Syngenta nomeia Pedro Ferreira para posição global
Executivo assumiu a estratégia e a governança de logística internacional e operações aduaneiras da companhia
O Índice de Poder de Compra de Fertilizantes (IPCF) fechou agosto em 1,26, com recuo de 7% em relação ao mês anterior (1,35). O resultado reflete, principalmente, a combinação entre a valorização das commodities agrícolas e a redução dos preços dos fertilizantes, cenário que favoreceu o poder de compra do produtor rural. Com isso, foi necessária uma quantidade menor da produção agrícola para a aquisição de fertilizantes em comparação a julho.
No mesmo período, o dólar permaneceu praticamente estável, com leve valorização de cerca de 1%, exercendo influência limitada sobre o desempenho do índice.
Entre os fatores que contribuíram para o resultado está a alta média de 6% nos preços das commodities agrícolas. Durante o período, a soja avançou 5%, o milho registrou alta de 4%, o algodão subiu 1% e a cana-de-açúcar apresentou valorização de 8%.
O comportamento do mercado foi influenciado, entre outros fatores, pelas expectativas em torno da safra norte-americana de soja e milho, além das condições climáticas observadas em importantes regiões produtoras. As incertezas relacionadas aos possíveis impactos do El Niño sobre a próxima safra brasileira também contribuíram para sustentar os preços agrícolas.
Apesar da melhora observada no IPCF, fatores externos continuam exigindo atenção do mercado. O cenário geopolítico no Oriente Médio segue sendo acompanhado por sua relevância para a cadeia global de fertilizantes, especialmente em função da importância logística e comercial da região.
Ao mesmo tempo, os efeitos do El Niño permanecem no radar, diante do potencial de influenciar o plantio e o desenvolvimento das lavouras na próxima safra.
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