Fazenda Pereira oferta touros e fêmeas no 2º Leilão Virtual Canchim Primavera
Grandes produtores de soja em todo o Brasil relatam diferentes experiências vividas com a ferrugem asiática – ou ferrugem da soja -, doença avassaladora que já trouxe prejuízo da ordem de US$ 3 bilhões desde sua primeira incidência, cerca de cinco anos atrás. Enquanto alguns agricultores declaram já ter sofrido perdas representativas em algum momento, outros celebram o sucesso das ações que vêm adotando para se proteger.
Lançado no Brasil há três anos, o fungicida Aproach Prima, da DuPont, vem ganhando mais adeptos a cada safra, pelos resultados que proporciona nos programas de tratamento e sua ação eficaz o converteu num dos mais demandados do mercado em sua categoria.
“Aproach Prima tem sido usado também em centenas de ensaios de campo de grande porte realizados nos últimos anos, nos estados da Bahia, de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo”, destaca Marcelo Okamura, engenheiro agrônomo e diretor de marketing da DuPont Produtos Agrícolas. “O produto mostra desempenho superior em quase 90% desses campos demonstrativos, comparativamente a outros ingredientes ativos registrados no Brasil”, complementa o executivo.
De acordo com Okamura, os benefícios mais destacados pelos usuários de Aproach® Prima são o prolongado período de controle e o fato de o fungicida também controlar outras doenças como oídio, entre outras. “A proteção começa após a aplicação”, diz o executivo.
Segundo o diretor, o produto contribui para maiores produtividades por ser rapidamente absorvido pela planta e mover-se em seu interior. “Sua rápida absorção e translocação fazem com que Aproach Prima não seja lavado pelas águas de chuvas e de irrigação”, reforça.
Okamura assinala ainda que Aproach Prima vem atendendo plenamente às expectativas do produtor de perfil diferenciado, ou seja, “aquele que investe em tecnologia tendo em vista ganhos crescentes de produtividade e competitividade”, finaliza.
Aproach Prima também está registrado para uso nas culturas de algodão, arroz, café, cana-de-açúcar, milho e trigo.
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