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O uso de silício e nanosilício reduz sobrevivência, crescimento e reprodução de Spodoptera frugiperda. A estratégia amplia defesas da planta e melhora resultados agronômicos. A conclusão aparece em revisão científica recente.
O silício atua como elemento benéfico. O milho acumula altos teores. A absorção promove barreiras físicas e respostas bioquímicas. A deposição de sílica aumenta dureza foliar. O tecido vegetal torna-se abrasivo. A alimentação larval perde eficiência. O consumo diminui.
Além do efeito físico, o silício ativa rotas metabólicas. A planta eleva compostos fenólicos e enzimas antioxidantes. O metabolismo do inseto sofre interferência. Enzimas digestivas reduzem atividade. O crescimento desacelera. O ciclo alonga. A fecundidade cai.
Estudos indicam queda de parâmetros populacionais. A taxa intrínseca de crescimento diminui. A taxa líquida de reprodução recua. A sobrevivência larval reduz. O período larval e pupal aumenta. Esse conjunto limita expansão populacional.
O nanosilício amplia esses efeitos. As partículas apresentam maior área superficial. A absorção pela planta ocorre com mais eficiência. A reatividade aumenta. A resposta defensiva torna-se mais intensa. O inseto enfrenta estresse metabólico elevado. As nanopartículas também atuam de forma direta. O material adere à cutícula da lagarta. A camada lipídica sofre ruptura. A perda de água acelera. O inseto entra em desidratação. Em doses elevadas, ocorre dano estrutural e mortalidade.
Evidências transcriptômicas mostram alterações gênicas no inseto. Rotas metabólicas e hormonais sofrem desregulação. Genes ligados à detoxificação apresentam supressão em alguns sistemas. O resultado reduz capacidade adaptativa.
O silício também interfere nas interações tritróficas. A planta tratada emite compostos voláteis específicos. Esses sinais atraem inimigos naturais. O recrutamento de parasitoides e predadores aumenta. O controle biológico ganha eficiência.
A forma de aplicação influencia o resultado. Pulverização foliar apresenta efeito rápido. A deposição direta nas folhas aumenta mortalidade inicial. A aplicação via solo promove resposta sistêmica. A absorção radicular sustenta proteção ao longo do ciclo. A combinação das duas estratégias tende a ampliar o controle.
Diversas fontes de silício mostram eficiência. Silicatos de potássio e cálcio destacam desempenho. Dióxido de silício também apresenta bons resultados. Fontes biológicas, como biochar de casca de arroz, contribuem para manejo mais sustentável.
Mais informações em doi.org/10.1016/j.pestbp.2026.107088
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