Alea
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Inseticida
Espinosade (espinosinas) (480 g/L)

Informações

Número de Registro
7898
Marca Comercial
Alea
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
Espinosade (espinosinas) (480 g/L)
Titular de Registro
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Não sistêmico
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Alabama argillacea
Curuquerê; Curuquerê-do-algodoeiro
Algodão
Frankliniella schultzei
Tripes
Algodão
Heliothis virescens
Lagarta-das-maçãs
Milho
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Soja
Anticarsia gemmatalis
Lagarta-da-soja; Lagarta-desfolhadora

Conteúdo da Bula

                                    Alea®
                                                  <logomarca do produto>

Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 07898

COMPOSIÇÃO:
Mixture of (2R,3aR,5aR,5bS,9S,13S,14R,16aS,16bR)-2-(6-deoxy-2,3,4-tri-O-methyl-α-L-
mannopyranosyloxy)-13-(4-dimethylamino-2,3,4,6-tetradeoxy-ß-D-erythropyranosyloxy)-9-ethyl-
2,3,3a,5a,5b,6,7,9,10,11,12,13,14,15,16a,16b-hexadecahydro-14-methyl-1H-8-oxacyclododeca[b]as-
indacene-7,15-dione and (2S,3aR,5aS,5bS,9S,13S,14R,16aS,16bR)-2-(6-deoxy-2,3,4-tri-O-methyl-α-L-
mannopyranosyloxy)-13-(4-dimethylamino-2,3,4,6-tetradeoxy-ß-D-erythropyranosyloxy)-9-ethyl-
2,3,3a,5a,5b,6,7,9,10,11,12,13,14,15,16a,16b-hexadecahydro-4,14-dimethyl-1H-8-oxacyclo dodeca[b]as-
indacene-7,15-dione in the proportion 50-95% to 50-5%
(ESPINOSADE).................................................................................................480,00 g/L (48,00% m/v)
Outros Ingredientes..........................................................................................609,93 g/L (60,99% m/v)


                GRUPO                                           5                                   INSETICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO.

CLASSE: Inseticida não sistêmico de origem biológica.

GRUPO QUÍMICO:
ESPINOSADE: Espinosinas

TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC).

TITULAR DO REGISTRO (*):
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Avenida Tamboré, 267 - Edifício Canopus, Torre Sul, Bloco A, 8° andar, conjunto 81-A, Sala CTVA
Tamboré - CEP: 06460-000 - Barueri/SP- CNPJ: 47.180.625/0001-46
Fone: 0800 772 2492 - Registro no Estado n° 650 - CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
SPINOSAD TÉCNICO
Registro MAPA nº 07498
Corteva Agriscience LLC
305 N. Huron Avenue, Michigan, 48441 - Harbor Beach, Estados Unidos da América

FORMULADOR:
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Rodovia Presidente Tancredo de Almeida Neves, 3300 - Glebas - CEP: 07809-105 - Franco da Rocha/SP
CNPJ: 47.180.625/0021-90 - Registro no Estado nº 678 - CDA/SP

Corteva Agriscience Argentina S.R.L.
Hipolito Irigoyen 2900, Santa Fe, Puerto General San Martin, S2202DRA - Argentina

Corteva Agriscience de Colombia S.A.S.
Mamonal, Km 14, Bolivar Apartado, 2888, Cartagena - Colômbia




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Corteva Agriscience LLC
2509 Rocky Ford Road, Valdosta, Georgia 31601 - Estados Unidos da América

Helena Industries, LLC
434 Fenn Road, Cordele, Georgia 31015 - Estados Unidos da América

Adama Brasil S.A.
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 - Londrina/PR
CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Registro no Estado nº 003263 - ADAPAR/PR

Adama Brasil S.A.
Av. Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000 - Taquari/RS
CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Registro no Estado nº 00001047/99 - SEAPA/RS

UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Rod. Sorocaba - Pilar do Sul, s/nº - km 122 - CEP: 18160-000 - Bairro Industrial - Salto de Pirapora/SP
CNPJ: 02.974.733/0010-43 - Registro no Estado nº 476 - CDA/SP

FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-760 - Uberaba/MG
CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Registro no Estado nº 210 - IMA/MG

Iharabras S.A. Indústrias Químicas
Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - CEP: 18087-170 - Sorocaba/SP
CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Registro no Estado nº 8 - CDA/SP

Nortox S.A.
Rodovia BR 369, km 197 - Aricanduva - CEP: 86700-970 - Arapongas/PR
CNPJ: 75.263.400/0001-99 - Registro no Estado nº 466 - ADAPAR/PR

Nortox S.A.
Rodovia BR 163, km 116 - Parque Industrial Vetorasso - CEP: 78740-275 - Rondonópolis/MT
CNPJ: 75.263.400/0011-60 - Registro no Estado nº 183/06 - INDEA/MT

Ouro Fino Química S.A.
Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - lote 5 - Dist. Industrial III - CEP: 38044-750 - Uberaba/MG
CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Certificado de Registro IMA nº 8.764

Prentiss Química Ltda.
Rodovia PR - 423 s/nº - km 24,5 - Jardim das Acácias - CEP: 83603-000 - Campo Largo/PR
CNPJ: 00.729.422/0001-00 - Registro no Estado nº 002669 - ADAPAR/PR

Sipcam Nichino Brasil S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro no Estado nº 2.972 - IMA/MG

Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Av. Roberto Simonsen, 1459 - Recanto dos Pássaros - CEP: 13148-030 - Paulínia/SP
CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro no Estado nº 477 - CDA/CFICS/SP




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                  Nº do lote ou partida:
                   Data de fabricação:             VIDE EMBALAGEM
                   Data de vencimento:

     ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
                          CONSERVE-OS EM SEU PODER.

            É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                                    PROTEJA-SE.

                    É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                        Indústria Brasileira
 (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º e 273º do
                             Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)



CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
                                  AGUDO

              CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
                       III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




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INSTRUÇÕES DE USO:
Alea é indicado para o controle de insetos-praga nas culturas de Algodão, Milho e Soja.

Culturas, Alvos, Modo de Aplicação, Doses, Número, Época e Intervalo de Aplicação:
  Cultura              Alvos                   Dose                   Época de Aplicação

                 Lagarta-das-maçãs
                                          50 - 125 mL/ha
                (Heliothis virescens)
                                                          Monitorar o cultivo/praga e aplicar o
                       Tripes
                                          100 - 150 mL/ha produto quando o nível de dano
              (Frankliniella schultzei)                   econômico for atingido.

                     Curuquerê
                                           25 - 50 mL/ha
                (Alabama argillacea)
 Algodão
             Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4

             Intervalo de Aplicação:
             10 dias para Tripes
             Será determinado em função da reinfestação para Lagarta-das-maçãs e Curuquerê

             Volume de calda:
             - Aplicação terrestre: 100 - 200 L/ha
             - Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha

                                                           Monitorar o cultivo/praga e aplicar o
                Lagarta-do-cartucho
                                          37,5 - 100 mL/ha produto quando o nível de dano
              (Spodoptera frugiperda)
                                                           econômico for atingido.

             N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 3
   Milho     Intervalo de Aplicação: será determinado em função da reinfestação

             Volume de calda:
             - Aplicação terrestre:
             200 L/ha no estádio inicial de desenvolvimento da cultura
             400 L/ha em qualquer fase de desenvolvimento da cultura após o estádio inicial

                                                          Monitorar o cultivo/praga e aplicar o
                  Lagarta-da-soja
                                          12,5 a 50 mL/ha produto quando o nível de dano
              (Anticarsia gemmatallis)
                                                          econômico for atingido.

             Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2
    Soja     Intervalo de Aplicação: será determinado em função da reinfestação

             Volume de calda:
             - Aplicação terrestre: 100 - 200 L/ha
             - Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha


MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Alea poderá ser aplicado por meio de pulverizadores costais (manual ou motorizado) e tratorizados. Para as
culturas de Algodão e Soja também poderão ser empregadas aeronaves agrícolas equipadas com barras e
pontas específicas. Equipamentos de irrigação tipo pivô central poderão ser empregados para a cultura do
Milho. O volume de calda varia de acordo com a cultura, devendo ser aplicado em quantidade de água
suficiente para uma cobertura completa e uniforme das plantas.



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Aplicações Terrestres:
Os parâmetros de aplicação através de equipamento costal ou tratorizado, como tipo de pontas, pressão
de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo
fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
As aplicações via equipamentos de irrigação tipo pivô central devem sempre: utilizar equipamentos de
irrigação bem ajustados, que possibilitem cobertura uniforme do produto; utilizar sistemas de injeção
completos e adequadamente calibrados, seguindo as orientações do fabricante; verificar as características
da área a ser tratada, quantidade de produto necessária e a taxa de injeção; utilizar equipamentos de
proteção individual.

Aplicações com Aeronaves Agrícolas:
Esta modalidade de aplicação pode ser utilizada para as culturas de Algodão e Soja. Recomenda-se a
utilização de barras com pontas específicas ou atomizadores rotativos do tipo “Micronair”, sempre
procurando obter uma boa cobertura na aplicação. Toda aplicação com aeronave agrícola deve ser
controlada/monitorada por GPS.

Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola
Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) ou que tenham sido capacitadas e treinadas pela Corteva
Agriscience, através do nosso programa de Boas Práticas Agrícolas, para realizar a aplicação aérea deste
produto. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer
aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da
bula do produto.

A Corteva não recomenda a aplicação via aeronaves remotamente pilotadas (drones) para o produto Alea
por não termos informações técnicas que respaldem esta modalidade.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
      - Temperatura ambiente: igual ou inferior a 30ºC.
      - Umidade relativa do ar: acima de 50%.
      - Velocidade do vento: calmo (entre 2 e 10 km/h).
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas
pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão ............................................................................................................................................. 7 dias
Milho ................................................................................................................................................. 7 dias
Soja ................................................................................................................................................... 9 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção
individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
A Corteva não recomenda a aplicação via aeronaves remotamente pilotadas (drones) para o produto Alea
por não termos informações técnicas que respaldem esta modalidade.
Nenhuma outra limitação de uso é conhecida. Para maiores informações consulte um Engenheiro Agrônomo.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO.


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DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÃO SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

             GRUPO                                   5                             INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida Alea pertence ao grupo 5 (Moduladores alostéricos de receptores nicotínicos da acetilcolina -
Espinosinas) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco
de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do Alea como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é
necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência.
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:

    • Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 5. Sempre rotacionar com produtos
      de mecanismo de ação efetivos para a praga-alvo.
    • Usar Alea ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação”
      (janela) de cerca de 30 dias.
    • Aplicações sucessivas de Alea podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de
      aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
    • Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso
      específico do Alea, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico das
      Espinosinas não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações
      recomendadas na bula.
    • Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do Alea ou outros produtos do Grupo 5 quando
      for necessário.
    • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a
      serem controladas.
    • Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
      culturas, controle biológico, controle por comportamento, etc., sempre que disponível e apropriado.
    • Utilizar as recomendações de dose e modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.
    • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
      regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas.
    • Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para
      o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de
Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.




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                       DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS:

•   Produto para uso exclusivamente agrícola.
•   O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
•   Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
•   Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
•   Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
•   Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
    boca.
•   Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
    fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
•   Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
    áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
•   Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
    socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
•   Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
    alcance de crianças e animais.
•   Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
    calça, jaleco, botas, avental, respirador, viseira, touca árabe e luvas.
•   Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
    forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS
  SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente; botas
  de borracha; avental impermeável; respirador com filtro mecânico classe P2; viseira; touca árabe e
  luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
  (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
  tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
  sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
  melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato ou permitir que outras pessoas
  também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente; botas de
  borracha; avental impermeável (quando utilizar equipamento costal); respirador mecânico classe P2;
  viseira; touca árabe e luvas de nitrila.




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PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos
  até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
  produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
  (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entre em áreas tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
  tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as botas e as luvas ainda vestidas
  para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
  trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
  família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça, jaleco, luvas de
  nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
  touca árabe, viseira, avental impermeável, jaleco (cuidado para não virar do avesso), botas, calça
  (desamarre e a deixe deslizar até o chão), luvas e respirador.
• A manutenção e limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros dos respiradores, seguindo corretamente as especificações do
  fabricante.

                          ATENÇÃO                    Pode ser nocivo se ingerido
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço de emergência, levando a embalagem, o
rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa
de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.

                                     INTOXICAÇÕES POR ALEA
                                      INFORMAÇÕES MÉDICAS

   Grupo químico       Espinosade: Espinosinas
    Classificação
                       CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
    toxicológica
 Vias de exposição     Oral, dérmica e mucosa.
                       Após absorção o produto é rapidamente metabolizado e eliminado pelas fezes e
                       pela urina.
                       Em estudos com ratos, o produto radiomarcado administrado oralmente em
   Toxicocinética      doses de até 100 mg/kg de peso vivo foi rapidamente absorvido, metabolizado
                       e excretado. A rota de absorção foi ingestão e a principal rota de excreção foi
                       fecal para ambos os fatores (A e D). Cerca de 80% do fator A e 66% do fator D
                       foram absorvidos, sendo que 20% do fator A e 34% do fator D foram excretados
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                     sem absorção.
                     Após 48 horas da administração da dose, 60% e 80% dos fatores A e D,
                     respectivamente, foram recuperados na urina e fezes. A maior rota de
                     metabolismo e excreção aparentemente foi a conjugação com glutathione,
                     posterior secreção pela bile e excreção através das fezes. A meia vida variou
                     de 25-42 horas.
                     Estimulação dos receptores nicotínicos da acetilcolina das células pós-
  Toxicodinâmica     sinápticas, com possível atuação no sistema GABA; susceptível de causar
                     excitação dos motoneuronas.
                     Irritação e dor ocular. Irritação cutânea.
                     Em caso de grande absorção, pode aparecer uma síndrome nicotínica:
                     midríase, mialgia, fasciculações musculares, tremores e fraqueza. Pode haver
 Sintomas e Sinais
                     paralisia de musculatura respiratória levando à morte. Taquicardia e hipertensão
      Clínicos
                     arterial podem manifestar-se.
                     Exposição crônica ou repetida: possibilidade de lesões renais e hepáticas -
                     vacuolização intracitoplasmática, com acumulação de fosfolipídios.
                     O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da
                     exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Para a confirmação
    Diagnóstico
                     em casos de exposições crônicas ou ocupacionais com sintomas
                     inespecíficos sugere-se a pesquisa do ingrediente ativo no sangue e urina.
                     Antídoto: Não há antídoto específico. Tratamento sintomático
                     • Utilizar luvas e avental durante a descontaminação:
                     As     medidas      abaixo     relacionadas    devem      ser   implementadas
                     concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação.
                     Descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais.
                     • Remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da
                     pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria
                     abundante e sabão. Remover vítima para local ventilado.
                     • Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com Soro Fisiológico
                     ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
    Tratamento       • Em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora), proceder à
                     lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do
                     risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em
                     adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano,
                     diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de
                     água.
                     • Suporte e tratamento sintomático: Manter vias aéreas permeáveis, se
                     necessário através de intubação orotraqueal, aspirar secreções e oxigenar.
                     Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada
                     respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidas de
                     assistência ventilatória, se necessário, e controlar função renal e hepática.

 Contraindicações    O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração.

    Efeitos das
    Interações       Nenhum efeito sinérgico é conhecido.
     Químicas
                     Para notificar os casos e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
                     tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional
                     de      Centros      de     Informação      e    Assistência       Toxicológica
     ATENÇÃO         (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por agrotóxicos e afins estão
                     incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o
                     caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
                     Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
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                       Telefone de Emergência da empresa: 0800 772 2492


MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens de Toxicocinética e Toxicodinâmica.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto formulado):
DL50 oral para ratos: ˃ 5000 mg/kg;
DL50 cutânea em coelhos: > 5000 mg/kg;
CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste.
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: Quatro de seis animais tratados apresentaram leve eritema
após 30 minutos de observação e foi totalmente reversível em até 48 horas. Não foi observado edema em
nenhum dos animais.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: Foi observado leve vermelhidão da conjuntiva na primeira hora
de observação nos três animais tratados. Os efeitos foram totalmente reversíveis em 24 horas. Não foram
observados quemose, secreção e efeitos na íris ou córnea de nenhum dos animais testados.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante dérmico.
Sensibilização respiratória: O produto não é sensibilizante respiratório.
Mutagenicidade: Não mutagênico.

Efeitos crônicos (Resultantes de ensaios com animais - Produto Técnico):
Em estudo crônico realizado por dois anos com ratos recebendo administração diária, o grupo de animais que
recebeu doses superiores às máximas toleradas apresentou diminuição de peso e aumento na mortalidade



                      DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
   AMBIENTE
- Este produto é:
   ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
   ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
   (X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
   ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos. Não
   aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
   (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público
   e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de
   animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
   aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.




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-   Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite
    a contaminação da água.
-   A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
    água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
   PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
   ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver as embalagens rompidas ou
   para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
   Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa CTVA Proteção de Cultivos Ltda. - telefone
   da empresa: 0800 772 2492.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
   óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
   ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
   Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de
   uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve
   ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua
   devolução e destinação final.
   Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
   material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
   conforme indicado.
   Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
   órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
   adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e
   da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO 2 ou pó químico, ficando
   a favor do vento, para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
   DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
   UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos
de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
    vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.



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Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
   boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
   direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada
  com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
  coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
  guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
   tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
   fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
   de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
   de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
   de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
   rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
  coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
  guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
  separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
   tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
   fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
   de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
   de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
   de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
   rações, animais e pessoas.


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                                                                                      Página 12 de 13
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
  coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas
  as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
   produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
   rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
   realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
   competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
   O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
   EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
   contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
   pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
   equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
   como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
   medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
   OU MUNICIPAL:
- O agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes de legislação municipal, estadual e federal
   antes de recomendar o produto para se certificar que o produto, o modo de aplicação, o alvo e/ou a
   cultura são permitidos localmente.




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