Ametrina CCAB 500 SC
CCAB Agro S.A. São Paulo
Herbicida
Ametrina (triazina) (500 g/L)
Informações
Número de Registro
09322
Marca Comercial
Ametrina CCAB 500 SC
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
Ametrina (triazina) (500 g/L)
Titular de Registro
CCAB Agro S.A. São Paulo
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico e Seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Café
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Café
Achyrocline satureioides
chá-de-lagoa; macela (2); macela-amarela
Café
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Café
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Café
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Café
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Café
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Café
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Café
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Café
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Café
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Café
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Café
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Café
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Café
Leonurus sibiricus
chá-de-frade; cordão-de-são-francisco (2); erva-macaé
Café
Lepidium virginicum
mastruz (1); mastruço (2); mentrusto (1)
Café
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Café
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Café
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Café
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Café
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Cana-de-açúcar
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cana-de-açúcar
Achyrocline satureioides
chá-de-lagoa; macela (2); macela-amarela
Cana-de-açúcar
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Cana-de-açúcar
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cana-de-açúcar
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cana-de-açúcar
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Cana-de-açúcar
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Cana-de-açúcar
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Cana-de-açúcar
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Cana-de-açúcar
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Cana-de-açúcar
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Cana-de-açúcar
Leonurus sibiricus
chá-de-frade; cordão-de-são-francisco (2); erva-macaé
Cana-de-açúcar
Lepidium virginicum
mastruz (1); mastruço (2); mentrusto (1)
Cana-de-açúcar
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Cana-de-açúcar
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cana-de-açúcar
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Cana-de-açúcar
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Conteúdo da Bula
AMETRINA CCAB 500 SC
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 09322
COMPOSIÇÃO
N2-ethyl-N4-isopropyl-6-methylthio-1,3,5-triazine-2,4-diamine (AMETRINA). ....................... 500 g/L (50,0% m/v)
Outros Ingredientes ......................................................................................................... 590 g/L (59,0% m/v)
GRUPO C1 HERBICIDA
CONTEÚDO VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO: Triazina.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada - SC
TITULAR DO REGISTRO (*):
CCAB AGRO S.A.
Alameda Santos, 2159 – 6º andar – Cerqueira César
CEP: 01419-100 - São Paulo – SP C.N.P.J.: 08 938.255/0001-01
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP sob n° 820 e sob n° 4773
(*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO)
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
AMETRIN TÉCNICO CCAB - Registro no MAPA n° 00213
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO LTD.
Binhai Economic Development Area Weifang – Província de Shandong/China.
AMETRINA TÉCNICO MIL – Registro no MAPA n° TC05520
MEGHMANI INDUSTRIES LIMITED
Plot No. Z-6, Dahej SEZ Area, Vilage: Dahej Taluka: Vagra, District: Bharuch – 32130, State: Gujarat, India.
FORWARD AMETRYN TÉCNICO – Registro no MAPA n° TC13224
HEBEI SHANLI CHEMICAL CO. LTD.
Eighteenth Team Zhogjie Fram Cangzhou City Hebei Province 061108.
FORMULADORES:
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang Shandong/China.
NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD.
BeiHai Road, nº 1165, Ningbo Chemical Industry Zone, Xiepu Town, Zhenhai District, Ningbo, Zhejiang
Province, 315040 – China.
Alameda Santos, 2159. CJ 61 e 62
Cerqueira Cesar - São Paulo/SP – CEP: 01419-100
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TECNOMYL S.A.
Parque industrial Avay Villeta/ Paraguai.
MEGHMANI INDUSTRIES LIMITED
Plot No. Z-6, Dahej SEZ Area, Vilage: Dahej Taluka: Vagra, District: Bharuch – 32130, State: Gujarat, India.
AGROMOL BIOTECH CO., LTD.
East side, middle section of Binhe Road, Shanxian County Chemical lndustry Park, Xieji Town, Shanxian
County, Heze City, Shandong Province, China.
QINGDAO HISIGMA CHEMICALS CO., LTD.
N°. 20 Second Huanghai Road, Chemical Industrial Park, Coastal Economic Development Zone, Rudong,
Jiangsu, 226407, China.
FERSOL INDUSTRIA E COMÉRCIO S/A.
Rodovia Presidente Castelo Branco S/N, Km 68,5 - Olhos D` Água – Mairinque – SP
CEP: 18120-970 - CNPJ: 47.226.493/0001-46.
OXIQUÍMICA AGROCIÊNCIA LTDA.
Rua Minervino de Campos Pedroso,13 - Parque Industrial Carlos Tonanni – Jaboticabal – SP CEP: 14871-360
CNPJ: 65.011.967/0001-14.
TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Avenida Roberto Simonsen, 1.459 - Recanto dos Pássaros – Paulínia – SP – CEP: 13148-030
CNPJ: 03.855.423/0001-81.
ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Rua Bonifácio Rosso Ross, n° 260 - Bairro Cruz Alta – Indaiatuba – SP - CEP: 13.348-790
CNPJ: 50.025.469/0004-04.
ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Rua Alberto Guizo, 859 Lote 18-QU.C – Distrito Industrial João Narezzi – Indaiatuba – SP CEP: 13347-402
CNPJ: 50.025.469/0001-53.
IMPORTADOR:
AGROALLIANZ S.A.
Rua Avelino Silveira Franco, 149, Sala 432, Condomínio Comercial L’ Office, Bairro Sainte Hélène – Campinas/SP
C.N.P.J.: 27.150.699/0001-2 - Número de registro do estabelecimento/Estado: CDA/SP n° SP-1280 e 5014.
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N° do Lote ou da partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA:
CATEGORIA 5: PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE II: PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO: AMETRINA CCAB 500 SC é um herbicida sistêmico, de ação seletiva, recomendado para
o controle das plantas infestantes de folhas estreitas e de folhas largas na pré e pós-emergência inicial a tardia
para as culturas de café, cana-de-açúcar e milho, com aplicação terrestre ou área, e que deve ser utilizado
conforme as indicações do quadro abaixo:
Plantas infestantes Dose p.c
Cultura
Nome Comum Nome Científico Volume de Calda Terrestre
Carrapicho-de- carneiro Acanthospermum hispidum 3 a 4 L/ha
Espinho-de-carneiro 180 a 360 L/ha
Macela Achyrocline satureioides 3 a 4 L/ha
Macela-amarela 180 a 360 L/ha
Mentrasto Picão-roxo Ageratum conyzoides 3 a 4 L/ha
180 a 360 L/ha
Caruru-roxo Amaranthus hybridus 3 a 4 L/ha
Caruru-branco 180 a 360 L/ha
Caruru-de-mancha Amaranthus viridis 3 a 4 L/ha
Caruru-verde 180 a 360 L/ha
Picão-preto Bidens pilosa 3 a 4 L/ha
Picão 180 a 360 L/ha
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea 3 a 4 L/ha
Capim-papuã 180 a 360 L/ha
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus 3 a 4 L/ha
Capim-amoroso 180 a 360 L/ha
Trapoerada capoeraba Commelina benghalensis 3 a 4 L/ha
180 a 360 L/ha
Capim-colchão Digitaria horizontalis 3 a 4 L/ha
Capim-milhã 180 a 360 L/ha
Capim-colchão milhã Digitaria sanguinalis 3 a 4 L/ha
180 a 360 L/ha
Capim-pé-de- galinha Eleusine indica 3 a 4 L/ha
Café Capim-de-pomar 180 a 360 L/ha
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla 3 a 4 L/ha
Leiteira 180 a 360 L/ha
Picão-branco fazendeiro Galinsoga parviflora 3 a 4 L/ha
180 a 360 L/ha
Erva-moura Solanum americanum 3 a 4 L/ha
Maria-pretinha 180 a 360 L/ha
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia 3 a 4 L/ha
Campainha 180 a 360 L/ha
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia 3 a 4 L/ha
Campainha 180 a 360 L/ha
Rubim Leonorus sibiricus 3 a 4 L/ha
Erva-macaé 180 a 360 L/ha
Mastruz Lepidium virginicum 3 a 4 L/ha
Mentruz 180 a 360 L/ha
Nabo-bravo Raphanus raphanistrum 3 a 4 L/ha
Nabiça 180 a 360 L/ha
Poaia-branca Richardia brasiliensis 3 a 4 L/ha
Poaia 180 a 360 L/ha
Guanxuma Sida rhombifolia 3 a 4 L/ha
Mata-pasto 180 a 360 L/ha
Beldroega Portulaca oleracea 3 a 4 L/ha
Bredo-de-porco 180 a 360 L/ha
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Plantas infestantes Dose p.c
Cultura Volume de Calda Terrestre
Nome Comum Nome Científico
Carrapicho-de- carneiro Acanthospermum hispidum 4 a 8 L/ha
Espinho-de-carneiro 180 a 400 L/ha
Macela Achyrocline satureioides 4 a 8 L/ha
Macela-amarela 180 a 360 L/ha
Mentrasto Ageratum conyzoides 4 a 8 L/ha
Picão-roxo 180 a 360 L/ha
Caruru-roxo Amaranthus hybridus 4 a 8 L/ha
Caruru-branco 180 a 400 L/ha
Caruru-de-mancha Amaranthus viridis 4 a 8 L/ha
Caruru-verde 180 a 400 L/ha
Picão-preto Bidens pilosa 4 a 8 L/ha
Picão 180 a 400 L/ha
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea 4 a 8 L/ha
Capim-papuã 180 a 400 L/ha
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus 4 a 8 L/ha
Capim-amoroso 180 a 360 L/ha
Trapoerada capoeraba Commelina benghalensis 4 a 8 L/ha
180 a 400 L/ha
Capim-colchão Digitaria horizontalis 4 a 8 L/ha
Capim-milhã 180 a 400 L/ha
Capim-colchão milhã Digitaria sanguinalis 4 a 8 L/ha
180 a 400 L/ha
Capim-pé-de- galinha Eleusine indica 4 a 8 L/ha
Capim-de-pomar 180 a 400 L/ha
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla 4 a 8 L/ha
Leiteira 180 a 400 L/ha
Cana-de- Picão-branco fazendeiro Galinsoga parviflora 4 a 8 L/ha
açúcar 180 a 360 L/ha
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia 4 a 8 L/ha
Campainha 180 a 360 L/ha
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia 4 a 8 L/ha
Campainha 180 a 360 L/ha
Corda-de-viola Ipomoea purpurea 4 a 8 L/ha
Capainha 180 a 400 L/ha
Rubim Leonorus sibiricus 4 a 8 L/ha
Erva-macaé 180 a 360 L/ha
Mastruz Lepidium virginicum 4 a 8 L/ha
Mentruz 180 a 360 L/ha
Nabo-bravo Raphanus raphanistrum 4 a 8 L/ha
Nabiça 180 a 360 L/ha
Poaia-branca Richardia brasiliensis 4 a 8 L/ha
Poaia 180 a 400 L/ha
Guanxuma Sida rhombifolia 4 a 8 L/ha
Mata-pasto 180 a 400 L/ha
Beldroega Portulaca oleracea 4 a 8 L/ha
Bredo-de-porco 180 a 400 L/ha
Erva-moura Solanum americanum 4 a 8 L/ha
Maria-pretinha 180 a 360 L/ha
Capim-braquiária Brachiaria decumbens 5 a 7 L/ha
Braquiária 200 a 400 L/ha
Falsa-serralha Emilia sonchifolia 5 a 8 L/ha
Bela-emilia 200 a 400 L/ha
Capim-colonião Panicum maximum 5 a 7 L/ha
Capim-coloninho 200 a 400 L/ha
Alameda Santos, 2159. CJ 61 e 62
Cerqueira Cesar - São Paulo/SP – CEP: 01419-100
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Plantas infestantes Dose p.c
Cultura Volume de Calda Terrestre
Nome Comum Nome Científico
Malva-branca Sida cordifolia 4 a 8 L/ha
Cana-de- Guanxuma 200 a 400 L/ha
açúcar Serralha Sonchus oleraceus 4 a 7 L/ha
Serralha-lisa 200 a 400 L/ha
Picão-preto Bidens pilosa 3 a 4 L/ha
Picão 200 a 400 L/ha
Milho Capim-marmelada Brachiaria plantaginea 3 a 4 L/ha
Capim-papuã 200 a 400 L/ha
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla 3 a 4 L/ha
Leiteira 200 a 400 L/ha
MODO DE AÇÃO:
O ingrediente ativo Ametrina uma vez aplicado no solo é absorvido via raiz pelas plântulas após a germinação
e se transloca até as folhas, onde atua inibindo a fotossíntese que se manifesta pela clorose, necrose e morte
da planta.
Quando a AMETRINA CCAB 500 SC é aplicado na pós-emergência das invasoras o ingrediente ativo penetra
rapidamente nas folhas, local da absorção, e, praticamente não sofre nenhuma translocação, atuando sobre as
plantas como produto de contato, causando necrose e morte.
AMETRINA CCAB 500 SC caracteriza-se por controlar plantas infestantes anuais de folhas largas e estreitas, que
aliado à seletividade nas culturas indicadas, é recomendado, particularmente, para utilização nas seguintes
situações e tipos de infestação:
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
CAFÉ:
Pode ser aplicado na arruação ou esparramação, tanto em pré-emergência ou pós-emergência inicial das
plantas infestantes, observando os estádios das mesmas recomendações para as aplicações em pós-
emergência citados na cultura da cana-de-açúcar.
CANA-DE-AÇÚCAR:
Para a cana-planta, o produto pode ser aplicado desde a pré-emergência da cultura e das plantas infestantes
até a pós-emergência inicial das mesmas, sendo até o estádio de 1 perfilho para o capim-colchão e capim-
carrapicho, para as demais gramíneas até 5 perfilhos e para as folhas largas, até 20 cm.
Para cana-soca, aplicar após os tratos culturais que se processam após o corte da cana, devendo-se observar
os estádios de desenvolvimento das plantas infestantes indicados acima, para as aplicações em pós-
emergência inicial.
Aplicações na pós-emergência das plantas infestantes na cultura do milho. Estádio das plantas infestantes:
• Brachiaria decumbens: 3 a 4 folhas até o início do perfilhamento
• Brachiaria plantagínea: 4 folhas a 5 perfilhos
• Commelina benghalensis: 3 a 6 folhas
• Digitaria sanguinalis e Panicum maximum: 3 a 4 folhas
• Acanthospermum hispidum: 4 a 8 folhas
• Amaranthus hybridus e Amaranthus viridis: 4 a 6 folhas
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• Bidens pilosa: 4 folhas
• Euphorbia heterophylla e Portulaca oleracea: 4 a 6 folhas
• Richardia brasilensis, Sida rhombifolia e Sida cordifolia: 2 a 4 folhas
• Sonchus oleraceus: 6 folhas
Importante: Nas altas infestações de Capim-colonião e, sobretudo de Capim-braquiária na lavoura de cana-de-
açúcar, o tratamento com AMETRINA CCAB 500 SC poderá necessitar de complementação de uma 2ª
aplicação.
MILHO:
Como tratamento complementar na pós-emergência tardia de Capim-marmelada e folhas largas:
Aplicar AMETRINA CCAB 500 SC em aplicação dirigida nas entrelinhas, em torno de 30 a 40 dias após o plantio,
quando este se mostra mais tolerante ao produto, para controlar invasoras anuais que escapam do
tratamento básico com herbicida na pré ou pós-emergência inicial das plantas infestantes. Dose menor para
plantas infestantes no estádio inferior. 1 aplicação é suficiente para atender as necessidades da cultura.
Aplicações na pós-emergência das plantas infestantes na cultura do milho. Estádio das plantas infestantes:
• Bidens pilosa: 4 folhas
• Brachiaria plantagínea: 3 a 4 folhas e 4 a 5 perfilhos.
• Euphorbia heterophylla: 3 a 4 folhas.
TIPOS DE INFESTAÇÃO:
• Infestações predominantes de folhas estreitas;
• Infestações mistas de invasoras anuais (folhas estreitas + folhas largas);
• Infestações predominantes de folhas largas
Obs.: Nos tratamentos pós-emergentes tardios concentrar a recomendação nas áreas com infestações
predominantes de Capim-marmelada e folhas largas.
AMETRINA CCAB 500 SC aplicado nas condições indicadas, assegura pleno funcionamento e controle das
plantas infestantes com a manutenção de período residual (período de controle) compatível com as
necessidades das culturas.
FATORES RELACIONADOS COM A APLICAÇÃO NA PRÉ-EMERGÊNCIA: PREPARO DO SOLO:’’
CANA-PLANTA:
O bom preparo do solo através de aração, gradeação e nivelamento superficial para eliminar os torrões, são as
mais apropriadas para o processo de plantio e aplicação do herbicida.
CANA-SOCA:
Os preparativos para aplicação do herbicida, consistem nas operações efetuadas após o corte da cana, através
do enleiramento da palha, cultivo e adubação da soqueira.
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UMIDADE DO SOLO:
O solo deve estar úmido durante a aplicação da AMETRINA CCAB 500 SC, que assegura o bom funcionamento
do produto.
FATORES RELACIONADOS COM A APLICAÇÃO NA PÓS-EMERGÊNCIA: PLANTAS INFESTANTES E O SEU ESTÁDIO
DE CONTROLE:
Para assegurar o pleno controle das invasoras na pós-emergência, deve-se observar as espécies indicadas e os
respectivos estádios de desenvolvimento indicados na tabela de "Recomendações de Uso".
INFLUÊNCIAS DE FATORES AMBIENTAIS NA APLICAÇÃO:
Umidade do ar recomendável: Aplicar a AMETRINA CCAB 500 SC com a umidade relativa do ar superior a 60%.
UMIDADE DO SOLO: Aplicar a AMETRINA CCAB 500 SC com o solo úmido e não aplicar com o solo seco,
principalmente se antecedeu um período de estiagem prolongado que predispõe as plantas infestantes ao
estado de "stress" por deficiência hídrica, vindo a comprometer no seu controle.
ORVALHO/CHUVAS: Evitar aplicações sobre plantas excessivamente molhadas pela ação de chuvas ou orvalho
muito forte.
VENTOS: Evitar aplicações com vento superior a 10 km/hora.
PREPARO DA CALDA:
O produto na quantidade pré-determinada pode ser despejado diretamente no tanque do pulverizador, com
pelo menos1/4 de volume cheio e o sistema de agitação ligado. Em seguida completar o tanque.
No caso da utilização de óleos minerais e espalhantes adesivos nas aplicações pós- emergentes, no preparo da
calda proceder da seguinte maneira:
1. Óleos Minerais: Encher aproximadamente ¾ do volume do tanque com água e ligar o sistema de agitação;
Adicionar o adjuvante e esperar até que haja a perfeita homogeneização; Em seguida colocar a quantidade
pré-determinada do herbicida e terminar de completar o volume do tanque com água, mantendo-se a
agitação.
2. Espalhantes adesivos: Adicionar o espalhante adesivo como último componente à calda de pulverização
com o tanque quase cheio, mantendo-se a agitação.
OBS.: A adição de óleos minerais ou espalalhantes adesivos à calda favorece o efeito pós-emergente do
produto imprimindo melhor controle às invasoras.
TIPO DE SOLO:
SOLOS LEVES E MÉDIOS:
• CANA-DE-AÇÚCAR: 4,0 a 6,0 L/ha
• CAFÉ: 3,0 a 3,5 L/ha
• MILHO: 3,0 a 3,5 L/ha
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SOLOS MÉDIOS E PESADOS:
• CANA-DE-AÇÚCAR: 6,0 a 8,0 L/ha
• CAFÉ: 3,5 a 4,0 L/ha
• MILHO: 3,5 a 4,0 L/ha
Doses maiores nas altas infestações e solos com teor de matéria orgânica elevada.
MODO DE APLICAÇÃO:
APLICAÇÃO TERRESTRE:
AMETRINA CCAB 500 SC deve ser aplicado na forma de pulverização em mistura com água, através de
pulverizadores de barra tratorizados, com as seguintes indicações:
TIPO DE BICO: 8002-8004, 11002-11004
PRESSÃO: 40 lb/pol2)
VELOCIDADE: 5 km/h
ESPAÇO ENTRE BICOS: 0,5 m VOLUME DA CALDA: 180 - 400 L/ha
Obs.: no caso de usar outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização no solo e/ou nas
plantas infestantes a serem controladas.
APLICAÇÃO DIRIGIDA:
AMETRINA CCAB 500 SC é aplicada com auxílio de pulverizador costal (manual ou pressurizado) nas pequenas
áreas e pulverizadores tratorizados adaptados de pingentes nas barras de pulverização nas grandes
propriedades.
Normalmente se utilizam bicos da série TK (TK2; TK3) de grandes leques e com o volume de calda variando de
300 a 400 litros por hectare.
• Orientações práticas para montagem dos pingentes para aplicação na cultura do milho:
1. O número de pingentes na barra deve ser sempre um a mais do que o número de linhas de plantio da
plantadeira.
2. Número e tipos de bicos por pingente: Adaptar 1 bico TK nos pingentes das extremidades, e adaptar 2 bicos
TK nos pingentes centrais.
Para a pulverização, centralizar a barra do pulverizador de modo que os pingentes com 2 bicos correspondam
às entre-linhas da primeira passada da plantadeira e o pingente lateral com 1 bico corresponda a rua formada
pelas 2 passadas da plantadeira que é a rua com largura irregular.
Ao retorno da pulverização fazer coincidir o pingente da extremidade com 1 bico na mesma rua de modo que
neste repasse venha a completar a meia dose do tratamento. Proceder à operação sempre com esta mesma
orientação até o tratamento total da área a ser pulverizada com o herbicida.
APLICAÇÃO AÉREA:
Para a cultura da cana-de-açúcar o produto pode ser aplicado por aviões agrícolas e helicópteros equipados
com barra. A altura de vôo não pode ser maior que 4 metros em relação ao alvo. A largura da faixa deve ser
ajustada de acordo com as características de cada aeronave, podendo variar de 12 a 16 metros. O
equipamento de pulverização aérea deverá estar calibrado para o volume de 40 litros de calda por hectare,
utilizando-se bicos D-8 ou equivalentes, com core 46, montados na barra com ângulo de 90° em relação a
direção de vôo.
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CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Observações locais deverão ser feitas visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e volatilização.
Na aplicação em pós-emergência inicial, é aconselhável, principalmente nas espécies gramíneas, realizar as
aplicações quando a umidade relativa do ar estiver sempre superior a 60%. Valores inferiores poderão reduzir
a eficiência.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Dias
Café 44
(1)
Cana-de-açúcar
(1)
Milho
(1)
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
CANA-DE-AÇÚCAR
Nos tratamentos pré-emergentes, AMETRINA CCAB 500 SC é totalmente seletivo para todas as variedades
cultivadas.
Nos tratamentos pós-emergentes o contato do produto com a área foliar da cana poderá causar sintomas de
fitotoxicidade em algumas variedades com manifestação de clorose, leve ou mais acentuada e eventualmente
retenção no crescimento das plantas. Tais sintomas, porém desaparecem 3 a 4 semanas após, sem causar
nenhuma interferência no seu desenvolvimento e na produtividade final.
Dentre as diversas variedades cultivadas destacamos aquelas que eventualmente poderão sofrer algum tipo
de clorose quando da aplicação da AMETRINA CCAB 500 SC na pós- emergência da cultura: IAC 51-205; IAC 52-
326; CB-45-3; CB 49-260; CP 5122; CO 997; SP71-799; SP 70-1143.
MILHO
A planta de milho somente adquire tolerância suficiente para aplicação da AMETRINA CCAC 500 SC, após
atingir porte aproximado de 40 a 50 cm e quando a aplicação dirigida se torna viável.
O eventual contato do produto com as folhas baixeiras da planta de milho, provocará fitotoxicidade que se
manifestará através de clorose e necrose, porém, as plantas recompõem seu crescimento normal sem
prejuízos na produtividade.
A aplicação dirigida da AMETRINA CCAB 500 SC com a planta jovem (12 – 15 cm) além da sua inviabilidade,
incorrerá num alto risco de fitotoxicidade através de contato foliar do produto como também pela absorção
via radicular capaz de levar a planta a morte.
CAFÉ
Não aplicar na cultura do café com menos de 2 anos de idade. Evitar o contato do produto com as folhas e
ramos desta cultura.
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OUTRAS RESTRIÇÕES A SEREM OBSERVADAS:
• AMETRINA CCAB 500 SC não deve ser aplicado em solos mal preparados e secos.
• Nos tratamentos pós-emergentes não aplicar o produto nos dias chuvosos, pois para o pleno
funcionamento é necessário um período aproximado de 6 horas sem chuvas ou irrigação após a
pulverização.
• Não aplicar a AMETRINA CCAB 500 SC nas lavouras de milho jovem, devendo aguardar até que atinja porte
aproximado de 40 a 50 cm quando o mesmo se mostra tolerante ao produto e a aplicação dirigida nas
entre-linhas se torna viável.
• Nos canaviais desenvolvidos apresentando plantas com porte superior a 40-50 cm evitar aplicações em
área total. Optar de preferência pela aplicação dirigida com o uso de pingentes, pois o efeito guarda-chuva
das folhagens afetará no controle das invasoras.
• Não recomendar a AMETRINA CCAB 500 SC, para o controle do Capim-colchão, Colonião e Braquiária na
pós-emergência tardia, devido à tolerância destas espécies ao produto neste estádio de desenvolvimento.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide dados relativos à proteção da saúde humana.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE :
Vide dados relativos à proteção do meio ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide dados relativos à proteção do meio ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide dados relativos à proteção do meio ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda
de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 para controle do mesmo alvo,
quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e para a orientação técnica para aplicação de herbicidas;
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• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados a: Sociedade Brasileira de Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação
Brasileira de Ação a Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org.br) ou para
o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO C1 HERBICIDA
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MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola;
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca;
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e de animais;
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e
as pernas por cima das botas, luvas de nitrila, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro
combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico P2/ ou P3 quando necessário), óculos
de segurança com proteção lateral e touca árabe;
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas, luvas de nitrila, botas de
borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e
filtro mecânico P2/ ou P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral e touca árabe;
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS
SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
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PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas, luvas de nitrila, botas de
borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e
filtro mecânico P2/ ou P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral e touca árabe;
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o
final do período de reentrada;
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação;
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
• Não reutilizar a embalagem vazia;
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca
árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
• A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida;
• Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa;
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
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Pode ser nocivo se ingerido
ATENÇÃO
Pode ser nocivo em contato com a pele
PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário
agronômico do produto.
Ingestão: Se o produto for engolido, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente em abundância durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água da lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com água corrente em abundância e
sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado, leve a pessoa para um local aberto e ventilado. Se o acidentado
parar de respirar, faça imediatamente respiração artificial e providencie assistência médica de urgência.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por
exemplo.
- INFORMAÇÕES MÉDICAS -
INTOXICAÇÕES POR TRIAZINA
Grupo Químico Triazina
Classe Toxicológica CATEGORIA 5: PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Os herbicidas triazínicos são rapidamente absorvidos e metabolizados quando ingeridos. A
absorção ocorre pela via respiratória, pelo trato gastrointestinal e pela via dérmica. A
metabolização é hepática. A dealquilação da amina e oxidação da cadeia lateral são as
reações de detoxificação predominantes. Os derivados mercapto da triazina também
podem sofrer sulfoxidação seguida de reação com a glutationa hepática para a produção
de derivados do ácido mercapturio. A absorção, biotransformação e excreção da ametrina
radiomarcada foram rápidas após administração oral para ratos. Em 24 horas, 52% foram
Toxicocinética excretados na urina e 18% nas fezes, e dentro de 72 horas a eliminação foi quase completa
quando quantidade adicional de 6% foi excretada na urina, 14% nas fezes e menos de 2%
remanesceu na carcaça. A distribuição tecidual foi medida em 6, 48 e 72 horas após a
administração da ametrina radiomarcada. A distribuição tecidual em 6 horas foi maior no
rim, seguida pelo fígado, baço, sangue, pulmão, tecido adiposo, carcaça, cérebro e
músculo. Os níveis sanguíneos permaneceram relativamente constantes por 72 horas após
a administração, enquanto todos os outros níveis teciduais desceram rapidamente a < 0,1%
da dose por grama de tecido.
Toxicodinâmica Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
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Os dados publicados de toxicidade aguda em humanos são limitados. Estudos com animais
indicam que essa classe de herbicidas geralmente apresenta baixo grau de toxicidade para
mamíferos.
Exposição Aguda: Foi relatada elevação de temperatura em estudos com animais. A
ametrina pode causar irritação ocular.
Cardiovascular: Ocorreu colapso circulatório após a ingestão de um herbicida contendo
atrazina.
Sintomas e Sinais Respiratório: Pode ocorrer alteração respiratória após ingestão de grande quantidade.
Clínicos Neurológico: Tremores musculares, tetania e ataxia foram relatados em animais após a
ingestão de herbicidas triazínicos.
Gastrointestinal: Em estudo em animais, observou-se anorexia e salivação. Pode ocorrer
náusea, vômito, diarréia e dor abdominal.
Hepático: Foi relatada necrose hepática. Dermatológico.
Nas exposições ocupacionais prolongadas aos herbicidas S – triazínicos podem ocorrer
dermatites por contato. Irritação da pele e olhos são os sintomas mais freqüentemente
observados.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro
Diagnóstico
clínico compatível.
ANTIDOTO: Não existe antídoto específico.
Exposição Oral
A) Êmese: A indução do vômito empregando-se ipeca não é recomendada, pois há muito
pouca informação acerca dos efeitos da overdose em humanos.
B) Carvão Ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água
/ 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1
a 12 anos) e 1 g/kg em infantes com menos de 1 ano de idade.
C) Lavagem gástrica: Considere após ingestão de uma quantidade de veneno
potencialmente perigosa a vida, se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente
dentro de 1 hora).
Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído
de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de compostos corrosivos;
hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); paciente com risco de hemorragia ou
perfuração gastrointestinal e ingestão de quantidade não significativa.
D) Se pessoas expostas a agrotóxicos do grupo das triazinas exibirem sintomas de toxicose
Tratamento
severa, deve ser considerada a absorção concomitantemente de outras toxinas.
Exposição Inalatoria
Remova o paciente para um local arejado. Monitore quanto a alterações respiratórias. Se
ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie para irritação do trato respiratório,
bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, conforme
necessário. Trate o broncoespasmo com agonista beta 2 via inalatória e corticosteroides
via oral ou parenteral.
Exposição Ocular
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidade copiosa de água corrente por
pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição Dérmica
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com quantidade
copiosa de água. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico.
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Contra- indicações Provocar vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações
especializadas sobre diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
Notificação Compulsória.
ATENÇÃO Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: CCAB Agro S.A. (11) 3889-5600
AMBIPAR: 0800 117 2020 / 0800 707 7022 / 0800 707 1767
Endereço Eletrônico da Empresa: www.ccab-agro.com.br
Correio Eletrônico da Empresa: contato@ccab-agro.com.br
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Segundo os resultados obtidos com roedores em laboratório, a ametrina é absorvida rapidamente pelo trato
gastrintestinal e metabolizada por reações de N - dealquilação e oxidação dos grupos N-alquis. Após 48 horas,
até 64% do radical isopropil radiomarcado foi eliminado pelo ar expirado (42%), urina (20%) e fezes (2%). Após
72 horas, cerca de 90% do anel radiomarcado foi eliminado pela urina (58%) e fezes (32%). As maiores
concentrações de radioatividade associadas com o anel radiomarcado foram no sangue, fígado, pulmão, baço
e rins.
Efeitos Agudos:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg DL50 cutânea em ratos: > 2000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições de teste Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: não
irritante.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: apresentou irite e quemose nos três animais reversível dentro de 24
horas e hiperemia nos três animais reversíveis em 48 horas.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante Mutagênicidade: não mutagênico.
Efeitos Crônicos: Pode ocorrer dano hepático e renal. Eventualmente, depressão de S.N.C. Estudos em
roedores indicam alterações no peso dos órgãos.
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INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
(X ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos
e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetíveis a danos;
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas;
• Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza;
• Não utilize equipamento com vazamentos;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes;
• Aplique somente as doses recomendadas;
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a
contaminação da água;
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e
do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA
ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada;
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros
materiais;
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível;
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável;
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO;
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças;
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados;
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira
de Normas Técnicas – ABNT;
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
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3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada;
• Contacte as autoridades locais competentes e a empresa CCAB AGRO S.A., telefone de emergência:
AMBIPAR: 0800 117 2020 / 0800 707 7022 / 0800 707 1767;
• Utilize o Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão, luvas, botas de borracha, óculos protetor e
máscara com filtro).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou
corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado - Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma
pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais
ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua
devolução e destinação final.
• Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado acima.
• Corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do
vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados nas precauções no manuseio do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando- se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
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2025-11-18 - Bula Agrofit
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
• Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
• Após a realização da tríplice lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a
tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra;
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade;
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
Alameda Santos, 2159. CJ 61 e 62
Cerqueira Cesar - São Paulo/SP – CEP: 01419-100
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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E
RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais componentes.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos orgãos responsáveis.
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