Citricultura brasileira avança com foco em inovação e estratégia
Expocitros 2026 reforça papel da pesquisa diante de desafios sanitários e de mercado
A Bayer AG reportou avanço no plano de recuperação e reforça foco em Crop Science. As informações foram transmitidas durante a reunião anual dos acionistas da companhia, realizada hoje. O CEO Bill Anderson destacou progresso operacional, com prioridade para rentabilidade, inovação e geração de caixa. A divisão agrícola executa programa amplo de melhoria de desempenho e projeta novos produtos a partir de 2027.
A companhia reorganiza o portfólio de defensivos. A estratégia prioriza moléculas inovadoras e maior margem. O inseticida Plenexos integra esse movimento, explicou Anderson. A empresa lançou o produto na Colômbia no fim de 2025. A Bayer prevê registro no Brasil ainda em 2026.
A divisão Crop Science também racionaliza estrutura e ativos. A empresa busca eficiência operacional e maior geração de caixa. A companhia indica 2026 como ano crítico para consolidar essa base. O plano inclui ajustes no portfólio e na presença global.
O CEO apontou pipeline agrícola com inovações de médio prazo. A empresa projeta maior impacto a partir de 2027. Anderson citou tecnologias com potencial de transformação produtiva. Entre elas, soluções para redução de insumos e aumento de eficiência agronômica.
A Bayer também relaciona inovação agrícola com desafios globais. O executivo mencionou pressão sobre fertilizantes e cadeias de suprimento. A empresa investe em soluções biológicas e genéticas. O objetivo inclui melhorar uso de nitrogênio em culturas como milho. A estratégia busca reduzir dependência de fertilizantes sintéticos.
No cenário regulatório, a companhia acompanha decisões nos Estados Unidos. O CEO citou julgamento na Suprema Corte como marco relevante. O tema envolve acesso a tecnologias de proteção de cultivos. A empresa mantém estratégia para mitigar riscos jurídicos, realizando acordos quando possível.
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