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Pinta bacteriana em tomateiro

Página 16 | 03/11/2021 | Tadeu Antônio Fernandes da Silva Júnior e Daniele Maria do Nascimento, FCA/Unesp

Favorecida por temperaturas amenas e alta umidade relativa do ar, Pseudomonas syringae pv. Tomato tem no uso de cultivares resistentes a medida de controle mais econômica e eficiente. O manejo químico também pode ser utilizado contra a doença.

 

As doenças causadas por bactérias estão entre os principais fatores associados à redução da produtividade da cultura do tomateiro. No Brasil, as principais doenças bacterianas para a cultura são a mancha bacteriana (Xanthomonas vesicatoria, X. euvesicatoria, X. perforans e X. gardneri), a necrose de medula (Pseudomonas corrugata e P. mediterranea), a murcha bacteriana (Ralstonia solanacearum), o cancro bacteriano (Clavibacter michiganensis subsp. michiganensis), a podridão mole, o talo oco (Pectobacterium spp. e Dickeya spp.) e a pinta bacteriana (Pseudomonas syringae pv. tomato).

 A pinta bacteriana é também conhecida como mancha bacteriana pequena ou pústula bacteriana, e ocorre no Brasil em cultivos de tomateiro em campo aberto, tanto nos segmentos para processamento industrial como para consumo in natura. A doença possui maior importância em regiões com temperaturas amenas e alta umidade relativa do ar e sua ocorrência tem sido associada a cultivares que não portam o gene de resistência Pto. Até o momento, não há registros das perdas proporcionadas pela ocorrência da pinta bacteriana no Brasil.

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