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A seca perdeu intensidade em grande parte do Brasil em março de 2026, mas avançou em área nas regiões Sul e Norte, segundo a última atualização do Monitor de Secas. No total, a área afetada pelo fenômeno caiu de 54% para 49% do território nacional, o equivalente a 4,2 milhões de km².
O abrandamento da seca foi registrado em 19 estados, incluindo Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Mato Grosso. Já a intensificação ocorreu apenas em Santa Catarina, enquanto Amazonas, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Rondônia mantiveram quadro estável. Acre, Distrito Federal e Espírito Santo permaneceram sem registros do fenômeno.
Apesar da melhora geral, o Nordeste segue como a região mais crítica, com 88% do território atingido e ocorrência de seca extrema — ainda que essa categoria tenha recuado de 5% para 2% da área regional. Em contraste, o Norte apresentou o quadro mais brando, com menos de 1% do território sob seca moderada.
O Centro-Oeste registrou o menor percentual de área afetada (30%) e deixou de apresentar seca grave, condição que ainda atingia municípios de Goiás e Mato Grosso do Sul em fevereiro. No Sudeste, também houve redução da severidade, com o fim da seca grave em Minas Gerais.
Na Região Sul, embora a intensidade tenha diminuído, a área com seca aumentou, com destaque para Santa Catarina, onde o fenômeno se intensificou. O mesmo movimento de expansão territorial foi observado no Norte.
Na comparação mensal, seis estados registraram aumento da área com seca: Amazonas, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo. Por outro lado, houve redução em 12 estados, como Bahia, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais e Pará.
Sete estados apresentaram seca em 100% do território em março: Ceará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Santa Catarina e São Paulo. Nos demais, a cobertura variou entre 10% e 93%.
Em termos absolutos, o Amazonas lidera a área total afetada pela seca no país, seguido por Bahia, Minas Gerais, Maranhão e Piauí.
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