Vylor e Corteva limitam concorrência por 12 meses após cisão
Acordo restringe atuação cruzada em sementes, defensivos, biológicos e tratamento de sementes
As chuvas limitaram o avanço da soja, do milho e do feijão no Paraná e também retardaram a colheita do trigo. Até 5 de outubro, o plantio alcançou 78% da área prevista para o milho, 52% para o feijão e 36% para a soja, todos de primeira safra. A colheita do trigo chegou a 70%, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral).
As lavouras de verão mantêm bom desempenho nas áreas implantadas. No milho, 93% das áreas apresentam condição boa e 7%, média. Entre as lavouras semeadas, 82% seguem em desenvolvimento vegetativo e 18% permanecem em germinação.
Na soja, 99% das áreas avaliadas apresentam condição boa e 1%, média. O desenvolvimento vegetativo responde por 69% das lavouras, enquanto 31% permanecem em germinação. O plantio avança de forma desigual entre as regiões. Janelas curtas entre chuvas e excesso de umidade restringem a semeadura. Excesso de umidade e baixa luminosidade também dificultam as pulverizações, e a umidade elevada favorece plantas daninhas em algumas áreas.
O feijão registra 91% das lavouras em condição boa e 9% em condição média. Entre as áreas implantadas, 73% seguem em desenvolvimento vegetativo, 25% em germinação e 2% em floração. A instabilidade climática provoca interrupções no plantio.
O trigo enfrenta maior pressão. Das áreas avaliadas, 60% apresentam condição boa, 34% média e 6% ruim. A chuva paralisa ou retarda a colheita e compromete a qualidade dos grãos, sobretudo em áreas expostas por mais tempo à elevada umidade. Relatos regionais também indicam produtividade abaixo do esperado, classificação inferior de parte da produção e pressão de doenças nas lavouras ainda em formação de grãos.
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