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Calda e controle da cercosporiose

Página 38 | 14/10/2021 | Luiz Eduardo Braga, Eduardo Argenta Steinhaus, Camila Tenório, Djordan Willian Feller e Marcelo Gripa Madalosso, Grupo de Proteção de Plantas da URI Sto. Ângelo

Como obter estabilidade de caldas fungicidas com diferentes fontes de água no controle da cercosporiose em soja. 


A utilização de vários produtos misturados no tanque de pulverização forma uma calda, que necessita estar bem homogeneizada para o momento da aplicação. Dentre os fatores que demandam atenção durante o preparo da mistura em tanque, a qualidade da água é um fator crucial para que a mistura não desestabilize ou altere a eficiência dos defensivos agrícolas (Andrade et al., 2013). Diferentes fontes de água trazem características diversas, que ao serem postas junto à calda podem trazer reações não desejáveis (Costa et al., 2011).

A eficiência de um produto pode ser alterada por fatores como pH, presença de cátions como cálcio (Ca2⁺), magnésio (Mg2⁺) e sódio (Na+) e íons dissolvidos, matéria orgânica, argila ou outras substâncias em suspensão na água (Theisen & Ruedell, 2004). Estes fatores podem aumentar a eficiência de um produto ou, se não estiverem em conformidade com a necessidade da formulação, podem levar à inativação do princípio ativo (Sanchotene et al., 2007; Queiroz et al., 2008). 

Mediante as alterações que ocorrem é necessário estar atento às características finais da mistura de tanque que muitas vezes contam com diversos princípios ativos, junto a adjuvantes e água. Para o controle de fungos um bom preparo da calda também é de grande valia, onde estudos prévios indicam que alterações no pH da calda levam a alterações na eficiência dos produtos (Lopes, 2019).

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