Ameris
ALTA - America Latina Tecnologia Agrícola Ltda.- Curitiba
Herbicida
tebutiurom (uréia) (500 g/L)
Informações
Número de Registro
5514
Marca Comercial
Ameris
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
tebutiurom (uréia) (500 g/L)
Titular de Registro
ALTA - America Latina Tecnologia Agrícola Ltda.- Curitiba
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cana-de-açúcar
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cana-de-açúcar
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Cana-de-açúcar
Malvastrum coromandelianum
guanxuma (1); guaxima (2); malvastro
Cana-de-açúcar
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Setaria geniculata
bambuzinho; capim-rabo-de-gato (1); capim-rabo-de-raposa (1)
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Conteúdo da Bula
AMERIS
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AMERIS®
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 5514
COMPOSIÇÃO:
1-(5-tert-butyl-1,3,4-thiadiazol-2-yl)-1,3-dimethylurea (TEBUTIUROM) ………….500,0 g/L (50,00 % m/v)
Outros ingredientes.............................................................................................614,2 g/L (61,42 % m/v)
GRUPO C2 HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo, de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO: Uréia
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
ALTA - AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA
Avenida Silva Jardim, 2600 – 19ºandar – Água Verde - Curitiba/PR – CEP: 80240-020 Tel. (41) 3071-
9100 - CNPJ: 10.409.614/0001-85
Inscrição Estadual: 90.463.291-01 - Registro Estadual no 003483 – SEAB/PR
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
TEBUTIUROM TÉCNICO ALTA - Registro MAPA n° 4013:
LIANYUNGANG AVILIVE CHEMICAL CO., LTD.:
Dui Gou Gang Town (Chemical Industry Zone), Guan Nan Country, Lian Yun Gang City, Jiangsu
Province - China.
JIANGSU SEVENCONTINET GREEN CHEMICAL CO., LTD.:
North Area of Dongsha Chem-Zone 215600 - Zhangjiagang - Jiangsu – China.
TEBUTIUROM TÉCNICO ALTA III - Registro MAPA nº 5119:
JIANGSU KUAIDA AGROCHEMICAL CO., LTD.:
Rudong Coastal Economic Development Zone, Rudong Yankou Chemical lndustry Park, 226407,
Rudong, Jiangsu - China.
TEBUTHIURON TÉCNICO RAINBOW - Registro MAPA nº 5219
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.:
Binhai Economic Development Area, 262737 Weifang, Shandong – China.
FORMULADORES/MANIPULADORES:
FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA.:
Avenida Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III CEP: 38001-970 - Uberaba/MG -
CNPJ: 04.136.367/0005-11
Número de registro do estabelecimento/Estado: 210 IMA/MG
JIANGSU CHANGLONG CHEMICALS CO., LTD.:
N 1229, Changjiang North Road, New District of Chancgzhou, Jiangsu – China.
JIANGSU KUAIDA AGROCHEMICAL CO., LTD.:
Rudong Coastal Economic Development Zone, Rudong Yankou Chemical lndustry Park, 226407,
Rudong, Jiangsu – China.
JIANGSU SEVENCONTINET GREEN CHEMICAL CO., LTD.:
ALTA - América Latina Tecnologia Agrícola Ltda
Av Silva Jardim, 2600 - 19º Andar, Bairro Água Verde CEP: 80240 020 - Curitiba, Paraná - Brasil
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North Area of Dongsha Chem-Zone 215600 - Zhangjiagang - Jiangsu – China.
JIANGSU YUNFAN CHEMICAL CO., LTD.:
Nº 168 Jiangsu Road, Binjiang Fine Chemical lndustry Park, 226221, Qidong, Jiangsu – China.
JIANGXI HETIAN TECHNOLOGY CO., LTD.:
Tengfei Branch Road, Salt Chemistry Industrial Park, Xingan County, Jian City, Jiangxi Province –
China.
NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD.:
BeiHai Road, nº 1165, Ningbo Chemical Industry Zone, Xiepu Town 315040, Zhenhai District, Ningbo,
Zhejiang Province – China.
OURO FINO QUÍMICA S.A.:
Av. Filomena Cartafina, 22335, quadra 14, lote 5 – Distrito Industrial III - CEP: 38044-750 -
Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07
Número de registro do estabelecimento/Estado: 8.764 IMA/M
OXIQUÍMICA AGROCIÊNCIA LTDA.:
Rua Minervino de Campos Pedroso, 13 - Parque Industrial Carlos Tonanni – CEP: 14.871-360 –
Jaboticabal - SP - CNPJ: 65.011.967/0001-14 Reg. Est. Nº 101 – SAA/CDA-SP
PRENTISS QUÍMICA LTDA.:
Rodovia PR 423, km 24,5, Jardim das Acácias, - CEP: 83.603-000 - Campo Largo/PR - CNPJ:
00.729.422/0001-00 - Reg. Est. Nº 002669 – SEAB/PR
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.:
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737 – China.
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.:
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 – Uberaba/MG - CNPJ: 23.361.306/0001-
79 Número de registro do estabelecimento/Estado: 2972 IMA/MG (Comércio e Indústria) e 6627
IMA/MG (Armazenador e Comércio)
SULPHUR MILLS LIMITED:
(Planta 1) - 1904, A-18/18 G.I.D.C., Panoli, Dist - Bharuch, State - Gujarat – Índia;
(Planta 2) - 1905/1928/29/30, G.I.D.C., Panoli, Dist - Bharuch, State - Gujarat – Índia;
(Planta 3) - Plot nº 230/231/232, G I.D.C, Panoli, Dist. - Bharuch, State - Gujarat – Índia.
SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A.
Av. Parque Sul, 2.138 – 1º Distrito Industrial. Maracanaú/CE – CEP 61.939-000 - CNPJ:
07.467.822/0001-26 SEMACE/CE Nº 390/2018 – DICOP-GECON
TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.:
Av. Roberto Simonsen, 1459 - Bairro Recanto dos Pássaros - CEP: 13148-030 – Paulínia/SP -
CNPJ: 03.855.423/0001-81
Número de registro do estabelecimento/Estado: 477 CDA/SP
ZHEJIANG ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY GROUP CO., LTD.:
Zhongshan, Xiaopu, 313116, Changxing, Zhejiang – China.
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No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE- OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE É
OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Produto Importado / Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo fabril no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº
7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO
MUITO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da Faixa: Faixa azul (Azul PMS Blue 293 C)
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
AMERIS® é indicado para o controle em pré-emergência das plantas infestantes na cultura da
cana-de- açúcar nos tipos cana-planta ou soca, podendo ser aplicado antes ou após a emergência da
cultura.
CULTURA, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Plantas Volume de
Cultura
infestantes Dose Calda Número máximo Época, número e intervalo de
Nome comum / (L/ha) (L/ha) de aplicação aplicação
Nome científico
Capim-marmelada Solo
(Brachiaria Arenoso
plantaginea) 1,6
Capim-colchão 150 – 400 AMERIS®deve ser aplicado uma única
Cana-de-açúcar
(Digitaria (Aplicação vez durante o ciclo da cultura, sempre
horizontalis) Solo terrestre) em pré-emergência das plantas
Areno 1 infestantes, podendo a cultura estar
Capim-carrapicho argiloso 40 em pré ou pós-emergência, desde que
(Cenchrus 2,0 (Aplicação haja perfeita distribuição do herbicida
echinatus) aérea) no solo
Capim-rabo-de-
raposa
(Setaria Solo
geniculata) Argiloso
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Capim-pé-de- 2,4
galinha
(Eleusine indica)
Capim-braquiária
(Brachiaria
decumbens)
Capim-colonião
(Panicum
maximum)
Picão-preto
(Bidens pilosa)
Poaia-branca
(Richardia
brasiliensis)
Guanxuma
(Malvastrum
coromandelianum)
Falsa-serralha
(Emilia sonchifolia)
Caruru-roxo
(Amaranthus
hybridus)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
Beldroega
(Portulaca
oleracea)
Trapoeraba
(Commelina
benghalensis)
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Quando aplicado em solo com boas condições de umidade, AMERIS® age imediatamente no controle
das plantas daninhas que iniciarem a germinação. Quando aplicado em solo seco, devido a grande
ação residual, o produto permanecerá na superfície do solo, e assim que ocorrerem as primeiras
chuvas irá atuar no controle das plantas daninhas que iniciarem a germinação. O produto deve ser
aplicado após o plantio (em cana planta) ou depois do corte (em cana soca), em pré-emergência das
plantas daninhas.
A aplicação do herbicida AMERIS® poderá ser efetuada através de pulverização terrestre, através de
pulverizadores costais manuais, tratorizados de barra, autopropelidos por via aérea, conforme
recomendações
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterada
considerando as suas especificações técnicas. Os menores volumes de calda são aplicados no início
do desenvolvimento da cultura e/ou das plantas infestantes e os maiores quando há o pleno
desenvolvimento vegetativo.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas e baixo potencial de
deriva.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as
recomendações do fabricante do equipamento.
Preparo da Calda:
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no
item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o
equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para
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realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Para melhor
preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade.
Ligar o agitador e adicionar o produto de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o
agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Para pulverizadores costais manuais ou costais motorizados que não dispõe de agitador: Utilize
um pulverizador com capacidade de 20 litros. A fim de evitar peso exagerado e facilitar o trabalho, é
recomendado que se trabalhe com apenas 10 litros em cada abastecimento no pulverizador costal.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
Equipamento costal
A aplicação deve ser dirigida sobre a folhagem das plantas daninhas até o ponto de escorrimento nas
folhas, observando que esteja ocorrendo uma boa cobertura sobre as plantas daninhas ou no
tronco/caule até o ponto de escorrimento, imediatamente após o corte. Utilizar bicos de jato que
proporcionem classe de gotas que evitem deriva, usar gotas médias a grossas. Em geral, é
recomendado utilizar estrutura de proteção (protetor tipo chapéu de napoleão), de modo a evitar a
possibilidade do jato atingir a cultura.
Pulverizadores de barra ou autopropelidos
Classe de gotas: Utilizar gotas grossa a muito grossa. Independente do equipamento utilizado, o
tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o
maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as
orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as
orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: Aplicar somente com pontas de pulverização tipo leque que produzam gotas
grossas a extremamente grossas, para a redução de deriva, tal como pontas com INDUÇÃO DE AR.
Cabe ao Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação ou responsável técnico pela aplicação
indicar a ponta de pulverização mais adequada, observando sempre a classe de gotas indicadas (gotas
grossas a extremamente grossas), no intuito de evitar o efeito de deriva na aplicação, devendo sempre
seguir parâmetros técnicos para a cultura, equipamento e condições meteorológicas.
Ajuste da barra: A altura da barra e o espaçamento entre pontas de pulverização deve permitir uma
boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante,
não ultrapassando 50 cm, tanto de espaçamento entre as pontas de pulverização, quanto para altura da
barra de pulverização em relação ao alvo. Todas as pontas de pulverização da barra deverão ser
mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da
barra para a menor possível, a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à
evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas de pulverização na barra de aplicação de forma a
permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para
as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: 150 - 400 L/ha
Pressão: 30 – 70 psi ou lbf/pol²
APLICAÇÃO AÉREA:
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas
práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições
constantes na legislação Municipal, Estadual e Federal concernentes às atividades aeroagrícolas e
sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronave devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras
apropriadas e que tenha capacidade técnica de fornecer dados do mapa de voo realizado. Regular o
equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar
a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
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Classe de gotas: Utilize gotas grossas a extremamente grossas. Independente do equipamento
utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto,
aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro
Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: Utilizar preferencialmente, bicos de jato cônico vazio ou bicos de jato sólido
com discos de orifício compatíveis com o tamanho de gota a ser produzida e tipo de aeronave utilizada,
sempre utilizar a condição de ângulo de 0° (na direção do fluxo de ar). Use a ponta apropriada para o
tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. O operador deve
ajustar os fatores operacionais para obter uma gota grossa a muito grossa e entender que a velocidade
de voo e a pressão de trabalho são fatores primários no controle do tamanho de gota.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o
desempenho dos elementos geradores de gotas. Use o menor número de bicos com a maior vazão
possível, e que proporcione uma cobertura uniforme. O comprimento da barra não deve exceder ¾ da
asa ou do comprimento do rotor - Barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de vôo: de 3 a 4 metros em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo
sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou
modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma
largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa
cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para
as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: 30 - 50 L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo
responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do
equipamento e tecnologia de aplicação.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas
indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do
Engenheiro Agrônomo.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como indicado abaixo. Os
valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores
instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30ºC;
Umidade relativa do ar acima de 50%;
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/h;
LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote
todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção
individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não
limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da
limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas
indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro
Agrônomo.
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INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cana-de-açúcar……................................................................……… (1)
(1) Intervalo de segurança, não determinado devido à modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Uso exclusivamente agrícola.
AMERIS® deve ser aplicado somente na cultura da cana- de- açúcar.
Fitotoxicidade:
- O produto não é fitotóxico para a cultura indicada, quando utilizado de acordo com as recomendações
do fabricante.
Outras Restrições a Serem Observadas:
- Culturas intercalares à cana-de-açúcar ou rotacionais, não devem ser praticadas dentro de 24 meses
após a última aplicação de AMERIS® A implantação de culturas intercaladas ou rotacionais será
condicionada ao estrito seguimento das doses recomendadas para a cana-de-açúcar no plantio ou na
cana soca, com a consequente redução de doses nas aplicações seguintes.
- Não utilizar AMERIS® nas calçadas, estradas, gramados, pátios, quadras de tênis ou áreas similares,
onde se estendam as raízes de árvores ou de outras plantas que se desejam conservar, ou em locais
onde o produto possa ser arrastado, entrando em contato com essas raízes.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOSIMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C2 para o controle do mesmo alvo,
quando apropriado.
Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
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para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR:
www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO C2 HERBICIDA
O produto herbicida AMERIS® é composto por Tebutiurom que apresenta mecanismo de ação dos
Inibidores da Fotossíntese no fotossistema II, pertencente ao Grupo C2, segundo classificação
internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DADOS RELATIVOS
À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
- recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas
e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e de animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, avental impermeável,
respirador, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra
produtos químicos.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado (filtro químico
contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção
lateral; touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção
individual (EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
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pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em
que estiver sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento, aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado (filtro químico
contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção
lateral; touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
os avisos até o final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
tratadas logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com
tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, botas de borracha, avental impermeável,
respirador, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra
produtos químicos.
- Os equipamentos de proteção individual (EPl) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, avental impermeável, botas de borracha, macacão com tratamento
hidrorrepelente, luvas de proteção contra produtos químicos e respirador.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida:
a) Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa.
b) Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança
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Av Silva Jardim, 2600 - 19º Andar, Bairro Água Verde CEP: 80240 020 - Curitiba, Paraná - Brasil
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ATENÇÃO Nocivo se ingerido
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando
a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber
ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-
la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio,
anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo
menos 15 minutos.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR AMERIS -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Uréia
Classe CATEGORIA 4 – Produto Pouco Tóxico
toxicológica
Vias de exposição Oral, dérmica, ocular e inalatória.
Estudos de toxicocinética com tebutiurom foram conduzidos com animais
de laboratório e o produto foi rapidamente absorvido e extensivamente
metabolizado e excretado principalmente pela urina (84-95%) e em menor
proporção pelas fezes (1-31%), em 72 horas. Foi encontrada a excreção
Toxicocinética
biliar em ratos. A maior parte dos metabólitos do Tebutiurom que são
excretados pela urina, mantem a configuração da ureia e resultam de
demetilação na posição 3 e oxidação do grupo demetiletil. Não houve
evidências de bioacumulação.
Toxicodinâmica O mecanismo de toxicidade em humanos é desconhecido. Atua nas
(Mecanismos de plantas por inibir a fotossíntese através do bloqueio do transporte de
toxicidade) elétrons.
Exposição Aguda:
Sinais e sintomas
Dérmica Não foi sensibilizante dérmico
Ocular Irritação (conjuntivite)
Sintomas e sinais
Inalatória Irritação (tosse, traquipneia, cefaleia)
clínicos
Oral Náuseas, vômitos, diarreia e quando ingerido em grandes
quantidades pode causar metahemoglobinemia associado a
dispneia, depressão do sistema nervoso central e cianose
não responsiva.
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Exposição Crônica: pode causar metahemoglobinemia e alterações do
sistema nervoso.
Os outros componentes usados na formação podem incrementar as
propriedades irritantes de pele e mucosas, bem como induzir depressão
Outros
do sistema nervoso central, acidose metabólica, insuficiência renal,
Componentes
arritmias, hipotensão, parada cardíaca e óbito, especialmente em
crianças que são mais susceptíveis.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro
clínico compatível.
Diagnóstico Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação
aguda, trate o paciente imediatamente.
Dosagem de metahemoglobina deve ser feito em todos os pacientes com
cianose.
Antídoto: Não há antídoto específico.
• Em caso metahemoglobinemia: Administre 1 a 2 mg/kg de uma
solução de Azul de Metileno a 1%, lentamente, via intravenosa em
pacientes sintomáticos. Doses adicionais podem ser necessárias.
• Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação,
proteção das vias respiratórias, de aspiração: tratamento sintomático e
de suporte.
Exposição Oral:
• Carvão Ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode
diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a
ingestão (1hora).
Suspensão: (30 g de carvão/240ml de água). Dose: 25 a 100g em
adultos; 25 a 50g em crianças de 1 a 12 anos e 1g/kg em < 1ano.
Tratamento • Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias
aéreas permeáveis; aspiras secreções, administrar oxigênio e
entubar se necessário. Atenção especial para parada respiratória
repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida se
requerido. Fluidos intravenosos e monitorização de oxigenação
(oximetria/gasometria), eletrólitos, ECG, etc.
• Convulsões: indicado benzodiazepínicos IV: Diazepam –
ADULTOS 5-10mg; crianças 0,2-0,5mg/kg, e repetir a cada 10-
15minutos ou LORAZEPAM adultos 2-4mg; crianças 0,05-
0,1mg/kg. Considerar FENOBARBITAL ou PROPOFOL na
recorrência das convulsões em > 5 anos.
• Hemodiálise: pode ser requerido em caso de intoxicação grave,
insuficiência renal e acidose grave.
Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento
dos sintomas.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e
Contraindicações
de pneumonite química.
Efeitos das
interações Com outras ureias.
químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre
diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação 0800-722-
6001.
ATENÇÃO Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
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As Intoxicações por Agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças
e Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Centro do Controle de Envenenamento do Paraná: 0800 41 0148
ALTA – AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA. (PLANITOX
LINE):
0800 701 0450
Endereço eletrônico da Empresa: www.altadefensivos.com.br
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
DL50 oral em ratos: >300 - 2000 mg/kg.
DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/kg.
CL50 inalatória em ratos: Não determinado nas condições de testes.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: A substância-teste aplicada na pele dos coelhos produziu
eritema em 3/3 dos animais, e edema em 2/3 dos animais. Todos os sinais de irritação retomaram ao
normal na leitura em 24 horas após o tratamento para 2/3 dos animais e em 48 horas após o tratamento
para 1/3 dos animais.Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento foi
observada durante o período de observação.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: A substância-teste aplicada no olho dos coelhos produziu
hiperemia conjuntiva em 3/3 dos olhos testados, e secreção conjuntiva! em 1/3 dos olhos testados.
Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 48 horas após o tratamento para 3/3
dos olhos testados. Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento foi notada
durante o período de observação.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Em ratos, a exposição crônica ao Tebutiurom causou redução de peso e afetou principalmente o fígado,
sangue (sulfohemoglobinemia, metahemoglobinemia, anemia leve, aumento da eritropoiese,
hemossiderose esplênica), rim (incremento no peso) e pâncreas. Em cães causou anorexia, diarreia e
incremento no peso dofígado, rim e tireoide.
Em estudo em ratas prenhas expostas ao Tebutiurom observou-se redução no peso e no consumo da
dieta materna, mas não houve efeitos no desenvolvimento.
Em coelhas prenhas expostas produziu incremento no número de fetos por ninhada e diminuição do
peso fetal.
Não houve evidências de genotoxicidade, mutagenicidade, carcinogenicidade, teratogenicidade.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
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(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso ao meio ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco perigoso ao meio ambiente (CLASSE IV)
Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentado alto potencial de deslocamento no solo, podendo
atingir principalmente água subterrâneas.
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público
e 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de
animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
aeroagrícolas.
• Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água.
Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ALTA – AMÉRICA LATINA
TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA.
• Telefone da empresa: 0800 707 7022 e 0800 17 20 20.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve
ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua
devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
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o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a
serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em
questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico, ficando a
favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s –
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
• Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
• Faça essa operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem dever ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para a lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
• Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
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rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OUMUNICIPAL
• Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal
concernentes as atividades agrícolas.
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