Integrantes do grupo gestor da Agricultura ABC se reúnem na Capital
A Case IH chega à Expointer 2011 com investimento comprovado no mercado gaúcho, fato que se fortalece com o posicionamento adotado para a feira, que acontece em Esteio/RS entre 27 de agosto e 4 de setembro. Em relação a tratores, a participação de mercado da Case IH dobrou nos últimos dois anos e, no segmento de colheitadeiras, o salto foi um pouco maior do que o dobro em relação a 2009. “O quadro mostra o início da nossa caminhada no estado e deixa claro que temos muito mercado para conquistar na região. É surpreende, por exemplo, o volume de negócios que estão sendo fechados através do programa Mais Alimentos”, explica Silvio Campos, gerente regional da Case IH para o Rio Grande do Sul.
Os investimentos da marca na ampliação da rede de concessionários no Rio Grande do Sul e a adesão ao programa Mais Alimentos, responsável por um impulso na venda de tratores de baixa potência, que chegou a quase três vezes o volume negociado em 2009, são, sem dúvida, os responsáveis pelo crescimento da Case IH no estado. Campos acrescenta que a rede de concessionários da marca deve saltar de uma loja, em 2008, para nove até o fim deste ano. “Estamos nos aproximando dos agricultores do estado criando uma rede eficiente de atendimento para o produtor gaúcho. A nossa meta é oferecer uma loja Case IH a cada 150km, em média”, afirma.
Como parte desta estratégia de aproximação, a marca apresenta ao mercado gaúcho as versões arrozeiras dos tratores Farmall 80 e 95, a colheitadeira de grãos de pequeno porte Axial-Flow 2566, e a A4000, primeira colhedora de cana-de-açúcar do Brasil a ser financiada pelo Mais Alimentos, linha de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Famíliar (Pronaf) destinada a modernizar as unidades produtivas da agricultura familiar.
Alfredo Jobke, gerente de Marketing da Case IH para a América Latina, destaca a importância das novas versões adaptadas da linha Farmall para o cultivo de arroz, típico do Sul do País. “Como a produção de arroz é feita em áreas alagadas, as adaptações na versão arrozeiro dos modelos Farmall 80 e 95cv produzidos no Brasil foram pensadas para garantir a segurança do operador e a integridade do equipamento, que fica em contato com a água durante quase toda a jornada de trabalho. Outra preocupação foi equipar as máquinas com pneus com garra alta, capazes de garantir a tração da máquina neste tipo de terreno”, esclarece.
Jobke ressalta também a nova Axial-Flow 2566: “esta é a menor colheitadeira com sistema axial do mercado, o que representa a porta de entrada dos pequenos e médios agricultores neste sistema de colheita desenvolvido pela Case IH há mais de 30 anos”. Além disso, os visitantes da 34ª Expointer poderão conhecer também a nova geração dos tratores Magnum. Os cinco novos modelos, 235, 260, 315 e 340 serão produzidos no Brasil e substituem gradativamente os modelos anteriores da linha.
Primeira colhedora de cana-de-açúcar a ser disponibilizada no Mais Alimentos, a A4000 será apresentada oficialmente ao mercado gaúcho pela primeira vez. “As principais características da máquina estão ligadas à versatilidade e capacidade de manobra. Utilizada onde o terreno não possibilita o plantio de cana com espaçamento superior a um metro entre as linhas e também como alternativa para áreas onde as grandes colhedoras não conseguem executar o trabalho, como bicos de terreno”, explica Roberto Biasotto, especialista de marketing de produtos da Case IH.
A primeira máquina financiada pelo Mais Alimentos foi entregue em agosto, à Coopercana, cooperativa de Porto Xavier. Ao lado do trator Farmall 80 e da colhedora de café Coffee Express 100, a A4000 integra o catálogo de máquinas da Case IH disponível pelo programa Mais Alimentos.
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