Inmet: previsão do tempo para quinta (16) e sexta-feira (17)
Tempestades retornam ao Rio Grande do Sul; frente fria mantém chuvas no leste do Nordeste
Mutações no gene PPO2 mantiveram a resistência de Amaranthus palmeri a herbicidas inibidores da protoporfirinogênio oxidase durante oito anos. O estudo avaliou populações coletadas nos condados de Greene e Crittenden, no Arkansas, em 2015 e cerca de oito anos depois (DOI 10.1002/ps.71056).
O fomesafen apresentou a menor eficácia nos ensaios de pré e pós-emergência. Na população de Crittenden, o controle caiu de 91 por cento, em 2015, para 48 por cento, em 2022. Os pesquisadores associaram esse avanço ao aumento da frequência de mutações isoladas, principalmente ΔG210.
As populações de Greene concentraram as mutações ΔG210 e A399. Em Crittenden, predominaram ΔG210 e G128. As amostras de Greene também mostraram maior resistência aos herbicidas PPO aplicados via foliar, com controle entre 62 por cento e 76 por cento.
A sulfentrazona aplicada ao solo apresentou maior eficácia em Greene do que em Crittenden. A resistência à flumioxazina foliar não mostrou associação clara com mutações no sítio de ação. Já a resistência ao saflufenacil acompanhou o aumento de mutações duplas.
A relação fraca entre frequência das mutações e nível de resistência indica a presença de mecanismos adicionais. Herbicidas PPO mais recentes ainda controlaram as populações resistentes. Contudo, plantas sobreviventes raras apresentaram mecanismos de resistência fora do sítio de ação. Os pesquisadores recomendam integrar outras ferramentas de manejo para reduzir sua seleção.
Receba por e-mail as últimas notícias sobre agricultura