Addit
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Maracanaú/CE
Herbicida
24-D-trietanolamina (ácido ariloxialcanóico) (406 g/L) + picloram (ácido piridinocarboxílico) (103 g/L)
Informações
Número de Registro
2708
Marca Comercial
Addit
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
24-D-trietanolamina (ácido ariloxialcanóico) (406 g/L) + picloram (ácido piridinocarboxílico) (103 g/L)
Titular de Registro
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Maracanaú/CE
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico e seletivo.
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cana-de-açúcar
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Cana-de-açúcar
Merremia cissoides
amarra-amarra (3); campainha (11); corda-de-viola (13)
Cana-de-açúcar
Ricinus communis
carrapateira; mamona; palma-de-cristo
Eucalipto
Conteúdo da Bula
ADDIT
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 02708
COMPOSIÇÃO:
Sal trietanolamina do ácido 2,4-Diclorofenoxiacético (2,4-D, sal trietanolamina)...406,00 g/L (40,60% m/v)
Equivalente ácido do 2,4-D .....................................................................................240,00 g/L (24,00% m/v)
Sal trietanolamina do ácido 4-amino 3,5,6 Tricloropicolínico
(PICLORAM, sal trietanolamina) .............................................................................103,00 g/L (10,30% m/v)
Equivalente ácido do PICLORAM .................................................................................64,00 g/L (6,40% m/v)
Outros Ingredientes ................................................................................................860,30 g/L (86,30% m/v)
GRUPO O HERBICIDA
GRUPO O HERBICIDA
CONTEÚDO: Vide rótulo
CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO:
2,4-D: Ácido ariloxialcanoico
Picloram: Ácido piridinocarboxílico
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL)
TITULAR DO REGISTRO:
SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A.
Avenida Wilson Camurça, 2138 - Distrito Industrial I - CEP 61939-000 - Maracanaú/CE - Fone: (85) 4011-
1000 - SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011 - www.sumitomochemical.com – CNPJ:
07.467.822/0001-26 - Número de registro do estabelecimento/Estado: SEMACE Nº 358/2021 DICOP
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
2,4-D Ácido Técnico Sumitomo – Registro MAPA nº 04901
Nufarm Australia Limited - 103 -105 Pipe Road, Laverton North, 3026 - Victoria, Austrália
Nufarm GmbH & Co Kg - St. Peter Strasse 25 A-4021 – Linz - Áustria
Jiangxi Tianyu Chemical Co., Ltd. - Yanhua Road, Xingan Salt Chemical Industrial Park, Xingan County,
Jiangxi, 331300 - China
2,4-D Técnico Agrisor – Registro MAPA nº 20418
CAC Nantong Chemical Co., Ltd. - Fourth Huanghai Road, Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong
County 226407 Nantong City, Jiangsu Province - China
Jiangxi Tianyu Chemical Co., Ltd. - Yanhua Road, Xingan Salt Chemical Industrial Park, Xingan County,
Jiangxi, 331300 - China
2,4-D Técnico AL – Registro MAPA nº 07314
Atul Limited - Atul - 396 020 Gujarat - Índia
2,4-D Técnico Mol – Registro MAPA nº 4215
Meghmani Organics Limited - Plot Nº CH - 1 &CH-2/A, G.I.D.C. Industrial Estate, Dahej, Dist. Bharuch
392130 - Taluka Vatva, Gujarat - Índia
2,4-D Técnico Rainbow - Registro MAPA nº 15912
Shandong Weifang Rainbow Chemical Co., Ltd. - Binhai Economic Development Area, 262737, Weifang,
Shandong - China
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Ácido 2,4-D Técnico Atanor – Registro MAPA nº 02302
Atanor S.C.A. - Paula Albarracin S/N - Rio Tercero - Córdoba - Argentina
Picloram Técnico – Registro MAPA nº 010206
Hebei Wanquan Pesticide Factory - Kongjiazhuang, Wanquan Hebei - China
Picloram Técnico Sumitomo – Registro MAPA nº 01707
Nufarm Australia Limited - 103 -105 Pipe Road - Laverton North - 3026 - Victoria - Austrália
Picloram Técnico Sumitomo BR – Registro MAPA nº 23217
Lier Chemical Co., Ltd. - Economic and Technical Development Zone, 621000 Mianyang, Sichuan - China
Picloram Técnico YN – Registro MAPA nº 02611
Zhejiang Funong Biotech Co., Ltd. - Lantian, Yongqiang, Wenzhou City, Zhejiang, 325024 - China
FORMULADOR:
Adama Brasil S.A. - Av. Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000 - Taquari/RS - CNPJ: 02.290.510/0004-
19 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 1047/99 SEAPA/RS
Adama Brasil S.A. - Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 - Londrina/PR
- CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 003263 ADAPAR/PR
FMC Química do Brasil Ltda. - Avenida Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III - CEP: 38001-
970 - Uberaba/MG - CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 210
IMA/MG
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG -
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 2972 IMA/MG
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Avenida Wilson Camurça, 2138 – Distrito Industrial I
- CEP 61939-000 - Maracanaú/CE - CNPJ. 07.467.822/0001-26 - Número de registro do
estabelecimento/Estado: SEMACE Nº 358/2021 DICOP
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM
SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4˚ e 273° do Decreto N˚ 7.212, de 15
de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO PERIGOSO
AO MEIO AMBIENTE
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RECOMENDAÇÕES DE USO:
ADDIT é um herbicida sistêmico, seletivo e pós-emergente, recomendado para o controle de plantas
infestantes eudicotiledôneas de porte herbáceo e semi-arbustivo em áreas de pastagens, cana-de-açúcar
(Cana Planta e Cana Soca) e para a erradicação de touças (tocos) de eucalipto na reforma de áreas
florestais.
Modo de Ação:
O PICLORAM e o 2,4-D pertencem ao grupo dos herbicidas mimetizadores da auxina. Provocam distúrbios
no metabolismo dos ácidos nucléicos, aumento da atividade enzimática e destruição do floema devido ao
alongamento, turgescência e rompimento das células. As raízes perdem sua habilidade de absorver água
e nutrientes provocando o esgotamento das reservas de energia da planta daninha e finalmente sua
morte.
Alvo biológico Doses Volume de N° máximo
Culturas Nome comum Produto Comercial calda de
(Nome científico) (L/ha) (L/ha) aplicações
Beldroega 01
(Portulaca oleracea)
Caruru
(Amaranthus viridis)
1,0
Losna-branca
(Parthenium hysterophorus)
Losna-do-campo
(Ambrosia elatior)
Arranha-gato
1,5 - 2,0
(Acacia plumosa)
Erva-quente; Poaia-do-campo
2,0
(Spermacoce alata)
Maria-mole
(Senecio brasiliensis) Tratorizado:
Malva-preta; Malvisco 200 - 300
Pastagem (Sidastrum micranthum)
Malva-roxa Costal:
3,0
(Aplicação (Sidastrum paniculatum) 200 - 300
Foiar) Fedegoso; Mata-pasto
(Senna occidentalis) Aéreo:
Malva-veludo 50
(Waltheria indica)
Amendoim-bravo
(Euphorbia heterophylla)
Buva
(Conyza bonariensis)
Cambarazinho
(Eupatorium laevigatum)
3,5
Capixingui
(Croton floribundus)
Carqueja
(Baccharis trimera)
Erva-de-bicho
(Polygonum punctatum)
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Alvo biológico Doses Volume de N° máximo
Culturas Nome comum Produto Comercial calda de
(Nome científico) (L/ha) (L/ha) aplicações
Erva-lanceta
(Solidago chilensis)
Leiteiro
(Peschiera fuchsiaefolia)
Picão-preto
(Bidens pilosa)
Samambaia
(Pteridium aquilinum)
Tanchagem
(Plantago major)
Tojo
(Ulex europaeus)
Vassourinha
(Baccharis cordifolia)
Corda-de-viola
3,0 - 4,0
(Ipomoea purpurea)
Joá-bravo
4,0
(Solanum aculeatissimum)
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
Aguapé
(Eichhornia crassipes)
Apaga-fogo
(Alternanthera tenella)
Assa-peixe
(Vernonia polyanthes)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
Guanxuma
(Sida santaremnensis)
Fedegoso
3,0 - 5,0
(Senna obtusifolia)
Joá-bravo
(Solanum sisymbriifolium)
Mata-pasto
(Eupatorium maximilianii)
Guanxuma-branca
(Sida glaziovii)
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
Gervão-branco
(Cróton glandulosus)
Jurubeba
(Solanum paniculatum)
Malva-branca
4,0 - 5,0
(Sida cordifolia)
Amor-de-cunhã, Cajuçara 6,0
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Alvo biológico Doses Volume de N° máximo
Culturas Nome comum Produto Comercial calda de
(Nome científico) (L/ha) (L/ha) aplicações
(Solanum rugosum)
Assa-peixe-roxo
(Vernonia westiniana)
Lobeira
(Solanum lycocarpum)
Vassourinha-botão
(Spermacoce verticillata)
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Aplicar diretamente sobre a folhagem das plantas infestantes. Em aplicações em pós-
emergência em área total, deve-se utilizar um volume de calda que proporcione o
adequado molhamento foliar.
Melhores performances de controle são obtidas quando há umidade no solo e
quando as plantas infestantes a serem combatidas estão em pleno vigor vegetativo.
ATENÇÃO: No caso de pastagens tratadas, deve-se permitir que o capim se recupere,
antes do pasto ser aberto ao gado. Assim, a partir do início da aplicação o pasto deve
ser vedado ao gado pelo tempo necessário até sua recuperação. Esta é uma medida
que visa evitar o consumo de plantas tóxicas pelos animais, que possivelmente existe
no pasto e em função do tratamento tornam-se mais atrativas aos animais.
Utilizar as maiores doses em plantas infestantes adultas que tenham sofrido várias
roçadas ou quando as plantas daninhas já tenham finalizado seu processo de
desenvolvimento vegetativo.
Assa-peixe-roxo
(Vernonia westiniana)
Unha-de-vaca
(Bauhinia variegata)
3,0 - 4,0 % v/v
Unha-de-boi
(Bauhinia divaricata)
(misturar de 3,0 a 4,0 L
Jacarandá-de-espinho
do produto em 97,0 a
(Machaerium aculeatum)
96,0 L de água).
Lobeira
Tratorizado:
(Solanum lycocarpum)
Pastagem 200 - 300
Roseta
01
(Randia armata)
(Aplicação em Costal:
Leiteira
Tocos) 200 - 300
(Peschiera fuchsiaefolia)
Aroerinha
4,0 % v/v
(Schinus terebinthifolius)
Arranha-gato
(misturar 4,0 L do
(Acacia plumosa)
produto em 96,0 L de
Unha-de-gato
água).
(Acacia paniculata)
Espinho-agulha
(Barnadesia rosea)
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
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Alvo biológico Doses Volume de N° máximo
Culturas Nome comum Produto Comercial calda de
(Nome científico) (L/ha) (L/ha) aplicações
Aplicar em qualquer época do ano, aplicando-se até o ponto de escorrimento da calda no
toco cortado, podendo-se molhar o solo próximo ao toco recém cortado. Deve-se fazer um
tratamento e fazer um repasse em caso de rebrota. Para o repasse respeitar a época
indicada anteriormente, sendo preferível refazer o corte e reaplicar o produto, em lugar de
aplicar nas poucas folhas de rebrota. Isso porque essa área foliar de rebrota é insuficiente
para absorver a quantidade de herbicida necessário.
Utilizar as maiores doses em plantas infestantes adultas que tenham sofrido várias
roçadas ou quando as plantas daninhas já tenham finalizado seu processo de
desenvolvimento vegetativo.
Corda-de-viola
0,75 - 2,0 Tratorizado:
(Ipomea purpurea)
200 - 300
Corda-de-viola
0,75 - 2,0 01
(Merremia cissoides)
Aéreo:
Mamona
0,75 - 2,0 50
(Ricinus communis)
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
No caso da cultura da Cana-de-açúcar (Cana Planta) aplicar com a cultura no estádio
de 6 folhas e os alvos biológicos Corda-de-viola com até 6 folhas e Mamona com até
4 folhas.
Utilizar a maior dose para as plantas infestantes mais desenvolvidas.
Mucuna 2,0 – 4,0
(Mucuna aterrima) (após o plantio ou corte)
Mamona 2,0
(Ricinus communis) (após quebra-lombo)
Tratorizado: 200-300
Cana-de- Corda-de-viola
açúcar (Merremia cissoides)
Aéreo: 50
(Cana Planta e Corda-de-viola 2,0 – 4,0
Cana Soca) (Ipomea purpurea) (após o plantio ou corte)
Melão-de-São-Caetano
(Momordica charantia)
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Mucuna e Mamona: Realizar uma aplicação em área total em pré-emergência da cultura
e das plantas infestantes, após o plantio (em cana-planta) ou depois do corte (em cana-
soca pré brotada) podendo ser repetida após a operação de quebra-lombo (60 a 90 dias
após o plantio), em pré-emergência das plantas infestantes.
Corda-de-viola e Melão-de-São-Caetano: Realizar uma aplicação em área total em pré-
emergência da cultura e das plantas infestantes, após o plantio (em cana-planta) ou depois
do corte (em cana-soca pré brotada) em pré-emergência das plantas infestantes.
Pré-colheita da cultura da cana-de-açúcar: A aplicação deve ser feita em área total de 20
a 60 dias antes da colheita com objetivo de controlar as plantas daninhas descritas acima,
devendo utilizar a dose máxima de 2,0L/ha. Não ultrapassar a dose de 6,0L/ha por ciclo de
cultivo, ou seja, a soma das doses das aplicações, se houver, após o plantio ou corte, após
o quebra-lombo e em pré-colheita não deve ultrapassar 6,0L/ha.
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ADDIT tem seu uso indicado para erradicação de touças (tocos) de eucalipto na reforma de áreas florestais,
conforme recomendações descritas no quadro abaixo:
ERRADICAÇÃO DE EUCALIPTO
Doses N° máximo de
Alvo biológico Volume de calda
Produto Comercial aplicações
3,0 a 7,0% (misturar de 3,0 a 7,0
L do produto em 97,0 a 93,0 L de Realizar uma
Tratorizado: 200 - 250 mL/touça
Touças (tocos) água). aplicação em
de Eucalipto qualquer época
*A dose por área não deverá Costal: 200 – 250 mL/touça
do ano.
exceder 7,0 L/ha.
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Aplicar em qualquer época do ano, logo após o corte das plantas ou, no máximo, 24 horas após essa operação,
direcionada na superfície do corte até atingir ponto de escorrimento. Utilizar a maior dose à medida em que
o tempo entre o corte e a aplicação se estender até 24 horas.
Utilizar pulverizador tratorizado ou manual adaptado com mangueira e pistola de aplicação.
Cada litro (L) do ADDIT contém 103,0 g/L de Picloram em sal de trietanolamina que corresponde a 64,0
g/L do equivalente ácido de Picloram + 406,0 g/L de 2,4-diclorofenoxiacético em sal de trietanolamina que
corresponde a 240,0 g/L do equivalente ácido de 2,4-diclorofenoxiacético. Abaixo estão demonstradas
suas respectivas doses/ha em função da recomendação de dose/ha do produto comercial:
Quantidade de ingrediente ativo e equivalente ácido de produto comercial.
Abaixo a relação de dose do produto comercial/ha em equivalente sal e ácido:
Ingredientes Ativos (Kg/ha)
Picloram em sal de 2,4-D em sal de Equivalente Equivalente
Doses Produto
trietanolamina (Kg/ha) trietanolamina (Kg/ha) ácido de ácido de 2,4-D
Comercial (L/ha)
Picloram (Kg/ha)
(Kg/ha)
0,750 0,077 0,305 0,048 0,180
1,0 0,103 0,406 0,064 0,240
1,5 0,155 0,609 0,096 0.360
2,0 0,206 0,812 0,128 0,480
3,0 0,309 1,218 0,192 0,720
3,5 0,361 1,421 0,224 0,840
4,0 0,412 1,624 0,256 0,960
5,0 0,515 2,030 0,320 1,200
6,0 0,618 2,436 0,384 1,440
7,0 0,721 2,842 0,448 1,680
MODO DE APLICAÇÃO:
ADDIT deve ser deve ser diluído em água, aplicado via terrestre, através de pulverizadores tratorizados
com barra, autopropelidos, costais (manual ou motorizado) e por via aérea conforme recomendações
para cada cultura.
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No caso da aplicação para a erradicação de Eucalipto a aplicação, além de tratorizada, poderá ser com
equipamento costal (manuais ou motorizados), devendo em ambos os casos, adaptar o equipamento com
mangueira e pistola de aplicação.
É PROIBIDA A APLICAÇÃO TRATORIZADA COM TURBINA DE FLUXO DE AR.
Realizar a aplicação com volume de calda suficiente para distribuição uniforme em toda a área.
O volume de calda pode variar em função da área efetivamente tratada, do porte e da densidade das
invasoras. Deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as
especificações técnicas do equipamento.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas e baixo potencial de
deriva.
Verifique a regulamentação local do órgão de agricultura, saúde e meio ambiente, quanto a
especificações locais de aquisição e aplicação do produto, em complemento às instruções de uso
constantes na bula e rótulo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as
recomendações do fabricante do equipamento
Preparo da Calda:
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item
“Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de
aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização
sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Para pulverizadores costais manuais ou costais motorizados que não dispõe de agitador
Utilize um pulverizador com capacidade de 20 litros. A fim de evitar peso exagerado e facilitar o trabalho,
é recomendado que se trabalhe com apenas 10 litros em cada abastecimento no pulverizador costal.
Para pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos
Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua
capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto ADDIT de acordo com a dose recomendada para a
cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente
na cultura.
Equipamentos de Aplicação:
Antes de qualquer aplicação, verifique se o equipamento está limpo, bem conservado, regulado /
calibrado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador
e ao meio ambiente.
Aplicação Terrestre:
Equipamento costal (manual ou motorizado):
A aplicação deve ser dirigida sobre a folhagem das plantas daninhas até o ponto de escorrimento nas
folhas, observando que esteja ocorrendo uma boa cobertura sobre as plantas daninhas ou no
tronco/caule até o ponto de escorrimento, imediatamente após o corte. Utilizar bicos de jato cheio, que
proporcionem tamanho de gotas que evitem deriva, usar gotas médias a grossas.
Em geral, é recomendado utilizar estrutura de proteção (protetor tipo chapéu de napoleão), de modo a
evitar a possibilidade do jato atingir a cultura.
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Tratamento de plantas daninhas em pastagens com jato dirido:
Utilizar pontas de pulverização que propiciem a formação de gotas grossas a extremamente grossas,
dirigindo o jato sobre as plantas daninhas, de forma a garantir uma boa cobertura.
Equipamento estacionário manual (pistola):
Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização
hidráulica, calibrar o equipamento para que, a cada acionamento do gatilho, a vazão seja constante.
Manter velocidade de deslocamento constante modo que não se prejudique a condição da formação das
gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com
a pistola evitando a concentração de calda em um único ponto e geração de escorrimento e desperdício
da calda.
Equipamento tratorizado
Pulverizadores de barra ou autopropelidos
Na cultura da cana-de-açúcar é obrigatória a utilização de tecnologias de redução de deriva de pelo
menos 50% na aplicação tratorizada.
Classe de gotas: utilizar gotas grossa a muito grossa. Independente do equipamento utilizado, o tamanho
das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior
tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações
quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do
equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: aplicar somente com pontas de pulverização tipo leque que produzam gotas
grossas a extremamente grossas, para a redução de deriva, tal como pontas com INDUÇÃO DE AR. Cabe
ao Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação ou responsável técnico pela aplicação indicar
a ponta de pulverização mais adequada, observando sempre a classe de gotas indicadas (gotas grossas a
extremamente grossas), no intuito de evitar o efeito de deriva na aplicação, devendo sempre seguir
parâmetros técnicos para a cultura, equipamento e condições meteorológicas.
Ajuste da barra: a altura da barra e o espaçamento entre pontas de pulverização deve permitir uma boa
sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante, não
ultrapassando 50 cm, tanto de espaçamento entre as pontas de pulverização, quanto para altura da barra
de pulverização em relação ao alvo. Todas as pontas de pulverização da barra deverão ser mantidas à
mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a
menor possível, a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e
ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior
uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as
culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: 200 - 300 L/ha
Pressão: 30 - 70 psi ou lbf/pol²
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas
indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro
Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável,
respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e
tecnologia de aplicação empregada.
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Aplicação aérea:
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas
práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições
constantes na legislação Municipal, Estadual e Federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre
consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras
apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do
alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: utilize gotas grossas a extremamente grossas. Independente do equipamento utilizado,
o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o
maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as
orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as
orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: utilizar preferencialmente, bicos de jato cônico vazio ou bicos de jato sólido com
discos de orifício compatíveis com o tamanho de gota a ser produzida e tipo de aeronave utilizada, sempre
utilizar a condição de ângulo de 0° (na direção do fluxo de ar). Use a ponta apropriada para o tipo de
aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. O operador deve ajustar os
fatores operacionais para obter uma gota grossa a muito grossa e entender que a velocidade de voo e a
pressão de trabalho são fatores primários no controle do tamanho de gota.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o
desempenho dos elementos geradores de gotas. Use o menor número de bicos com a maior vazão
possível, e que proporcione uma cobertura uniforme. O comprimento da barra não deve exceder ¾ da
asa ou do comprimento do rotor - Barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo
sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: a faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo
do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura
das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as
culturas sensíveis ou marginais a cursos d’água. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela
aplicação.
Volume de calda: 50L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas
indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro
Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável,
respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e
tecnologia de aplicação
Condições Climáticas/Meteorológicas:
Deve-se observar as condições meteorológicas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os
valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores
instantâneos:
▪ Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
▪ Umidade relativa do ar acima de 50%.
▪ Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
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Temperatura e Umidade:
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas
maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Cuidados durante a aplicação:
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda
deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda do pulverizador
durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Gerenciamento de deriva:
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água,
criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos
fatores relativos ao equipamento de pulverização e condições meteorológicas (velocidade do vento,
umidade e temperatura). Independentemente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos
fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de
aplicar.
Ventos:
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 3 km/h (devido ao potencial de
inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de
equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver
rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar
familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar
uma boa cobertura e controle. A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições
meteorológicas e grau de infestação das plantas infestantes podem afetar o gerenciamento da deriva e
cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne
se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições meteorológicas desfavoráveis. Leia
as instruções sobre condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica.
Controlando o diâmetro de gotas – Técnicas Gerais:
Volume de calda de pulverização: Use pontas de pulverização de vazão maior para aplicar o volume de
calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Pontas de pulverização com vazão
maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para a ponta de pulverização. Pressões maiores reduzem o
diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. Quando maiores volumes forem necessários,
use pontas de pulverização de vazão maior, ao invés de aumentar a pressão. Na maioria das pontas de
pulverização, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Aplicar somente com pontas de
pulverização que produzam gotas grossas a extremamente grossas, para a redução de deriva, tal como
pontas com INDUÇÃO DE AR.
Inversão Térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento
vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com
movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à
altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser
formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser
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indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem
ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem
de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto
se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom
movimento vertical do ar.
LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote
todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção
individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da
limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Intervalo de Segurança (dias)
Intervalo de segurança não determinado em situações de uso em pré e
pós-emergência até três meses após o plantio ou corte.
Cana-de-açúcar
20 dias (em situações de aplicação foliar após 3 meses do plantio ou
corte até 20 dias antes da colheita).
Eucalipto (erradicação de
Uso não alimentar
cultura)
Pastagem Uso não alimentar / Intervalo de segurança não determinado.
INTERVALO DE REENTRADA DAS PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Tabela com os intervalos de reentrada de trabalhadores nas áreas com aplicação do agrotóxico contendo
2,4-D, segundo a cultura e a duração da atividade que será realizada.
Duração da atividade que
será Intervalo de reentrada na área
Culturas
realizada aplicada com ADDIT (1)
Cana-de-açúcar 2 horas 13 dias (2)
Cana-de-açúcar 8 horas 31 dias (2)
Eucalipto 24 horas (3) 24 horas (3)
Pastagem 2 horas 5 dias (4)
Pastagem 8 horas 23 dias (4)
Situações de aplicações individuais nas
Pastagem 24 horas (5)
plantas que se quer eliminar
(1) (1)
Caso seja necessário a reentrada na área tratada com o ADDIT anterior aos intervalos definidos, o
trabalhador deverá utilizar vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e os
equipamentos de proteção individual (EPI – vestimenta hidrorrepelente e luvas).
(2) (2)
Para a cultura da cana-de-açúcar, após o intervalo de reentrada, o trabalhador deverá utilizar
vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e luva como equipamento de proteção
individual.
(3)
Mantido em 24 horas pela ausência relevante de contato na reentrada.
(4)
Para a cultura da pastagem, após o intervalo de reentrada, o trabalhador deverá utilizar vestimenta
simples de trabalho (calça e blusa de manga longa).
(5)
Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar.
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MEDIDAS DE MITIGAÇÃO DE RISCO PARA OS RESIDENTES E TRANSEUNTES DE ÁREAS PRÓXIMAS DAS
CULTURAS COM APLICAÇÃO DO AGROTÓXICO 2,4-D.
É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres de aplicação costal e
tratorizada de produtos formulados contendo 2,4-D, conforme resultados da avaliação de risco da
exposição de residentes. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu
interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias
ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- É proibida a aplicação tratorizada com turbina de fluxo de ar.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- Para pastagens: manter um intervalo de 07 dias entre a última aplicação e o pastoreio.
- Para a aplicação tratorizada as atividades de mistura, abastecimento e aplicação não podem ser
realizadas pelo mesmo indivíduo.
- Para as aplicações contendo 2,4-D é exigido a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros
livres de aplicação costal e tratorizada, conforme resultados da avaliação de risco de residentes. A
bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória
sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a
menos de 500 metros do limite externo da plantação.
- Culturas sensíveis: são sensíveis a esse herbicida as culturas como: algodão, tomate, batata, feijão,
soja, café, eucalipto, hortaliças, flores e outras espécies úteis sensíveis a herbicidas hormonais. Caso o
produto ADDIT tenha sido aplicado em área total, o plantio de espécies sensíveis citadas
anteriormente deve ser feito somente após 2 a 3 anos da última aplicação. Evitar que o produto atinja
diretamente ou por deriva as culturas sensíveis citadas anteriormente.
- Não utilizar para aplicação de outros defensivos agrícolas em culturas sensíveis o mesmo pulverizador
utilizado para aplicar o produto ADDIT.
- Não utilizar esterco de curral para adubar culturas sensíveis proveniente de animais que se
alimentaram de pastagem tratada com ADDIT até 15 dias da aplicação.
- Fitotoxicidade: o produto ADDIT não é fitotóxico às pastagens e a cana-de-açúcar nas dosagens
recomendadas em bula.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÃO SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
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Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo,
quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação
Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org),
Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO O HERBICIDA
GRUPO O HERBICIDA
O produto ADDIT é composto por PICLORAM e 2,4-D, que apresentam mecanismo de ação dos
mimetizadores de auxina, ambos pertencentes ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC
(Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de
população de plantas infestantes a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas
infestantes deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação,
devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de
culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores
esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAUDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente o serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão ou calça e blusa com tratamento hidrorrepelente; botas de borracha; avental impermeável;
máscara facial ou respirador; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca ou boné
árabe e luvas de proteção contra produtos químicos.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão ou calça e blusa com tratamento hidrorrepelente passando por cima dos punhos das luvas e as
pernas da calça por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara facial ou
respirador; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca ou boné árabe e luvas de
proteção contra produtos químicos.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão ou calça e blusa com tratamento hidrorrepelente passando por cima dos punhos das luvas e as
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pernas da calça por cima das botas; botas de borracha; máscara facial ou respirador; viseira facial ou
óculos de segurança com proteção lateral; touca ou boné árabe e luvas de proteção contra produtos
químicos.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação,
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
- Para aplicação tratorizada: o mesmo indivíduo não pode realizar as atividades de mistura, abastecimento
e aplicação.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o
final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize
os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo
após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): botas de borracha;
máscara facial ou respirador; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca ou boné
árabe e luvas de proteção contra produtos químicos.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca ou boné árabe; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; avental impermeável;
blusa com tratamento hidrorrepelente; botas de borracha; macacão ou calça com tratamento
hidrorrepelente; luvas de proteção contra produtos químicos e máscara facial ou respirador.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Em ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Pode ser nocivo se ingerido
Pode ser nocivo em contato com a pele
ATENÇÃO
Pode ser nocivo se inalado
Provoca irritação ocular grave
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
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Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com
muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
ADVERTÊNCIA: A pessoa que prestar atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das
medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não
se contaminar com o agente tóxico.
INTOXICAÇÕES POR ADDIT
INFORMAÇÕES MÉDICAS
2,4-D: Ácido ariloxialcanoico
Grupo químico
Picloram: Ácido piridinocarboxílico
Classe toxicológica CATEGORIA 5: PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO.
Vias de exposição Dérmica, inalatória, oral e ocular.
2,4-D: O 2,4-D é absorvido principalmente pela pele e rapidamente absorvido
após administração oral a diversas espécies animais, inclusive a seres humanos
voluntários. O 2,4-D passa por metabolismo limitado, que envolve
principalmente a conjugação de pequenas quantidades, excretadas pela urina.
Em ratos, hamsters e camundongos, o 2,4-D foi o principal composto urinário
eliminado. Em humanos, aproximadamente 82% da dose foi depurada pela
urina como 2,4-D, enquanto os conjugados representaram, aproximadamente,
13% da dose administrada. A meia-vida de eliminação plasmática do 2,4-D varia
de 0,8 a 12h em camundongos, ratos, porcos, gado e humanos, geralmente
aumentando em função do peso corpóreo. Após a administração oral a seres
humanos voluntários (homens) foi demonstrado que a ingestão oral de uma
Toxicocinética dose de 5 mg/kg de 2,4-D resultou em uma meia-vida variando de 1,7 a 4,2
horas. Não houve evidências de bioacumulação.
Picloram: Após administração oral em ratos, o picloram (sal de potássio
solúvel) foi rápida e extensivamente absorvido (Cmax atingido em 5 minutos).
Com base na excreção urinária, lavagem da gaiola e contribuição biliar, a
absorção oral foi estimada em ≥ 80% (dentro de 72 horas). Esses resultados
foram confirmados em um estudo complementar com o sal sódico
administrado a voluntários humanos, mostrando uma rápida absorção oral
(Tmax = 30 min) com extensa excreção urinária (>80% em 72 horas). Nenhum
potencial de bioacumulação foi demonstrado e nenhum metabólito foi
detectado na urina ou nos extratos fecais, indicando que o picloram é
excretado inalterado.
2,4-D: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Os diferentes estudos mostram que a toxicidade renal é um efeito
característico do 2,4-D. Em um estudo de exposição oral por 28 dias em ratos
foi observado indução da peroxidação lipídica e diminuição de enzimas
antioxidantes nos rins, eventos que desencadeiam a disfunção renal. Desta
Toxicodinâmica
forma, a patogênese da falência renal induzida pelo 2,4-D em ratos, ocorre via
peroxidação lipídica e estresse oxidativo.
Em roedores, o 2,4-D causa efeitos nos hormônios tireoidianos que estão
restritos a altas doses (iguais ou superiores a 100 mg/kg em estudos
subcrônicos e 75 mg/kg em estudos crônicos). O rato é a espécie que apresenta
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maior sensibilidade às alterações tireoidianas, desta forma, considerando a
toxicocinética não linear, diferenças entre espécies no transporte de
hormônios tireoidianos e a alta margem de exposição, não se espera que esse
modo de ação seja relevante para a saúde humana, portanto, o 2,4-D não
representa perigo à tireoide de humanos.
Picloram: O Picloram é um herbicida que atua através da mimetização da
auxina, hormônio de crescimento presente exclusivamente em plantas. Os
mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
2,4-D: Em humanos, sintomas como coma, hipertonia, hiperreflexia, ataxia,
nistagmo, miose, alucinações, convulsões, fasciculação, paralisia, além de
sintomas miopáticos que incluem fraqueza muscular dos membros, perda de
reflexos dos tendões, miotonia e aumento da atividade da creatina quinase
foram associados à intoxicação por 2,4-D.
Picloram: Não são conhecidos sintomas e sinais clínicos em humanos
associados à intoxicação por picloram.
As informações abaixo detalhadas foram obtidas através de estudos agudos
com animais de experimentação, tratados com a formulação à base de
Picloram e 2,4-D, ADDIT:
Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral em ratos, os animais foram
expostos à dose de 2000 mg/kg de p.c. da substância de teste. Não foi
observada mortalidade e entre os sinais clínicos observados estão a apatia e a
piloereção, completamente revertidos até o final do estudo.
Sintomas e sinais
Exposição inalatória: Em estudo de toxicidade inalatória em ratos, os animais
clínicos
foram expostos à concentração de 6,77 mg/L da substância de teste. Não foi
observada mortalidade e nem sinais clínicos indicativos de toxicidade
sistêmica.
Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dermal em ratos, os
animais foram expostos à dose de 4000 mg/kg de p.c. da substância de teste.
Não foi observada mortalidade ou sinais clínicos indicativos de toxicidade
sistêmica. Em estudo de irritação cutânea realizado em coelhos, nenhum
animal apresentou sinais de irritação na pele. O produto não foi considerado
irritante para a pele de coelhos. O produto não foi considerado sensibilizante
dérmico em cobaias pelo Método de Buehler.
Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular realizado em dois coelhos, os
animais apresentaram efeitos conjuntivais que consistiram em: irite, hiperemia
e edema, totalmente revertidos até o fim do estudo. O produto foi considerado
irritante ocular para coelhos.
Exposição crônica: Vide item “efeitos crônicos”, abaixo.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência
de quadro clínico compatível. Tratar o paciente imediatamente se
Diagnóstico apresentados sinais indicativos de intoxicação aguda, como síndrome sedativo-
hipnótica, opioide, colinérgica, anticolinérgica, adrenérgica, serotoninérgica
e/ou extrapiramidal.
Antítodo: Não existe antídoto específico.
Tratamento
Tratamento: Remoção da fonte de exposição e descontaminação do paciente.
Manutenção das funções vitais através de tratamento sintomático e de suporte
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realizado de acordo com o quadro clínico, com atenção especial para as vias
respiratórias e de aspiração.
Medidas de descontaminação:
Exposição Oral: Não provocar vômito. Evitar aspiração de secreções. Proceder
com
tratamento sintomático e de suporte vital, bem como monitoramento cardíaco
e respiratório, conforme necessário. Em caso de grande quantidade ingerida,
que tenham ocorrido recentemente (dentro de até 2 horas) e em caso
envolvendo agentes que diminuem o trânsito intestinal, recomenda-se
lavagem gástrica seguida da admnistração do carvão ativado, conforme
orientação de especialista capacitado.
Exposição Inalatória: Se ocorrer tosse/dispneia, avalie quanto a irritação,
bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio umidificado e auxilie na
ventilação. Encaminhar o paciente para um especialista caso os sinais
persistirem.
Exposição Ocular: Lave os olhos expostos abundantemente com água ou
solução salina 0,9%, à temperatura ambiente, sempre da região medial do olho
para a região externa, por pelo menos 5 minutos. Assegure que não haja
partículas remanescentes na conjuntiva. Encaminhar o paciente para um
especialista caso os sinais persistirem.
Exposição Dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com
água em abundância, contemplando também unhas, dobras cutâneas e cabelo.
Encaminhar o paciente para um especialista caso os sinais persistirem.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
respiração boca-boca em caso de ingestão do produto e utilizar equipamento
intermediário de reanimação manual (Ambú) para realizar o procedimento. A
pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a
adoção das medidas de descontaminação, deverá usar equipamentos de
proteção, como luvas, avental impermeável, óculos e máscara, evitando sua
contaminação com o agente tóxico.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração
Contraindicações
e de pneumonite química.
Efeitos das Não se conhecem informações a respeito de efeitos aditivos, sinérgicos e/ou
interações químicas potencializadores relacionados ao produto.
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT) - ANVISA/MS
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
ATENÇÃO (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(NOTIVISA)
Telefones de emergência da empresa:
Toxiclin (Emergência Toxicológica): 0800-014-1149
SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A.: (85) 4011-1000
SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011
Endereço eletrônico da empresa: www.sumitomochemical.com
Correio eletrônico da empresa: sac@sumitomochemical.com
Avenida Wilson Camurça, 2138 - Distrito Industrial I
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MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide quadro acima, itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos Agudos:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
DL50 cutânea em ratos: > 4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições de teste.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: em estudo de irritação cutânea realizado em coelhos, nenhum
animal apresentou sinais de irritação na pele. O produto não foi considerado irritante para a pele de
coelhos.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: em estudo de irritação ocular realizado em dois coelhos, os
animais apresentaram efeitos conjuntivais que consistiram em: irite, hiperemia e edema, totalmente
revertidos até o fim do estudo. O produto foi considerado irritante ocular para coelhos
Sensibilização cutânea em cobaias (Método de Buehler): o produto não foi considerado sensibilizante
dérmico em cobaias.
Mutagenicidade: não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética bacteriana
ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos.
Efeitos Crônicos:
2,4-D: Em estudos crônicos e de carcinogenicidade onde o 2,4-D foi administrado por via oral foi
observado redução no ganho de peso e consumo alimentar em doses iguais e superiores a 75 mg/kg em
ratos, 150 mg/kg em camundongos e 5 mg/kg em cães. Em ratos foi observado aumento do peso relativo
dos rins de maneira dose-dependente a partir de 5 mg/kg e alterações histopatológicas relevantes a partir
de 15 mg/kg. Em doses superiores houve diminuição da gravidade específica da urina e aumento da
creatinina em ratos. Em camundongos, o aumento do peso relativo dos rins foi observado a partir da dose
de 15 mg/kg em fêmeas. Em cães foi observado aumento do nitrogênio ureico do sangue e da creatinina
a partir de 5 mg/kg, os quais podem estar associados às alterações histopatológicas renais. O NOAEL
crônico foi definido em 1 mg/kg/dia, com base nos efeitos renais em roedores e achados de patologia
clínica e histopatologia em cães. Com base nos resultados dos estudos de carcinogenicidade em animais
de experimentação, não se espera que o 2,4-D seja carcinogênico. Em um estudo de toxicidade no
desenvolvimento em ratos foi observada fetotoxicidade (aumento da incidência de variações
esqueléticas) na presença de toxicidade materna (diminuição do ganho de peso corporal). O NOAEL
materno foi determinado como 25 mg/kg dia e o NOAEL para o desenvolvimento foi determinado como
25 kg/kg/dia. Em um estudo de uma geração estendida em ratos, o NOAEL parental foi definido em 300
ppm (machos: 16,6 mg/kg/dia e fêmeas: 28,7 mg/kg/dia) com base na diminuição do peso dos rins e
alterações histopatológicas em machos e diminuição do peso corpóreo materno durante a lactação em
fêmeas. O NOAEL para o desenvolvimento foi definido em 100 ppm (machos: 6,8 mg/kg/dia e fêmeas: 7,6
mg/kg/dia) com base nas alterações histopatológicas renais características observadas em machos e
aumento do peso dos rins em fêmeas. O NOAEL reprodutivo foi definido em 45,3 mg/kg/dia para machos
e 40,2 mg/kg/dia em fêmeas, a maior dose testada. Em estudos subcrônicos e crônicos conduzidos em
ratos foi observado degeneração retiniana (neuropatologia) após a exposição a altas doses (300 mg/kg
em estudos subcrônicos e 150 mg/kg em estudos crônicos) de 2,4-D, especialmente em fêmeas. Com
base nos resultados dos estudos de neurotoxicidade, não se espera que o 2,4-D seja neurotóxico. Com
base nos resultados dos estudos de genotoxicidade, não se espera que o 2,4-D seja genotóxico. Em
roedores, o 2,4-D causa efeitos nos hormônios tireoidianos, porém esses efeitos estão restritos a altas
doses (iguais ou superiores a 100 mg/kg em estudos subcrônicos e a 75 mg/kg em estudos crônicos) e não
representam perigo à tireioide de humanos.
Picloram: Em estudos de toxicidade de dose repetida, o órgão-alvo primário foi o fígado, mas também
foram observados efeitos nos rins e no sangue em alguns estudos. O NOAEL de curto prazo foi de 300
mg/kg de peso corporal/dia em ratos e de 35 mg/kg de peso corporal/dia em cães. O produto não é
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genotóxico, de acordo com estudos in vitro e in vivo. O produto não apresentou potencial carcinogênico
em estudos de longo prazo com ratos e camundongos (NOAELs relevantes foram 60 mg/kg de peso
corporal/dia em ratos e 1000 mg/kg de peso corporal/dia em camundongos). Não houve evidência de
toxicidade reprodutiva ou prole em estudos conduzidos com ratos até 1.000 mg/kg de peso corporal/dia,
enquanto alguma toxicidade parental foi observada neste nível de dosagem. Nos estudos de
desenvolvimento em ratos, realizados com dois sais de picloram, malformações craniofaciais foram
observadas em fetos únicos em um grupo de dose média e alta, mas concluiu-se que os efeitos não
estavam relacionados ao tratamento. Nos estudos de desenvolvimento em coelhos, as incidências de
algumas anormalidades fetais foram maiores no nível de dose mais alto em cada estudo, na presença de
toxicidade materna, e foram consideradas relacionadas à substância. Os NOAELs maternos relevantes
foram de 30 mg/kg de peso corporal/dia para coelhos e 280 mg/kg de peso corporal/dia para ratos,
enquanto os NOAELs de desenvolvimento relevantes foram de 560 mg/kg de peso corporal/dia para ratos
e 300 mg/kg de peso corporal/dia para coelhos.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1.PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
( X ) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
atingir principalmente águas subterrâneas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e
de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de
animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação de solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para
o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA
QUÍMICA S.A. - Telefone de Emergência: (85) 4011-1000 ou AMBIPAR: 0800-720-8000.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma
pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser
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mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução
e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e
da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a
favor do vento, para evitar intoxicação.
4.PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos
de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com
a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
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O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser
adquirido nos Canais de Distribuição.
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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas –
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM
VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.
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6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes as
atividades agrícolas.
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