Desafio CESB registra recorde de produtividade em 2026
Produtor de Santa Catarina alcança 156,13 sacas de soja por hectare e vence o Desafio Nacional de Máxima Produtividade
O Informativo Conjuntural da Emater/RS, divulgado nesta quinta-feira (9/7), aponta avanço da semeadura do trigo no Rio Grande do Sul, que atingiu 87% da área prevista. A projeção para esta safra é de 814.220 hectares, com produtividade média estimada em 2.701 quilos por hectare.
A implantação das lavouras está próxima da conclusão na maior parte das regiões e deverá ser finalizada assim que as condições do solo permitirem. Nas áreas de maior altitude, onde o zoneamento agrícola prevê janela de plantio até o fim de julho, a atividade deve se estender por mais tempo.
As lavouras apresentam bom estabelecimento, estandes adequados e desenvolvimento compatível com a época de cultivo. Predominam os estádios de desenvolvimento vegetativo inicial e perfilhamento, enquanto as áreas semeadas mais cedo já iniciaram o alongamento do colmo.
As baixas temperaturas e as geadas de fraca intensidade favoreceram o perfilhamento, sem causar danos significativos. Por outro lado, a elevada nebulosidade e a baixa incidência de radiação solar limitaram temporariamente o crescimento vegetativo.
Nas regiões com maior volume de chuvas, foram registrados encharcamento, perdas localizadas de solo e necessidade pontual de replantio em áreas com drenagem deficiente. O excesso de umidade também dificultou o avanço da semeadura e restringiu operações de manejo, especialmente as aplicações de herbicidas e de fertilizantes nitrogenados em cobertura.
A umidade elevada no dossel aumentou ainda o risco de doenças foliares, intensificando o monitoramento fitossanitário das lavouras.
O plantio está em fase final, restando apenas algumas áreas de maior altitude. As lavouras apresentam bom estabelecimento e desenvolvimento, predominando os estádios de afilhamento e elongação do colmo nas áreas mais precoces.
As condições de umidade e as baixas temperaturas favoreceram o desenvolvimento da cultura. Entretanto, a reduzida disponibilidade de radiação solar e a sequência de dias nublados limitaram o crescimento das plantas, resultando em menor porte e folhas de coloração mais clara em algumas regiões.
As chuvas mais intensas provocaram acamamento pontual em lavouras na fase de elongação do colmo, sem relatos de danos relevantes nas áreas em afilhamento. A condição fitossanitária permanece satisfatória, sem ocorrência expressiva de pragas ou doenças. Os produtores seguem realizando os tratos culturais conforme o estádio de desenvolvimento das lavouras.
A área estimada é de 387.697 hectares, com produtividade média projetada em 2.322 kg/ha.
As lavouras apresentam desenvolvimento satisfatório e potencial produtivo compatível com as expectativas iniciais da safra. Predomina o estádio vegetativo, embora as áreas implantadas mais precocemente iniciem a transição para a fase reprodutiva, com o florescimento das primeiras lavouras. A diferença entre os estádios reflete o amplo período de semeadura desta safra.
As baixas temperaturas e as geadas de fraca intensidade não provocaram danos significativos, restringindo-se a efeitos pontuais em áreas mais sensíveis. Já a elevada umidade, associada à baixa disponibilidade de radiação solar, desacelerou o crescimento das plantas e limitou parte dos tratos culturais, especialmente a adubação nitrogenada em cobertura e o controle de plantas daninhas.
Apesar dessas restrições, as lavouras apresentam boa sanidade, sem registros expressivos de pragas ou doenças. As condições de alta umidade, no entanto, reforçam a necessidade de monitoramento fitossanitário, sobretudo com a aproximação da fase reprodutiva.
A área cultivada está estimada em 353.397 hectares, com produtividade média de 1.619 kg/ha.
A implantação da cevada está concluída na maior parte das regiões, restando apenas áreas onde o calendário de semeadura ainda permite o avanço das operações. As lavouras apresentam bom estabelecimento, estandes uniformes e predominância do desenvolvimento vegetativo inicial.
A elevada umidade e a baixa disponibilidade de radiação solar desaceleraram o crescimento das plantas e reduziram a intensidade da coloração foliar em algumas áreas, sem comprometer o potencial produtivo inicial da cultura. A sanidade das lavouras permanece satisfatória.
Os produtores que concluíram a adubação nitrogenada em cobertura e o controle de plantas daninhas em pós-emergência direcionam o manejo ao monitoramento fitossanitário, principalmente em razão das condições ambientais favoráveis ao desenvolvimento de doenças fúngicas foliares.
A projeção da Emater/RS é de 20.320 hectares cultivados, com produtividade média estadual estimada em 3.020 kg/ha.
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