Ametryn 500 Sino-Agri
Inovatis Agronegocios Importação e Exportação Ltda.
Herbicida
Ametrina (triazina) (500 g/L)
Informações
Número de Registro
31323
Marca Comercial
Ametryn 500 Sino-Agri
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
Ametrina (triazina) (500 g/L)
Titular de Registro
Inovatis Agronegocios Importação e Exportação Ltda.
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico/Seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cana-de-açúcar
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cana-de-açúcar
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cana-de-açúcar
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Cana-de-açúcar
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Cana-de-açúcar
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Cana-de-açúcar
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cana-de-açúcar
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Conteúdo da Bula
AMETRYN 500 SINO-AGRI
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária sob n° 31323
COMPOSIÇÃO:
N2-ethyl-N4-isopropyl-6-methylthio-1,3,5-triazine-2,4-diamine
(Ametrina).....................................................................................................................500 g/L (50% m/v)
Outros ingredientes......................................................................................................550 g/L (55% m/v)
GRUPO C1 HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida Seletivo de Ação Sistêmica.
GRUPO QUÍMICO: Triazina
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada – SC.
TITULAR DO REGISTRO (*):
Inovatis Agronegócios Importação e Exportação Ltda.
Rua José Paulino, 235 - Sala 803 - Centro – Campinas – SP - CEP 13013-000
CNPJ: 37.132.448/0001-79 - Registrada da Secretaria de Agricultura/SP sob nº 4310
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO:
AMETRYN TÉCNICO SINO-AGRI – Registro MAPA nº TC11622
Shandong Binnong Technology Co., Ltd. No. 518, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou, Shandong,
China.
Fone: (86) 543-5087722
AMETRINA TÉCNICO ZS - Registro MAPA nº 7017
Zhejiang Zhongshan Chemical Industry Group Co., Ltd. Zhongshan Village, Xiaopu Town, Changxing
County, Zhejiang Province, Zip 313116, China.
FORMULADORES:
Agricultores Federados Argentinos S.C.L.
Parque Industrial Comirsa, Mitre 1132, Rosario, Argentina.
CHD´S Agrochemicals
La Supercarretera KM 32,5 - Campo Tacurú – Hernandarias – Paraguai.
Iharabras S.A. Indústrias Químicas
Avenida Liberdade, 1701
CEP: 18001-970 – Sorocaba, SP
CNPJ: 61.142.550/0001-30 - CFICS/CDA/SAA/ SP nº 008.
Lanlix Cropscience Co., Ltd.
No. 79, Hsiang Yang Road, Chang Chih Hsiang, Ping Tung Hsien, Taiwan, 90801.
PRENTISS Química Ltda
Rodovia PR 423 Km 24,5 - Campo Largo – PR - 83603-000
CNPJ: 00.729.422/0001-00
GAT/ADAPAR/SAA/PR nº 002669.
Sino-Agri Leading (Tianjin) Agrochemical Company Limited
East of Jinji Rail, South of Nonchang, Wuging District, Tianjin, China, 301700.
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Avenida Roberto Simonsen, 1459. Recanto dos Pássaros
CEP: 13148-030– Paulínia – SP - CNPJ: 03.855.423/0001-81
CFICS/CDA/SAA/ SP nº 477.
Tecnomyl SRL
Parque Industrial Avay – Villeta – Paraguai.
Zhejiang Zhongshan Chemical Industry Group Co. Ltd.
Zhongshan, Xiaopu, Changxing, Zhejiang Province, 313116, China.
IMPORTADORES:
GREEN PLACE COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO LTDA. (MATRIZ)
Rua Américo Brasiliense, 1923, Conj 1103, Chácara Santo Antonio (Zona Sul) – São Paulo/SP
CEP: 04.715-005 - CNPJ sob o n.º 26.401.815/0001-76.
Cadastros no órgão estadual: CFICS/DDSIV/CDA/SP nº 1302.
GREEN PLACE COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO LTDA. (FILIAL)
Rodovia Est PR 090 Km 374,9, Nº 5900, Sala Gplace, Bairro Zona Rural - Ibiporã/ PR
CEP: 86200-000 - CNPJ sob o n.º 26.401.815/0002-57
Cadastros no órgão estadual: ADAPAR/PR nº 1007782.
GREEN PLACE COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO LTDA. (FILIAL)
RODOVIA BR 163, KM 116, S/N, Zona Sul - ARMZ 2 SALA 4
CEP: 78.750-899 – Rondonópolis/MT
CNPJ sob o n.º 26.401.815/0004-19
Cadastros no órgão estadual: INDEA/MT nº 31307.
GREEN PLACE COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO LTDA. (FILIAL)
ROD BR-050, S/N, KM 185 GALPÃO 34, Bairro JARDIM SANTA CLARA
CEP: 38.038-050 – UBERABA/MG
CNPJ sob o n.º 26.401.815/0007-61
Cadastros no órgão estadual: IMA/MG nº 19.382.
N° do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indicações e restrições de uso: vide bula e receita.
Restrições Estaduais, do Distrito Federal e Municipais: vide bula.
Herbicida registrado para aplicação em pré e pós-emergência das plantas infestantes nas culturas de
cana-de-açúcar e milho.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: Categoria 5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: Classe II - Produto Muito
Perigoso ao Meio Ambiente
Cor da faixa: azul PMS Blue 293 C
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
INSTRUÇÕES DE USO:
AMETRYN 500 SINO-AGRI é um herbicida seletivo recomendado para o controle de plantas
infestantes de folhas estreitas e de folhas largas na pré e até na pós-emergência inicial a tardia, nas
culturas da cana-de-açúcar e milho.
Características do modo de ação, áreas de utilização e os objetivos dos tratamentos com
AMETRYN 500 SINO-AGRI:
Modo de ação: O ingrediente ativo Ametrina uma vez aplicado no solo é absorvido via raiz pelas
plântulas após a germinação e se transloca até as folhas, onde atua inibindo a fotossíntese que se
manifesta pela clorose, necrose e morte da planta.
Quando o AMETRYN 500 SINO-AGRI é aplicado na pós-emergência das plantas infestantes o
ingrediente ativo penetra rapidamente nas folhas, local da absorção, e, praticamente não sofre
nenhuma translocação, atuando sobre as plantas como produto de contato, causa necrose e morte.
AMETRYN 500 SINO-AGRI caracteriza-se por controlar plantas infestantes anuais de folhas largas e
estreitas, que aliado à seletividade nas culturas indicadas, é recomendado, particularmente, para
utilização nas seguintes situações e tipos de infestação:
- CANA-DE-AÇÚCAR:
Como tratamento básico pré-emergente:
Na cana-planta, após o plantio e na cana-soca, após o corte.
Como tratamento básico na pós-emergência inicial:
Na cana-planta, após o plantio e na cana-soca após o corte, com as plantas infestantes na pós-
emergência inicial, inclusive a cultura.
- MILHO:
Como tratamento complementar na pós-emergência tardia de Capim-marmelada e folhas largas:
Sempre em aplicação dirigida, em torno dos 40 dias do plantio, para controlar plantas infestantes
anuais que escapam do tratamento básico com herbicida na pré ou pós emergência inicial das plantas
infestantes.
Tipos de infestação:
- Infestação predominantes de folhas estreitas;
- Infestações mistas de plantas infestantes anuais (folhas estreitas + folhas largas);
- Infestações predominantes de folhas largas.
Obs.: Nos tratamentos pós-emergentes tardios concentrar a recomendação nas áreas com infestações
predominantes de Capim-marmelada e folhas largas.
AMETRYN 500 SINO-AGRI aplicado nas condições indicadas, assegura pleno funcionamento e
controle das plantas infestantes com a manutenção de período residual (período de controle)
compatível com as necessidades das culturas.
Recomendações de uso do AMETRYN 500 SINO-AGRI:
-Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes na cultura da cana-de-açúcar:
Plantas Infestantes Doses (L p.c./ha) Solo
Controladas Leve Médio Pesado Observação
Monocotiledôneas
Capim-marmelada Doses maiores nas altas
(Brachiaria plantaginea) infestações e solos com
Trapoeraba 5,0 - 6,0 6,0 - 7,0 6,0 - 8,0 teor de matéria orgânica
(Commelina benghalensis) elevada.
Capim-colchão
(Digitaria horizontalis)
Capim-pé-de-galinha
(Eleusine indica)
Dicotiledôneas
Carrapicho-de-carneiro
(Acanthospermum
hispidum)
Caruru-roxo
(Amaranthus hybridus)
Caruru-de-mancha Doses maiores nas altas
(Amaranthus viridis) infestações e solos com
Picão-preto teor de matéria orgânica
(Bidens pilosa) elevada.
5,0 - 6,0 6,0 - 7,0 6,0 - 8,0
Falsa-serralha
(Emilia sonchifolia)
Corda-de-viola
(Ipomoea purpurea)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
Poaia-branca
(Richardia brasiliensis)
Guanxuma
(Sida cordifolia)
Obs.: 1 litro do produto comercial contém 500g de Ametrina.
- Aplicações na pós-emergência das plantas infestantes na cultura da cana-de-açúcar:
Plantas Infestantes Dose (L p.c./ha) Solo
Controladas Estádio Das Plantas (Leve/Médio/Pesado)
Infestantes
Monocotiledôneas:
Capim-braquiária 3 – 4 folhas até o início do
(Brachiaria decumbens)* perfilhamento
Capim-marmelada
4 folhas a 5 perfilhos
(Brachiaria plantaginea)
Trapoeraba 5,0 - 7,0
3 a 6 folhas
(Commelina benghalensis)
Capim-colchão
(Digitaria sanguinalis) 3 – 4 folhas
(Digitaria horizontalis)
Capim-colonião
3 – 4 folhas
(Panicum maximum)
Observações: *Em altas infestações de capim-braquiária (Brachiaria decumbens) e capim-
colonião (Panicum maximum) na cultura de cana-de-açúcar, uma segunda aplicação poderá
ser necessária. Intervalo de aplicação não determinado.
- Aplicações na pós-emergência das plantas infestantes na cultura da cana-de-açúcar:
Dicotiledôneas:
Carrapicho-de-carneiro
4 a 8 folhas
(Acanthospermum hispidum)
Caruru-roxo
4 a 6 folhas
(Amaranthus hybridus)
Caruru-de-manchas
4 a 6 folhas 4,0 - 7,0
(Amaranthus viridis)
Picão-preto
4 folhas
(Bidens pilosa)
Amendoim-bravo
4 a 6 folhas
(Euphorbia heterophylla)
Beldroega
4 a 6 folhas
(Portulaca oleracea)
Poaia-branca
2 a 4 folhas
(Richardia brasiliensis)
Guanxuma
(Sida rhombifolia) 2 a 4 folhas
(Sida cordifolia)
Serralha
6 folhas
(Sonchus oleraceus)
Observações: *Em altas infestações de capim-braquiária (Brachiaria decumbens) e capim-
colonião (Panicum maximum) na cultura de cana-de-açúcar, uma segunda aplicação poderá
ser necessária. Intervalo de aplicação não determinado.
-Aplicações na pós-emergência das plantas infestantes na cultura de milho:
Plantas infestantes Estádio das plantas
Dose (L p.c./ha) Observação
controladas infestantes
Picão-preto Aplicação dirigida
4 folhas
(Bidens pilosa) nas entre linhas da
Capim-marmelada cultura de milho com
3 a 4 folhas a 4 a 5
(Brachiaria 40-50 cm de altura
perfilhos
plantaginea) 3,0 - 4,0 (30 a 40 dias de
Amendoim-bravo germinação).
(Euphorbia Dose menor para
3 a 4 folhas
heterophylla) plantas infestantes
no estádio inferior.
Obs.: 1 litro do produto comercial contém 500 g de Ametrina.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
AMETRYN 500 SINO-AGRI deve ser aplicado na forma de pulverização, com auxílio de pulverizadores
terrestres (costais, tratorizados), e, na cana-de-açúcar poderá ser aplicado também com aviões e
helicópteros.
Época de Aplicação:
- Cana-de-açúcar: Aplicar o AMETRYN 500 SINO-AGRI através de tratamento em área total na cana-
planta logo após o plantio dos toletes, e na soca após o corte da cana, na pré-emergência total (da
cultura e das plantas infestantes).
O produto pode ser aplicado tanto na cana-planta como na cana-soca até a pós-emergência com a
cana germinada, estando as plantas infestantes na pós-emergência inicial tardia.
Se, porém, a cultura apresentar porte maior do que 40 cm recomenda-se realizar aplicação dirigida nas
entrelinhas.
Na ocorrência de infestações de capim-braquiária (Brachiaria decumbens) e capim-colonião (Panicum
maximum), AMETRYN 500 SINO-AGRI deve ser recomendado sempre para o controle em pós-
emergência e nas infestações provenientes de sementes e nunca nas rebrotas de touceiras,
observando-se os estádios indicados para as espécies.
Importante: Nas altas infestações de capim-colonião (Panicum maximum) e, sobretudo de capim-
braquiária na lavoura de cana-de-açúcar, o tratamento com AMETRYN 500 SINO-AGRI poderá
necessitar de complementação com a 2ª (segunda) aplicação.
- Milho: Aplicar o AMETRYN 500 SINO-AGRI na pós-emergência com o milho germinado, e, porte
aproximado de 40 a 50 cm (aproximadamente 30 a 40 dias do plantio), quando este se mostra tolerante
ao produto, através de aplicação dirigida nas entrelinhas, evitando-se ao máximo que o jato de
pulverização atinja as folhagens da cultura.
Número de aplicações: Desde que aplicado nas condições adequadas e com a observância dos
parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação é suficiente para atender as necessidades da
cultura.
- Fatores relacionados com a aplicação na pré-emergência:
Preparo do solo:
- Cana-planta: O bom preparo do solo através de aração, gradeação e nivelamento superficial para
eliminar os torrões, são as mais apropriadas para o processo de plantio e aplicação do herbicida.
- Cana-soca: Os preparativos para aplicação do herbicida, consistem nas operações efetuadas após o
corte da cana, através de enleiramento da palha, cultivo e adubação da soqueira.
- Umidade do solo: O solo de estar úmido durante a aplicação AMETRYN 500 SINO-AGRI, que
assegura o bom funcionamento do produto. A ocorrência de chuvas normais após a aplicação ou a
irrigação da área tratada com o AMETRYN 500 SINO-AGRI, promove a incorporação do produto na
camada superficial favorecendo sua pronta atividade.
Fatores relacionados com a aplicação na pós-emergência:
- Plantas infestantes e o seu estádio de controle: Para assegurar o pleno controle das plantas
infestantes na pós-emergência, deve-se observar as espécies indicadas e os respectivos estádios de
desenvolvimento indicados na tabela de “Recomendações de Uso”. Dentre as espécies de plantas
infestantes, o Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) e as folhas largas (dicotiledôneas) são
bastante sensíveis ao AMETRYN 500 SINO-AGRI na pós-emergência, mesmo nos estádios mais
avançados de desenvolvimento.
- Adjuvantes/Espalhantes - Adesivos: A adição de óleos minerais ou espalhantes adesivos à calda
favorece o efeito pós-emergente do produto, imprimindo melhor controle das plantas infestantes.
- Influência de Fatores Ambientais na Aplicação: Umidade do ar recomendável: Aplicar o
AMETRYN 500 SINO-AGRI com a umidade relativa do ar superior a 60%.
- Umidade do solo: Aplicar o AMETRYN 500 SINO-AGRI com o solo úmido e não aplicar com o solo
seco, principalmente se houve um período de estiagem prolongado que predispõe as plantas
infestantes ao estado de “stress” por deficiência hídrica, vindo a comprometer o seu controle.
- Orvalho/Chuvas: Evitar aplicações sobre plantas excessivamente molhadas pela ação de chuvas ou
orvalho muito forte.
- Ventos: Evitar aplicação com vento superior a 10 km/hora.
- Preparo de calda: O produto na quantidade pré-determinada pode ser despejado diretamente no
tanque do pulverizador, com pelo menos ¼ de volume cheio e o sistema de agitação ligado. Em
seguida, completar o tanque. No caso da utilização de óleos minerais e espalhantes adesivos nas
aplicações pós-emergentes, no preparo de calda proceder da seguinte maneira:
- Óleos minerais: Encher aproximadamente ¾ do volume do tanque com água e ligar o sistema de
agitação; Em seguida colocar a quantidade pré-determinada do herbicida e terminar de completar o
volume do tanque com água, mantendo-se a agitação. Adicionar o adjuvante e esperar até que haja a
perfeita homogeneização.
- Espalhantes adesivos: Adicionar o espalhante adesivo como último componente à calda de
pulverização com o tanque quase cheio, mantendo-se a agitação.
Informações sobre os Equipamentos de Aplicação:
- Aplicação Terrestre: AMETRYN 500 SINO-AGRI deve ser aplicado com auxílio de pulverizadores
costais, manual ou pressurizado e pulverizadores tratorizados com barras, adaptadas de bicos leque
do tipo Teejet 80.03, 110.03 ou 110.04 ou similares, operando a uma pressão de 30 a 60 libras por
polegada quadrada. O volume de cada gasto, normalmente varia de 200 a 400 Litros por hectare. Nas
regiões com ventos acentuados, entre 10 a 40 km/hora, as aplicações poderão ser feitas com uso de
bicos anti-deriva do tipo Full Jet, como FL 5, FL 6, 5, FL 8 e com pressão de 20-25 litros por polegada
quadrada.
- Aplicação Dirigida: AMETRYN 500 SINO-AGRI é aplicado com auxílio de pulverizador costal
(manual ou pressurizado) nas pequenas áreas e pulverizadores tratorizados adaptados de pingentes
nas barras de pulverização nas grandes propriedades. Normalmente se utilizam bicos da serie TK
(TK2; TK3) de grandes leques e com o volume de calda variando de 300 a 400 Litros por hectare.
Recomendações para Aplicação dirigida:
- Cana-de-açúcar: É indicado tanto na cana planta como na cana soca com a cultura desenvolvida e
apresentando porte superior a 40 cm, quando não oferece condições para o tratamento em área total
devido ao efeito guarda-chuva.
- Milho: É indicado aplicar somente na cultura desenvolvida, com porte superior a 40 cm, o que
viabiliza a aplicação dirigida e há maior tolerância ao produto mesmo que seja absorvido pelas plantas
via radicular.
Montagem dos pingentes: Orientações práticas para a montagem dos pingentes para aplicação
na cultura do milho:
1) O número de pingentes na barra deve ser sempre um a mais do que o número de linhas de plantio
de plantadeira. (ex: em plantadeira com 4 linhas, adaptar 5 pingentes à barra do pulverizador).
2) Número e tipos de bicos por pingente:
- Adaptar 1 bico TK nos pingentes das extremidades;
- Adaptar 2 bicos TK nos pingentes centrais.
Procedimentos durante a pulverização:
Para a pulverização, centralizar a barra do pulverizador de modo que os pingentes com 2 bicos
correspondam às entrelinhas da primeira passada da plantadeira e o pingente lateral com 2 bicos
correspondam às entrelinhas da primeira passada da plantadeira e o pingente lateral com 1 bico
correspondente à rua formada pelas 2 passadas da plantadeira que é a rua com a largura irregular. Ao
retorno da pulverização fazer coincidir o pingente da extremidade com 1 bico na mesma rua de modo
que neste repasse venha a completar a meia dose do tratamento. Proceder à operação sempre com
esta mesma orientação até o tratamento total da área a ser pulverizada com o herbicida.
Parâmetros para Aviões Ipanema:
Bicos: 80.10; 80.15; 80.20;
Volume de calda: 40 a 50 L/ha;
Altura de vôo: 3 a 4 m;
Temperatura ambiente: até 27°C;
Umidade do ar: mínima de 55%;
Velocidade do vento: máxima de 10 km/hora;
Faixa de aplicação: 15 m;
Diâmetro de gotas:
- Pré-emergência das plantas infestantes – maior que 400 micrômetros.
- Pós-emergência das plantas infestantes – 200 a 400 micrômetros.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cana-de-açúcar e Milho: Não determinado devido à modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver
seca. Caso haja necessidade de reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar os
mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação do produto.
LIMITAÇÕES DE USO/FITOTOXICIDADE:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Cana-de-açúcar: Nos tratamentos pré-emergentes, AMETRYN 500 SINO-AGRI é totalmente seletivo
para todas as variedades cultivadas.
Nos tratamentos pós-emergentes o contato do produto com a área foliar da cana poderá causar
sintomas de Fitotoxicidade em algumas variedades com manifestação de clorose, leve ou mais
acentuada e eventualmente retenção no crescimento das plantas. Tais sintomas, porém, desaparecem
3 a 4 semanas após, sem causar nenhuma interferência no seu desenvolvimento e na produtividade
final.
Dentre as diversas variedades cultivadas destacamos aquelas que eventualmente poderão sofrer
algum tipo de clorose quando da aplicação do AMETRYN 500 SINO-AGRI na pós-emergência da
cultura: IAC 51-205, IAC 52-326, CB 45-3, CB 49-26, CP 5122, CO 997, SP 71-799, SP 70-1143.
Milho: A planta de milho somente adquire tolerância suficiente para aplicação do AMETRYN 500
SINO-AGRI, após atingir porte aproximado de 40 a 50 cm, quando a aplicação dirigida se torna viável.
O eventual contato do produto com as folhas baixeiras da planta do milho provocará fitotoxicidade, que
se manifestará através de clorose e necrose. Porém, as plantas recompõem seu crescimento normal
sem prejuízos na produtividade. A aplicação dirigida do AMETRYN 500 SINO-AGRI com a planta
jovem (12-15 cm) além da sua inviabilidade, incorrerá num alto risco de fitotoxicidade através de
contato foliar do produto, como também pela absorção via radicular, capaz de levar a planta à morte.
Outras restrições a serem observadas:
- AMETRYN 500 SINO-AGRI não deve ser aplicado em solos mal preparados e secos;
- Nos tratamentos pós-emergentes não aplicar o produto nos dias chuvosos, pois para o pleno
funcionamento é necessário um período aproximado de 6 horas sem chuvas ou irrigação após a
pulverização;
- Não aplicar AMETRYN 500 SINO-AGRI nas lavouras jovens de milho, devendo aguardar até que
atinja porte aproximado de 40 a 50 cm, quando o mesmo se mostra tolerante ao produto e a aplicação
dirigida nas entrelinhas se torna viável;
- Nos canaviais desenvolvidos apresentando plantas com porte superior a 40-50 cm evitar aplicações
em área total. Optar de preferência pela aplicação dirigida com uso de pingentes, pois o efeito guarda-
chuva das folhagens afetará no controle das plantas infestantes.
- Não recomendar o AMETRYN 500 SINO-AGRI, para o controle do capim-colchão (Digitaria
sanguinalis e Digitaria horizontalis), capim-colonião (Panicum maximum) e braquiária (Brachiaria
decumbens) na pós-emergência tardia, devido à tolerância destas espécies ao produto neste estádio
de desenvolvimento.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de
população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes, deverão ser aplicados herbicidas com
diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos
alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes
mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 para o controle do mesmo
alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e/ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR:
www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO C1 HERBICIDA
O produto herbicida Ametryn 500 Sino-Agri é composto por ametrina, que apresenta mecanismo de
ação de inibição da fotossíntese, pertencente ao Grupo C1, segundo classificação internacional do
HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
MINISTÉRIO DA SAÚDE - AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca.
- Não utilize equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais.
- Equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados deve, ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas e calças compridas; botas de borracha; avental impermeável; equipamento de proteção
respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2; óculos de segurança com proteção lateral, touca
árabe e luvas de proteção para produtos químicos.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas e calças compridas; botas de borracha; equipamento de proteção respiratória com filtro
mecânico classe P2 ou PFF2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de
proteção para produtos químicos.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada;
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo
após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Macacão de algodão
impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: Óculos, botas, macacão, luvas, touca árabe e equipamento de proteção respiratória
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
ATENÇÃO Pode ser nocivo se ingerido
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
INTOXICAÇÕES POR AMETRYN 500 SINO-AGRI
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Triazina
Classe
CATEGORIA 5: IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
toxicológica
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética Após administração oral e intravenosa a ratos, a ametrina foi rápida e
completamente absorvida. A ametrina foi amplamente distribuída, sendo
encontrada em todos os tecidos e órgãos em níveis baixos, não excedendo 2,1%
da dose administrada. A maioria dos resíduos foi excretada na urina (50 - 61%) e
nas fezes (30 a 42%) dentro de 24 a 48 horas após a administração. Um grupo
de metabólitos polares foi detectado como resultado do metabolismo da ametrina
em ratos. As quantidades de metabólitos variaram com a posologia, sexo e via
de administração. A biotransformação ocorreu através de clivagem molecular
(desalquilação S, desalquilação N), oxidação, hidroxilação, conjugação com
sulfato, glutationa e ácido glucorônico, resultando em vários metabólitos
prontamente excretáveis.
A Ametrina é translocada predominantemente por meio do sistema apoplástico
(xilema) e atua como inibidor do fotossistema II. Ela se liga ao sítio QB localizado
na proteína D1 dos cloroplastos, causando o bloqueio do transporte de elétrons e
a paralisação da produção de NADPH e ATP. Como consequência, há a
Toxicodinâmica
interrupção da fixação de carbono e peroxidação dos lipídios. As plantas tratadas
apresentam clorose foliar e têm o seu crescimento inibido. Esta via metabólica
não existe em mamíferos, sendo seu modo de ação pouco relevante para seres
humanos; a ametrina é considerada pouco tóxica para mamíferos
Os herbicidas da classe das triazinas apresentam baixa toxicidade em humanos.
Sintomas gerais de intoxicação podem ocorrer.
Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência
e vermelhidão.
Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato
Sintomas e sinais respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
clínicos Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência
e vermelhidão.
Exposição oral: a ingestão de grandes quantidades de ametrina pode causar
irritação no trato gastrointestinal com vômito, náuseas, diarreia, tontura e
letargia. Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após
exposição crônica em humanos.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição. Ao apresentar
Diagnóstico
sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente,
Antídoto: não existe antídoto específico.
Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro
clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao
suporte respiratório.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência
cardíaca, frequência respiratória e temperatura corpórea). Estabelecer via
endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e
arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente.
Medidas de descontaminação e tratamento: Realizar a descontaminação para
limitar a absorção e os efeitos locais. O profissional de saúde deve estar
protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis
Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto
proceder com:
Tratamento
- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças
de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de
30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando administrado
dentro de
uma hora após a ingestão.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade
do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é
necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito
lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem
aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de
lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma
pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de
deglutição.
Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado,
fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência
de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação
mecânica.
Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e
cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local
ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para
tratamento.
Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com
solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com
a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem,
encaminhar o paciente para tratamento específico.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que
presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas
de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de
forma a não se contaminar com o agente tóxico.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e
de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve
Contra-indicações
ser evitado, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral,
se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico
Efeitos das
interações Não são conhecidos efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores.
químicas
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT
ATENÇÃO
- ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 222 9300 (Toxiclin)
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide TOXICOCINÉTICA e Vide TOXICODINÂMICA.
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições do estudo
Irritação ocular em ratos: os animais expostos apresentaram irite e hiperemia na conjuntiva e quemose
reversíveis em até 72 horas. Não houve opacidade de córnea. Produto considerado não irritante ocular.
Irritação dérmica:. Produto não irritante dérmico
Sensibilização dérmica: o produto não é sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não é mutagênico
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Esta substância não apresentou potencial mutagênico em estudos in vitro e in vivo e nem apresentou
evidências de carcinogenicidade em estudos em ratos e camundongos. A ametrina não demonstrou
potencial de toxicidade ao desenvolvimento embrio-fetal de ratos e coelhos e nem apresentou efeitos
tóxicos sobre o desempenho reprodutivo de ratos. O fígado foi identificado como o principal órgão-alvo
após exposições repetidas à ametrina pela via oral. Em cães, foram observadas lesões degenerativas
no fígado (estudo 1 ano em cães: NOAEL de 7,2 mg/kg/dia; LOAEL 70 mg/kg/dia).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
X - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às
atividades aeroagrícolas.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverm ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a empresa Inovatis Agronegócios
Importação e Exportação Ltda.
Telefone de emergência da empresa: 0800-110-8270 (PRO-QUÍMICA).
Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtro).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone
indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que
as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características
do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico,
ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o
seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
Faça essa operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas,
animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
Ceará: é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, conforme Lei nº 16.820, de 08 de
janeiro de 2019, salvo se realizada por meio de Aeronaves Remotamente Pilotadas – ARPs, Veículo
Aéreo Não Tripulado – VANT ou Drones, conforme lei nº19.135, de 19 de dezembro de 2024.
Rio Grande do Sul: NÃO AUTORIZADO O USO DO PRODUTO NO ESTADO DO RIO
GRANDE DO SUL.