Plantas usam duas vias de cAMP contra estresses
Estudo em Arabidopsis mostra funções distintas para 2’,3’-cAMP e 3’,5’-cAMP no crescimento e na resposta ambiental
A BASF Agricultural Solutions colocou em operação o BioHub, nova planta de fermentação para defensivos biológicos e produtos baseados em biotecnologia. A unidade fica no complexo de Ludwigshafen, na Alemanha. Conforme a empresa, o investimento soma valor na faixa de dezenas de milhões de euros.
A unidade fabrica produtos como fungicidas biológicos e tratamentos biológicos de sementes. A BASF afirma que essas tecnologias apoiam programas integrados de proteção de cultivos.
O BioHub usa microrganismos para converter matérias-primas renováveis, como glicose, nos produtos desejados. O processo recebe o nome de fermentação.
A produção comercial de ingredientes ativos biológicos começou neste ano. Entre eles aparece a bactéria Bacillus amyloliquefaciens. Ela forma a base do fungicida biológico Serifel. A planta também produz o principal bloco de construção do Inscalis, inseticida baseado na cepa fúngica Penicillium coprobium.
Segundo a BASF, a internalização da fermentação amplia a flexibilidade produtiva. A medida também aumenta a resiliência da cadeia de suprimentos.
Melanie Bausen-Wiens, integrante do conselho de administração da Agricultural Solutions e responsável por tecnologia, afirmou que a operação do BioHub representa avanço em biotecnologia industrial. Segundo ela, a produção própria conecta a pesquisa à manufatura em escala industrial.
Maximilian Becker, integrante do conselho de administração da Agricultural Solutions e responsável por negócios, disse que o mercado global de proteção biológica de cultivos segue em crescimento. Para ele, a nova planta cria uma plataforma escalável e flexível para fortalecer o portfólio BioSolutions e garantir fornecimento consistente aos clientes.
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