RS Safra 2025/26: semeadura da canola está quase concluída
Emater/RS projeta incremento de área de 102,64%, alcançando 353.397 hectares
A intensificação do fenômeno climático El Niño acende um sinal de alerta para o agronegócio brasileiro. O cenário deve provocar secas nas regiões Norte e Nordeste, chuvas acima da média no Sul e irregularidade na distribuição das precipitações no Centro-Oeste e Sudeste, com impactos diretos sobre a produção agrícola.
Diante desse cenário, a Coopercitrus reforça a importância do planejamento antecipado, do manejo adequado e do uso de tecnologias para minimizar perdas e preservar a produtividade. "A implementação de estratégias bem estruturadas permite reduzir perdas, preservar a produtividade e sustentar a rentabilidade, mesmo em condições climáticas adversas", afirma Marcus Vinicius Pires Alves, gerente do Departamento Técnico da Coopercitrus.
Segundo o especialista, práticas como o manejo preventivo com micronutrientes, bioestimulantes, agentes biológicos e indutores de resistência ajudam a manter o potencial produtivo durante períodos de estresse hídrico. Com o retorno das chuvas, a recomendação é priorizar a recuperação fisiológica das plantas e reforçar o controle de pragas e doenças.
Nas culturas perenes, como café e citros, especialmente em áreas irrigadas, a orientação é realizar um manejo criterioso das floradas para garantir o pegamento e o desenvolvimento dos frutos, além de intensificar o monitoramento fitossanitário.
Na cana-de-açúcar, a estratégia é preservar a atividade fisiológica da cultura durante o período seco e, após a retomada das chuvas, estimular a recuperação das plantas sem descuidar do manejo de pragas e doenças.
Para os cereais, a Coopercitrus recomenda atenção à definição da janela de plantio, ao uso de sementes de alto vigor e sanidade, ao manejo nutricional e à adoção de bioestimulantes e indutores de resistência para favorecer o estabelecimento inicial das lavouras.
"O sucesso da produção agrícola em anos de El Niño depende diretamente da capacidade de adaptação. O uso combinado de tecnologia, planejamento estratégico e boas práticas agronômicas aumenta a eficiência e a resiliência das lavouras", afirma Paulo Henrique Officiati da Silva, gerente Comercial de Sementes da Coopercitrus.
Entre as medidas prioritárias para mitigar riscos em cereais estão o planejamento da janela de plantio, a escolha de cultivares adaptadas, a manutenção da cobertura do solo, o monitoramento constante de pragas e doenças, a diversificação de culturas e a adoção de ferramentas de gestão de risco, como o seguro rural.
A cooperativa também destaca a importância da proteção financeira diante da maior volatilidade climática. Além do suporte técnico, a Coopercitrus oferece um portfólio de soluções que inclui insumos, máquinas e implementos, combustíveis, saúde e nutrição animal, além de tecnologias voltadas à gestão da produção.
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