Agrimuron
Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda.- Porto Alegre /RS
Herbicida
clorimurom-etílico (sulfoniluréia) (250 g/kg)
Informações
Número de Registro
07724
Marca Comercial
Agrimuron
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
clorimurom-etílico (sulfoniluréia) (250 g/kg)
Titular de Registro
Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda.- Porto Alegre /RS
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico/ Seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Soja
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Soja
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Soja
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Soja
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Soja
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Blainvillea latifolia
canela-de-urubú; erva-de-urubú; erva-palha (1)
Soja
Calopogonium mucunoides
calopogônio; falso-oró; feijão-sagu
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Soja
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Soja
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Soja
Hyptis lophanta
catirina; cheirosa (1); fazendeiro (3)
Soja
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Soja
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Soja
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Soja
Melampodium perfoliatum
botão-de-cachorro; estrelinha (1); flor-amarela (1)
Soja
Parthenium hysterophorus
coentro-do-mato; fazendeiro (1); losna-branca
Soja
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Soja
Raphanus sativus
nabiça (2); nabo (2); rabanete
Soja
Senecio brasiliensis
flor-das-almas; flor-de-finados; maria-mole (2)
Soja
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Soja
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Soja
Tridax procumbens
erva-de-touro
Soja
Vigna unguiculata
feijão-de-corda; feijão-fradinho; feijão-macassar
Conteúdo da Bula
AGRIMURON
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 07724
COMPOSIÇÃO:
Ethyl 2-(4-chloro-6-methoxypyrimidin-2-ylcarbamoylsulfamoyl)benzoate (CLORIMUROM-ETÍLICO)
............................................................................................................................................ 250 g/kg (25% m/m)
Outros ingredientes ............................................................................................................ 750 g/kg (75% m/m)
GRUPO B HERBICIDA
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida pós-emergente, sistêmico e seletivo
GRUPO QUÍMICO: Sulfoniluréia
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos Dispersíveis em Água (WG)
TITULAR DO REGISTRO (*):
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS Ltda
Avenida Cristovão Colombo, 2948 – salas 1001, 1002 e 1003, Floresta – Porto Alegre/RS – CEP: 90560-002 Tel. (51)
3237 6414
CNPJ: 10.486.463/0001-69 – Inscrição Estadual: 096/3276190 - Registro Estadual no 1928/09 – SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
CLORIMURON-ETIL TÉCNICO RAINBOW – Registro MAPA nº 11414
JIANGSU INSTITUTE OF ECONOMES
Endereço: 102, Ximen Street, Jintan, Jiangsu 213200, República Popular da China
FORMULADORES:
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Zone, Weifang, Shandong, 262737 - República Popular da China
RAINBOW AGROSCIENCES S.A.
Cerrito 866, 1º piso, C.A.B.A. C.P. 1010 - Argentina
ZHEJIANG PIONEER CROPSCIENCE CO., LTD.,
Nº 1 ChuangyezhiRoad, Fine Chemical Industrial Park, GaoziStreet, Dantu District, Zhenjiang City, Jiangsu Province,
China
IMPORTADORES:
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia PR-090, 5.695, km 5 - armazém 1K - Parque Industrial Nenê Favoretto - CEP: 86200-000 - Ibiporã/PR
CNPJ: 10.486.463/0003-20. Nº do registro do estabelecimento no estado: 1000322 - ADAPAR/PR
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Avenida Constante Pavan, 4.633 - Betel - CEP: 13148-198 - Paulínia/SP
CNPJ: 10.486.463/0004-01. Nº do registro do estabelecimento no estado: 4402 - CDA/SP
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Área Rural Projetada, n° 150, Armz 1AK Anexo I - Area Rural de Cuiabá - CEP: 78.099-899 - Cuiabá/MT
CNPJ: 10.486.463/0005-92. Nº do registro do estabelecimento no estado: 29164 - INDEA/MT
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av. Maria Elias Lisboa Santos, s/nº Quadra 07 Lote 05 salas 09 – Parque Industrial Aparecida Vice-presidente José de
Alencar – Aparecida de Goiânia/GO - CEP:74993-530
CNPJ: 10.486.463/0006-73. Nº do registro do estabelecimento no estado: 5139/2023 – AGRODEFESA/GO
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia BR-050, km 185 - sala 9 - Jardim Santa Clara - CEP: 38038-050 - Uberaba/MG
CNPJ: 10.486.463/0008-35. Nº do registro do estabelecimento no estado: 19.883 - IMA/MG
Rev20250207
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Produto Importado
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL – Classe III – Produto Perigoso
ao Meio Ambiente
Rev20250207
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA– MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
AGRIMURON é um herbicida seletivo de ação sistêmica pertencente ao grupo químico das sulfoniluréias,
recomendado para o controle de plantas infestantes de folhas largas na cultura da soja, sendo rapidamente
absorvido através de folhas e raízes, com translocação por toda a planta. Age inibindo a enzima acetolactato
sintase (ALS), responsável pela síntese dos aminoácidos vanila, leucina e isoleucina. A inibição desta enzima
interrompe a produção de proteínas, interferindo na divisão celular e levando a planta à morte.
CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES E DOSES:
Pós-emergência da soja e das plantas infestantes:
Doses
Alvo Número de Época/Intervalo de Volume de
Cultura Nome científico Produto Aplicações Aplicação Calda
(Nome comum) Comercial L/ha
(g/ha)
Acanthospermum australe
(Carrapicho-rasteiro)
Acanthospermum hispidum
(Carrapicho-de-arneiro)
Ageratum conyzoides
(Mentrasto)
Amaranthus hybridus
(Caruru)
Amaranthus viridis Aplicar em pós-
(Caruru-roxo) emergência das plantas
Bidens pilosa infestantes de folhas Aplicação
(Picão-preto)
largas (dicotiledôneas), terrestre:
Blainvillea latifolia
quando a soja estiver a 100 a 200
(Erva-palha)
partir do 3º trifólio. Utilizar L/ha
Spermacoce latifolia
as doses menores para
(Erva-quente)
baixas infestações ou
Commelina benghalensis
(Trapoeraba) plantas infestantes em
Desmodium tortuosom 60 a 80 estágio de 2 a 4 folhas, e
(Desmódio) as doses maiores para
Soja Galinsoga parviflora estágios de 4 a 6 folhas
(Picão-branco) 1 ou em altas infestações.
Hyptis lophanta Aplicação
(Fazendeiro) aérea: 20 a
Hyptis suaveolens 40 L/ha
(Cheirosa) Uma única aplicação,
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda- desde que feita dentro
de-viola) das recomendações de
Ipomoea grandifolia (Corda-de- uso, permite o controle
viola) adequado das plantas
Melampodium perfoliatum infestantes indicadas.
(Estrelinha)
Parthenium hysterophorus
(Losna-branca)
Raphanus raphanistrum
(Nabo)
Vigna unguiculata
(Feijão-miúdo)
Senna obtusifolia
(Fedegoso-branco) Aplicar em pós-
Calopogonium mucunoides emergência das plantas
(Calopogônio) infestantes de folhas
Euphorbia heterophylla 80 largas (dicotiledôneas),
(Leiteira) quando a soja estiver a
Emilia sonchifolia partir do 3º trifólio e 200 a 400
(Falsa-serralha) quando as plantas
Tridax procumbens infestantes estiverem no
(Erva-de-touro) estágio de 2 a 4 folhas.
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Manejo das plantas infestantes, Dessecação:
Doses
Alvo Volume de Calda
Produto Número de
Nome científico Comercial Época/Intervalo de Aplicação
Cultura Aplicações
(Nome comum) (g/ha)
Buva
80
(Conyza bonariensis) Utilizar para manejo da cobertura Aplicação terrestre:
Nabo, nabiça vegetal (pré-plantio) qunado as 100 a 200 L/ha
40
(Raphanus sativus) 1 plantas infestantes indicadas,
Soja presentes na área, estiverem no Aplicação aérea: 20 a
Maria-mole
40 estágio de 2 a 6 folhas 40 L/ha
(Senecio brasiliensis)
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
AGRIMURON poderá ser usado uma vez em dessecação das plantas infestantes, vegetal (pré-plantio) ou
uma vez no ciclo da cultura, não ultrapassando 80 g/ha de AGRIMURON por ciclo da cultura.
MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Preparação da Calda para Aplicação Tratorizada:
Adicionar a quantidade recomendada de AGRIMURON no tanque pulverizador com ¼ (25%) de sua
capacidade com água limpa, adicionando em seguida óleo mineral emulsionável na dose de 50 mL/ 100 litros
de água e completar o volume, mantendo a calda sob contínua agitação.
A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare somente a quantidade
necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após o seu preparo.
Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de
depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
Preparação da Calda para Aplicação Aérea:
Fazer uma pré-mistura em balde adicionando a quantidade recomendada de AGRIMURON e misturar até
obter uma calda homogênea, adicionando nesta fase óleo mineral emulsionável na dose de 50 mL/100 litros
de água. Colocar água no reservatório (Hopper) da aeronave até atingir ¾ (75%) do volume desejado.
Adicionar a pré-mistura de AGRIMURON e deixar o agitador ligado até formar uma calda homogênea,
completando o volume em seguida. Este procedimento também é válido em casos onde a calda é preparada
em reservatório separado
Equipamentos de aplicação:
Aplicação terrestre:
Volume de aplicação: 100 a 300 L/ha de calda, via tratorizada;
Ou 400 a 600 L/ha de calda, via manual costal
Pressão de trabalho: 30 a 50 Lb/pol²
Tipos de ponta de pulverização: leque
Diâmetro de gotas: 180 a 200 μm
Densidade mínima de gotas: 40 gotas/cm².
Obs.: no caso de outros equipamentos, estes devem proporcionar boa cobertura de pulverização das plantas
infestantes.
Aplicação aérea:
AGRIMURON deve ser aplicado com um volume de calda de 20 a 40 litros/ha. Para um volume de aplicação
de 20L/ha, aplicar através de aeronaves agrícolas dotadas de barra com bicos tipo cônico (D6 ou D8, core 44
a 46), ou com bicos rotativos (MICRONAIR - AU-5000-2), com altura de voo de 3-4 m (MICRONAIR) ou 2-3
m (bicos cônicos), e largura da faixa de deposição efetiva de 13 m.
Para volumes de aplicação entre 30 e 40 litros/ha, aplicar através de aeronaves agrícolas com barra
equipada com bicos tipo cônico (D8 ou D10, core 44 a 46), com altura de voo de 2-4 m, e largura da faixa de
deposição efetiva de 13-15 m.
Parâmetros mínimos aceitáveis na uniformidade de aplicação: diâmetro de gotas de 200 a 400 micra e
densidade de gotas mínima de 30 gotas/cm².
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Condições climáticas: devem ser respeitadas condições de velocidade do vento inferior a 10 km/h,
temperatura menor que 25º C e umidade relativa maior que 70%, visando reduzir ao máximo as perdas por
deriva e evaporação. Cuidados neste sentido devem ser redobrados quando da aplicação em volumes de
calda de 20 L/ha, sob pena de comprometer os resultados.
Lavagem do equipamento de aplicação: Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento
limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o
equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem
removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa
pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de
produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo
produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos.
Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos.
Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o
respectivo produto.
3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1%
(1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha
o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas
mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água,
nascentes ou plantas úteis.
4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repita o passo 3.
6. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2
vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome
todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de
nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação
Estadual ou Municipal.
Recomendações para evitar a deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e
outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação
pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de
pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de
aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma
boa cobertura e controle (>150 a 200 μm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, infestação e
condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A
PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES
AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS.
Veja instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica.
Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas Gerais
Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas
necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não
melhoram a penetração na cultura.
QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE
AUMENTAR A PRESSÃO.
Tipo de bico: Use o tipo apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de
aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
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Controlando o diâmetro de gotas - Aplicação aérea
Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível e que proporcione uma
cobertura uniforme.
Orientação dos bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a
corrente de ar, produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder ¾ (75%) da barra ou do comprimento do
rotor - barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de voo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva.
Altura da barra: Regule a altura da barra para a menor altura possível para obter uma cobertura uniforme,
reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve
permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos.
Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 5 km/h (devido ao potencial de
inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de
equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. NÃO APLICAR SE
HOUVER RAJADAS DE VENTOS OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado
com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e umidade: Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento
para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o
movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do
solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com a
altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser
formadas no pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada
pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo
movimento da fumaça de uma fonte no solo ou de um gerador de fumaça de avião. A formação de uma
nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica;
enquanto que a fumaça sendo rapidamente dispersada e com movimento ascendente indicam um bom
movimento vertical do ar.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Soja: 65 dias.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual
(EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Estágio de aplicação: aplicar a partir do 3º trifólio para a soja, e quando as plantas infestantes estiverem
com 2 a 6 folhas.
• Fitotoxicidade: nas doses recomendadas AGRIMURON é seletivo a cultura da soja. Óleo Mineral
emulsionável a 0,05% (50 mL/100 litros de calda) deve ser adicionado à calda herbicida.
• Não aplicar quando houver orvalho nas folhas, ou quando elas estiverem molhadas pela chuva.
• Aplicar no máximo 80 g/ha de AGRIMURON por ciclo da cultura.
• O controle de Euphorbia heterophylla, Spermacoce latifolia e Calopogonio mucunoides é verificado por
uma paralisação do seu crescimento sendo complementado pelo fechamento da cultura. Melhores
resultados são observados em cultivares de fechamento rápido (porte alto e rápido crescimento).
• Nas aplicações para controle de Senna obtusifolia e Hyptis suaveolens, observar o estágio máximo de 2ª
folha composta e 4 folhas, respectivamente. Melhores resultados são observados em cultivares de
fechamento rápido (porte alto e rápido crescimento).
• Após aplicação na modalidade de dessecação nas doses de 40 a 80 g/ha (vide quadro acima),
AGRIMURON apresenta ação residual sobre as seguintes plantas daninhas: Picão-preto (Bidens pilosa),
Leiteira ou amendoim bravo (Euphorbia heterophylla), Nabo (Raphanus sativus), Nabo (Raphanus
raphanistrum), Buva (Conyza bonariensis)
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• Não use restos da cultura tratada com AGRIMURON para alimentação animal.
• Não aplicar AGRIMURON em períodos de seca prolongada ou em condições da baixa umidade relativa
do ar. Chuvas após 2 horas da aplicação não prejudicam o efeito de AGRIMURON.
• Para rotação de cultura com a soja, observar o prazo de 60 dias após a aplicação de AGRIMURON para
feijão, trigo, algodão e milho. Para outras culturas, realizar bioensaio antes do plantio em rotação.
• Utilizar a calda imediatamente após o preparo. Nunca utilizar calda preparada no dia anterior.
• AGRIMURON deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações desta bula/rótulo.
• Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para maiores informações.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda
de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo B para o controle do mesmo alvo,
quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para
o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação
Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org),
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA:www.agricultura.gov.br).
GRUPO B HERBICIDA
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das
plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A
integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de
cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e
cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa
interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.
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MINISTÉRIO DA SAUDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não distribua os produtos com as mãos desprotegidas.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão hidrorrepelente com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha:
avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de proteção; touca árabe e luvas de
nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento, aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro
mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até
o final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo
após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
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- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança
Pode ser nocivo se
ingerido
Pode ser nocivo em
ATENÇÃO contato com a pele
Pode ser nocivo se
inalado
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, NÃO PROVOQUE VÔMITO, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato, lave
com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Caso utilize lentes de contato, deve-se retirá-las.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. Em caso de
inalação, transporte o intoxicado para local arejado. Se o intoxicado parar de respirar, faça imediatamente
respiração artificial e providencie assistência médica de urgência.
Pele: Evite o contato com a pele, caso isso aconteça, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos,
relógio, anéis, tec.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15
minutos.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR AGRIMURON
INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os procedimentos
descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.).
Grupo químico Sulfoniluréia
Classe toxicológica Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de exposição Oral, dérmica, ocular e inalatória
Vias de absorçaõ Pele e mucosas respiratória e digestiva
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Os compostos sulfoniluréicos são pouco absorvidos através do trato
Toxicocinética gastrointestinal de animais e do homem. A biotransformação desses compostos
ocorre por processo de hidroxilação no anela aromático, desalquilação e
conjugação com substratos endógenos especialmente com o UDPGA e PAPS. Em
grande proporção, são excretados sob a forma inalterada
Mecanismos de Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
toxicidade
A toxicidade sistêmica não é esperada a menos que grande quantidade tenha sido
ingerida. A metahemoglobinemia pode ser notada quando ocorrem grandes
ingestões da substância. Se os sintomas forem severos ou se os sinais de
envenenamento forem evidentes, outros que não sejam a metahemoglobinemia,
deve-se suspeitar de outra substância tóxica adicionada.
Sintomas e sinais Muitas uréias substituídas são irritantes para os olhos, pele e membranas
clínicos mucosas. Na exposição dérmica pode ocorrer irritação com desconforto ou
erupções. Os metabólitos da substância podem provocar irritação do trato urinário.
Pode ser notada cianose, não responsiva à terapia com oxigênio, em pacientes
com metahemoglobinemia devida à absorção excessiva da substância;
Também podem ocorrer náuseas, vômitos e diarréia quando a substância for
ingerida; depressão do SNC (sistema nervoso central) e hipoxemia (se a
metahemoglobinemia estiver presente).
Em exposições prolongadas e com grande contato pode-se notar irritação das
membranas das mucosas respiratórias, com tosse e dificuldade respiratória
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição, de quadro clínico
compatível e através de exames laboratoriais para medição da concentração de
metahemoglobina e gasometria arterial em todos os pacientes cianóticos, em
Diagnóstico pacientes demonstrando dispnéia ou outros sinais de insuficiência respiratória. O
diagnóstico diferencial pode ser feito para a cianose por outras causas (hipóxia) e
para sulfahemoglobinemia.
Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente
imediatamente3, não condicionando o início do tratamento à confirmação
laboratorial.
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As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada
oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao
tratamento medicamentoso e à descontaminação.
Utilizar luvas e avental durante a descontaminação.
1. Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas,
cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão.
2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou
água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
3. Em caso de ingestão recente, proceder lavagem à gástrica. Atentar para nível de
consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão
ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos,
e 1g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão
ativado para 240 mL de água.
Emergência, suporte e tratamento sintomático: mover o paciente para um
Tratamento local arejado. Monitorar a respiração agonizante. Se desenvolver tosse ou
dificuldade respiratória avaliar a irritação do trato respiratório. Administrar alto
fluxo de oxigênio ou fazer a ventilação assistida.
Específico:
Administrar carvão como uma mistura fraca (240 ml de água/30g de carvão).
Dose usual: 25 a 100g em adultos/adolescentes, 25 a 50g em crianças (1 a 2
anos de idade) e 1g/kg em crianças com menos de 1 ano de idade. Não deverá
ser administrada se o paciente estiver assintomático. O tratamento primário é
sintomático e de suporte.
Em casos de metahemoglobinemia administrar de 1 a 2 mg/kg de azul de
metileno a 1% lentamente intravenoso em pacientes sintomáticos. Doses
adicionais podem ser necessárias e não devem exceder a 4 mg/kg. Nos casos
em que não há resposta ao azul de metileno ou quando o mesmo estiver contra-
indicado (deficiência de G6PD) as seguintes medidas devem ser consideradas:
exsanguineotransfusão e oxigenação hiperbárica.
Olhos: expô-los à copiosa quantidade de água em temperatura ambiente por
pelo menos 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia
persistirem o paciente deve estar em facilidade de cuidados médicos.
Pele: remova a roupa contaminada e lave a área exposta completamente com
sabão e água. Um exame físico da área de irritação deve ser feito ou persistindo
a dor.
O uso do azul de metileno para hipóxia está contra-indicado em pacientes que
Contra-indicações possuem deficiência da glucose-6-fosfato desidrogenase (G6PD).
Efeitos sinérgicos Não são conhecidos efeitos sinérgicos em humanos.
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
ATENÇÃO de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: 0800-701 0450
Endereço Eletrônico da Empresa: http://www.rainbowagro.com.br/
Correio Eletrônico da Empresa: rainbowbrasil@rainbowagro.com
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Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Intoxicação: oral, dérmica e respiratória durante a aplicação ou ingestão acidental. Excreção: estudos com
animais de laboratórios (ratos), dão conta de que a excreção da radioatividade na urina e fezes foi rápida,
com uma meia vida biológica de aproximadamente 50 horas sob todas as condições de dosagem.
Quantidades aproximadamente iguais de Clorimuron-etil foram excretadas na urina e fezes. A retenção de
somente 2 a 3% da radioatividade administrada após 168 horas indica que a excreção é a rota primária de
eliminação e que a incorporação do Clorimuron-etil ou de seus metabólitos nos tecidos é insignificante.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
DL50 oral (ratos) > 2.000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica (ratos) > 2.153 mg/kg p.c.
CL50 inalatória (ratos machos e fêmeas): não foi determinada nas condições do teste
Irritação Dérmica (coelhos): o produto é considerado levemente irritante.
Irritação Ocular (coelhos): o produto é considerado irritante.
Sensibilização cutânea (cobaias): não sensibilizante.
O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste de Ames) nem
no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Não existem informações sobre efeitos crônicos em seres humanos, porém, em estudos de toxicidade
crônica com animais de laboratório, o ingrediente ativo clorimuron-etil, administrado em diversas doses a
camundongos, ratos e cães, em vários experimentos, foi possível o estabelecimento de nível sem efeito
tóxico observado aos níveis de 125 ppm para camundongos e de 250 ppm para ratos e cães.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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