração da dose com meia-vida para
Toxicocinética
vários tecidos de (0,6 - 2,3) horas da primeira fase e (25,7 - 29) horas da segunda
fase. Após absorvido, o 2,4-D sofre hidrolização enzimática formando conjugados
ácidos de 2,4-D, entre (0-27%) da dose administrada. O 2,4D não é metabolizado a
intermediários reativos. A excreção do 2,4-D é predominantemente pela via urinária,
sendo secretada ativamente pelos túbulos proximais. A taxa de excreção urinária é
inversamente proporcional à dose. Após administração oral de 5mg de 2,4-D em
humanos, 77% da dose foi excretado em 96 horas e (87-100) %, eliminado na urina
em 6 dias. Outra importante rota de excreção em trabalhadores expostos é a
perspiração. urinária é inversamente proporcional à dose. Após administração
oral de 5mg de 2,4-D em humanos, 77% da dose foi excretado em 96 horas e (87-
100%), eliminado na urina em 6 dias. Outra importante rota de excreção em
trabalhadores expostos é a perspiração.
Toxicodinâmica Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
2,4-D: é primariamente um agente irritante, que pode ocasionar sintomas de
Sintomas e Sinais irritação nos olhos, nariz e boca após contato direto do produto com as mucosas.
Clínicos Entretanto, a exposição a grandes quantidades de 2,4-D pode levar a sintomas
como:
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Gastrintestinal: Foram relatadas náusea, vômito, diarreia e necrose da mucosa
gastrintestinal.
Hepático: Foram relatadas elevações nas enzimas lactato desidrogenase, ASAT e
ALAT.
Genitourinário: Podem ocorrer albuminúria e porfiria; falência renal devido à
rabdomiólise também é possível.
Hidroeletrolítico: A ingestão de 2,4-D pode levar ao desequilíbrio hidroeletrolítico, à
hipocalcemia, hipercalemia e hipofosfatemia.
Hematológico: A trombocitopenia é o efeito hematológico primário. A leucopenia
também já foi relatada.
Dermatológico: O contato direto pode causar irritação na pele.
Musculoesquelético: Podem ocorrer espasmos musculares, rigidez muscular,
Sintomas e Sinais elevação da creatina quinase e rabdomiólise.
Clínicos Endócrino: Foi relatada hipoglicemia em casos de intoxicação aguda por 2,4-D.
Estudos com animais mostraram decréscimo nos níveis de T3 e T4, mas esse efeito
não foi relatado em humanos.
Neurológicos: Exposição a baixas doses: podem ocorrer, dependendo do
composto envolvido, vertigem, dor de cabeça, mal-estar e parestesias. Exposição a
doses elevadas: podem ocorrer, dependendo do composto envolvido, contrações
musculares, espasmos, fraqueza profunda, polineurite e perda de consciência.
Reações idiossincráticas: neuropatias periféricas. Alterações degenerativas das
células cerebrais e toxicidade do sistema nervoso central.
Cardiovascular: Taquicardia, bradicardia, assistolia, outras disritmias e hipotensão,
anormalidades no eletrocardiograma.
Respiratório: Bradipnéia, insuficiência respiratória, hiperventilação, edema
pulmonar. Um odor peculiar é sentido no ar expelido pelo paciente.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
Diagnóstico
quadro clínico compatível.
Antídoto: Não há antídoto específico.
Recomenda-se a remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das
vias respiratórias, de aspiração para posteriormente iniciar o tratamento sintomático
e de suporte.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar
equipamento de reanimação manual (Ambú).
Usar equipamentos de PROTEÇÃO para evitar o contato cutâneo, ocular e
inalatório com o produto.
Tratamento Exposição Oral: Utilizar medicamentos de ação ampla, que modifiquem a
toxicocinética e/ou a toxicodinâmica do produto, como o Carvão Ativado (adsorção
digestiva). Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem gástrica. Administrar
carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 2550 g em crianças de 1-12
anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de
carvão ativado para 240 mL de água. Em caso de intoxicação grave, manter as vias
aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário.
Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de
ventilação assistida se requerido. Monitorar oxigenação (oximetrina ou gasometria),
eletrólitos, ECG etc.
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Exposição inalatória: Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a
alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade
respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar,
bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme
necessário.
Exposição ocular: Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande
Tratamento
quantidade de água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se
irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser
encaminhado para tratamento específico.
Exposição dérmica: Descontaminação: remover as roupas contaminadas e lave a
área exposta com água e sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser
encaminhado para tratamento específico.
Contraindicações O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração.
Efeitos das interações Não se conhecem informações a respeito de efeitos aditivos, sinérgicos e/ou
químicas potencializadores relacionados ao produto.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de
Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
As intoxicações por agrotóxicos estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
Atenção Notificação Compulsória.
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS)
Notifique ao Sistema de Notificação da Vigilância Sanitária
Telefone de Emergência da empresa: 0800 900 1414 (Toxiclin).
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide “TOXICOCINÉTICA” e Vide “TOXICODINÂMICA”.
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
DL50 oral em ratos > 300 mg/kg de peso corpóreo
DL50 dérmica em ratos > 2000 mg/kg de peso corpóreo
CL50 inalatória em ratos: Não determinado nas condições teste.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Irritante. No estudo de irritação dérmica realizado em coelhos, produziu
eritema muito leve (2/3) e edema leve (1/3) na leitura de 24 h; eritema muito leve (2/3) na leitura de 48 h.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Irritante. No estudo de irritação ocular realizado em coelhos, produziu
vermelhidão e quemose em 3/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal ao 7º dia
de leitura.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Os órgãos-alvo em ratos após exposição crônica a 2,4-D nos níveis de dose de saturação ou acima do limiar de
saturação da eliminação renal foram os rins (aumento de peso, degeneração dos túbulos proximais), tiroide
(aumento de peso, decréscimo de T4, hiperplasia, hipertrofia), dos testículos (decréscimo de peso, atrofia),
ovários (decréscimo de peso), e olhos (opacidade, catarata, degradação da retina). Em cães, foram observados
decréscimo do peso de cérebro (fêmeas), incidência aumentada de lesões nos rins, e aspermatogenesis e
degeneração nos testículos. Evidência de neurotoxicidade foi observada após exposição aguda e repetida a
2,4-D em níveis de dose acima do limiar de saturação da eliminação renal.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
□ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (Classe II)
■ PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
atingir principalmente águas subterrâneas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a
contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa JUBAILIREG BRASIL LTDA.
• Telefone da empresa: 0800 110 8270 (Pró-Química).
• Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir:
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Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá
e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais
utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e
destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a
favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos
de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
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• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
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5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
Ceará: é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, conforme Lei nº 16.820, de 08 de janeiro
de 2019, salvo se realizada por meio de Aeronaves Remotamente Pilotadas - ARPs, Veículo Aéreo Não
Tripulado - VANT ou Drones, conforme lei nº19.135, de 19 de dezembro de 2024.
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